Entre poderes nativos e saberes ativos: antropologia e direitos humanos

Entre poderes nativos e saberes ativos: antropologia e direitos humanos Ceres Karam Brum...


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Entre poderes nativos e saberes ativos: antropologia e direitos humanos





Simultaneamente embebida das numerosas e distintas vertentes teóricas a que tem sido arrebatada nas últimas décadas, a antropologia revela-se ainda melindrosa ao tratar do “empowerment nativo”. Anexar os saberes nativos parecia ser uma tarefa relativamente, ou relativisticamente, simples, desde que esses fossem conservados em sua natureza de objeto. Mas o que dizer quando esse saber se faz sujeito? Como lidar com saberes nativos que de fato, e de direito, se relacionam com o saber antropológico instituído? Não há como negar que essa demanda existe e que uma antropologia que se pretende alinhada com a contemporaneidade não deve se esquivar do desafio benfazejo de partilhar os poderes com o outro. Para isso é indispensável cultivar uma forma de saber antropológico ativo. Uma forma de saber e conhecer que não ignore seus próprios agenciamentos e que não sobreponha o fixismo dos modelos construídos à inconstância da vida real.

Psicologia

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Jader.Johann
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16/04/2018 11:06:33