O Menino do Pijama Listrado

O Menino do Pijama Listrado John Boyne
Oliver Jeffers


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Resenhas - O Menino do Pijama Listrado


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Juninho 16/10/2018

Filme e Livro
o livro é emocionante assim como o filme em questão e o final do livro é diferente do filme em questão
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Caco 05/10/2018

Amor é a lei universal
Livro incrível, faz pensar que o amor é Simples como as crianças, uma simbiose de inocência e humildade
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Gomes 03/10/2018

Uma historia emocionante
Li o livro O menino do pijama listrado graças a elogios e recomendações do livro.
Nele me emocionei bastante com a história de um menininho chamado Bruno ,que diferente de sua família era um menino muito bom e que se importava com os judeus dando uma experiencia para todos que não custa fazer o seu melhor para ajudar um amigo do peito.
Amei o livro ele me deu a experiencia de me colocar no lugar de bruno e aprender com que não custa nada fazer o bem .
Agora que já falei minha opinião do livro queria falar um pouco dessa historia emocionante :
"o livro trata de uma historia que ha uma família que vive em uma época de guerra mais referente eles vivem na época da segunda guerra mundial , onde o pai da família de bruno è um comandante muito importante, por conta da guerra sua família tem que mudar de Belim para que seu pai seja o novo chefe de um campo de concentração ".
Ficou curioso para saber o resto leia o livro recomendo muito...
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Gabis 01/10/2018

Simplismente ótimo (e triste)
Esse livro é simplesmente ótimo, me fez esquecer o que estava em minha volta, e só me fazer concentrar neste livro, esse livro é muito triste, mas vale a pena ler, a escrita é ótima, mas realmente fiquei muito triste com o final do livro, e agora estou passando uma ressaca literária por esse livro hehe...
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Dessa 27/09/2018

Leitura Maravilhosa!!
Ler o Menino de Pijama Listrado foi uma viagem emocionante; ver a linguagem singela do autor, em retrar o pensamento e vida de um menino de nove anos foi muito impressionante.
O livro conta sobre Bruno e suas explorações em sua casa em Berlim e depois de sua mudança para a casa em Haja-Vista, ele fala de sua família e de como essa mudança impacta não só a ele, mas à todos a sua volta.
A inocência e a perspicácia do autor é belíssima, pois vemos e quanto a crueldade daquele período era extremista e preconceituosa.
No decorrer do livro vemos que Bruno faz um novo amigo que, para ele tem os mesmos problemas e pensamento que ele, porém a única diferença é ele vestir um pijama listrado e viver do outro lado da cerca.
O livro é realmente rapido de ler, com linguagem de fácil compreensão e de temática interessante.
Recomendo a leitura, pois nós faz refletir sobre as barbáries que ocorreram no período da II Grerra e que como seres humanos devemos sempre olhar para o passado, para que não cometamos os mesmos erros futuramente.
Já deixo claro que o final do livro poderá ser triste.
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Kamy 15/09/2018

Ótimo para morrer de tanto choro
Eu por algum motivo resolvi que quero ler tudo sobre a Segunda Guerra Mundial e claro que não podia deixar esse livro de lado e garanto que este livro é bom demais. Muito bem elaborado e é retratado pelos olhos de duas crianças que não entendem o que está se passando ao redor deles, só sabem que não é algo bom e mesmo assim não os impediu de criarem um forte laço de amizade.

Quem quiser saber mais, veja pelo meu blog, lá explico melhor sobre como me senti com o livro.

Mas já recomendo, vale muito a pena e é de cortar o coração.

Aliás, o autor está de parabéns por conseguir fazer essa maravilha só em dois dias, mesmo depois de tanto tempo lá lido, ainda fico impressionada só de lembrar das cenas e a interação de cada um neste livro!

site: http://universodekamy.blogspot.com/2016/10/resenha-o-menino-do-pijama-listrado.html
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Alan Martins 12/09/2018

Simples e emocionante
Título: O menino do pijama listrado
Autor: John Boyne
Editora: Seguinte
Ano: 2017
Páginas: 328
Tradução: Augusto Pacheco Calil

“Só porque um homem olha para o céu à noite, isso não faz dele um astrônomo, sabia?” p. 130 (BOYNE, John. O menino do pijama listrado. Seguinte, 2017, p. 82)

Traduzido para dezenas de idiomas, ‘O menino do pijama listrado’ já vendeu milhões de exemplares ao redor do mundo e, para comemorar o aniversário de dez anos de sua publicação original, ganhou uma edição especial, ilustrada por Oliver Jeffers.

Apaixonado pelos livros
John Boyne nasceu na Irlanda, em 1971. Desde muito cedo cultivou o sonho de tornar-se um escritor. Para fortalecer ainda mais esse sonho, ele começou a trabalhar em uma livraria, para ficar perto dos livros, um ambiente inspirador.

Escreveu diversos livros de sucesso, tanto obras para adultos, quanto infanto-juvenis. Seu livro de maior sucesso é ‘O menino do pijama listrado’, que lhe rendeu dois Irish Book Awards e foi adaptado para o cinema em 2008. Segundo o autor, o primeiro rascunho desse livro foi escrito em apenas dois dias!

Uma das principais características dos romances de Boyne são seus protagonistas inocentes, que veem o mundo sem maldade, mas acabam por sofrer ao descobrir que a realidade pode ser muito dura. E sobre isso, ele consegue escrever muito bem.

“O problema da exploração é que você precisa saber se aquilo que encontrou valeu a pena ser encontrado.” p. 173

No meio do nazismo
A história desse livro se passa na Alemanha nazista, durante a Segunda Guerra Mundial. O protagonista é Bruno, um menino de nove anos de idade, que vive em Berlim. Seu pai é um militar que acabou de ser promovido a Comandante pelo próprio Führer.

Por conta do novo cargo do pai, a família acaba tendo que se mudar. A nova casa não agrada o menino; fica longe de Berlim e é um local muito isolado, repleto de soldados trabalhando. Sem ter amigos com quem brincar, Bruno decide explorar o local e descobre uma grande cerca, onde, do outro lado, há pessoas “vivendo”, pessoas que usam pijamas listrados.

Sem compreender tudo aquilo que está acontecendo ao seu redor, Bruno, com muita inocência e de uma forma nada agradável, conhecerá uma das maiores atrocidades que os nazistas cometeram durante a Segunda Guerra. Com seu novo amigo Shmuel (o menino do pijama listrado), ele descobrirá a cruel realidade de um campo de concentração.

“Nossa casa não é uma construção, ou uma rua, ou uma cidade, ou coisa alguma tão artificial quanto os tijolos e a argamassa. O lar é onde mora a família de alguém, não é mesmo?” p. 82

Simplicidade é a chave
Esse é um livro de escrita muito simples, clara. A narrativa é feita em terceira pessoa, porém pelos olhos de Bruno, por isso toda a simplicidade e inocência. São características que notamos em suas falas e em seus pensamentos. Por exemplo, ele confunde o nome do local de sua nova residência e entende de maneira errônea o título de Führer. E essa inocência expõe ainda mais tudo aquilo que os nazistas fizeram de ruim, deixa tudo mais evidente.

Talvez nem todo soldado quisesse cometer as barbáries que aconteceram nessa época, todavia, como o livro mostra, as crianças eram estimuladas desde cedo a idolatrar o Führer. E os jovens adultos rapidamente adotavam a ideologia, quando eram enviados ao exército, acreditando estarem lutando pela reconquista da antiga glória de seu país.

Boyne escreveu uma obra que mostra muito bem como o nazismo não poderia trazer nada de bom e como a ideologia nazifascista destruiu a vida de milhares de judeus e também a de milhares de famílias alemãs. Apesar de o livro ter recebido algumas críticas em relação a sua historicidade, é preciso ter em mente que se trata de uma fábula, onde a real intenção não é ser historicamente preciso, mas sim mostrar como o nazismo dizimou incontáveis vidas inocentes.

“Pais devem ser sérios, não importa se são quitandeiros ou professores ou chefs de cozinha ou comandantes.” p. 45

Sobre a edição
Edição (muito bonita) em capa dura, miolo em papel Pólen Soft, com uma diagramação muito boa (a fonte é grande, e o espaçamento entre linhas, generoso). O livro é ilustrado por Oliver Jeffers, que foca nas cores azul e vermelho, um contraste entre a inocência e a maldade. São ilustrações que complementam a narrativa. O livro é bem curto, o que aumentou o número de páginas foram as ilustrações e a diagramação.

Tradução de Augusto Pacheco Calil, que realizou um bom trabalho, adaptando muito bem alguns termos. A escrita do autor não é complicada, então o tradutor não deve ter tido muita dificuldade.

“Situações como aquela sempre deixavam Bruno num grande desconforto, porque, em seu coração, ele sabia que não havia motivo para faltar com a educação a ninguém, mesmo que a pessoa trabalhasse para você.” p. 105

Conclusão
Uma história que envolve o nazismo, contada de um jeito simples, nada explícito, mas sem deixar de criticar todo o sofrimento que o governo de Hitler impôs aos judeus e ao seu próprio povo. A ideologia nazifascista destruiu inúmeras vidas inocentes, acabou com os sonhos e com a infância de milhares de crianças. O livro consegue, de maneira nada complicada, falar sobre tudo isso, ao mesmo tempo em que consegue chocar e emocionar. É uma história triste, assim como foi todo o período da Segunda Guerra Mundial. A narração é em terceira pessoa, mas passa através do olhar de Bruno, um menino de nove anos de idade. Dessa forma, algumas descrições são imprecisas, é a visão de uma criança (exemplo: em nenhum momento é dito o que os soldados nazistas estão fazendo). Por isso é importante que o leitor esteja atento aos detalhes, e que tenha algum conhecimento sobre a Segunda Guerra Mundial. Essa edição comemorativa é muito bonita e contém ilustrações de Oliver Jeffers, que dão um charme especial ao produto. Se você já assistiu ao filme, o livro apresenta uma experiência um pouco diferente, mais pessoal. Uma leitura que vai te emocionar.

“[…] temos que procurar fazer o melhor de uma situação ruim.” p. 39

Minha nota (de 0 a 5): 4

Alan Martins

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site: https://anatomiadapalavra.com/2018/09/12/minhas-leituras-86-o-menino-do-pijama-listrado-john-boyne/
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Taci.Souza 08/09/2018

✡ "Na verdade, para onde quer que olhasse, só via dois tipos de gente: se não eram soldados felizes, sorridentes e gritalhões nos seus uniformes, então eram as pessoas infelizes e choronas de pijama listrado, a maioria das quais parecia estar olhando para o nada, como se estivessem de fato adormecidas."

✡ Aos nove anos de idade, Bruno não faz ideia da guerra que seu país trava contra boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Tudo que o menino sabe, é que foi obrigado a deixar sua bela e espaçosa casa em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde não há nada para fazer, nem ninguém para acompanhá-lo em suas explorações. Da janela de seu antigo quarto, conseguia ver a beleza e o esplendor de Berlim. Agora, tudo que Bruno enxerga para fora de sua janela, é uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.

✡ Em uma de suas andanças para fins de exploração, Bruno avista um ponto, que logo vira uma mancha, em seguida um vulto, depois uma pessoa, e por fim um menino de pijama listrado. E assim conhece Shmuel, um garoto que mora do outro lado da cerca e curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. A medida que a amizade dos dois se fortalece, Bruno tenta desvendar, aos poucos, os segredos que rondam o misterioso campo e as atividades de seu pai.

💬 OPINIÃO 💬

✡ Em seu primeiro romance infantil, John Boyne revela um talento elogiável, ao apresentar um assunto tão sombrio de forma simples e delicada. Sua narrativa envolvente, consegue prender a atenção do leitor logo nas primeiras páginas, mantendo-a cativa até a finalização da leitura. Ao expor a guerra pela perspectiva de uma criança, Boyne conduz habilmente o leitor em uma jornada emocionante e reflexiva, da qual é possível extrair marcas profundas, perpetuadas além dos limites da experiência literária.

✡ Ao idealizar a amizade entre um alemão e um judeu, o autor nos convida a voltar nosso pensamento para uma relação totalmente possível, ainda que aqui seja desenvolvida à luz da ficção. A conexão entre Bruno e Shmuel, ocorre naturalmente, e antes de apontar as diferenças entre as duas crianças, o autor se preocupa em destacar as semelhanças entre elas, mostrando que, independente de raça ou crença, e a despeito do lado da cerca em que se encontram, ambas compartilham a mesma essência.

✡ As personagens são construídas de forma a passar uma imagem que condiz com a realidade. Não se trata de heróis destemidos e insentos de falhas, ou vilões cuja crueldade não permite arrependimentos. São, antes de tudo, indivíduos humanos, que erram, sentem medo, machucam, mas que também amam, perdoam e se arrependem. Bruno e Shmuel representam a inocência, ingenuidade e sinceridade da infância. Capazes de dar asas a sua imaginação, e enxergar os contornos da esperança, mesmo diante dos horrores da guerra.

✡ Mais do que uma história de guerra, "O menino do pijama listrado" oferece uma lição de vida, onde amizade, amor e lealdade, se conectam e acham abrigo no coração do leitor. Graças a escrita delicada e envolvente de John Boyne, nos é permitido vivenciar a história e compartilhar os sentimentos e emoções de suas personagens. A edição comemorativa da editora Seguinte, conta com as belíssimas ilustrações de Oliver Jeffers, que acrescentam ainda mais delicadeza, a esta obra tão encantadora.

✡ Esse foi meu segundo contato com a obra, e a experiência de releitura, só veio intensificar o carinho e a admiração que eu já nutria, tanto pela história quanto por seu idealizador. Apesar da tristeza que a narrativa transmite, e a despeito da dureza do tema apresentado, "O menino do pijama listrado" é uma obra belíssima, que pode ser lida por crianças e adultos, sendo recomendada para todo tipo de leitor.
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Tay 01/09/2018

Duas crianças da mesma idade, porém com vidas, família, sofrimento e emoções diferentes. Tudo começa em uma caminhada para explorar o lugar que se vive e dar-se ínicio a uma amizade na cerca.
?
? Sobre a leitura:
?
Eu me pergunto porque demorei tanto para ler este livro - ainda nem assistir o filme- ele é incrível e emocionante; John Boyne é extraordinário na sua escrita e transmite muito bem ao leitor as situações e momentos que os personagens encaram. A história é uma lição de amizade para todos, o respeito ao próximo e a aceitação do momento em que se vive. A inocência do pequeno Bruno, me deixou por diversas vezes intrigada; enquanto que o pequeno Shmuel tentava aceitar e compreender os pequenos momentos que lhe eram impostos.
?
Vale ressaltar o detalhe da capa deste livro, a textura é como se fosse um tecido.
?
? Se liga!
?
Essa é uma leitura para todas as idades, leitura muito simples de compreender, e uma grande lição de amizade e vida.
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Eduardo Rocha 31/08/2018

Inocente, sublime e pertubador
A guerra e o caos do holocausto visto através dos inocentes olhos de uma criança de nove anos. Impossível não se emocionar.
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Jean Lopez 28/08/2018

Fofo, triste e cruel.
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Kelly 12/08/2018

Li o menino do pijama listrado há muitos anos atrás, quando apareceu a oportunidade de solicitar a obra em nova edição, não pensei duas vezes, ele seria mais uma releitura de 2017.

Quem ainda não conheceu essa obra seja pelo livro ou pelo filme está perdendo e muito, se você é um desses não perca tempo e vá atrás do seu exemplar pois garanto, vale muito a pena.

(...) só porque um homem olha para o céu á noite, isso não faz dele um astrônomo, sabia?

Bruno é um garoto de 9 anos que mora em Berlim com sua família, e tudo parece bem tranquilo até que ao chegar da escola um belo dia suas malas estão sendo organizaras. Seu pai ganhou uma promoção e toda a família está de mudança.

Logo quando chega a casa nova, Bruno já a detesta, não só por ela ser bem menor e menos atrativa que sua casa em Berlim, mas porque não há ninguém para brincar e o número de soldados aqui é bem maior, além do fato deles estarem ali todos os dias. Mas algo chama a atenção do menino, da janela do seu quarto é possível ver um terreno enorme repleto de pessoas que passam o dia vestido de pijamas, logo a curiosidade de Bruno vence e ele parte em expedição de reconhecimento de área, e assim ele conhece Shmuel, um menino de 9 anos que nasceu no mesmo dia que o Bruno, mas que está do outro lado da cerca.

Logo uma amizade amizade perigosa nasce, mas para Bruno e Shmuel não há nada demais entre eles, há não ser o fato de a cerca impedir suas brincadeiras.

Após finalizar a releitura, consigo perceber o quanto eu era imatura na época em que li o menino do pijama listrado pela primeira vez, eu não me recordava direito dos fatos e perceber a inocencia de Bruno é com certeza um dos pontos mais altos do enredo.

Apesar de ser filho de um comandante, aos olhos do menino seu pai é um homem bom, e nem passa por sua cabeça as atrocidades que acontecem do outro lado da cerca, o quanto Shmuel sofre e o quanto sua vida é miserável, ao mesmo tempo em que Bruno é um menino esperto ele também pode ser ignorante para coisas que não entende, e no final quem não o é?

Talvez essa seja a mensagem central de Jhon Boyne? A inoscencia por trás da ignorância, já que ao mesmo tempo que Bruno não entende as coisas Shmuel sabe de tudo e se mantém e silêncio.

A amizade dos dois é linda e cativante, os pensamentos de Bruno são puros e altruístas, e por mais que em alguns momentos ele pareça um menino mimado e grosseiro, a visão se torna diferente quando comparada a Shmuel, tão sofrido e humilde.

O livro é narrado em primeira pessoa, mas em nenhum momento a narrativa se torna adulta, Jhon faz questão de deixar claro que as palavras e a forma de pensar são do garoto e o faz com maestria! A edição da Cia está impecável, um exemplar que promete conquistar os colecionadores de boas obras literárias. Com ilustrações lindas de Olivier Jeffers o livro possui uma composição perfeita e marcante.

Uma história que me marcou a 10 anos atrás e que me marcará por mais dez anos à frente! Um livro lindo, sensível e com uma lição incrível sobre inocência e amizade.

site: http://www.paraisodasideias.com
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Maria Vitória 09/08/2018

Muito bom!
Sem palavras para descrever o quanto é bom, apesar de muito triste.
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