Aurora

Aurora Friedrich Nietzsche




Aurora


Reflexões sobre os Preconceitos Morais




Publicado em 1881, 'Aurora' prossegue no estilo aforístico da filosofia de Friedrich Nietzsche (1844-1900), inaugurado com 'Humano, demasiado humano' (1878). Em 575 aforismos - cuja extensão varia de duas linhas a algumas páginas -, Nietzsche elabora sua crítica da moral cristã-ocidental e dos conceitos a ela associados, como 'alma', 'Deus', 'pecado', 'sujeito' e 'livre-arbítrio', que segundo o filósofo seriam ficções prejudiciais à vida. No subtítulo do livro, a palavra 'preconceito' é usada no sentido filosófico de concepção formada antes do julgamento (um 'pré-juízo'). A epígrafe ('Há tantas auroras que não brilharam ainda', extraído das escrituras hindus) explica o título e traduz a esperança nietzscheana de um mundo novo, livre das ilusões religiosas, morais e intelectuais criticadas pelo filósofo. Essa edição inclui o importante prólogo acrescentado em 1886 e, num apêndice bilíngüe, o grupo de poemas intitulados 'Idílios de Messina', de 1882.

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Resenhas para Aurora (3)

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Nietzsche zomba até dos leitores
on 27/1/15


Definitivamente o segundo Nietzsche é o mais belo de todos, pelo menos pra mim. É o Nietzsche mais poético, mais leve, sem deixar de ser, ao mesmo tempo, tão ácido em suas colocações. Aurora foi o primeiro livro que de fato gostei de Nietzsche. O livro no estilo aforístico sempre proporciona que o leitor faça uma reflexão mais apurada do que está lendo. Proporciona pausas e insights constantemente. O que me encanta, principalmente no segundo Nietzsche, é justamente sua capacidade de fa... leia mais

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Desejam79
Trocam12
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Helena
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14/05/2009 09:21:09