Humanidad

Humanidad Rey Vinas

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Este livro de poemas é produto de uma inquietação, um descompasso com o mundo, o entorno – zilhões de carros, mil pedágios, abandonos, fomes, farturas, frituras, palafitas; crack, tiros, cocaína; bárbaros, balas, burkas, carnificinas...
Diz da trajetória do ser humano sobre a Terra e seu destino cósmico.
Todos aqueles a quem os originais foram oferecidos para uma primeira leitura, demonstraram certo desconforto com sua temática principal – a do poema mais longo (Humanidad), inteiramente concebido numa noite insone.
Talvez ele seja apenas isto: o resultado de uma noite mal dormida, sob a convulsão de ansiedades inexplicáveis, anemias incuráveis, aspirações sutis, decepções crônicas, irritações líricas – o gênero humano, esse exemplar magnífico, movendo-se sobre o mundo como um ninguém, uma coisa de nadíssima, um nada de nenhures.
Alguns o disseram apocalíptico (o poema), quase religioso. Nem tanto: é mais uma enunciação desalentada diante de nossa opção insistente em sermos humanos mínimos, ou minimamente humanos, como preferirem. (O Autor)

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