Chiquinho

Chiquinho Baltasar Lopes da Silva


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Um dos melhores romances da literatura cabo-verdiana. Descrevendo Cabo Verde dos anos 30, o seu interesse resulta não somente do facto de estar apoiado numa realidade que até esta altura tinha sido deixada de lado pelos escritores do arquipélago, mas sobretudo da demanda da personalidade cultural do povo de Cabo Verde. Chiquinho é também uma forte denúncia: do abandono a que foram votadas as pessoas de Cabo Verde. As secas destruíam colheitas, a fome estendia as suas garras sobre uma população indefesa e desesperada. No entanto, as personagens desta história alimentam um sonho, uma esperança, todos poderiam ser outra pessoa que não são, se ao menos a terra não fosse madrasta. É aqui que entra o mar, a miragem da América, os baleeiros para correr sete mundos, o futuro prometido para lá da fome, das secas e do sofrimento. Chiquinho é o fio condutor por onde passam todas estas personagens. É através das tribulações deste jovem, de origem modesta, mas livre num mundo desconhecido, que Baltasar Lopes se impõe como um dos principais fundadores da literatura cabo-verdiana.

Edições (1)

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Resenhas para Chiquinho (2)

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Literatura africana de língua portuguesa
on 24/7/20


Minha iniciação aos autores africanos. Muitas palavras na edição da Ática que eu li tinha sempre a explicação no rodapé da página que me ajudou muito na compreensão do texto. Leitura imprescindível para se compreender o processo de colonialismo e pós-colonialismo africano. ... leia mais

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Eliezer
cadastrou em:
21/09/2010 02:41:35

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