Todo Garoto Tem

Todo Garoto Tem Meg Cabot




Resenhas - Todo Garoto Tem


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Natália 10/01/2017

Resenha postada no @leiolivros

Mais uma vez Meg Cabot provou ser a rainha do chick-lit. Não tem um livro dela (a não ser talvez Abandon) que não me deixe presa a história e me faça rir alto ou dar aquele sorrisinho nervoso, e dessa vez não foi diferente!⠀

"Todo Garoto Tem" é um livro montado em um formato diferente, a história é contada em forma de e-mails e entradas em um diário de viagem e um palm top. Acompanhamos Jane Harris, uma cartunista, em sua viagem pela Itália para o casamento secreto de sua melhor amiga Holly. Jane não podia estar mais ansiosa para passar uma semana na casa do tia de sua amiga, se não fosse por Cal, o melhor amigo do noivo que parece ter um ódio recíproco por ela. Os dois brigam constantemente, mas de repente se veem tendo que trabalhar juntos para salvar um casamento e realizar o sonho de seus amigos.⠀

Vamos começar com o óbvio: os personagens são hilários. Jane é a artista teimosa super atualizada com o mundo pop que escreve tudo o que pensa, incluindo o que não devia, vide "Anexo Grande". É fácil se identificar com alguns de seus pensamentos e imaginar o que faria no lugar dela (e as referências dela são tudo!). Já Cal é o jornalista intelectual (sexy e bonitão) preocupado com o mundo e que não acredita no casamento, porque o seu próprio falhou. Ele escreve um pouco do que acontece em seu palm top e é cômico ver como ele começa a se revelar e quebrar sua imagem séria.⠀

Meg, com esse formato de escrita, faz a leitura fluir rapidamente e um livro de quase 400 páginas se torna uma leitura de um dia. Mal posso esperar para ler os outros dois livros dessa série e simplesmente relaxar com histórias divertidas. "Todo Garoto Tem" é o típico livro Cabot que merece ser lido por qualquer fã de chick-lit!⠀

site: https://www.instagram.com/p/BPFrP_pDH3N/?taken-by=leiolivros
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Tracinhas 27/07/2016

por Juliana Arruda
Quando eu penso que a Meg não poderia me fazer rir mais em seus chick-lits, ela realmente se supera. Todo garoto tem é uma daquelas histórias que faz com que os leitores gargalhem e sonhem acordados para encontrar um cara tão perfeito quanto Cal.

Aqui, logo de início, nos deparamos com a Jane Harris esperando a sua melhor amiga, Holly, em um aeroporto. Ao que aparenta, Holly vai fugir para a Itália para se casar com o Mark, e precisa da Jane para ser a sua dama de companhia. Jane, claro, não pode deixar de apoiar a sua amiga, e decide ir para a Itália (primeira vez em uma viagem ao exterior: yupeeee!).

O caso é que assim como a Holly, Mark decide contar com o seu melhor amigo, Cal, para que seja o seu padrinho de casamento. Então quando Cal e Jane se conhecem, é ódio a primeira vista.

Cal é um jornalista internacional que passou os últimos anos frequentando campos de guerra; Jane é uma cartunista completamente maluca e muito criativa. Eles não têm nada em comum, exceto adorar provocar um ao outro. Quando Holly e Mark pensam que não podem mais se casar, Cal e Jane se unem em prol de um bem maior. O que eles não esperavam era baixar a retaguarda e se entregar ao sentimento que crescia entre os dois (e acredite, não era mais ódio).

O livro é engraçado, divertido e muito dinâmico. Ainda através de e-mails e anotações, Meg consegue fazer com que a história seja rica e envolvente.

