Eu era invenção de mim

Eu era invenção de mim Bruna Lopes


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Eu era invenção de mim





A antecipação da angústia, a autopiedade de um coração impossível, eventos randômicos, o desastre de magoar além da intenção. A imitação da vontade, o passado como protagonista do presente, a insistência do futuro como suposta salvação. Tudo o que machuca como solução. A fuga do desabafo. A honestidade dos descasos. eu era invenção de mim, de Bruna Lopes, apresenta a poesia do reconhecimento, a sorte do esquecimento, o pavor de escrever e ver o verso tomar forma, materializar-se vivo e autônomo. Não há quem possa impedi-lo de ir embora. Quando o verso se refaz, se decodifica em nossa leitura, como se enxergar sem querer destruir o que não agrada? A autora fornece palavras de reflexão num convite às nossas próprias percepções. Os resultados, claro, são variados, mas podemos dizer que não há invenção mais importante do que a de si mesmo. [Dani Costa Russo]

Literatura Brasileira / Poemas, poesias

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