Superar é Viver

Superar é Viver Pedro Pimenta


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Superar é Viver





"Uma grande lição que sempre passo, nem sempre intencionalmente, é de colocar seus problemas em perspectiva. Enquanto realizo tarefas simples da minha rotina, como ir à faculdade ou fazer compras no supermercado, pessoas vêm falar comigo. Dizem que ao ver como eu lido com minhas limitações, elas passam a enxergar seus problemas de outra forma. Ouço isso diversas vezes por semana. De modo algum quero passar uma ideia de 'seus problemas são menores, difícil é minha vida'. Acredito que cada um sabe o tamanho dos seus problemas e as dificuldades pessoais para enfrentá-los. A mensagem que gosto de passar é a de que se pode fazer mais com mais. Se eu posso fazer tanto com tão pouco, você também pode fazer mais com o que tem. É uma questão de entender seus limites. O que é diferente de aceitá-los com resignação, ou desistir de tentar por achar que não vai dar conta. Quando você não tenta, o impossível vai continuar sendo inatingível."



Quem vê este aquariano batalhador e decidido não imagina o quanto sua vida mudou nos últimos quatro anos. Em 11 de setembro de 2009, Pedro foi internado com menos de 1% de chance de sobrevivência e o diagnóstico de uma doença fatal que se espalhou rápido por sua corrente sanguínea. Seis meses e dois comas mais tarde, ele sai vivo dessa experiência, mas com os quatro membros amputados acima dos cotovelos e dos joelhos. Pedro estava destinado à cadeira de rodas. Mas ele desafiou o destino e venceu! Em Superar é viver, Pedro conta como num curto espaço de tempo, e ainda tão jovem, teve percepção e maturidade para enfrentar um problema de saúde tão grave sem desanimar. Em 6 de dezembro de 2010, ele doou sua cadeira de rodas e nunca mais sentou em uma. Era o início de sua independência e realização.

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Superar é viver, de Pedro Pimenta
on 13/8/14


EM LIVRO, JOVEM CONTA COMO SUPEROU UMA TETRA AMPUTAÇÃO COM BOM HUMOR E ESPERANÇA Era uma noite de 2009. Pedro Pimenta acorda às quatro da manhã com uma dor insuportável e vomita no chão. Consegue alcançar o telefone no criado-mudo, liga para o irmão, mas só dá caixa-postal. Liga para a cunhada e a única coisa que sai de sua boca é: Vem aqui! Vem logo!. Juliana, a cunhada, percebe que os braços e as pernas de Pedro estão com pontos muito roxos, piorando nas extremidades dos membros. As... leia mais

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