Seria demais pra que ela continuasse esse tipo de chik-lit?

site: http://jatracei.com/post/147933674372/resenha-194-todo-garoto-tem
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Fernanda 04/09/2015

Essa é uma daquelas histórias intrigantes e especiais que começam do jeitinho que todos nós gostamos: duas pessoas se estranham absurdamente, não indo com a cara uma da outra, e os amigos deles querem que eles se tornem um casal. Eles acabam sendo obrigados a viajar com os dois amigos para um casamento meio que escondido, e ao longo da viagem, eles são submetidos a fazer coisas juntos, ainda que contra a vontade. Ao longo de suas aventuras perambulando por lugares lindos e históricos, eles acabam se apaixonando mais do que todo mundo, e acabam não conseguindo negar esse amor.
Meg Cabot tem o dom para escrever romances suaves e viciantes, esta é uma das histórias que mais me surpreendeu, porque a princípio, achei que os personagens principais eram o casal que estava fugindo, mas se revelou ao contrário. Muito bom este livro.
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Juliana 05/02/2015

A linha entre o ódio e o amor é muito tênue
AHhhhhhhh livro típico de Meg e o título que coloquei na resenha resume bem a história. Holly e Mark estão fugindo para se casar, pelo que entendi, num fim de mundo, mas muito bonito na Itália. Agora a pergunta por que? A resposta Família que não aceita as diferenças, do que não contarei, mas a família do noivo tem um aliado Carl que não acredita em casamentos e que o amor é puramente hormônio, e é o companheiro de viagem e padrinho do enlace secreto.Porém, temos Jane que lutou contra todas as adversidades e ainda conseguiu fazer um cético acreditar no amor.
Destaque no livro: Carl e Jane escrevem seus pontos de vistas num palm e num diários de viagem respectivamente, e acho que isso só faz aumentar o nosso conhecimento pelos personagens.
Recomendo a leitura!!
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Larissa 01/07/2014

Um coração (talvez)
Eu, particularmente, AMO esse livro. Dentre todos os livros de Meg Cabot que eu já li, esse, com certeza, é o meu favorito. Jane é uma personagem leve e divertida, com a qual é fácil se identificar. Escrito em uma forma original, mostrando o conteúdo em mensagens de texto e e-mails, o livro, como diz a capa, se torna um conto de fadas moderno, sem ser pedante.Os pontos fortes da história (pelo menos, pra mim) são a relação de amizade entre Jane e Holly, e como os personagens se aproximam da vida real, mostrando um "mocinho" que não é perfeito e poderia ser encontrado pelas ruas (se você procurar com bastante afinco haha) saindo do esteriótipo de homens ideais muitas vezes utilizado por diversos autores, incluindo a própria Meg. É um livro que recomendo, sendo perfeito para viagens e férias!
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Fahh Barbosa 07/06/2014

Um conto de fadas diferente
Quando iniciei minha leitura,fiquei descontente por ser entediante e ter um único foco "o cara do celular", mas diferente disso o meio começou ser descontraído e divertido,ela começou a ser maluca e a salvadora da pátria,no entanto o final foi simples e esperado o que realmente tirou totalmente a graça.

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Bianca 03/06/2014

Para mais resenhas, acesse: lendocomabianca.blogspot.com
Holly Caputo e Mark Levine estão fugindo para se casarem em segredo na Itália, longe dos Estados Unidos e longe da família, pois a religião de ambas são totalmente diferentes (uma é católica e a outra judia).

Os amigos do casal, Jane Harris e Cal Lagdon se conhecem através de Holly e Mark. É ódio á primeira vista, Jane é uma cartunista de uma história em quadrinhos super famosa, a Wondercat, já Cal é um jornalista de renome que tem um livro publicado e que está em segundo na lista de mais vendidos. Mas o que mais intriga Jane em relação ao Cal é o fato de ele não acreditar em amor e não querer que seu melhor amigo (Mark) se case.

Jane se vê sem saída quando as papeladas do casamento está á um fio de dar errado, ela então tem um plano, só que irá precisar de Cal para executá-lo, será que eles irão deixar as brigas de lado e se juntarem para ajudar os amigos? Á muitas intrigas entre eles durante esse tempo, eles acabam brigando até via e-mail e isso pode render boas risadas aos leitores.


O livro é narrado de diversas formas, Jane resolveu fazer um Diário de Viagem contando tudo o que acontece detalhadamente para o casal nunca se esquecer de como foi o maravilhoso casamento. Já Cal escreve através de seu Palmtop. Além disso vários e-mails são trocados durante a história, cardápios e notas de compras também estão inclusos no livro, o que o deixou mais interessante e fácil de se ler.

