A Arte da Ficção

A Arte da Ficção Henry James




A Arte da Ficção





“Em 1884, quando o escritor Henry James (1843-1916), então vivendo em Londres, escreveu o ensaio A Arte da Ficção, a crítica se dividia em duas correntes. A maior era a dos que acreditavam que a arte tinha uma finalidade moral, espécie de prestadora de serviços públicos. A outra, na linha romântica, defendia a “arte pela arte”, autossuficiente em relação à realidade. Henry James fundou a terceira via. Para ele, a arte necessariamente tem implicações morais, mas sua execução é essencialmente livre. Não há tema que não possa ser abordado, não há abordagem que seja mais ou menos recomendável.
Essa liberdade que James advogou, como defensor da tradição romanesca do século XIX (a qual reinventou em suas próprias obras, como Retrato de uma Senhora e A Volta do Parafuso) é sua grande herança crítica. Ele forjou a consciência da prosa de ficção para o século XX. Os ensaios deste livro mostram a grandeza dessa consciência, também ilustrando-a com ensaios sobre escritores caros ao autor – os franceses Guy de Maupassant e Émile Zola – hoje barateados pela crítica. James é um parafuso que não para de dar voltas na sensibilidade moderna.”
(Daniel Piza)

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