Auguste Dupin

Auguste Dupin Edgar Allan Poe
Oscar Nestarez




Resenhas - Auguste Dupin: o Primeiro Detetive


35 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3


Guilherme 16/01/2021

Interessante
O livro é constituído de 3 contos, onde o primeiro é o melhor, o segundo deixa a desejar e o terceiro achei bom, para quem gosta de Arthur Conan Doyle e Agatha Christie, é super legal ver de onde surgiu a inspiração para tais escritores, principalmente se tratando de Sherlock, vemos muitas semelhanças.
comentários(0)comente



Fernanda.Queiroz 13/01/2021

Eu amo os contos do autor, os personagens são sempre interessantes e as reflexões do autor durante a narrativa são maravilhosas.
comentários(0)comente



paulo 09/01/2021

O primeiro dos primeiros
Estava numa maratona frenética de filmes de horror do início do século passado e parei para ler os contos de Auguste Dupin e acompanhar a adaptação dos Crimes da Rua Morgue. A leitura é fascinante, é muito clara a influência de Arthur Conan Doyle e Agatha Christie, Dupin é um personagem carismático e muito inteligente, muito lógico, mas também humano.

Os Assassinatos da Rua Morgue foi uma história que me impressionou demais. Para mim, um suspense bom não precisa ter o crime mais mirabolante de todos, mas precisa ser envolvente na narrativa, de modo que não fique enrolando a história e a solução do mistério, porém que cada peça se encaixe devidamente, e foi isso que esse conto proporcionou, com uma reviravolta jamais imaginada.

O Mistério de Marie Rogêt é um tanto quanto longo e demanda paciência e atenção - li num mau momento -, ainda assim consegui encontrar a engenhosidade de tudo depois de refletir um pouco. Esse é daqueles que também impressiona e, além disso, tem uma trama tão bem entrelaçada que o leitor jamais conseguiria sair da rede de nós criada por Poe.

A Carta Roubada é o mais divertido de todos, possui a mesma criatividade e beleza dos anteriores, finalizando a história e a trama de Auguste Dupin com uma reviravolta muito cômica.
comentários(0)comente



Jessica Dias 29/12/2020

O primeiro detetive da literatura
Adoro livros de detetive e me surpreendi ao saber que Edgar Allan Poe foi o predecessor. O livro reúne três contos, o meu preferido foi Os Assassinatos da Rua Morgue, pois o final foi realmente inimaginável. Recomendo!
comentários(0)comente



Isa Alexia 24/12/2020

Muito bom
Reler esses contos de Poe foi uma delicia, pra quem gosta de mistérios o livro é um prato cheio!
comentários(0)comente



Amanda Contiero 14/12/2020

O Primeiro Detetive
As analises e desfechos dos casos são de grande perspicácia. A leitura foi válida pela oportunidade de conhecer uma obra que tanto influenciou o gênero. Não obstante, houveram lacunas que demandavam maior desenvolvimento. Mesmo considerando o formato de contos, não consegui me afeiçoar ao enredo.
comentários(0)comente



Vinícius 04/11/2020

Poe o Pai do Suspense
Em mais um livro de Poe, três histórias de suspense policial sendo O Assassinato da Rua Morgue a melhor das três, com um desfecho intrigante e inesperado. Leitura rápida para quem aprecia o gênero.
comentários(0)comente



Vasya 29/10/2020

Lendo, Relendo E Lendo Outra Vez
“Na verdade, no que diz respeito aos conhecimentos mais importantes, creio que esteja sempre na superfície. A profundidade está nos vales em que a buscamos, e não no topo das montanhas onde é encontrada.”


#252 - Tenho que admitir que eu e Poe demoramos pra nos entender, tanto os dois primeiros contos e o gato me faziam ter uma certa resistência com as histórias dele, foram dois longos anos até eu pegar a máscara da morte rubra e dar o braço a torcer e começar a apreciar seu talento.
E depois de tudo tenho que dizer que ele tem histórias melhores!
Eu sei vai parecer que eu continuo implicando com a rua morgue mas não, o final da história em si é surpreender mas gente eu já reli esse conto 7 vezes e sempre esqueço como o início dele é parado e meio cansativo, ai passa o tempo eu esqueço porque não gosto e volto a reler, apenas pra dizer "é... lembrei".

Depois vem Marie Rogêt, que sinceramente poderei ler mil vezes e ainda vou ficar confusa e sem entender quase nada - a imagem de Jonh Travolta perdido me representar fielmente, pode acreditar - e por fim temos a carta furtada, gosto desse conto, talvez porque ele seja mais simples e menos cansativo? Não sei dizer.
O negócio é, porque continuou relendo? Eu não posso ver uma nova edição ou uma versão que tenha um dos contos que lá estou eu relendo sem nenhum tipo de necessidade. Provavelmente o ano que vem estarei reclamando de como o começo de rua morgue e chato mas o final e 5 estrelas.
comentários(0)comente



Rose 29/10/2020

Para quem não sabe, Auguste Dupin, criado por Edgar Poe em 1842 é considerado o primeiro detetive da ficção. A bem da verdade, ele não é um detetive profissional, fato que neste livro podemos perceber claramente.

