O Exorcista

O Exorcista William Peter Blatty




Resenhas - O Exorcista


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Kah 16/11/2009

tão bom que não aguentei tê-lo em casa. amarrei-o numa sacola, pus dentro de uma mochila e joguei fora. Não conseguia dormir sabendo que ele estava ali, tão perto de mim. assustador. traumatizante. mas excelente.
Priscila Cardoso - Per 20/04/2010minha estante
Eu fiz o mesmo hahahaha


NJ (: 18/09/2010minha estante
mais medo ainda de ler esse livro! UHASUDHASU


Matheus Caixeta 26/11/2010minha estante
Meu Deus, tô com medo desse livro O.O


P e d r o 22/04/2011minha estante
:O


Edu 12/10/2011minha estante
Vou confiar nas suas palavras e vou pôr esse livro na minha lista de "Não vou ler"!
O filme me assustou, na época de lançamento.
Imagina o livro!


Kah 17/11/2011minha estante
sério, gente. Esses dias eu pensei: 'puxa, como eu fui exagerada, certamente não era tão ruim...' aí fui dar uma olhadinha na versão original em inglês... depois de algumas páginas já larguei, porque era até mais assustador que em português. LOL


Breno 16/12/2012minha estante
que medo desse livro e.e


Lucas 01/07/2013minha estante
A cada comentário me da mais vontade de ler ele. Alguém tem para trocar? :D


Marcus 16/07/2013minha estante
E eu querendo ter esse livro em versão física D: Eu sou tão fissurado com essa história que acabei lendo uma versão que encontrei na internet mesmo. E o legal é que o cara colocou as imagens do filme pra ilustrar. Muita gente vai dizer que o livro é muito superior ao filme e tal, mas eu, sinceramente, fico na dúvida. Enquanto lia, fui relembrando da imagem da Regan toda acabada do filme, o que pra mim deixou o livro MUITO MAIS LEGAL e MUITO MAIS ASSUSTADOR. Sei lá, talvez seja algo pessoal com a história, mas acho que o filme é digno do livro e o livro é digno de filme :)


Aline Stechitti 16/10/2013minha estante
Como assim vc jogou um livro fora???? Cê tem problema filho??


Kah 16/10/2013minha estante
Pois é, Aline, isso se chama: "coisa ruim a mais e desnecessária que não preciso na minha vida/casa".


Aline Bitencourt 19/10/2015minha estante
Ai gente, já faz uns dois meses que eu comprei e agora que comecei a ler... ainda estou bem no começo, não aconteceu nada muito arrepiante. Mas acho que quando terminar (se terminar, rs) também vou dar um jeito de dar um fim nele...kkk.


Miguel Ângelo 19/11/2015minha estante
Eu achava que só eu tinha ficado sem dormir por causa desse livro, mas agora vi que não fui o único. Eu me lembro de ter lido em algum lugar que na época em que o filme foi lançado houve uma certa histeria coletiva e muita gente começou a procurar a igreja pensando que estava possuída. Depois de ler o livro eu entendi porque isso aconteceu, pois é realmente assutador!
Vi comentários abaixo dizendo que o livro é mais do que uma história de terror e eu concordo. A obra traz questionamentos interessantes como o embate entre fé e ceticismo, religião e ciência, a existência do bem e do mal e por que eles existem, entre outras questões bem analisadas no comentário do usuário João Vitor Gallo. Em uma entrevista no aniversário de 40 anos do filme o diretor, William Friedkin, disse que nunca dirigiu o filme pensando nele como uma história de terror. O autor do livro concordou e disse que não escreveu o livro como um conto de terror. Não sei se vi isso em uma entrevista ou em outro lugar, mas até onde sei William P. Blatty inicialmente tinha a intenção de escrever a obra como um relato do caso real que inspirou "O exorcista". Contudo, por não ter conseguido acesso a todos os fatos ocorridos ele resolveu escrever uma ficção.

