Como me tornei estúpido

Como me tornei estúpido Martin Page




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Antoine, o protagonista deste romance, é um rapaz como muitos outros. Não gosta de ser manipulado, não gosta de explorações colonialistas, não gosta que lhe obriguem estudar assuntos desinteressantes, odeia a burocracia e todas as suas máscaras. Traduzir do aramaico e conhecer a fundo o cinema de Sam Peckinpah e Frank Capra, no entanto, não o levaram muito longe. Por isso, um belo dia, Antoine anuncia a seus amigos mais queridos – Ganja, Charlotte, Aslee e Rodolphe – um plano perfeito. Investir na idiotice, como forma de sobrevivência. Depois de tentar o alcoolismo e o suicídio, Antoine está convencido de que só a estupidez lhe permitirá ser plenamente aceito pela sociedade em que vive. E o que pode ser mais estúpido que ganhar dinheiro, muito dinheiro, e gastar em bens de consumo inúteis? Manipulando imagens nonsense deliciosas, verdadeira homenagem a mestres do surrealismo e do humor francês, como Boris Vian, Alfred Jarry e Eric Satie, Martin Page oferece a seus leitores um banquete para a inteligência. Um livro leve, fácil de ler, enganosamente simples, e rico, repleto de minuciosas citações e piadas ao pé do ouvido. Um livro feito sob medida para todos os Antoines que existem por aí.





Como me tornei estúpido

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Resenhas para Como me tornei estúpido (70)

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Estou espantado com as opiniões majoritariamente negativas por aqui. O livro, apesar da escrita simples e do pequeno número de páginas, traz uma visão cômica, romântica e ingênua sobre a relação ignorância/felicidade. Antoine é propositalmente mesquinho e, por isso, cativante. Martin Page acertou em cheio ao utilizar um humor sutil (a passagem da cerveja é maravilhosa, sem falar na ideia fantástica de um curso preparatório para suicidas) e delicioso de se ler. Um livro pra ser lido e...