Gabriela Cravo e Canela

Gabriela Cravo e Canela Jorge Amado


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Gabriela Cravo e Canela





O romance entre a mulata Gabriela e o árabe Nacib na pequena Ilhéus na década de 20 é um dos grandes clássicos do gênero no Brasil. Escrito em 1958, eterniza as virtudes e defeitos da mulher brasileira: sensualidade, leviandade e submissão.

Literatura Brasileira

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Gabriela é linda. Mas é tão linda, mas tão linda, que se arrebenta e se explode em si de beleza. Ela rompe aquela primeira barreira que as mulheres ligeiramente bonitas alcançam, que é a de gerar inveja e ciúme nas outras mulheres. No caso dela, o ciúme é até justificado, mas realmente não vem ao caso. Ela é linda de tal maneira que isso, o ciúme, a inveja, ficam pequenos. Ou, pelo menos, menores que suas ancas. Ela é linda porque gera beleza ao seu entorno. Ela é musicalidade, mas nã... leia mais

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Juliana Papi
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13/01/2009 09:12:04