De qualquer forma, o resultado é tremendamente assustador, independentemente de ter sido escrito como um terror ou não. No primeiro dia de leitura eu mal consegui dormir e nos outros dias eu pensava no livro quase o tempo todo, foi meio traumatizante mesmo hehehe.
Eu recomendo o livro para quem procura algo assustador, mas que vai além do horror gratuito, que te faz pensar e refletir.
Ainda não vi o filme por falta de coragem, mas acabei lendo livro porque achei que seria "mais leve". Digo que me enganei redondamente, pois a leitura parece ser tão traumatizante quanto o filme. Não me arrependo de ter lido "O exorcista", mas não o indico para quem é facilmente impressionável como eu.
Link para a entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=VWFwgCuWfhY


Ludwig.Lima 28/02/2016minha estante
aff, dava ele pra mim


Bruna 20/11/2018minha estante
Fiquei sem dormir pelo filme e pelo livro. Ainda fiz a merda de assistir o filme primeiro... impossível não lembrar daquela cara clássica durante a leitura!


sputnikvik 07/04/2019minha estante
O começo do seu comentário fez me lembrar da cena de Friends em que o Joey decide ler Cujo de Stephen King, mas de tanto medo decide colocá-lo na geladeira. HAHAHAHAHAHA




João Vitor Gallo 20/02/2015

Dúvidas, escolhas e humanidade.
Não senti “medo”, como muitas pessoas acabam descrevendo sua experiência com esse livro. Acho que se alguém pedir para os leitores definirem o livro em apenas uma palavra, boa parte deles o definira exatamente usando essa ou uma outra muito similar. Outros, talvez, procurassem definir o livro escolhendo “dúvida”, algo que permeia toda essa história e faz mais sentido para mim e talvez me decidisse por ela, mas eu também, possivelmente, optasse pela palavra “escolha”, no decorrer do texto fica claro do motivo da minha inclinação por essas palavras para definir esse excelente livro de William Peter Blatty, cuja adaptação cinematográfica se tornou icônica.

O livro não me causou medo como disse, mas me deu aquela sensação de estranheza, de desconforto, em parte por conta de algumas descrições e passagens que causam certo asco, mas também muito por conta da angustia dos personagens, como a mãe que não sabe o que fazer com a filha ou mesmo o que está acontecendo com ela, do padre que tem crises de fé ou mesmo do empregado que guarda um segredo, todos eles tomados pela culpa. Além desses vale destacar o padre Merrin que “sente” o seu destino chegar – fica claro desde as primeiras páginas – e se prepara para sua últimabatalha de fé. E todos esses personagens de uma forma ou de outra, e em diferentes níveis, sentem a mesma coisa: solidão.

O livro para muitos é quase uma batalha entre fé e ceticismo, entre religião e ciência, o que até pode ser visto desse modo e não seria uma visão equivocada, mas o livro vai além disso. Para mim é a batalha, não do bem contra o mal, mas do homem contra ele mesmo, a batalha pela sua fé, por forças para seguir adiante, para tentar entender o desconhecido, a luta por tentar ajudar uma pessoa mesmo sem saber como, luta pela verdade, luta contra seus medos, contra suas dúvidas, luta pela força da certeza. A questão da ciência – que tudo pode ter uma explicação, algumas delas que deixariam o Padre Quevedo orgulhoso – é mais intensificada com uma afirmação dita no livro de que o demônio sempre vai fazer de tudo para provar que não está possuindo a pessoa, vai confundir, testar a fé e o psicológico de todos, misturar mentiras com verdades, e deixa o leitor a todo momento pensando se é de fato uma possessão ou uma sugestão. Interessante como a dúvida dos personagens se transporta também ao leitor.

Outra questão em que fiquei pensando após terminar o livro e acho que todos pelo menos um dia em suas vidas já pensaram nisso, era sobre a existência do mal. Qual é a sua finalidade? É um teste de fé? É uma prova de valor? O padre Merrin, a certa altura discute essa questão com o padre Karras: “Acredito que o objetivo é fazer com que nos desesperemos, que rejeitemos nossa humanidade, Damien: que vejamos a nós mesmos como bestas, maus e podres; deploráveis; horrorosos, indignos. E talvez aí esteja o cerne da questão: na indignidade. Porque eu acho que a crença em Deus não é uma questão de razão; acredito que é, no fundo, uma questão de amor: de aceitarmos a possibilidade de que Deus possa nos amar.”

