O Exorcista

O Exorcista William Peter Blatty




Resenhas - O Exorcista


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@resenhandodark 17/11/2019

@resenhandodark
comportamento da filha de 11 anos, Regan. Quando todos os esforços da ciência para descobrir o que há de errado com a menina falham e uma personalidade demoníaca parece vir à tona, Chris busca a ajuda da Igreja para tentar livrar a filha do que parece ser um raro caso de possessão. Cabe a Damien Karras, um padre da universidade de Georgetown, salvar a alma de Regan e ao mesmo tempo tentar restabelecer a própria fé, abalada desde a morte da mãe.

Uma história já conhecido por muitos, que nos trás muito além de um romance e possessão, mas também nos trás temas como culpa e fé. Onde os personagens sempre tem algo com que se culpar, e sempre duvidando de sua própria fé. Além também dos personagens desacreditando dos fenômenos paranormais, fazendo com que o problema da garota seja considerado algum tipo de transtorno ou formas de chamar atenção, trazendo um comportamento que possa ter visto em algum lugar. À ciência trouxe várias explicações para os “sintomas” apresentado por Regan, criando até uma desconfiança em nós leitores se ela realmente está possuída ou doente.
No começo da história ele também passa informações sobre a missa negra, e acredito que quem seja uma pessoa um pouco mais religiosa(o), não vai ter estômago para ler sobre, pois ele trás diversos ataques de vandalismo e blasfemos contra à igreja, com cenas realmente terríveis e nojentas à algumas imagens

Porém além de toda a atmosfera sombrio eu tinha uma expectativa maior sobre a história, de acordo com alguns comentários que eu já vi sobre, eu esperava algo mais assustador. Além de que eu achei o começo da leitura super confuso, o autor tem alguns problemas de colocar diálogo desnecessários, o que acabou transformando em uma leitura mais cansativa e lenta.
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Wilian 29/10/2019

Leia antes de dormir
O melhor livro de terror!
Um jovem padre psicólogo que perdeu sua fé e tenta racionalizar tudo para não crer na possessão demoníaca.
Não é um livro de terror no estilo Stephen King! É um livro que nos faz refletir em nossas crenças e no que elas podem ou não causar.
Incrivelmente fácil ficar com as mesmas dúvidas do Padre Karras e não saber se há ou não uma possessão sobrenatural página após página.
Como eu não tinha assistido ao filme, o livro foi excelente até a última página.
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LER ETERNO PRAZER 24/10/2019

O exorcista! O que dizer desse clássico do terror, tanto na sétima arte quanto na literatura.Filme já havia assistido a muito tempo e várias vezes, já o livro foi minha primeira leitura e não me decepcionou.Aqui não vamos ter uma leitura voltada somente para o terror, ao menos foi essa a minha impressão!A história de O exorcista já é conhecida por todos,no seu enredo vamos acompanhar garotinha de 12 anos que é possuída por um demônio e se transforma em um ser assustador, dois padres vão usar de toda sua experiência em possessão para tentar expulsar a entidade do seu corpo. Entretanto, mesmo levando o título de O exorcista, o livro não vai abordar apenas da possessão e do ritual de expulsão. Diferente do filme de 1973 o romance não se trata apenas do terror, mas de questões bem mais profundas como a culpa e a fé. Todos envolvidos na trama em algum momento vão demonstrar ou falar sobre sua culpa de algo em suas vidas. A escrita de William Peter Blatty é muito envolvente, maravilhosa posso dizer, transformou uma história clichê dos filmes de terror, em uma verdadeira obra prima da literatura. O livro tem um enredo bem construído, tem belos diálogos e a trama se desenrola muito bem. Sem termos complicados não tem um ritmo arrastado, a história flui muito bem.Fazendo um comparativo entre filme e livro, posso dizer que, o enredo do livro não foi tão bem aproveitado no filme, mas que não tira a qualidade do filme, o filme tamb é muito bom!!
Para finalizar, O exorcista é aquele "livro" que precisa ser lido e que é muito mais que garotinhas revirando olhos, vomitando gosma verde e girando a cabeça. É uma história tão bem construída, que ao finalizar a leitura você ficará com ela na sua cabeça, não pelo medo, mas pelos pequenos questionamentos. Um livro incrível.
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Wardson 14/10/2019

?
Thriller de terror. Não amendronta tanto quanto aparenta a perspectiva; émais um suspense que transita entre o miticismo religioso e a ciência incrédula. Logo, é ótimo para refletir sobre nossas próprias crenças e sobre a ignorância que fecha nossos olhos para as coisas que não entendemos.
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Tarci 13/10/2019minha estante
achei que eu tivesse sido a única que não tinha curtido essa leitura


Gean 14/10/2019minha estante
Mas tu queria que a possuída fizesse o quê? Mostrasse suas partes pudendas? O que seria um capeta não-puritano?


