Game Changer (Game Changers #1) -

    Rachel Reid

    Carina Press
    2018
    400 páginas
    13h 20m
    ISBN-10: B07DCTFR2K

    New York Admirals captain Scott Hunter takes his pregame rituals very seriously. In this case, it’s not just a lucky smoothie he’s craving—it’s the man who made it. Pro hockey star Scott Hunter knows a good thing when he sees it. So, when a smoothie made by juice bar barista Kip Grady precedes Scott breaking his on-ice slump, he’s desperate to recreate the magic...and to get to know the sexy, funny guy behind the counter. Kip knew there was more to Scott’s frequent visits than blended fruit, but he never let himself imagine being invited back to Scott’s penthouse. Or kissed with reckless abandon, never mind touched everywhere all at once. When it happens it’s red-hot, incredible and frequent, but also only on Scott’s terms and always behind his closed apartment doors. Scott needs Kip in his life, but with playoff season approaching, the spotlight on him is suddenly brighter than ever. He can’t afford to do anything that might derail his career…like introducing the world to his boyfriend. Kip is ready to go all-in with Scott—but how much longer will he have to remain a secret?

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    Letícia28/03/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Parabéns. Vocês, rapazes, acabaram de fazer história.

    O meio esportivo é majoritariamente feito por pessoas muito homofóbicas. Celular em 5% mais tarde eu termino a resenhaaaaa Quando o empresário fala: "Você acha que é o primeiro gay da NHL?" Fiquei muito pensativa, é tão triste saber que tantas pessoas tiveram que se esconder para poder continuar vivendo o sonho de jogar. Gostei de como o Scott saiu daquele esteriótipo de macho alfa atleta sem cérebro e sem sentimentos. Ele é tão fofo e adorável, ele cora e sorri e é tão desengonçado!! E é muito fofo que ele não saiba flertar e que ele use o dinheiro para boas causas, eu gostei muito,. muito do Scott. Gostei: Não gostei: > A autora sempre focava demais nas coisas materiais que rodeavam o Scott, era sempre destacado a enorme cobertura, se ele vestia uma roupa sempre era citado uma marca chique e pra quê isso sabe? A gente já sabe que ele é rico, não precisa evidenciar isso o tempo todo toda hora. > A cena do Kip flertando com o Kyle, primeiro que eu já não acho legal flertar sem ter algum tipo de intenção, flertar só porque é divertido ou só porque você pode é muito chato com a outra pessoa (já que ela não tem como saber) e nesse caso do Kyle foi o que aconteceu. E sem contar naquele beijo, eu odeio quando os personagens vão beber depois de brigas e odeio ainda mais quando vem as consequências, principalmente se for traição "ai mas foi só um beijo e ele ainda afastou ele depois" mas antes disso ele retribuiu. O pior foi que trataram isso como se fosse nada, sem consequências. Fiquei irada. Meu Deus que personagem chato é esse Kip, nossa senhora. Elena rainha demais, mas achei a amizade deles tão apagadinha. Faltou um tchan aí. O Carter é um fofo, gostei muito dele e do Huff e Bennet uns queridos!! Fiquei extremamente tocada com o discurso do Scott, eu como uma pessoa parcialmente presa no armário entendo como é difícil se abrir para as pessoas e dizer quem você é. O medo é uma coisa poderosa, mas este ano eu encontrei a coisa que é mais poderosa. Quando eu acordar vou escrever a re

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