Hoje Está um Dia Morto

Hoje Está um Dia Morto André de Leones


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Hoje Está um Dia Morto





Em uma cidade pequena, o casal de adolescentes Jean e Fabiana tenta escapar de uma vida cheia de tédio e tristezas. A incerteza em relação ao futuro e o desprezo pelos pais e pelas pessoas que os cercam levam Jean a brincar de roleta-russa num dia que parece ter nascido morto.

Romance vencedor do Prêmio SESC de literatura de 2005, "Hoje Está um Dia Morto", de André de Leones, trata de um tema comum na vida moderna: a falta de utopias, da qual decorre a ausência de perspectivas existenciais. Ao trazer à tona anseios comuns ao jovem contemporâneo, André conquistou o júri, formado pelos escritores Moacyr Scliar e Luiz Antonio de Assis Brasil. A premiação, em suas duas edições anteriores, revelou talentos como Marco Aurélio Cremaso, com Santo reis da luz divina - finalista do Jabuti 2005 -, e Eugênia Zerbini e seu As netas da Ema, adotado nas escolas paulistas.

"Estamos perante uma obra valiosa no cenário das letras brasileiras, obra que consegue, sem negar a tradição multimilenária da Literatura, sem experimentalismos inócuos e já exasperantes, abrir novos caminhos para a compreensão da vida, do homem e da sociedade. Mesmo que sejam caminhos intransitivos", declara Luiz Antonio de Assis Brasil.

Nas dúvidas, aspirações e conflitos de Jean e Fabiana o leitor verá, de maneira muito autêntica, a juventude brasileira. "Hoje Está um Dia Morto" é, sob vários aspectos, uma obra surpreendente", diz Moacyr Sclair. "O que temos aqui é uma narrativa ágil, numa linguagem atual e que freqüentemente se traduz em diálogos vívidos e reveladores", completa.

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A profusão de referências musicais (sobretudo do pop e do rock), cinematográficas e bíblicas compõe uma narrativa sobre a qual quase sempre paira um imutável céu nublado de “dia morto”. O texto, porém, é vivo, desafiador e mesmo desconcertante com suas múltiplas alusões pornográficas. A recorrência da imagética pornô reforça a ideia de que, para os personagens adolescentes, o sexo é menos do que fonte de prazer, é praticamente a única distração possível em uma cidade sem nada a oferece... leia mais

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Marcio Freitas
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24/01/2009 11:31:30