Beatriz 14/10/2019minha estante
Eu já ouvi e conheci pessoas mais ?encapetadas? que esse capeta aí, ele não era inteligente, não era nem convencível parecia realmente uma criança fingindo ser o capeta, que só xinga. Leia os livros que eu indiquei que você vai entender




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Emilia Yumi 05/10/2019

O Exorcista
Regan MacNeil, filha da atriz Chris MacNeil fica doente repentinamente. Nada na medicina parece resolver e a situação da menina piora drasticamente. A mãe recorre ao padre Karras. Depois de tentativas de ajudar a menina pela ciência, padre Karras pede ajuda da igreja para um exorcismo, padre Merrin é convocado. Os dois tentarão expulsar o demônio...
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GeeEvangelista 29/09/2019

Sinopse
Um livro que tentei ler, mas o medinho não deixou ainda... O EXORCISTA
Um romance de terror escrito pelo autor estadunidense William Peter Blatty, publicado pela editora americana Harper & Row e lançado originalmente em 1971.
O livro conta a história de Regan MacNeil, uma garota de 12 anos que é possuída pelo demônio. Há boatos de que a história do livro seja baseada em um caso de exorcismo real. Em 1973, o livro virou um filme de grande sucesso dirigido por Willian Friedkin.

Um idoso jesuíta chamado Padre Merrin lidera um escavação arqueológica no norte do Iraque a fim de estudar antigas relíquias. Em seguida à descoberta de uma estatueta do demônio Pazuzu, um semideus da cultura suméria real, e uma moderna medalha de São José se justapõem curiosamente, promovendo uma série de presságios que alertam o religioso de que em breve terá um confronto com um mal poderoso que ele, até então desconhecido pelo leitor, havia enfrentado antes, num exorcismo feito na África.
No mesmo momento em que esses fatos se dão no Oriente Médio, em Georgetown uma menina chamada Regan MacNeil, que mora com a mãe, uma famosa atriz chamada Chris, fica inexplicavelmente doente. Depois de uma série gradual de distúrbios de poltergeist, a garota apresenta perturbadoras alterações físicas e psíquicas, aparentando estar possuída por um espírito demoníaco.
Após fracassados tratamentos médicos e psiquiátricos, a mãe de Regan volta-se para um jesuíta local, padre Damien Karras, que também é psiquiatra, que naquele momento atravessava um conflito íntimo de falta de fé, provocada pela perda recente da mãe. Num primeiro momento o padre analisa a doente de acordo com a ciência, resistindo a ideia de que se tratava de uma real possessão. Após alguns encontros com a menina, já estando ela totalmente dominada pela personalidade diabólica, ele solicita ao Bispo local permissão para realizar a cerimônia de exorcismo.
O Bispo realiza então uma consulta ao abade jesuíta de Georgetown, após a qual nomeia o experiente Merrin, recentemente chegado aos Estados Unidos, para realizar o ato religioso e permite que o descrente Karras possa ajudá-lo.

#DeuMedoAí??? #DeuAqui!!! #CrêDeusPai #XôMenina
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Guilherme.Alves 03/09/2019

Um clássico do terror eternizado na literatura!
Eu já havia assistido ao filme e me indicaram este livro mais de uma vez, porém, só agora consegui lê-lo. E percebi o porquê de tamanho sucesso, mesmo tendo o filme como o expoente principal da história. Sem dúvidas, esta foi uma das leituras mais fáceis que já fiz na vida. William Peter Blatty escreve com tal maestria que a narrativa se desenrola de forma quase novelesca, como se estivéssemos vivendo o cotidiano da casa de Chris McNeil.

Ao contrário de outras obras do gênero, o autor não perde tempo em descrições e preza pela ação das cenas, dando um espaço todo especial para o tema da psiquiatria, desde sempre intrigante e pouco explorado. É impossível não se colocar por vários momentos no lugar dos sacerdotes, ao questionar a dualidade entre real x imaginário, o que vem a ser indícios de loucura ou simplesmente manifestações do incompreensível, do sobrenatural.