Já vi muita gente que se pergunta da causa de Deus permitir a existência do diabo. A história bíblica em torno dele é rodeada pelo tema escolha, e é só através da escolha é que podemos mostrar algum valor. Seria então esse o nascimento da virtude? Seria o diabo em si a própria prova da fé de Deus na humanidade? Lembra-me do conceito doyin e yang, onde há um pouco de bem no mal e um pouco de mal no bem, eles se mesclam às vezes e não são um conceito tão fixo e imutável como muitos pensam. O mal seria então a condição necessária para a existência do bem, um dependendo do outro para existir, e tendo como finalidade o livre-arbítrio para discernir e escolher entre o certo e errado. Deus estaria acima disso, o bem e mal residem na escolha, e o poder da escolha reside no próprio homem.

Enfim, além de ser um grande livro de suspense também é um livro que nos faz refletir bastante, tem uma grande carga filosófica que gera muitos questionamentos, é um desses livros que não terminam após você fechá-lo ao concluir a leitura, ele ainda continua reverberando, ecoando, vibrando, ainda vivo, gerando e alimentando pensamentos e indagações. Estejam avisados, no entanto, não se enganem ao pensar que é um livro puramente de terror, assim como é o filme, ou que o livro é sobre possessão, antes de tudo o livro é sobre humanidade.


site: https://focoderesistencia.wordpress.com/2015/05/13/duvidas-escolhas-e-humanidade-critica-do-livro-o-exorcista/
Mi 21/02/2015minha estante
Deu até vontade de ler, rs.


Mari 30/04/2015minha estante
Meu deus, é a resenha mais perfeita ever! Eu ainda não terminei o livro, mas é exatamente esse meu sentimento: Não tenho medo, só sinto pesar pelos personagens, cujos sofrimentos nao parecem ter solução. É realmente uma história sobre humanidade.


Hugo 29/09/2015minha estante
Finalmente um comentário sóbrio, tive a mesma sensação ao ler.


João Vitor Gallo 23/10/2015minha estante
Acho que a sensação de medo que muita gente sente ao ler o livro esteja atrelada a experiência de assistir o filme previamente, filme que criou toda uma aura sobrenatural em torno de si, tanto da questão de ser levemente inspirado em um caso real, o que já coloca um cagaço na maioria, quanto da repetição de ser um dos, se não o maior, filme de terror de todos os tempos, e com razão, pq é excelente, o que deixa as pessoas já apreensivas com o livro, ou seja, o medo é anterior à leitura. Mas o livro em si é bem mais complexo e com uma abordagem bem diferente do filme, que é voltada mais pro sobrenatural, porém ambos vão muito bem no que se propuseram a explorar da história.


Karolaine Fontes M. 03/01/2019minha estante
Ah! Que alegria ler um comentário digno do livro, amei.




Li 22/10/2010

ESSE é um livro de terror! Passei semanas sem dormir por causa dele e nunca mais quis chegar perto, só li uma vez, e tenho trechos inteiros gravados na memória como se tivesse lido 1000 vezes! rs
Quem já viu o filme e achou um terrozão, nem se habilite a ler... é muito, mais muito, muito, muito pior! Na verdade, eu vi o filme e achei bobinho...
Recomendo aos amantes de livros bem escritos e que aguentem uma dose cavalar de choque e medo! \o/
Alessandra 10/08/2011minha estante
Me deixou com vontade de ler! Vou providenciar o mais rápido possível *-*


Edu 12/10/2011minha estante
Já fiquei com medo!


Vivianne 22/04/2014minha estante
Li esse livro quando tinha 14 anos e foi apavorante, mas quando assisti ao filme não senti medo...O livro é muito melhor. Tenho vontade de reler para saber se o pavor depois de tantos anos se repetirá.




