Darkdawn - As Cinzas da República

Darkdawn - As Cinzas da República Jay Kristoff




Resenhas - Darkdawn - As Cinzas da República


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Amanda @atracaliteraria 31/01/2020

Um bom desfecho
Confesso que estava com medo dessa leitura. Acho que uma das maiores decepções para qualquer leitor, é se apaixonar por uma série e ela desandar no caminho, ou ter um final que não é digno de tudo o que foi criado anteriormente.
Esse não foi o caso de Darkdawn!

A conclusão da trilogia entregou um final decente para Mia Corvere, e também para todos que estiveram ao seu lado durante a trajetória épica criada por Jay Kristoff.
Nem todos vão ter finais felizes, mas essa é a vida, certo?
Mesmo que eu esteja falando sobre uma história fictícia, é essencial que ela se mantenha fiel em alguns aspectos da nossa realidade. Principalmente nos que dizem respeito a vida e morte.

Assim como nos volumes anteriores, Darkdawn apresenta uma história cheia de vingança, lutas, perdas e desenvolvimento pessoal. Não deixando de lado o humor presente em vários momentos (amo o Jay tirando sarro de si mesmo por causa das notas de rodapé) e o romance de tirar o fôlego.
Em resumo, são três livros completos que entregam tudo o que eu amo e espero ler em uma fantasia.

Me senti vazia quando terminei, mas é assim que eu sei que ele cumpriu o seu papel.
Algumas histórias não devem ser prolongadas, e essa é uma delas.
Já estou com saudade do meu pequeno corvo, mas ela e sua história vão permanecer para sempre no meu coração, afinal: "Os livros que amamos nos amam de volta. E assim como nós marcamos a nossa posição nas páginas, as páginas deixam marcas em nós."

site: https://www.instagram.com/atracaliteraria/
Luanariana 13/06/2020minha estante
Terminal agora e nao sei o que fazer da vida sem a putinha assassina




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Nay Botelho | @Umsonhodeleitura 03/05/2020

Caralho
Que trilogia épica, com certeza se tornou um dos meus livros favoritos da vida.
****Pequeno spoiler que na verdade não aconteceu ***Eu queria muito que a cena deletada do trisal fosse verdade, que cena meus amigos que cena.
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Isabela Porto 28/07/2020

Esse último livro foi tão bom quanto os outros dois. O escritor conseguiu fazer com que a história continuasse surpreendente e fez um final digno. Essa se tornou uma das minhas séries favoritas, um pouco diferentes dos livros que já li, mas que ganhou meu coração e me fez conhecer Mia Corvere, uma das melhores personagens e uma garota com uma história pra contar.
?Mia quebra um monte de regras, tanto nos livros como no que diz respeito a uma personagem ?fácil de gostar?. Ela bebe, fuma, xinga. Dorme com quem quer. Mata gente. É egoísta e vaidosa. Tem um gênio terrível que muitas vezes se sobrepõe ao bom senso. Mas também é corajosa e leal, implacável, cruel e desprendida de todas as convenções da sociedade. É uma garota que faz as coisas.?
Tudo isso torna ela incrível. A história vale a pena ser lida, não me arrependi em nenhum minuto! Não perca tempo, vai logo ler esse livro !
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Tay - @teoremadoslivros 06/06/2020

O BEM VENCEU
Eu só queria dizer que o Jay Kristoff me deu tudo que eu sempre quis em uma fantasia. Me deu lutas, seres fantásticos, uma protagonista sem escrúpulos. E, o mais significativo, ele me deu um romance entre mulheres bem sucedido. Toda a relação entre a Ash e Mia foi bem construído, um amor que surgiu da raiva e amargura e se tornou brilhante. O autor me deu uma história com um final feliz, com um casal de mulheres junto, vivendo toda a eternidade. Aquele final foi tudo pra mim.
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Gabie 08/08/2020

Darkdawn
Durante os primeiros 45% do livro, considerei diveeeersas vezes abandonar essa leitura. Sinceramente, ainda bem que não desisti.

Achei o começo MUITO arrastado, teve um ritmo muuuuuito mais lento do que os dois primeiros livros, fiquei desanimadíssima, porém, estava mais do que curiosa pra saber como esse rolo todo ia se resolver. Acabou que eu AMEI tanto esse final que até esqueço a enrolação que foi.

A humanidade que o Jay Kristoff colocou nos personagens desse livro me deixou sem chão. Seus sentimentos e conflitos foram tão reais que me deixaram chorosa durante diversos momentos.
O crescimento da Mia foi tão real que é quase palpável. A Corvere não é alguém fácil de lidar, mas é justamente isso que a torna alguém tão amável. Ver como ela encarou todos aqueles desafios, embates, decisões complicadas, tudo, é tão... não sei, não consigo nem descrever. Ela teve um final digno. Sem floreios e sem misericórdia. Algo REAL.
Nossos personagens coadjuvantes não ficaram para trás. Pudemos ver ainda mais a personalidade deles e nos apaixonar ainda mais a cada página. Também tiveram finais tão, tão, tão dignos (apesar de a maioria terem sido um tanto tristes...).

