Marca do Cristão

Marca do Cristão Francis Schaeffer




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Francis A. Schaeffer nasceu na Pensilvânia, nos Estados Unidos, e freqüentou o Faith Theological Seminary, graduando-se em 1938. Pastoreou muitas igrejas na Pensilvânia e no Missouri. Em 1940, portanto durante a II Grande Guerra, viajou pela Europa através do Concílio Mundial de Igrejas, e viu grande necessidade espiritual em toda a região; e, como resultado disso, mudou-se para Lausanne, na Suíça, em 1948, após a guerra.



Enquanto vivia por lá, Schaeffer tornou-se uma espécie de “missionário para os jovens”. Isso porque ele viu que as igrejas não sabiam se comunicar com a juventude e nem tinham resposta para as questões dos moços daqueles dias.



Schaeffer publicou muitos livros e numerosos artigos, os quais afetaram profundamente os cristãos de sua geração, especialmente os que buscavam respostas para os conflitos agudos que, à época, eram levantados em todo o mundo ocidental.



Morreu de câncer, nos Estados Unidos, no dia 15 de maio de 1984, em Rochester, Minnesota. Chorei quando soube de sua morte, que me foi informada por um amigo que, como eu, o admirava.



Francis A. Schaeffer certa vez escreveu:



“Nós não apenas cremos na existência da verdade, mas também cremos que nós temos a verdade — a verdade que podemos compartilhar no Século XX. Você pensa que nossos contemporâneos nos levarão a sério se nós não praticarmos a verdade na qual dizemos crer? Numa Era que não acredita que a verdade exista, você crê que nós teremos qualquer credibilidade se não praticarmos a verdade...?”



Schaeffer viveu num mundo, no qual boa parte dos teólogos protestantes haviam embarcado no chamado “liberalismo teológico”, o qual, sobretudo, questionava a historicidade de Jesus. Assim, Schaeffer entendeu que tal proposta “teologicamente liberal” anulava o escândalo da Encarnação, e, em si mesma, destruiria a fé.



Schaeffer foi, seguramente, entre os cristãos de fé bíblica, o pensador-cristão mais apaixonado do século passado no que concernia a “apologética”: a defesa da fé.



Nele amor e raiva coexistiam, paixão e razão brigavam, e, sobretudo, um profundo amor pelos homens gemia em sua alma ante sua fé na literalidade do inferno, ao mesmo tempo em que se sentia seu desejo e paixão quanto a esperar que a Graça de Deus alcançasse todos os homens.



“A Marca do Cristão” é seguramente um dos mais simples e práticos de seus livros, e, com veemência, apela para que os cristãos encarnem o amor de fato, ao invés de se perderem no discurso acerca de um amor desencarnado e sem praticidade.

CAIO FÁBIO D’ARAÚJO FILHO

Um devedor de Schaeffer





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