Patrícia 01/07/2009

Primeiro leia o livro e depois vá assistir aquele "filmezinho de horror".
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Lilith 09/07/2009

Apesar de não querer reler nunca mais, o livro é ótimo.
Ele cumpre o que promete. ATERRORIZAR!
Fiquei semanas dormindo mal, sempre que o sono vinha minha imaginação fértil ouvia uma musiquinha infernal.
Cruz credo magalô três vezes!
Jessie 16/09/2014minha estante
eu comprei o meu pela internet ontem




Manu 13/05/2009

Não sei se foi por já ter visto o filme mais de uma vez antes de ler o livro, só sei que a cada página tudo ficava aterrorizante em dobro porque as cenas do filme ficavam passando pela minha cabeça. E ele foi incrivelmente fiel ao livro. Céus, muito bom e muito assustador. Dois dias de leitura, dois dias sem conseguir dormir, sério. E eu pensando "quanto mais rápido eu terminar, mais cedo eu vou conseguir deitar na cama em paz sem pensar que ela pode se sacudir no meio da noite".
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Lucas 15/11/2014

Dos ceticos...
Peguei este livro com um ceticismo quase debochado, comprei na banca por quase 30 reais, dando de ombros e sorrindo. Porque já vi o filme tantas vezes, aquele mesmo do qual no auge do meu ateísmo (do qual ainda sou), me fazia rir da personagem com seus ataques.
Comecei a ler no mesmo dia, antes de dormir, porque afinal, pra que serve um livro de terror se não pra dá pesadelos? Fui até a página 108 porque no fim eu já não aguentava por aquele dia, terminei-o no outro dia, com mal-estar na ponta do estomago, com uma enorme vontade de não ter continuado a leitura.
Mas não, não pense que foi por medo do demônio, por medo do castigo que Deus me daria por ser ateu, foi sim por ver toda a dor e desconstrução dos personagens do qual eu me acostumei nas primeiras 50 páginas.
Não foi nem tanto por Regan, foi por Karras, foi por Chris.
Karras pela sua falta de fé. Aquela mesma que eu perdi durante a minha jornada de vida. Vi-me no personagem.
Chris pela sua dor. Enquanto ela sofria eu sofria junto. Dor de mãe é tão forte quanto à própria morte.
No fim do livro a única coisa que pensava era: “Não sei se Deus existe, mas o demônio..."
thi 16/04/2015minha estante
como é q vc pode falar uma coisa dessas?
No fim do livro a única coisa que pensava era: ?Não sei se Deus existe, mas o demônio..."
vc acredita em quem quer t destruir mas não em seu criador?


Lucas 18/08/2015minha estante
Criador? Por isso cada um acredita no que quiser, não é mesmo?




spoiler visualizar
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Jefferson Pessôa 24/03/2014

Quando se cria muita expectativa em um livro, é bastante fácil se decepcionar. Foi o que aconteceu comigo ao ler O Exorcista, mas nem por isso digo que o livro é ruim, por que não é, muito pelo contrário. É extremamente bom, pra falar a verdade! O que me decepcionou foi que todos que leram e me falaram sobre, usavam "assustador", "aterrorizante" e outros sinônimos para descrevê-lo, porém não vi nada disso. Em contraponto, muitas partes são bastante pesadas, e só quem tiver estômago forte vai conseguir aguentar (cenas das quais não posso dizer nada sem dar spoilers).

No entanto o que mais me chamou a atenção é a rica informação (mesmo que superficial) sobre possessão (seja "real" ou por sugestão), paranormalidade e muitas citações de cunho psicológico e neurológico. Pra quem gosta desse tipo de assunto, como eu, o livro os aborda de forma sucinta mas bem instigante.

No mais, está em um local de honra na minha prateleira.
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Luis Milanese 12/04/2009

Clássicos
Seja no filme, seja no livro, essa história é fundamental para amantes de terror e suspense. O livro, como sempre, traz muito mais detalhes, em uma escrita muito cativante.
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Rafael Michalski 25/07/2012

