Quem sou eu para julgar?

Quem sou eu para julgar? Papa Francisco




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Querido e admirado por católicos e não católicos, o Papa Francisco se tornou uma grande liderança mundial, tanto espiritual quanto política. Extremamente carismático, graças a seu diálogo franco e sua linguagem acolhedora, ele se transformou num símbolo de paz, de harmonia, da compreensão do diferente, nos convocando para refletir sobre os direitos básicos do ser humano, sobre a misericórdia e, por que não, sobre a humanidade de que nosso mundo tanto precisa.

Nestes tempos de extrema turbulência e crise de valores, a LeYa publica Quem sou eu para julgar?, uma reunião de textos sobre os mais diversos assuntos. Com uma linguagem direta, simples, mas que toca o coração, o Papa nos coloca diante do real valor da vida: nossa relação com o outro, com Deus e com o mundo. O livro chega para a Páscoa, momento de reflexão e partilha, transformando-se num ótimo presente.

“Se há uma palavra que devemos repetir, até nos cansarmos, é esta: diálogo. Somos convidados a promover uma cultura do diálogo, procurando por todos os meios abrir instâncias para que isso seja possível e que nos permita reconstruir a estrutura social”, escreve Francisco. Neste livro, o Papa nos chama à prática da compreensão, nos convida a amar o diferente, o outro, sem julgamentos. E que sigamos com ele na construção de tempos melhores!

Alguns fragmentos

“O que significa alargar o coração? Antes de mais nada, no reconhecer-se pecador, não se deve olhar para o que os outros fizeram. A pergunta principal é a seguinte: “Quem sou eu para julgar isso? Quem sou eu para tagarelar sobre isso? Quem sou eu, que fiz as mesmas coisas, ou até pior?”

“Contem, falem sobre as grandes coisas que vocês desejam, porque quanto maior for a capacidade de sonhar — e a vida se encarrega de deixá-los pela metade —, mais caminho você terá percorrido. Por isso, acima de tudo, sonhem.”

“A sua felicidade não tem preço e não é comerciável; não é um app que se baixa no celular, nem mesmo a versão mais atualizada poderá ajudá-los a se tornar livres e grandes no amor. A liberdade é outra coisa.”

“O caminho da esperança não é fácil e não pode ser percorrido sozinho. Há um provérbio africano que diz: Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá acompanhado.”

“Eu sempre disse que fazer muros não é uma solução: já vimos um cair, no século passado. Não resolve nada. Devemos fazer pontes. Mas as pontes se fazem com inteligência, com diálogo, com integração.”

“A família é escola privilegiada de generosidade, de partilha, de responsabilidade, escola que educa a superar uma mentalidade individualista que ganhou espaço na nossa sociedade.”





Quem sou eu para julgar?

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Resenhas para Quem sou eu para julgar? (1)

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