Uma breve história do feminismo no contexto euro-americano -

    Patu, Antje Schrupp

    Blucher
    2019
    88 páginas
    2h 56m
    ISBN-13: 9788521214038
    Português Brasileiro

    Filósofas, rebeldes, ativistas: conheça a evolução do feminismo no contexto europeu e americano desde a antiguidade nesta história em quadrinhos que aborda o direito das mulheres ao voto, as ondas feministas e personalidades como Olympe de Gouges, Simone de Beauvoir, Audre Lorde e Angela Davis. Uma breve história do feminismo no contexto euro-americano nos prende, nos educa, nos faz rir e nos irrita. Narra desde os primórdios da tradição judaico-cristã, com os questionamentos de Maria Madalena; passando pela Idade Média, pela Idade Moderna e pelo Iluminismo; e chegando ao princípio dos movimentos organizados das mulheres no século XIX, a “segunda onda”, o feminismo queer e a “terceira onda”.

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    Vinicius Jorge07/02/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Muito bom, adorei!

    Bela síntese. O livro foi um ótimo resumo sobre como foi o Feminismo ao longo dos séculos, quebrou vários mitos e o fato de ser em quadrinhos deixa tudo mais interessante também. Ele conta com muitas referências, fala das chamadas 4 ondas do feminismo, e não passa pano pra ninguém. Mostra, feministas racistas, homofóbicas, etc. Eu aprendi muito com essa obra maravilhosa e certamente vou, reler várias vezes e me aprofundar em alguns temas que vi nele, fico pensando na quantidade de conhecimento que a humanidade perdeu só por causa do patriarcado e machismo… Devemos lamentar muito. A única parte ruim é que ele acaba, pois, eu queria muito mais. “Diversas feministas defendem pontos de vistas completamente diferentes e, às vezes, até contraditórios, que são sempre influenciados por questões e problemas concretos de sua época - e, é claro, pelas ideias e pelos pontos de vista da pensadora ou ativista em questão. Pois, não existe 'um único feminismo' apenas novas propostas, resultados de pesquisas e descobertas que surgem o tempo todo”. -Fala retirada do livro Vejo muita briga por causa disso, e agora percebo que sempre foi assim e sempre será, não imagino como o feminismo poderia ser igual para todas, existem inúmeros fatores que diferenciam pessoas. Uma mulher do oriente médio e uma da América Latina tem vivências completamente diferentes, cultura, história, religiões, não dá para simplesmente encaixar o mesmo conceito para todas. Há uma linha bem tênue sobre essas discussões, pode tanto fazer o bem quanto o mal. Mas não podemos cobrar uma unidade no movimento feminista, isso é um erro, movimentos negros, LGBTs, climáticos, não tem unidade também, pessoas pensam diferente, não somos perfeitos onde tiver um grupo de humanos terá divergências. Um paralelo que posso fazer é que postam uma fala de Morgan Freeman para “tentar refutar” o momento negro, mas ele não é o Rei dos negros, a fala dele não diz respeito a todos nós. Ele não está na pele de um negro brasileiro ou alemão e não pode falar por eles.

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