Estado De Sítio

Estado De Sítio Albert Camus


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Estado De Sítio





Lançada originalmente em 1948, Estado de sítio se passa em uma pequena cidade litorânea, assolada pela peste e dominada pelo medo. Para Camus, o medo era o mal do século XX e, por isso, ele o utiliza como o fio condutor desta obra, que, para muitos críticos, é uma alegoria da ocupação, da ditadura e do totalitarismo. Nesta edição, foram reunidos um prefácio de Pierre-Louis Rey, documentos históricos, entrevistas, uma nota assinada pelo autor sobre a peça e um testemunho de Jean-Louis Barrault, contando a história de sua colaboração com Camus para a composição e encenação de Estado de sítio, e analisando as razões do seu fracasso. A edição apresenta, ainda, críticas à peça, encenada pela primeira vez em 27 de outubro de 1948, pala Companhia Madeleine Renaud-Jean-Louis Barrault, no Théâtre Marigny, com direção de Simmone Volterra e resposta de Camus à crítica, reunindo, assim, tudo que já foi dito sobre a peça, que foge do realismo, abre o horizonte cênico e dá toda a liberdade ao diretor.

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on 8/7/18


«O juiz - Não sirvo a [considere crase que meu editor não inseri] lei pelo que ela diz, mas porque é a lei. Diego - Mas e se a lei for o crime? O juiz - Se o crime se converte em lei, deixa de ser crime. Diego - Deve-se punir a virtude, então ! O juiz - Até a virtude deve ser punida, caso se atreva a discutir a lei. ? (p. 122-123, ed. 2018)... leia mais

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