Como era de supor, a adaptação tem liberdades que a transformaram essencialmente numa história de amizade entre o lobo e o jovem Jack Conroy, um dos personagens introduzidos pelo filme da Disney. Ficou legal para o cinema, com simplicidade bonita e tocante, mas em termos de fidelidade ao clássico as alterações são muitas.
Não vou transformar a resenha em jogo de sete erros, filme e literatura são distintos, e a adaptação conta a história de um jeito que certas partes ficaram melhor que o original, especialmente o final, pelo menos para mim.
Enquanto HQ, as ilustrações tem suavidade bonita, de agradável percepção visual, com economia de textos que deixam a história fluir numa leitura prazerosa. Curti.
Macapá, idos da pandemia...