Porém, eu esperava muito mais de "Todo Garoto Tem". Adoro Meg Cabot, mas ela me decepcionou no quesito previsível. O leitor já tem uma noção do que vai acontecer no final do livro lendo apenas algumas páginas.

Outro ponto negativo é o fato de a história ser enrolada e parada. O livro todo é de um personagem reclamando do outro e isso me irritou ao extremo.

Os personagens também não me convenceram nenhum pouco.

A capa está bem caprichada com um desenho que parece ter sido feito á mão. As folhas são brancas mas grossas, com espaçamento e fontes grandes.

Ao todo, o livro foi decepcionante, mas não vou desistir de ler livros da Meg e ressalto aqui, eu não gostei da história, mas não deixe de ler, pra mim pode ter sido ruim mas para você pode se tornar a leitura favorita.

site: http://lendocomabianca.blogspot.com
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Vics 31/01/2014

Eu particularmente sou apaixonada pelos livros da Meg Cabot e acho que muitas pessoas vão concordar que ela se superou em escrever esse. Escrever um livro por meio de "e-mails" e notas de diário e conseguir passar a emoção que os protagonistas então sentindo, na minha opinião é algo incrível. Me apaixonei pelo livro, ainda mais quando descobri o que é que "Todo garoto tem". Se tiver a oportunidade de ler este livro, leia, não vai se arrepender. Afinal toda garota um dia já pensou o quão divertido poderia ser fugir para fazer algo escondido, esse livro vai te mostrar o quanto incrível foi para a Jane Harris, que ajudou sua melhor amiga a fugir para tentar se casar na Itália.
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Sonambulismo Li 10/12/2013

Resenha
Quem nunca ouviu falar de Meg Cabot? Ou até mesmo de Patrícia Cabot ou seu pseudonimo Jenny Carroll? Seu nome mesmo é Meggin Patricia Cabot.

Estou falando um pouco da autora, pois sou muito fã. Adoro seus livros, mas isso não vem ao caso no momento.

O que vem ao caso é: Todo Garoto Tem.

Já viram um livro começar com duas passagens de avião e duas notinhas de compras do free shop de um aeroporto?

Este começa e deixa eu contar uma coisa...

A notinha da personagem principal, Jane, me fez rir.

Quando você consegue rir de algo assim, dá para perceber que o resto do livro será uma comédia.

Não me decepcionei.

Até devo tê-lo lido umas 3 ou 4 vezes.

É um livro bem leve e divertido. Foi escrito num formato nada comum. Uma espécie de diário, várias mensagens de texto, e-mails e até bilhetinhos de papel! Não é uma leitura difícil, muito pelo contrário, é bem dinâmica.

Jane é uma cartunista, possui um gato com um temperamento meio difícil, tem uma mãe fofoqueira e um pai ímã para desastres.

Cal é um jornalista, escritor, muito racional e nada romântico.

Cal: ''Você sabe que o amor não passa de uma reação química no cérebro causada por um pico de feniletilamina, não sabe?''
Eu: (confusa) ''Você está dizendo que Holly e o Mark não se amam de verdade? Que está tudo na cabeça deles?''
Cal: ''Estou dizendo que ninguém ama ninguém. As pessoas se atraem umas às outras e formam pares devido ao nosso instinto de reprodução. Mas essa atração não dura muito. Assim como acontece com todas as drogas, o corpo desenvolve tolerância à feniletilamina e, no fim, a atração que um dia você sentiu pelo seu parceiro diminui. É tudo perfeitamente natural. É possível obter a mesma quantidade de feniletilamina, um estimulante a que a mente anseia, tanto ingerindo grandes quantidades de chocolate quanto, abre aspas, se apaixonando, fecha aspas.''

Depois que li esse livro entendi o porquê de gostar tanto de chocolate. E o motivo pelo qual muitas pessoas se separam quando um tempo antes podiam fazer juras de amor eterno e dar a vida pela pessoa amada.

Claro que nem eu, nem a Jane concordamos com Cal, apesar de o que ter dito ter algo de verdadeiro.

Minha mãe me falou uma vez que o amor é como uma plantinha, precisa de muito carinho e cuidados, senão murcha e morre. Muita gente não sabe cuidar dessas plantinhas, desse amor, por isso que não vai para frente, mas isso não quer dizer que não possa durar uma vida toda, pois é claro que pode! Só é um pouco difícil...

