Os contos de Cantuária

Os contos de Cantuária Geoffrey Chaucer




Os contos de Cantuária





Os Contos da Cantuária ou Os contos de Canterbury (no original em inglês, The Canterbury Tales) é uma obra do século XIV escrita por Geoffrey Chaucer, considerado um dos consolidadores e "pai" do idioma inglês. Homem de confiança da corte, Chaucer vai a trabalho à Itália e entra em contato com o embrionário Renascimento, o que o aproxima da obra de Dante e de Bocaccio, influência importante para a composição desse longo poema narrativo, seu texto mais famoso. A obra descreve a trajetória de 29 viajantes que, saindo de Tabard Inn, dirigiam-se à catedral da Cantuária a partir de Southwark, nas proximidades de Londres, com o objetivo de prestar homenagem ao santuário de São Thomas Becket, um bispo católico assassinado, em 1170, por partidários do rei Henrique II de Inglaterra. Entre os componentes estavam um cavaleiro e seu escudeiro, um mercador em armas, monges, um frade mendicante, uma prioresa, pároco, um vendedor de indulgências, um estudante, alguns profissionais liberais (um médico, um advogado, um jurista), um moleiro, um feitor, um cozinheiro, um marinheiro, um carpinteiro, um tintureiro, um tapeceiro, um marujo, um lavrador e uma viúva de cinco maridos. Durante a viagem os peregrinos iam sendo sorteados para que contassem histórias aos demais: relatos de amor, luxúria, sexo e morte, que teriam inspiração em Boccaccio e que apresentam a realidade social da Inglaterra do século XIV.

Contos

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Resenhas para Os contos de Cantuária (3)

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Um dos meus favoritos e uma das mais belas obras da literatura.
on 19/8/16


Ah! se arrependimento matasse. Felizmente, não mata. E nesse sentido devo concordar com Chesterton (1874-1936) quando diz que “o suicida insulta a todos os objetos da terra ao não furtá-los. Ele conspurca cada flor ao recusar-se a viver por ela”, pois é bem verdade. Morrer, muito embora haja a glória eterna, deve ser somente quando nos for “permitido”, afinal de contas há tanta beleza neste mundo, não obstante toda fealdade, que é mesmo um crime encurtar a própria vida. Por arrepend... leia mais

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