Líquido

Líquido Edner Morelli


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Enquanto todos dormimos e acordamos olhando para nossas telinhas cheias de certezas, Edner Morelli apura o olhar, desconfia de tudo e, por isso, convida para seu boteco Parmênides, Heráclito, sofistas, Descartes, Mário Quintana, estoicos, musas, proletários, Ulisses, Kerouac, Guimarães Rosa, Sartre, Freud, Platão, Cortázar, entre outros, para uma conversa sobre este tempo de tantas tensões e distensões. Mesmo quando vaza algum lirismo, Edner Morelli não deixa a mão correr: sua mão nunca é líquida. Bem ao contrário, em toda página encontramos um poeta dedicado a dizer logo, um poeta que ataca, sempre de modo surpreendente, como uma rasteira, nossa atenção. E o que de melhor a poesia poderia fazer por nós, seus leitores, neste momento cinza? O que mais pode querer um poeta, num tempo em que tantos gritam e poucos ouvem, tantos sofrem e poucos ligam, do que desestabilizar ouvidos, desautomatizar olhares, interferir no ritmo da nossa respiração? [Por Tarso de Melo]

Poemas, poesias

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