Twisted Nails Of Faith...
"Quanto mais cedo eu terminar de ler esse livro mais cedo poderei dormir em paz" foi um dos meus pensamentos ao ler o Exorcista, isso há bastante tempo enquanto eu ainda era novo como leitor e começava a me apaixonar pelo terror. Passei noites imaginando Regan nos cantos escuros do meu quarto ou como um caranguejo andando pelo teto, isso o tornou um dos meus livros favoritos. William Peter Blatty conseguiu criar um clássico do terror, por mais que o leitor já tenha visto o filme e saiba o que vai acontecer a atmosfera da história é envolvente e o livro satisfaz de uma maneira que a versão cinematográfica não consegue.
O livro atrai por tratar de um tema tão intrigante para todos, a possessão demoníaca, é um campo bastante inexplorado e inquietador pois não há provas de que seja real porém também não existem provas de que não seja real. Ideologias à parte o livro trata sobre a eterna batalha entre o bem e o mal, o nosso papel num mundo onde o mal e a corrupção dominam, a moralidade e principalmente a Fé. o torna a história magnífica e inesquecível não é o exorcismo em si mas sim as reflexões sobre a condição humana, o dever e a fé e a vontade de fazer deste um mundo melhor apesar dos sacrifícios exigidos.
Em o Exorcista somos apresentados ao mundo íntimo e acolhedor de Chris McNeill e sua filha Regan. Chris é uma atriz de cinema famosa e uma mãe dedicada porém devido a seu trabalho a atenção que despensa a Regan é relativamente pouca e sua participação no dia-adia da casa é menor ainda, de modo que quando as coisas começam a acontecer já é um pouco tarde quando ela nota. Regan é uma garotinha doce e inocente e ao passar das páginas vemos sua transformação tanto psicológica como física acontecer, nada de sorrisos doces e educação agora, possuída ela se transforma em um monstro com a língua suja...
No começo Chris ao notar as mudanças na personalidade da filha pensou tratar-se de problemas psicológicos e a levou a todo especialista que lhe indicaram, é um desfile de médicos e consultas desconfortáveis para ela e Regan. Nenhum dos exames deu resultado algum, teoricamente sua filha está saudável mas piorando a olhos vistos. Doenças são levantadas e descartadas, num misto de incompetência e descrença na ciência. Quando tudo o mais falha e Chris cansa de ver sua filha ficar a cada dia mais atormentada ela busca auxilio da Igreja, que aparece na figura do Padre Damien Karras. Porém mortes começam a ocorrer e surge o Detetive Kinderman, um judeu que insiste em não acreditar nas histórias que o Padre Karras conta.
Depois de certificada a possessão como sendo real o exorcismo começa. Tudo a seguir ocorre muito rápido e de uma forma assustadora que não dá para tirar os olhos das páginas, o melhor barulho assusta os nervos a flor da pele. E um desfecho totalmente fulminante e inesperado acontece...
Eder 19/07/2012minha estante
Eu não sei você, mas eu li um exemplar todo arrebentado lá da Biblioteca de Carambeí. Hahaha.
Eu li sem ter visto o filme e lembro que sentia medo mais da capa do que da história em si. Hehe.
Foi um dos últimos livros que me atemorizaram...




Erika Oliveira 02/09/2013

Por mais por incrível que o livro pareça fiquei muito apavorada em ler este livro. É melhor livro de terror, sem duvida nenhum.
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Junior 13/04/2016

Possuído pela narrativa
Genteeeeeeeee. Para tudo.
Que livro é esse. Pq não li antes ??¿¿
Bom, vamos por etapas : O livro narra a história da doce Regan. Uma menina carinhosa e amada pela mãe, que a propósito é uma atriz super renomada.
Em um dia qualquer, Regan começa a ter comportamentos fora do normal, agindo de uma maneira desconhecida.
Ao que tudo indica, Regan está possuída.
Isso mesmo. Possuída.
Não é surpresa para ninguém, que já sabe a premissa do livro.
A narrativa gira em torno dessa " Suposta " possessão. Que chocou e choca até hoje.

Vamos falar sobre a narrativa ?
Se você gosta de algo que explora o pior lado do ser Humano. Continue no caminho. O Exorcista vai aprofundar nesse lado negro do ser humano
Eu adorei kkkk

Sem contar as cenas detalhadas de profanação.
Difícil Ler esse livro e não sentir nada. Pois o modo como o autor detalha a história é bem CHOCANTE.
Ler O exorcista foi difícil. Até pq sou uma pessoa que acredita em Deus.
E o livro te faz questionar a fé.

