Ensaio Sobre a Cegueira

Ensaio Sobre a Cegueira José Saramago




Resenhas - Ensaio Sobre a Cegueira


1062 encontrados | exibindo 16 a 31
2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |


júlia 08/10/2020

se eu lesse "rapazinho estrábico" mais uma vez eu jogaria o livro na parede. muito bom !
comentários(0)comente



alana 07/10/2020

Primeira releitura dessa obra prima sem igual. Terminei envolta em tantos sentimentos quanto da primeira vez! Uns acham uma leitura pesada para esses tempos que vivemos, eu acho uma leitura essencial para qualquer tempo em que estivermos: o leque de temas que esse livro traz, desperta, incomoda. Um exercício de reflexão (ensaio) do início ao fim, dos favoritos de uma vida.
comentários(0)comente



Guilherme 06/10/2020

Incrível, necessário e com muitas nuances.
Não sei nem dizer como consegui ler esse livro, sendo cego que, vendo, não vejo.
comentários(0)comente



Helena.Jablonski 06/10/2020

"O mundo está todo aqui dentro." Disse a mulher do médico. E é verdade.
comentários(0)comente



Edu 05/10/2020

Angustiante
Tive um pouquinho de dificuldades com a escrita mas valeu cada palavra. Livro angustiante, sofri muito ao acompanhar os personagens.
comentários(0)comente



Marcela.Alessandra 04/10/2020

?Se podes olhar, ve. Se podes ver, repara?. Esse livro trata da questão e da responsabilidade de quando alguém pode ver, quando ninguém mais pode, será que é mesmo só responsabilidade, ou será uma dádiva ou peso. Leitura extremamente DIFÍCIL em todos os sentidos dessa palavra, mas muito necessário, todos um dia deveria ler. Saramago era mesmo um gênio, não foi a toa que ganhou um Nobel.
comentários(0)comente



Maeva.Santana 03/10/2020

O que aprendi lendo Ensaio sobre a Cegueira
Envoltos por um ?mar de leite? pessoas, inominadas, de um lugar desconhecido, em um tempo que não se sabe ao certo qual é, se veem destituídas de seus direitos de cidadania e são colocadas em quarentena num antigo hospício abandonado, até que as autoridades compreendam as causas da cegueira coletiva que começou a se alastrar como uma epidemia.

José Saramago utiliza recursos linguísticos que buscam emular a falta de visão das pessoas na experiência da leitura, tais como a subversão das regras de pontuação e o discurso indireto livre, em que as falas das personagens e do narrador não são delimitadas no texto. Essas estratégias poderiam até causar um pouco de estranheza em princípio, contudo, o leitor se adapta muito rapidamente e a leitura flui sem nenhum percalço.

Em pouco tempo no hospício os cegos organizam uma nova estrutura social em que tentam gerir os poucos recurso e provisões que recebem do mundo exterior, nesse enredo reside a crítica social feita pelo autor de que o caos, as disputas e os horrores desse novo tecido social são os mesmos da sociedade que enxerga, o que suscita a grande questão, não somos nós, portanto, cegos?

Mais tarde, os primeiros cegos confinados conseguem sair do hospício e o mundo que eles encontram é tão caótico quanto dentro daqueles muros, pois todos foram acometido pela cegueira com exceção de uma única mulher que havia, ainda no início da história, entrado voluntariamente para o hospício fingindo também ser cega para não abandonar o seu marido.

De maneira primorosa o autor te transforma em uma testemunha ocular de situações agonizantes, ainda assim, uma vez iniciada a leitura você se sente impelido a terminar o livro.
comentários(0)comente



Thiago.Menezes 03/10/2020

Difícil engatar na leitura. Todo livro de Saramago demoro a me habituar com o estilo de escrita, mas uma vez imerso na história vou conseguindo dar mais ritmo à leitura. Me levou incrivelmente a refletir sobre como podemos mesmo no dia a dia, comportarmo-nos como cegos...

?Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, Cegos que vêem, Cegos que, vendo, não vêem.?
comentários(0)comente



Grace 02/10/2020

Eu fiz uma resenha gigantescas e a internet caiu ? que saco! Dps eu faço de novo
Neide.Braga 18/10/2020minha estante
Nossa que judiação ??




Rosana.Souza 01/10/2020

"Queres que te diga que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem."

Leitura mais do bem vindo para esses tempos.
comentários(0)comente



robert.messias 30/09/2020

Profundo. Impactante. Dilacerante.
''A Cegueira também é isto, viver num mundo onde se tenha acabado a esperança''.

Ler um livro sobre um contágio em massa, no contexto histórico que estamos vivendo muito difícil. Difícil pois a cegueira retratada na obra é a mesma cegueira que eu vejo nas pessoas que neglicenciam mais de 140.000 óbitos (no Brasil e 1.000.000 em escala global) ocasionados pela COVID-19, se aglomerando diariamente em mesa de bar, restaurante e com isso normalizando a média de 1000 mortes por dia - se não me atinge, tudo bem.

Saramago teve muito estômago para retratar em 310 páginas a natureza animal do ser humano, através de uma visão hobberiana, fazendo-me assim refletir diversas vezes sobre a minha própria cegueira.

Um clássico da contemporaneidade!
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Eliude 29/09/2020

Quando Ninguém Está Vendo
O livro ?????? ????? ? ???????? de José Saramago conta a rotina de um grupo de pessoas colocadas em quarentena quando a estranha cegueira branca aparentemente contagiosa começa a se espalhar em uma cidade e põe em alerta as autoridades "competentes". De uma maneira muito crua, Saramago descreve a violência da humanidade se revelando diante da máxima de que "ninguém está vendo". Os personagens não são identificados por nomes, os parágrafos são gigantescos e sufocantes e o leitor acaba ficando meio perdido quanto a quem está falando pela ausência de pontuação. Também as perguntas e afirmações acabam se confundindo, o que faz do livro um desafio tanto de estômago, quanto de atenção e interpretação do leitor. A história é cativante e os personagens são absurdamente críveis, o que torna todo o cenário ainda mais assustador. Em 2008 o livro virou filme, dirigido pelo Fernando Meirelles, com a Julianne Moore no papel da mulher do médico e Mark Ruffalo no papel do seu esposo. O filme é um dos meus preferidos e o livro é uma obra prima da literatura portuguesa.
comentários(0)comente



Jorge 29/09/2020

Cegueira Outra
A cegueira de que trata o livro é a dos que enxergam. A cegueira branca. A nossa.
comentários(0)comente



1062 encontrados | exibindo 16 a 31
2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |