O Livro do Cemitério

O Livro do Cemitério Neil Gaiman
P. Craig Russell




Resenhas - O Livro do Cemitério


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Andriola 25/07/2017

Perfeito
Gente que livro lindo, to encantado com essa história. O livro não tem nada de macabro. A história nada mais é que uma reflexão sobre a vida. Nin era um menino vivo mas que ao mesmo tempo estava morto. Ele queria sair do Cemitério e viver sua vida. O livro retrata isso, sobre estamos preso em algum lugar e a vontade é de sair pro mundo e viver a vida. A mensagem principal do livro é essa sobre sairmos de nosso pequeno mundo. Emocionante, chorei muito, especialmente quando você entende o livro. Neil Gaiman demorou praticamente 20 anos pra escrever esse livro. E realmente valeu a pena. É uma leitura simples, não pesada e nem arrastada. Neil Gaima tem essa magia fascinante de nos envolver em seu mundo.
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keilasue 15/07/2017

Recomendo
E se para sobreviver você tivesse que não existir? Existir no sentido de não ser visível, não conviver em sociedade. Para Nin, o mundo afora é um mistério, e o único lugar que conhece de uma zona a outra é o cemitério, seu lar. Ninguém Owens, nosso protagonista, convive com fantasmas e outros seres que lhe ensinam, lhe protegem e lhe mantém em segurança do... bem, aí é contar demais. Leiam. Deixem a mente fluir pela história. Amadureçam com o personagem e sobrevivam a cada capítulo.
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Yuki 18/06/2017

Enquanto aguarda o homem chamado Jack, Nin aprende.
Havia uma família e agora há apenas uma criança. Sua família foi morta por um homem chamado Jack e ela por pouco também não foi, tendo descido de bunda pela escada, engatilhado por uma ladeira e passado entre as brechas de um portão, o pequeno bebê acabou sendo salvo da morte ao chegar no cemitério.

"O homem chamado Jack era alto. Este homem era mais alto. O homem chamado Jack usava roupas escuras. As roupas deste homem eram mais escuras. As pessoas que viam o homem chamado Jack quando ele estava cuidando de sua vida — e ele não gostava de ser visto — ficavam perturbadas, ou pouco à vontade, ou se achavam inexplicavelmente assustadas. O homem chamado Jack olhou o estranho e foi o homem chamado Jack que ficou perturbado."

E o Cemitério guarda segredos como qualquer outro, guarda lápides e guarda mortos, guarda criaturas solitárias e... acaba guardando Ninguém Owens também.

Sendo adotado pelo Sr. e pela Sra. Owens, Nin cresce como qualquer outra criança, qualquer outra criança que tem mortos como pais, vizinhos e amigos. E seu guardião... seu guardião Silas não está vivo nem morto, não é desse ou de outro mundo, mas é a pessoa que Nin mais admira, que pode andar pelo mundo dos vivos e dizer tudo que há lá, que lhe ensina qualquer coisa sem ser chato e que sempre lhe ajuda.

"Ele só se parece consigo mesmo. Ninguém é parecido com ele. Então se chamará Ninguém. Ninguém Owens."

O Livro do Cemitério é um relato da vida de Nin no Cemitério, sobre as amizades que fez, o que descobriu, como os vivos são assustadores e os mortos sua família, como o homem chamado Jack está em algum lugar lá fora, esperando, aguardando, encontrá-lo para terminar o trabalho mal feito há muitos anos.

Assim, Nin é preparado desde criança e, tendo recebido a Liberdade do Cemitério, ele aprende diversos "poderes" que apenas os mortos têm, como Medo, Terror, Passeio do Sonhos, Sumido; e conhece diversos seres que habitam esse mundo, que não estão mortos ou vivos, que não são humanos ou animais, que não estão neste mundo ou em outro.

"Você é um ignorante, neném — disse a srta. Lupescu. — Isso é péssimo. E você está satisfeito em ser ignorante, o que é pior ainda. Repita comigo, existem os vivos e os mortos, existem as criaturas do dia e as da noite, existem ghouls e andarilhos da névoa, existem os caçadores das alturas e os sabujos de Deus. E também os tipos solitários."
Nin aprende e conhece muito sobre o mundo além do Cemitério e mundo dentro do Cemitério e mundo na terra não consagrada do Cemitério, descobrindo sobre bestas lunares e ghouls e fazendo amizades com bruxas.

Enquanto aguarda o homem chamado Jack, Nin aprende.

"-Está fora de cogitação. Aqui podemos manter você em segurança. Como o manteríamos seguro lá fora? Lá fora, qualquer coisa pode acontecer.
-Sim — concordou Nin. — Está é a coisa potencial de que estava falando. - Ele silenciou. - Alguém matou minha mãe, meu pai e minha irmã.
-Sim. Alguém matou.
-Um homem?
-Um homem.
-Isso quer dizer - disse Nin - que você está fazendo a pergunta errada.
-Como assim?
-Bom. Se eu for lá fora, no mundo, a pergunta não é “quem vai me manter seguro dele?”
-Não?
-Não. É “quem vai mantê-lo seguro de mim?”
-Precisamos encontrar uma escola para você - disse ele."

Eu gostei do livro, mas não virou um dos meus favoritos (embora eu não seja contra uma continuação), pois não é um livro recheado de mistério e descobertas, ele tem um ritmo lento, contando a história de Nin e sua aprendizagem e evolução do bebê perdido à criança curiosa e finalmente no adolescente astuto. O final foi impressionante e eu quero tanto uma continuação.

site: http://sougeeksim.blogspot.com/2017/06/resenha-o-livro-do-cemiterio.html
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KeylaPontes 29/03/2017

"Ele só se parece consigo mesmo. Ninguém é parecido com ele. Então se chamará Ninguém. Ninguém Owens".
Em "O livro do cemitério" conhecemos a história de Ninguém Owens, que foi criado desde bebê por criaturas de um cemitério, logo após seus pais terem sido assassinados e ele conseguir chegar ao cemitério engatinhando sem o assassino vê-lo ele chega até um cemitério e os membros de lá fazem uma audiência sobre o futuro da criança. Ficando com o casal Owens e sendo "apadrinhado" por Silas, o responsável pelo cemitério, que o autor não deixa bem claro que criatura é, ficaria responsável pelo seu alimento e bem estar.
Na medida em que Nin vai crescendo ele vai se questionando sobre o "ir além" das portas do cemitério. Os membros do cemitério, durante a sua vida sempre foram responsáveis pelos ensinamentos. Porém, manuais de "atravessar paredes" já não são suficientes para a sua curiosidade. Porém, assim que coloca os pés para fora, acaba percebendo que o mundo dos vivos é muito mais aterrorizante do que o mundo dos mortos. As pessoas são gananciosas, crueis, enganadoras e querer tirar vantagem de você. Ou que nem todos os colegas da escola querem aprender. Alguns querem apenas fazer o mal.

Ou seja, TUDO o que pode acontecer de ruim, acontece quando o nosso pobre protagonista sai do cemitério. Porém, quais são os reais ensinamentos da vida? Será que fantasmas não são capazes de nos ensinar algo? Ou as várias pessoas que passam durante a sua vida.

No final do livro o autor fala sobre a sua referência ao livro da selva (livro que originou Mogli o menino lobo) e podemos entender muito sobre o que o autor quis abordar na história. Sobre o verdadeiro significado de família, amizade e companheirismo.
Afinal, família é onde você nasce ou onde você se sente amado? Se sente em casa? Se sente no lugar certo?

Eu gostei muito de como ele abordou momentos da vida de Nin de forma tão natural como em um filme. De uma forma até mesmo despretensiosa. Confesso que no início eu sempre ficava esperando um grande acontecimento em determinados momentos, até que eu entendi que o Gaiman estava ali só nos contando a história de um garoto que encontra em fantasmas, bruxas e outros seres o seu lar.

Inclusive com alguns momentos tocantes e lindinhos. Daquele jeitinho Neil Gaiman, não é? É incrível a capacidade do autor de nos encantas em seus livros... É muito mais de QUAL história está sendo contada, é sobre como ele conta. Você se sente tão envolvida que é lindo. Ele faz você se importar. Ele mostra que aquilo é necessário mesmo parecendo louco.

Mas afinal os melhores momentos não são feitos nos momentos de loucura? Aqueles que a gente não se importa e só quer SER.

Assim é Neil Gaiman.

O livro me lembrou muito a pegada de Coraline, então talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto. Muito viciante e gostoso de ler como só o autor consegue. Com certeza entrou para os meus favoritos do autor.

Resenha disponível em:

site: http://keylinhastureads.blogspot.com.br/2017/03/resenha-o-livro-do-cemiterio-neil-gaiman.html
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Tata Araujo 11/03/2017

Primeiramente devo dizer que adorei o nome Ninguém Owens para o garoto e até gostaria de colocar esse nome se tivesse um filho homem, mas acho que ele não entenderia se eu fizesse isso, então é melhor escolher um nome mais comum.

A descrição ou sinopse ou como se chame aquilo que vem escrito na orelha do livro é tão perfeita como só o Neil Gaiman consegue fazer, deixando o espectador ansioso e causando arrepios ao mesmo tempo. E apesar do aparente clima mórbido do livro, que pode afastar algumas pessoas uma vez que ele é infanto-junevil, é preciso dizer que Gaiman ultrapassa essa definição de categorias, suas histórias possuem a incrível capacidade de nos atingir no mais profundo de nós mesmos. Ou seja, muito além de suas ambientações, essas histórias sintetizam aprendizados importantes para todas as idades.

“Você é sempre você, isso não muda, mas estamos sempre mudando e não há nada que se possa fazer a respeito disso.”

Ao longo desse livro você cresce junto com o bebezinho que escapa por um triz da morte, e descobre que a morte é uma bela Dama de Cinza, que os mortos também têm sonhos, tristezas e coisas pra contar, e principalmente, tirando uma citação do próprio livro, você descobre que “a aventura mais perigosa (...) é sobreviver”. Nós por vezes só estamos aqui, mas Neil Gaiman vai nos mostrar que existir traz consequências e responsabilidades, até mesmo viver nas sombras terá um preço, então é bom estar ciente de como nós estamos afetando o mundo, mesmo esse pequeno mundo que nos cerca.

“Você está vivo, Nin. Isso quer dizer que tem potencial infinito. Pode fazer qualquer coisa, construir qualquer coisa, sonhar qualquer coisa. Se muda o mundo, o mundo mudará. Potencial. Depois que estiver morto, acabou-se. Foi-se. Você fez o que fez, sonhou seus sonhos, escreveu seu nome. Pode ser enterrado aqui, pode até andar. Mas o potencial foi encerrado."

O livro começa de uma maneira sombria que pode desagradar algumas pessoas, no entanto, ao lê-lo o que nos salta aos olhos é seu tom melancólico e inocente de criança, cuja sobriedade não consegue alcançar. Ele nos conta a história de Ninguém Owens ou Nin ou Nimini para uma única pessoa, se é que se pode chamar assim um Sabujo de Deus, um menino que cresceu num cemitério criado pelos fantasmas dos mortos lá enterrados e protegido por um guardião, que longe de deixar o enredo irrealista demais, nos apresenta uma humanidade em cada morto e tom de cinza presentes no livro. Pode-se dizer que a grande ironia dessa obra é o fato da vida geralmente terminar num cemitério, mas aqui, ele é o ponto de partida, o lugar onde de fato a vida de Nin começa.

Uma coisa que acho muito legal na história é o fato dela enfatizar que nós somos tudo aquilo que aprendemos, as pessoas que conhecemos e as que ainda vamos conhecer. Um lugar não diz respeito a nós, mas que nós mesmos. Não existe para onde correr a não ser encarar as coisas que precisam ser encaradas.

“É como as pessoas que acreditam que serão mais felizes se elas se mudarem para outro lugar, mas logo percebem que não é bem assim que funciona, para onde quer que você vá, leva a si mesmo.”

Há também um presentinho à parte para os leitores, além das ilustrações primorosas de Dave McKean, os epitáfios citados de algumas lápides nos fazem refletir sobre morte e vida de uma forma totalmente nova. E se isso não fosse o suficiente, Gaiman ainda faz umas referencias bem legais que você precisa pegar nas entrelinhas, como por exemplo, o homem chamado Jack.

Por fim, devo dizer que pra quem nunca foi muito chegada em cemitérios e nunca entrou em um, se sentir em casa no cemitério da Cidade Velha é surpreendente.

http://www.conversacult.com.br/2017/03/o-livro-do-cemiterio-de-neil-gaiman.html
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Vick 15/01/2017

Jungle Book encontra Neil Gaiman
Como o próprio autor comenta no fim do livro, é perceptível a influência de The Jungle Book, a começar pelo título. Leitura recomendada não só para jovens leitores como para todas as idades. A história é densa e ao mesmo tempo delicada, cheia da suavidade típica da prosa de Neil Gaiman. O mestre da fantasia nunca decepciona.
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Lucas Canabarro 04/01/2017

Eu terminei de ler esse livro e me perguntei: será que o Neil Gaiman já escreveu alguma história ruim? Porque até hoje (graças a Deus) eu nunca encontrei.
As páginas voaram. Neil sabe contar história como ninguém, de forma leve, simples e sempre interessante. Os personagens são carismáticos, e todos eles, até aqueles que pouco apareceram, ficam na sua memória.
A construção do livro disfarça muito bem a jornada do herói. Num primeiro momento você pensa que a história será apenas sobre a vida do Ninguém ali no cemitério, e no final você vê que tudo foi construído aos poucos, para uma conclusão linda e empolgante e unica. Vale a leitura, para quem tem dúvidas. E vale a releitura para quem já leu.
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AmadosLivros 29/12/2016

Resenha do blog Amados Livros
Toda vez que eu paro para pensar que já faz cinco anos que este livro foi lançado e que só agora eu tive a oportunidade de lê-lo,. eu fico completamente chocada. Incrível como mesmo amando o autor e suas narrativas sempre tem um bom livro que deixo passar. Creio que isso acontece com a maioria de nós leitores, não é mesmo? O livro do cemitério é uma fábula diferente e apaixonante que todos deveriam ler!
Com uma faca na mão, o homem chamado Jack entrou na calada na noite dentro de uma casa e matou toda uma família. Quer dizer, quase toda, pois o bebê conseguiu escapar: fugindo do berço de forma marota e inocente como qualquer criança e atraído para rua pela curiosidade de ver a porta aberta. Ele sobreviveu graças a isso. Chegou ao cemitério, foi adotado por um casal de fantasmas e, assim ganhou a liberdade do cemitério. Este garotinho agora chama-se Ninguém Owens.

(Continue lendo no blog)

site: http://amadoslivros.blogspot.com.br/2015/10/livro-o-livro-do-cemiterio.html
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Nessa Januth 10/12/2016

O homem chamado Jack entra na casa e mata os pais e a irmã mais velha de um bebê que consegue fugir para o cemitério, onde é criado pelos mortos que lá habitam.
Nin conhece lobisomens, uma bruxa, ghouls...

“Não é justo nem injusto, simplesmente é.”
“É como as pessoas que acreditam que serão mais felizes se elas se mudarem para outro lugar, mas que logo percebem que não é assim que funciona. Para onde quer que você vá, leva a si mesmo.”
“- As pessoas querem esquecer o impossível. Isso torna o mundo delas mais seguro.”
“- De todos os órgãos, a língua é o mais extraordinário. Pois a usamos para saborear o vinho doce e o veneno amargo, e, do mesmo modo, pronunciamos palavras doces e amargas.”
“Depois que estiver morto, acabou-se. Foi-se. Você fez o que fez, sonhou seus sonhos, escreveu seu nome. Pode ser enterrado aqui, pode até andar. Mas o potencial foi encerrado.”

"Você é sempre você, isso não muda, mas estamos sempre mudando e não há nada que se possa fazer a respeito disso."

"Havia um sorriso em seus lábios, embora fosse um sorriso cauteloso, porque o mundo era um lugar maior que um pequeno cemitério numa colina; e nele haveria perigos e mistérios, novos amigos a fazer, velhos amigos a redescobrir, erros a cometer e muitos caminhos a percorrer..."
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Dani.Peghim 18/11/2016

Incrível
Que livro de deixar o coração quentinho... Ninguém é um personagem único, curioso, inocente, decidido e corajoso! A história é muito envolvente e Neil Gaiman tem uma escrita fácil e muito gostosa. Só senti um pouco de falta de explicações da mitologia, podia ter mais. O livro conta a história do Nin desde quando era um bebê até os 15 anos, passando pelas aventuras e desafios do que é crescer, principalmente nessa ocasião inesperada de crescer em um cemitério, o enredo é bem simples, mas o autor conseguiu transformar em uma história incrível.
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Ileana Dafne 18/10/2016

Encantador!!
Acredito que Neil Gaiman dispensa apresentações, creio eu. Então vamos logo ao livro, que eu digo logo que se tornou um dos meus favoritos da vida!
Este livro conta a história de Ninguém Owens, um pequeno órfão que conseguiu fugir do massacre de seus pais e irmão. Ele acabou indo ao cemitério e quando o assassino vai atrás para terminar seu trabalho, a Sra. Owens o protege. Contudo a Sra. Owens faz parte do povo do cemitério, ou seja, é um dos espíritos que habitam o cemitério.
Normalmente o povo do cemitério não permite que os vivos os vejam ou façam parte de suas mortes, mas depois de uma deliberação entre os principais habitantes ficou decidido que os Owens seriam os responsáveis pela criança.
Contudo ainda havia a questão de o que a criança comeria e vestiria durante seu crescimento, então surge Silas, um personagem bastante interessante que não está nem vivo nem morto e pode perambular por ambos os mundos e que se prontificou a ser o guardião do pequeno Nin até que o mesmo pudesse ser independente de sua ajuda e a criança recebeu a Liberdade do Cemitério.
A partir de então o pequeno Nin passa a viver e conviver com personalidades das mais diversas e se acostumou com suas peculiaridades. Para ele os mortos são sua família e nos vivos é que existe o perigo.
Cada acontecimento desse livro é cheio de encanto e surpresa, por isso não falarei mais sobre eles, só posso afirmar é que cada página lida me encantava mais e mais.
É interessante como Gaiman conseguiu nesse livro uma narrativa tão hábil e encantadora. Mesmo nos momentos mais tensos o livro conseguiu se manter encantador. Amei a inclusão de criaturas e elementos do folclore inglês como os ghouls e seus portais e os sabujos de Deus, por exemplo, além da dança macabra que foi maravilhosamente representada!!!!!
Apesar de se passar em um cemitério e ter um enredo meio mórbido, Neil Gaiman conseguiu dar uma leveza à história e escrever tudo de forma tão interessante que é impossível não se encantar com tudo e acabar se divertindo, se assustando, se zangando ou se emocionando com esse livro.
E para melhorar nossa relação com essa obra prima ainda temos as ilustrações de Dave McKean que são um show a parte! E como li parte dele em inglês (mas parei porque infelizmente não tenho a competência necessária para ler em outros idiomas), sei que a tradução da Ryta Vinagre está maravilhosa!
Posso pensar em vários adjetivos para esse livro, além dos que já citei, mas a única coisa que ainda preciso afirmar é que todos merecem ler esse livro!!!

site: http://www.livroseflores.com/2016/09/resenha-o-livro-do-cemiterio-neil-gaiman.html
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vortexcultural 06/08/2016

Por Flávio Vieira
Neil Gaiman construiu uma carreira sólida ao longo de mais de 20 anos de trabalho. Tendo como o grande “pontapé” inicial sua amizade com Alan Moore, o que lhe rendeu contatos no mundo dos quadrinhos e posteriormente o tornou mundialmente conhecido ao escrever a obra Sandman. Atualmente, já mais afastado dos quadrinhos e se ocupando cada vez mais com obras literárias, Gaiman nos apresenta O Livro do Cemitério, história fortemente influenciada pelo clássico, O Livro da Selva, de Rudyard Kipling em 1894, como citado pelo próprio autor. Levando em consideração o tom sombrio de muitas de suas histórias, não é de se espantar que O Livro da Selva de Gaiman se passe em um cemitério…

Na trama, conhecemos um menino chamado Ninguém Owens, que quando ainda era um bebê e teve toda sua família assassinada misteriosamente por um homem chamado Jack. Enquanto o crime era consumado, o bebê engatinha até um cemitério que existia no fim da rua que sobe a colina, o que acaba o salvando de seu trágico destino.

[Resenha completa no Vortex Cultural - Link abaixo]

site: http://www.vortexcultural.com.br/literatura/resenha-o-livro-do-cemiterio-neil-gaiman/
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Jose.Augusto 30/07/2016

Resenha: O Livro do Cemitério de Neil Gaiman.
Gaiman cria vida, e das bem divertidas, dentro de um cemitério! Quando um bebê que tem sua família brutalmente assassinada, os habitantes do antigo cemitério da cidade o adotam e o batizam de Ninguém Owens.

E assim Nin é abraçado pelos mortos, passa a viver com "a liberdade do cemitério".

E lendo sobre a vida de Nin, Gaiman nos traz uma mitologia fantástica que prende a atenção do leitor nesse curto livro de 329 páginas. Fantasmas, ghouls, lobisomens, a própria Morte e tantas outras criaturas em uma releitura surpreendente.

O crescimento de Nin e seu convívio com os mortos permite que desfrutemos da magia da infância, que aprendamos que nessa mitologia o cemitério tem vida - ainda da que diferente do que conhecemos -; Faz com que fiquemos aflitos com a obsessão do assassino da família de Nin em achar o garoto sobrevivente.

A estória também nos toca de ver como é interessante o medo "da vida" como Nin deseja participar do mundo dos vivos ao mesmo tempo que seus "pais mortos" temem, mas buscam prepará-lo para isso.
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Caroline 29/05/2016

‘O Livro do Cemitério’: o mestre Neil Gaiman não decepciona com mais um enredo fantástico, surpreendente e sensacional
Eu tinha grandes expectativas para O Livro do Cemitério, de ninguém menos do que Neil Gaiman, publicado pela editora Rocco, sob o seu selo Rocco Jovens Leitores, desde o momento em que o vi pela primeira vez. E, felizmente, não me decepcionei. Na verdade, eu diria que fiquei ainda mais impressionada e num estado de satisfação total. Nesse exato momento, declaro-me fã devota de Neil Gaiman e comprometo-me a adquirir todos os seus livros.
Gaiman é o cara! E aqueles que discordaram, por favor, me digam o motivo, porque eu realmente acho que seria fascinante saber.
Eu sinto que tem alguma coisa na escrita de Neil Gaiman que me fez sentir esse arrepio de emoção e que me transformou em uma fã do autor. Contudo, francamente, não sei especificar o que seria…É como se ele tivesse conseguido o que todos os escritores tentam – e muitos nunca conseguem -, que é o domínio das palavras. Ele parece dominá-las tão bem, que chega a brincar com elas. Ele é, de fato, um gênio! Não preciso dizer que achei o enredo simplesmente genial, mas estou dizendo, mesmo assim. Eu nunca vi uma história parecida com essa, e isso me fascinou de maneira rara.
Gaiman também não deixou nem um pouco a desejar em relação à narrativa. Com fluidez e maestria, o autor contou uma história completa e muito boa em poucas páginas – embora eu admita que senti uma pontinha aguda de curiosidade quanto ao misterioso Silas, pois, até o final, quase nada é revelado sobre ele, mas até isso eu achei que deu um toque mágico de mistério bastante agradável ao livro.
O vilão é perfeitamente bom. Não me chamou nenhuma atenção especial, todavia, sinceramente, não me fez tanta falta, porque eu fiquei completamente envolvida com o cemitério, seus mistérios, suas histórias e suas peculiaridades. O vilão tornou-se quase supérfluo – ele chegou apenas para colocar um ponto final na história. Mas eu ficaria bem feliz de continuar lendo sobre Nin e o cemitério.
Enfim, tudo o que é bom dura pouco. Talvez, por isso seja tão bom.


site: http://www.vailendo.com.br/2015/11/12/o-livro-do-cemiterio-de-neil-gaiman-resenha/
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Kel 24/05/2016

O Livro do Cemitério
Neil Gaiman se inspirou em O Livro da Selva, mais conhecido para nós brasileiros como Mogli, O Menino Lobo, para escrever O Livro do Cemitério, mas embora tenhamos essa referência, nada nos prepara para as aventuras contidas nas páginas desse livro.
Um cruel assassino chamado Jack invade uma casa e mata toda uma família. Bem, quase toda. O bebê escapa engatinhando e vai parar no cemitério. Uma vez lá, os moradores do cemitério discutem sobre o que fazer com a criança, afinal de contas, o menino não tem mais família. É então que um casal de...

site: http://www.neonkiss.com.br/resenha-o-livro-do-cemiterio-neil-gaiman-rocco-jovens-leitores/
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