Com introdução do escritor Jorge Amado e textos antropológicos do fotógrafo e etnólogo Pierre Verger e do historiador Waldeloir Rego, o documentário contém 128 aquarelas do pintor, desenhista e muralista Carybé e foi realizado entre 1940 e 1980. Uma recriação da participação do elemento negro na cultura baiana, que preserva a memória histórica da Bahia.