Guadalupe

Guadalupe Angélica Freitas


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Guadalupe





Às vésperas de completar trinta anos, tudo o que Guadalupe quer é esquecer seu trabalho no sebo de Minerva, seu tio travesti. É ela quem pilota um furgão velho pela Cidade do México, apanhando coleções de livros que Minerva arremata por poucos pesos de famílias enlutadas. O símbolo da Minerva Libros é uma coruja, mas bem podia ser um abutre, um abutre com lantejoulas. Em seu aniversário, Guadalupe só quer sair para beber e dançar com amigos. Mas um telefonema muda seus planos. No meio do pior engarrafamento do ano - ela aproveita engarrafamentos para ler os clássicos -, fica sabendo que a avó, Elvira, uma velhinha intrépida, morreu ao chocar sua scooter com uma banca de tacos sobre duas rodas. Como Guadalupe tem o furgão, ela é a única que pode cumprir o último desejo da avó; um enterro com banda de música em Oaxaca, onde nasceu. Guadalupe embarca com Minerva e sua inseparável poodle, mais o caixão, rumo à cidade. No caminho, contrariando a opinião de Guadalupe, Minerva dá carona a um exótico rapaz, que se diz guatemalteco, e os problemas começam.

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on 6/9/16


Já conhecia o trabalho da autora com a poesia, mas ela me conquistou como roteirista. Gostei da história e, principalmente, da mensagem de "nunca é tarde" que ecoa na obra. "-Guadalupe, o que você não pode fazer? -Contar pro meu pai que você me traz aqui. -E o que mais? -Contar pra minha mãe que meu pai vem aqui."... leia mais

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Fran
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06/12/2012 14:59:36