Toda aquela situação dos deuses foi esplêndido. Ver como eles são REAIS no meio disso tudo...

O plot dos livros (se é que você me entende, caro leitor) foi a melhor coisa que eu já vi nesses últimos anos. Explica tanta coisa que eu critiquei nos primeiros dois volumes KKKKKK. É uma sacada simplesmente genial, jk tem uma criatividade sem igual.

Senti um pouco a falta das notas de roda pé! Elas dão um toque tão sátiro pra toda essa história tenebrosa KKK e estavam um pouco escassas, se comparado aos outros dois volumes, mas acho que isso se dá pelo negócio do plot dos livros e etc.


Cada página lida me deixou com um buraco no meio do coração. Esse foi provavelmente o melhor final que eu já li na minha vida, não consigo transcrever em palavras o que eu estou sentindo agora. Talvez eu possa definir como "sentimento de dever cumprido"? Ou talvez "reconhecimento"? Não sei. Só sei que esse livro e todos esses personagens agora moram dentro do meu coração.
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Tip 13/04/2020

Surpreendente do início ao fim
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Fernando Lafaiete 14/04/2020

Crônicas da Quasinoite: Vale a pena a leitura?
*****************************NÃO contém spoiler*****************************

Resenha postada originalmente em https://www.mundodasresenhas.com.br/

"NUNCA TREMA, NUNCA TEMA E NUNCA, JAMAIS, ESQUEÇA."

No céu três sóis brilham em seus estados majestosos, enquanto a noite se rasteja pelos cantos de uma cidade já morta. No céu a lua se faz inexistente e entre os mortais um corvo caminha silenciosamente a espera do momento certo para se vingar. Mia Corvere é uma garota, uma guerreira, uma lenda e uma assassina. Talvez você já tenha ouvido falar sobre ela; e independente de suas impressões, uma coisa é certa...  A tema e nunca a subestime. Entre intrigas, segredos, rebeliões, assassinatos e poderes a serem venerados e temidos, "Crônicas da Quasinoite" ocupa seu espaço com maestria entre as Dark Fantasies a serem conferidas. Ah caros leitores... se gosta de uma boa pancadaria, notas de rodapé e muito sangue, a elogiada trilogia de Jay Kristoff é pra você.

"— Para Conquistar o verdadeiro poder você só precisa ter a determinação para fazer o que os outros não fazem."

Com referência a jogos de RPG, "Harry Potter" e "As Crônicas de Gelo e Fogo", a jornada da vingativa Mia Corvere surpreende em alguns momentos, nos intriga em outros e as vezes flerta com a decepção. A obra de Kristoff vista por muitos como a 8ª maravilha do mundo, me despertou sentimentos conflitantes ao longo da leitura, as quais muitas vezes me deixaram pensativo. Após ser testemunha do assassinato de seus pais e irmão, a protagonista desenvolve um desejo incontrolável por vingança (à la Jorg da "Trilogia dos Espinhos"), e devido a isso resolve se juntar ao um grupo de assassinos treinados em uma afastada e misteriosa escola. Com o poder de controlar as sombras e com um gato - que é extensão de seus poderes - como companheiro que possui o dom de consumir seus medos e incertezas, Mia embarca em uma jornada de autoconhecimento, aprimoramentos de suas habilidades e o desejo de se banhar no sangue daqueles que considera seus inimigos.

"VIDA É DOR, PERDA E SACRIFÍCIO."

"Nevernight: A Sombra do Corvo" promete muito, mas pra mim não entrega tanto assim. Apesar de possuir muitos momentos brutais, o achei menos sanguinário do que imaginei e gostaria que fosse. A protagonista é excelente, mas as relações amorosas construídas pelo autor e que orbitam ao redor da personagem central, não me convenceram em nenhum dos três volumes. Os diálogos oscilam entre maduros e infantis, e as tão comentadas notas de rodapé muitas vezes enchem o saco. E não me refiro a 3 ou 4 linhas de notas. São notas de rodapé de 2, 3 páginas. Algumas trazem complementos interessantes que nos contextualizam sobre os aspectos políticos do mundo. Outras passam a impressão de estarem ali apenas para encherem linguiça. Quando a leitura começa a pegar ritmo, surgem as benditas (malditas na verdade!) notas de rodapé que quebram o dinamismo da leitura e chegam a cansar. Apesar disso, o livro deixa o sentimento e desejo de consumirmos mais e mais tanto da protagonista quanto do universo.

