Eu sozinho, brincando de vazio

Eu sozinho, brincando de vazio Samuel Malentacchi


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Samuel Malentacchi é desses poetas que exercitam a arte do desencanto. Volta-se contra o mundo em versos que desvelam as ilusões contemporâneas. Remexe escombros, entoa o canto das ruínas, move-se no entorno de um nada totalizante. Essa escuridão inevitável surge na figura da morte, sempre à espreita, não necessariamente a morte localizada no final da vida, mas no rompimento entre infância e juventude, juventude e vida adulta, no acúmulo dos anos que aterra a infância e afia o olhar do poeta: "O peso dos anos torna a melancolia atrevida e decadente/ quase como um parente indesejável" (Manual de Poesia não Ocultista) - trecho da apresentação, por Eduardo Sabino.

Poemas, poesias

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Samuel Malentacchi - Eu sozinho, brincando de vazio

Editora Caos & Letras - 150 Páginas - Projeto Gráfico: Cristiano Silva - Arte de Capa: Eduardo Sabino - Lançamento: 2020. Samuel Malentacchi é um "viciado em estragos", como ele mesmo desabafa nos versos de manual de poesia não ocultista (p. 13), penso que talvez uma definição melhor para o poeta, que também é psicanalista, poderia ser: "um especialista nos desconfortos da alma", especialidade que ele domina muito bem nesta coletânea de poemas desajustados ou inconvenientes, como o ... leia mais

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Alexandre Kovacs / Mundo de K
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Alexandre Kovacs / Mundo de K
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