Pagu - Vida-Obra

Pagu - Vida-Obra Augusto de Campos


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Pagu - Vida-Obra





Além das fotografias que documentavam sua estonteante beleza e da aura de escândalo proporcionada pela participação na ruidosa 'segunda dentição' do movimento antropofágico (amplificada por seu tumultuado relacionamento com Oswald de Andrade), pouca coisa restava de Pagu. Seus artigos na imprensa estavam dispersos em jornais extintos; seus livros, ainda inéditos ou já esgotados; a história de sua militância política, apagada. No entanto, o poeta e estudioso da história do modernismo Augusto de Campos surpreendeu os meios literários ao realizar nesta antologia sui generis o mais completo e ambicioso resgate da produção artística, literária e jornalística da autora de Parque industrial. Desde seu lançamento uma referência incontornável sobre Pagu, e há muito esgotado, o livro ressurge em edição revista e ampliada, que inclui novos textos, dezenas de ilustrações e fotografias. Este 'biolivro', como o define Campos, abarca os momentos mais importantes da trajetória de Patrícia, uma vida-obra repleta de acontecimentos e trabalhos memoráveis. O alistamento nas fileiras da vanguarda modernista, o curto casamento com Oswald, a viagem ao redor do mundo em 1933, a militância comunista e os anos de cadeia servem de prólogo à segunda parte da vida-obra de Pagu, a partir dos anos 1940, marcada por uma intensa colaboração com jornais e pela atuação teatral, sempre em prol das vanguardas. O retrato multifacetado da figura que emerge deste roteiro biobibliográfico permite incluí-la em pé de igualdade numa seleta galeria de mulheres do alto modernismo mundial.

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on 14/12/14


Hoje vim falar do livro Pagu: vida-obra, a biografia de Patrícia Galvão feita pelo poeta Augusto de Campos. Mais conhecida como Pagu, ela foi a mais polêmica mulher do modernismo brasileiro e sofreu um repúdio muito grande da sociedade, por suas visões esquerdistas e sua postura moderna para a época em relação a comportamento, sexualidade e expressão de moda. Ela seria considerada moderna mesmo agora, quase cem anos depois! Ela só possuía 11 anos quando a Semana de Arte Moderna (192... leia mais

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Desejam76
Trocam1
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Marcos
cadastrou em:
27/08/2014 17:22:40