Holly e Mark são os melhores amigos de Jane e Cal, respectivamente. Eles são de religiões diferentes e estão fugindo para a Itália a fim de se casarem, pois a família não aprova.

Nosso casal principal possui uma missão: fazer este casamento acontecer!

São os padrinhos e parece que tudo começa a dar errado, impossibilitando que os pombinhos casem. Logo passam bastante tempo juntos resolvendo os problemas.

Mesmo que o padrinho, Cal Langdon, seja tão cético e não queira que seu melhor amigo caia na cilada do casamento, Jane consegue de alguma forma fazê-lo ajudar a dar certo, mesmo que não queira e tenha má vontade.

''Não POSSO permitir que aquele homem destrua a única relação romântica verdadeiramente sólida que restou no universo... bom, tirando a da minha mãe e do meu pai, mas, eca, não quero pensar nisso agora.''

Não posso contar mais da história, apesar de ser um romance água com açúcar é realmente divertido e cheio de acontecimentos. Você ri tanto que até sai lágrimas.

Todo Garoto Tem é perfeito para uma tarde ociosa. É realmente divertido e não tem como não pensar nas personagens e nos acontecimentos com um sentimento de carinho e de choque por ter lido mesmo aquilo, que se transforma em risadas. Os adjetivos que eles se dão são uma verdadeira comédia.

''...será que ela poderia mesmo, a sério, achar, por um minuto que fosse, que eu poderia gostar deste Senhor Nada-Pode-Se-Intrometer-Entre-Mim-E-O-Meu-Blackberry?''

''Ah, se o Nazista do Descanso de Braço pelo menos pudesse AFASTAR O COTOVELO...''

''Cal Langdon = Cria de Satanás.''

Mark: ''Você não gostou dela.''
Cal: ''Não disse isso. Só disse que ela parece inofensiva. Assim como uma sucuri parece inofensiva quando está enrolada em um galho de árvore três metros acima da sua cabeça.''

Perceberam como Jane ama Cal Langdon? E não posso dizer que ele a ama, pois não acredita muito nesta palavra.

A capa é fofinha, as letras mudam de acordo com o meio em que foi escrito (ex: diário, e-mail, bilhetes) e o resto da diagramação é perfeita também.

Para ler mais resenhas acesse:

site: http://sonambulismoliterario.blogspot.com.br/
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Gessyca 09/10/2013

Todo Garoto Tem
O livro se passa num lugar lindo a ITÁLIA,o livro é bem curto, rápido e fácil.O livro você faz você se apaixonar pelos personagens, pelos lugares e etc.O livro conta a história de um casal que vai viajar para a Itália para se casar escondido e a noiva leva sua melhor amiga e o noivo leva seu melhor amigo para eles serem os padrinhos, eles vão para a casa do tio da noiva.A historia é contada por meio de e-mails, mensagens de telefone e um diario de viagem.O livro conta a histo do 4 do momento da partida até a volta deles...
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Mah 14/08/2013

Datalhes inesquesíveis
A parte que eu mais gostei foram os detalhes!
Para mim foi como viajar para a Itália mesmo. É como se tudo estivesse ali no seu alcance: a comida, os conflitos, as personagens e o cenário.
A trama também foi ótima, apesar do final ser um pouquinho previsível.
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Mo' 29/05/2013

Todo garoto tem foi o primeiro livro da Meg Cabot que eu li e, se eu fosse de julgar autor por um único livro, diria que ela é uma das minhas autoras favoritas de toda a vida (não que eu tenha autores favoritos...). A protagonista do livro é Jane, uma cartunista que está prestes a ser madrinha de casamento da melhor amiga numa situação não muito comum; isso porque a melhor amiga e o noivo resolveram fugir pra se casar na Itália. Jane se dá muito mal com o cara que o noivo chama pra ser o padrinho, mas é óbvio que, no decorrer do livro...
Sim, é previsível, mas qual a porcentagem de romances imprevisíveis na literatura? Parece que esse gênero literário, nos EUA, é chamado de chick lit - literatura de mulherzinha, sim. Quer dizer, não é nada sério, mas isso não quer dizer que é ruim, quer? O negócio é que Jane é muito divertida, assim como a história toda. Acho que o humor é uma das características mais marcantes (e uma das melhores características) da escrita da Meg Cabot. E é por isso que, lá vai, eu acho que vale a pena ler Meg.
Tá em dúvida? Comece por Todo garoto tem.

