Vida e Obra de Terêncio Horto

Vida e Obra de Terêncio Horto André Dahmer


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Vida e Obra de Terêncio Horto





Artista plástico e desenhista, André Dahmer tomou de assalto os quadrinhos brasileiros da última década. Com a tira Malvados, Dahmer foi um dos primeiros quadrinistas brasileiros a se apropriar das redes sociais e da internet para divulgar seu trabalho. De um dia para o outro, o Malvadão e o Malvadinho, como são conhecidos pelos fãs os personagens da série, ocuparam telas, tablets e celulares. De lá para os grandes jornais do país foi um pulo.

A razão para isso está menos na internet e mais no próprio trabalho de Dahmer, que se apropriou da linguagem, das técnicas e da cultura da rede para subvertê-las com ironia fina, acidez e uma capacidade infinita de se valer de um discurso conhecido e observá-lo por ângulos incomuns e reveladores. Desde então, outras séries surgiram, como a famosa Quadrinhos dos Anos 10, em que ele narra a vida de Emir Saad, ditador do fictício reino do Ziniguistão, ou Apóstolos, a Série, uma versão muito particular da vida de Jesus.

Neste Vida e obra de Terêncio Horto, é outra das obsessões de Dahmer que vai para o primeiro plano: a arte. Escritor eternamente frustrado, tão ambicioso quanto amargurado, Terêncio passa os dias em frente a uma máquina de escrever, seja redigindo suas memórias, seja dando vida a personagens cínicos, desiludidos e de um pessimismo assombroso. É a partir desse esqueleto enganosamente simples que Dahmer vai dar vazão a impressões sobre literatura, pintura, música e, por que não?, sobre a vida em geral.

HQ, comics, mangá

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Poeta de uma multidão solitária
on 9/4/15


Publicada originalmente na revista o Viés: http://www.revistaovies.com/estante/2015/04/poeta-de-uma-multidao-solitaria/. A cena raramente muda: Terêncio Horto, escritor de nariz avantajado e queixo protuberante, está sentado em frente a sua máquina de escrever. Na árvore genealógica da família, estamos falando do filho de Teresa com Hortêncio, lembrados em uma das memórias de Horto: “quando papai morreu, mamãe começou a vender cerveja e brigadeiro pelas ruas de São Paulo. Ficamos mi... leia mais

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