Super recomendo.
Só não leia de madrugada
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Fábio 21/10/2014

Ciência, religião e drama existencial em "O Exorcista"
Entre os maiores mistérios existenciais da espécie humana, um dos mais aterradores, juntamente com o drama da própria morte, é a existência do Mal; não um mal metafórico, figurativo, ou ancorado em princípios éticos de comportamento, mas o Mal palpável, demoníaco, referente à existência do Diabo, do Inferno e de sua influência perniciosa e destrutiva sobre o ser humano. Tal perspectiva, que não deixa de estar intrinsecamente ligada a religião, sempre sofreu intervenções por parte da ciência e, em particular, da medicina, como se uma delas tivesse o poder de anular ou descartar inteiramente a outra.
Baseando-se com maestria nesse conflito entre fé e ciência relativamente à demonologia, William Peter Blatty construiu um dos mais perturbadores e célebres romances de terror de todos os tempos: O Exorcista, êxito que se repetiu na adaptação cinematográfica realizada logo após seu lançamento.
Em resumo, trata-se da história de Chris McNeil, uma atriz e mãe de uma garota pré-adolescente que passa a manifestar um comportamento bizarro e violento, inexplicavelmente. A princípio, a garota (Regan) é submetida a uma extenuante série de exames alguns deles bastante invasivos a fim de se diagnosticar a causa de seus problemas aparentemente psicológicos. Contudo, após todos os exames, onde fica claro que ela não tem nenhum problema mental, e ao passo que a situação ainda assim se agrava cada vez mais, resta apenas recorrer a um meio alternativo: um exorcismo.
A partir de então, obra de Blatty desenvolve-se por meio da alternância entre a visão científica para o exorcismo (através do termo autossugestão) e a perspectiva da Igreja, a qual ainda crê na sua eficácia, mas exige comprovação de que os supostos endemoninhados não são apenas portadores de desvios psicológicos. Para promover essa visão dual sobre o exorcismo, Blatty apresenta Damien Karras, um padre e psiquiatra que está sofrendo de uma crise de falta de fé, acentuada com a morte recente da mãe. Caberá a ele a árdua missão de desvendar e lidar com a força maligna que está possuindo Regan.
Os personagens de Blatty, com ênfase em Chris e Karras, são multidimensionais, abordados em suas diversas facetas psicológicas, o que por si só situa o livro num patamar muito mais elevado do que o de mero horror. A história possui a densidade necessária para sugar o leitor a um universo de dúvidas quanto ao que acreditar. Os próprios conflitos existenciais de Karras e suas numerosas dúvidas entre a fé e a ciência o tornam um personagem genuinamente humano, no sentido mais simplista e limitado da palavra. Ele, sendo um clérigo, deveria exercer mais fé na sua crença, enquanto, por sua vez, sendo psiquiatra, poderia crer na medicina e na ciência como um todo de modo a corroborar seus princípios. Entretanto, o que vemos é um ser atormentado pelo vácuo da sua própria vida, fragilizado pelas perdas e que, num último esforço de se provar capaz, encara a pequena Regan como o desafio que pode, ainda que inconscientemente, redimi-lo e fazê-lo restituir sua própria fé, o que será alcançado com o auxílio de outro personagem, não menos importante: o ancião padre Merrin. Este ganha destaque já no final do livro, mas sua participação no desenlace da história é crucial.
Longe de ser uma obra rasa de horror sobrenatural ou, como alguns pensam, um livro apológico sobre cultos demoníacos, O Exorcista é, antes de tudo, uma perturbadora viagem psicológica nos labirintos do bem e do mal, da ciência e da religião e suas ambiguidades. Há, sim, uma história sobrenatural aterradora, perversa, bem como detalhadas informações sobre cultos satânicos (com destaque na Missa Negra), possessões, exorcismos e sobre o demônio abordado na obra: Pazuzu.
Uma história de terror profunda, mas, ao mesmo tempo, escrita com simplicidade, sem floreios nem pedantismo, aliada a uma grande riqueza de detalhes informativos, tudo isso contribui para fazer de O Exorcista um livro essencial aos amantes de obras inteligentes, independentemente do gênero.


site: http://metamorfosedaleitura.blogspot.com.br/2014/10/ciencia-religiao-e-duvida-existencial.html
Paula 26/04/2015minha estante
F.O.D.A.S.T.I.C.A é como posso descrever sua resenha.




Morrigan 04/01/2009

O verdadeiro terror está no papel...
Como se ser melhor do que o filme não fosse o bastante, é mais assustador.
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