*texto originalmente publicado em www.bloggerdamo.blogspot.com
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Isabella Pina 31/03/2013

Divertido como uma viagem para a Itália!
Meg Cabot é conhecida pelos livros divertidos e incrivelmente engraçados que escreve - e, sem dúvida alguma, TGT é um desses. A história, pra começar, é bem louca, mas que se torna muito plausível na mão da senhorita Cabot: Jane, uma moça solteira, feliz e desenhista de uma famosa tirinha sobre um gato, está prestes a embarcar para a Itália para presenciar o casamento de Holly, sua melhor amiga de toda a vida, e Mark, o noivo dela. Mark, por sua vez, leva seu melhor amigo, Cal, um descrente no amor e no casamento num geral.

Os dois se desentendem imediatamente, pois Jane acha que Holly e Mark são feitos um para o outro, e nada deveria impedi-los de se casar - nem mesmo o melhor amigo do noivo. Com isso, fica claro de ambas as partes que eles não se suportam, mas todos nós, leitores, conseguimos ver uma atração entre os dois bem difícil de passar despercebida. Como já comentei em outra resenha, a grande sacada da Meg é o jeito incrível que ela conta as coisas, das mais comuns às mais loucas.

E nessa história em particular, temos toda a narrativa feita somente em emails, mensagens e relatos no diário de viagem de Jane, o que achei muito legal porque sou fã desse tipo de narrativa (vide Tweet Heart, que é amor e fez com que as coisas fluíssem muito bem na história. Não sei se precisamos de um livro tão grande para contar a história, mas certamente isso fez as coisas ficarem mais divertidas.

Jane é uma ótima protagonista: ela é meio piradinha, ok, mas não tem papas na língua, é uma ótima amiga e faz de tudo para fazer com que esse casamento aconteça. Claro que - e eu tenho que fazer essa observação! - ela é americana, então passa a viagem inteira comparando a Itália com os Estados Unidos, o que, em algumas observações, é meio irritante, porque ela parece ter um pouco daquele problema de achar que seu país é maravilhoso em todos seus requisitos. Mas isso não atrapalha muito na narrativa. Holly, sua melhor amiga, é legazinha. Eu a achei meio sem graça e um pouco infantil, mas dá pra notar que as duas são mesmo próximas, como irmãs.

Mark foi uma fofura inesperada - ou que eu já deveria saber que seria ótimo, porque todo mundo sabe que a Meg cria personagens masculinos como ninguém (e isso foi em parte o que me fez gostar tanto dela, HAHAHA). Mas, ah, como comentar Cal? Ele é um chato, arrogante e descrente no amor. Na verdade, agora que penso, me lembra um pouco o Mr. Darcy, de Orgulho e Preconceito (fãs, não me matem). Mesmo assim, é impossível não dar risada dos diálogos entre ele e Jane, dar risada das situações malucas em que ambos se metem e, claro, não torcer para que fiquem juntos. Sim, ele é uma coisa adorável! (e ainda viaja pelo mundo, gente. Como não amar??)

Todo garoto tem é um ótimo romance da Meg - divertido e fofo na medida certa, com personagens encantadores e cenas engraçadas. Claro que o lugar também ajuda muito - ele se passa na Itália, ALÔ! - e minha vontade de viajar pra lá aumentou mil vezes lendo esse livro. Além disso, adorei o título e, principalmente, o que ele realmente significa.

É um ótimo livro e vai te deixar com um sorriso na cara ao final da leitura :)

P.S.: Ele faz parte de uma série, Garotos, mas não há a necessidade de ler os outros títulos antes desse.
P.S.: Quem mais acha que a Jane iria se dar super bem com a Delilah (Qual seu número?) e com a Tilly (Dizem por aí...)? Seria um trio incrível, HAHA!
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