Dupin foi o precursor dos detetives da literatura, inspirando detetives como o próprio Sherlock Holmes, que aliás, encontramos semelhanças.

Neste livro temos três contos: Os Assassinatos da Rua Morgue, O Mistério de Marie Rogêt e A Carta Roubada.

No primeiro conto ele chama seu amigo,que aliás nos narra a história, a desvendarem o curioso assassinato de mãe e filha. Ambas foram encontradas mortas dentro de um quarto todo trancado por dentro. Momentos antes do assassinato várias pessoas entravam na casa para socorrerem as duas que gritavam pedindo ajuda. E nenhuma delas viu algum suspeito fugindo do local do crime. Dupin conseguiu resolver o caso que a própria polícia já via sem solução.

No segundo, através de reportagens de jornais, Dupin consegue resolver o misterioso assassinato de Marie. Uma moça que sumiu ao visitar uma tia, e cujo o corpo apareceu depois flutuando no Rio Sena. Duas coisas chamam atenção para este conto, além de ser baseado em fatos reais, o caso foi resolvido usando apenas os jornais.

No último conto, Dupin é convidado pela polícia a encontrar uma carta roubada, cujo o conteúdo, caso seja divulgado, pode causa muitos danos. Neste conto ele acaba recebendo uma recompensa.

Em todos os contos podemos acompanhar todo o poder de dedução de Dupin, e para quem está habituado a histórias do Sherlock Holmes, sabe do que estou falando. Muitas vezes fico me perguntando como ele consegue estas proezas…

O livro é bom e curto, mas confesso que esperava um pouco mais. O segundo conto achei confuso, mas é inegável a inteligência deste detetive. Para quem gosta do gênero vale a leitura.


site: https://www.instagram.com/fabdosconvites
comentários(0)comente



Jenny 04/10/2020

*1° leitura concluída da Spookytona*

Um livro muito interessante, mas pelo número de páginas achei que ainda demorou para terminar. Dupin é muito inteligente, consegue ver diversas coisas implícitas que nem mesmo a polícia enxergou (ou não quis enxergar).
.
São 3 casos narrados pelo amigo de Auguste Dupin em Paris. O primeiro achei incrível, principalmente pelo desfecho, algo que nunca me passaria pela cabeça que foi aquilo que realmente aconteceu. O segundo (da Marie Rogêt) achei confuso, no fim não entendi o que realmente aconteceu com ela, mas a linha de raciocínio foi muito boa e pouco pensada. Já o terceiro e último foi o mais simples e rápido, com muita reflexão que certo momento ficou perdido.
.
"Veremos que, de fato, os engenhosos são sempre fantasiosos, enquanto que os verdadeiramente imaginativos são sempre analíticos."
comentários(0)comente



Sah 16/09/2020

Auguste Dupin foi considerado o primeiro detetive da literatura, sendo criado por Allan Poe, inspirando várias obras posteriores, incluindo Sherlock Holmes. No entanto, as obras com o personagem são escassas, então aqui temos os três contos num só volume.

São eles: Os Assassinatos da Rua Morgue, O Mistério de Marie Rogêt e A Carta Roubada. Embora possamos observar com clareza a perspicácia da mente de Dupin, o caso mais interessante ao meu ver foi o de Marie Rogêt, pois além de ser inspirado num caso real, ele foi praticamente resolvido através de manchetes de jornais.

No entanto, Dupin possui seus pontos fracos, como o fato de o próprio personagem não ser muito explorado e não sabermos nada de sua história, o mesmo se dando ao seu amigo que narra os casos (a inspiração para John Watson). Além disso, as explicações para suas conclusões não são muito diretas, tornando-as muito longas e um pouco cansativas, algo que eu não senti nas obras de Doyle.

Apesar disso, foi uma boa leitura, principalmente pelo conhecimento de ser a primeira obra do tipo, e também porque fazia um tempinho que queria ler algo do autor. Pra quem gosta do gênero, pode ser uma experiência interessante.
comentários(0)comente



Pedro.Leite 14/09/2020

Apesar de ter me interessado bastante, a única história que gostei foi a última. As outras duas são páginas e páginas de descrições
comentários(0)comente



Deca 03/08/2020

TAG 50% 2020
Citei a leitura no vídeo que fiz respondendo a TAG 50% 2020.

site: https://youtu.be/vW30mAuQsFg
comentários(0)comente



Halves 11/07/2020

Imaginava ser uma leitura mais fácil e rápida. No primeiro conto fiquei decepcionada com a solução, no segundo um pouco perdida e no terceiro a história foi ok. No meu ponto de vista, de uma leitora não muito sofisticada, de grande conhecimento, vou precisar ler novamente o livro. Acho que a releitura vai me fazer entender detalhes que deixei passar. Mas a capa do livro é linda.
comentários(0)comente



SSMaia 10/07/2020

Dupin é um detetive criado por Poe que inspirou as obras de Agatha Christie e Arthur Conan Doyle. A obra é relativamente curta e a genialidade de Poe é perceptível, seus contos acabam sendo muito interessantes e prendem a atenção para descobrir a resolução dos casos.
comentários(0)comente



35 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3