Os diálogos entre o dêmonio e os salvadores de Regan são o ápice da obra, que ao mesmo tempo choca e diverte pelo absurdo, dando tons de humor negro ao enredo. Como único ponto não tão legal assim fica o final da obra, um tanto apressado. Tirando isso, O Exorcista é um marco histórico, um clássico obrigatório para os fãs de suspense/horror, e uma das leituras mais agradáveis que alguém pode esperar.
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Flavinha 22/07/2019

O exorcista
O livro é ótimo em detalhes e mesmo já tendo assistido o filme ,eu me surpreendia a cada momento.Porem achei o final simples e pouco explorado.
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Ewyth 26/06/2019

Um soco no estômago.
"(...) nós não precisamos de Satanás para fazer as nossas guerras, essas nós mesmos as fazemos... Para nós mesmos."

Uma lição sobre hipocrisia, ignorância, amor ao próximo e psicologia/psiquiatria.

A história invade sua cabeça, e faz com que você tenha todos os tipos de reações. Repulsa, nojo, tristeza, pena, receio, introspecção.

Salvos raras exceções, onde a história se afunila em uma trama grotesca e apelativa para tocar os sentidos do leitor de forma a proporcionar reações extremas (tive eu mesma que parar de ler e respirar, em certas partes), o livro fala muito mais sobre a fé dos homens, e o quão facilmente podem ser iludidos, corrompidos e influenciados. O que, na minha opinião, é o ponto focal da narrativa, visto que a personagem que teoricamente seria a principal peça da história nem mesmo tem suas ideias desenvolvidas ao longo da trama.

Não é um livro nada sutil, é muito mais um soco no estômago, um raspar de unhas na porcelana fria e impenetrável de nossos cérebros.
Um livro que vale a pena sua reflexão. Além do aspecto sombrio e o caráter de terror grotesco.
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Igor.Lima 04/06/2019

Uma grande obra de terror
Responsável pelo mais importante filme de terror de todos os tempos, "O Exorcista" é uma grande obra do gênero terror. Mas engana-se que a obra se sustenta apenas no terror. A obra trata de tantos temas psicológicos que as vezes nos esquecemos que se trata de um romance de terror. É bem escrito e extremamente tenso!
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Deia 29/05/2019

Me diverti muito com esse livro, sou louca não, é que teve cenas muito bizarras e a menina com mousse de abacate na cara não saia da minha mente(quem assistiu o filme sabe). Fora as bizarrices, demônio é demônio e fez sem papel direitinho. O que mais gostei foi o amadurecimento da mãe, a renovação da fé de padre Karras e a fortaleza que foi padre Merrin. O resto é história. Gostei muito.
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Lucas Carty | @panteaodehistorias 28/05/2019

O filme é bem fiél ao livro e devemos apreciar ambos como a maior obra de terror já criada!
O filme é extremamente fiel ao livro. Ao ler o livro percebemos todas as cenas descritas da mesma maneira que o filme nos mostra. Mas isso, não inferioriza nenhuma das duas linguagens. Ambos, livro e filme são a maior obra de terror que temos no mundo do entretenimento. Não há como negar.
Sou muito fã do filme, mas só agora fui ler o livro. E que leitura maravilhosa!
A descrição das situaçoes contidas nessa história, nos causa a mesma angústia e medo do que as que sentimos na obra cinematográfica. A diferença é que, como de costume, a obra literária nos traz uma imersão muito maior na história, enquanto a do cinema, nos impressiona com seus efeitos visuais.
Essa leitura me serviu para acrescentar uma vivência ainda maior nessa obra que eu já amava tanto. Mas também, me valeu momentos de uma leitura aterrorizante.
Podem até achar que não, mas esse livro nos traz grandes reflexões sobre o que é o mal no mundo.
Parabéns à genialidade de William Peter Blatty que criou essa que sempre será a maior obra de terror já criada.
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Gabriel.Lopes 21/05/2019

Espetacular
Começou com uma narrativa bem lenta e descritiva, o autor dá uns pulos temporais que me fizeram reler algumas vezes uns parágrafos e só isso que tenho o que reclamar dessa obra.
Personagens mega construídos, uma baita de uma história com fundamento e interessante, não me fazia pensar em outra coisa e eu só queria tempo pra continuar lendo. A própria descrição que antes deixava a leitura cansativa, se tornou essencial pra visualizar tudo aquilo acontecendo.
Tudo segue em um ritmo certo e tem o desfecho que deveria ter, é incrível, só tenho isso para dizer.
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