<b>“Os melhores livros sobre Ateísmo são os escritos por Paulo Bittencourt, porque, diferentemente de Richard Dawkins, Christopher Hitchens e Sam Harris, que nunca foram religiosos, ele foi criado na igreja, estudou Teologia e, portanto, fala por experiência.”</b> (D. Barker) Existe coisa mais hilária que ofender seres invisíveis? Enquanto nossas sondas espaciais pousam em cometas, em pleno século XXI pessoas ainda podem ser presas e assassinadas por brincarem com palavras como Deus, Jeová, Jesus, Alá, Bíblia e Alcorão. Quatro bilhões de cristãos e muçulmanos acham normal acreditar em seres invisíveis que, num lago de fogo e enxofre, torturam quem acha engraçado acreditar em seres invisíveis. “Com Zeus Não Se Brinca” não é um livro de piadas. É uma coletânea de mais de 350 reflexões satíricas (várias das quais aludem a fatos recentes) concebidas por Paulo Bittencourt, autor do famosíssimo “Liberto da Religião” (o livro que está levando igrejas à falência) e conhecido também como o Apóstolo da Razão, com o objetivo de, através de humor, estimular seus leitores a ponderar sobre as loucuras da doutrina cristã e do pensamento religioso em geral. Temas abordados: Alá, Ateísmo, Bíblia, Ceticismo, Céu, Ciência, Comunismo, Cristianismo, Deus, Diabo, Evolução, Filosofia, Gospel, Humanismo, Igreja Adventista, Batista, Católica, Evangélica, Pentecostal, Universal, Inferno, Islã, Jesus, Judaísmo, Livre Pensamento, Maomé, Protestantismo, Satanás, Socialismo, etc. Paulo Bittencourt nasceu no Paraná, passou a infância no Rio de Janeiro e estudou Teologia em São Paulo. Perto de se tornar pastor, teve dúvidas, abandonou a faculdade, aventurou-se pela Europa e acabou se radicando na Áustria. O livro “Ética”, de Bento de Espinosa, robusteceu seu ceticismo e o consolidou como livre-pensador. Paulo Bitencourt dedica sua vida a ajudar pessoas a se libertar da religião. Paulo Bittencourt é autor também dos livros “Liberto da Religião” e “Perdendo Tempo Com Deus”, que fizeram já milhares de pessoas perderem o medo de refletir. “Respeito o direito das pessoas de acreditar em imbecilidades, não as imbecilidades em que as pessoas têm o direito de acreditar.” — Paulo Bittencourt