"Godsgrave: O Espetáculo Sangrento" traz uma ambientação interessante, um romance que eu detestei e caminhos tortuosos que acrescentam bastante na narrativa. O autor alimenta nossa curiosidade e nos deixa ansiosos sobre os mistérios acerca da protagonista e do mundo a qual ela está inserida. De onde provém o poder das sombras? Quão poderosos são seus inimigos e em quem ela deve confiar? Disposta a tudo para alcançar seu objetivo, Mia entra em um torneio sanguinário onde ela terá que se banhar no sangue de muitos para ter a chance de alcançar o sangue daqueles que deseja. Mais frenético, mais revelador e surpreendente, Godsgrave sobe um degrau, aumentando  o nível da trilogia e entregando um final instigante. Entre inimigos e aliados, a temida assassina construirá um mar de corpos e membros decepados onde ela caminhará com o queixo erguido e com o sorriso no rosto, sabendo que sua tão desejada vingança se aproxima.

Infelizmente, as queridíssimas notas de rodapé dão as caras novamente.

QUANDO SANGUE É TUDO. TUDO É SANGUE. 

Mas a trilogia termina bem?

Caros e estimados leitores, pra muitos o grande e esperado desfecho foi a personificação da decepção. Para outros (a maioria) foi um desfecho que fez jus a toda a obra. Pra mim foi um final ok, que condiz com o universo e com a trama. Comecei a leitura de "Darkdawn: As Cinzas da República" com as expectativas bem controladas. Apesar de gostar da trilogia, nunca a considerei excelente. Portanto, não li o último volume no frenesi de encontrar uma obra-prima. Encontrei um bom livro de fantasia, com bons momentos, muitas vezes previsível, com diversas conveniências, com a aparição de romances cujo química me são inexistentes, e com um desfecho e explicações que me agradaram. Gostei dos momentos líricos e da mitologia poetizada. A jornada da protagonista que muitos afirmam ser cansativa, achei tolerável e divertida. As cenas de sexo me são descartáveis e a representatividade inserida pelo autor me soa forçada.

As notas de rodapé obviamente aparecem novamente, mas desta vez de maneira mais equilibrada. O autor quebra a quarta parede e  muitas vezes dialoga com os leitores, brincando inclusive com as reclamações recebidas por ele a respeito das detestáveis notas. Os diálogos continuam oscilando (com adultos falando como adolescentes) e as cenas de ação continuam boas. Darkdawn não eleva e nem diminui o nível da trilogia. Pra mim ficou na média. Se ainda está pensando se vale ou não a pena embarcar nessa leitura, te digo apenas que Mia Corvere é uma protagonista que vale a pena conhecer. Dê uma chance a si mesmo de conhecer uma garota que jamais se ajoelhou, jamais cedeu, que nunca, jamais, permitiu que o medo fosse  seu destino.
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Lady Kader 19/02/2020

Por que você fez isso, Jay? Eu esperava mais.
Darkdawn não foi só o fim de uma longa jornada, mas o fim das canções que consagraram Mia Corvere, a garota corvo, a faz-rei e entre tantos outros nomes. No entanto, não houve o gostinho de... fim, não como eu esperava.

Quando concluí a leitura, baixei o livro e me perguntei 'o que houve de errado?' e, então, retomei todo o longo caminho que essa protagonista tão peculiar traçou. Nevernight foi o ápice de tudo. Godsgrave um intermédio e, infelizmente, Darkdawn o apogeu.

A vingança dela pareceu perdeu o sentido aqui, não há mais o medo da morte e a sensação de temer por um personagem querido. Parece que tudo se apagou. Que a chama morreu. Que o sangue esfriou. Eu devo dizer que fiquei realmente decepcionada com o fim que o autor deu para personagens queridos por mim (estou olhando para você, Tric, meu amor)... como se trazê-lo de volta fosse apenas algo para agradar os fãs. Aliás, muito do que se segue nesse livro me pareceu fanservice.

Cenas de sexo sem sentido, apenas para preencher páginas, cenas sangrentas sem significação... antes eu entendia porque cenas assim eram necessárias: mostravam o crescimento e o amadurecimento de Mia; agora, porém, apenas estão lá para mostrar a relação dela com a Ash e o quanto a Ash é a salvação da Mia. Eu odiei isso do fundo do meu coração. Porque ela não é, e nunca foi. Algumas relações são forçadas, a escrita foi forçada. O autor tentou quebrar a quarta parede, o que foi interessante, mas pecou em tentar fazer de mais e executar de menos.

Não gostei da conclusão, não gostei de como o autor brincou com nós e ainda riu.

Estou triste e chateada porque eu amava essa série.

Ainda vou ler os próximos livros do autor, mas sem expectativas.
Franciele 19/02/2020minha estante
Ain, já estou chorando de raiva e nem li.


Lady Kader 19/02/2020minha estante
E eu então? Estou triste e braba!


Luiza Helena (@balaiodebabados) 27/02/2020minha estante
Vamo se abraçar pois eu me senti desse jeito. Esse livro foi uma grande decepção na minha vida


Karenina 01/04/2020minha estante
AI EU SÓ QUERIA UM FIM DECENTE PRO TRIC


Karenina 01/04/2020minha estante
Ele não era capacho da Mia, não era só um cara q amava muito a Mia, ele era muito mais no 1 livro e no 3 o autor fez dele um coitadinho e ainda matou ele dnv Aaaaaaaa


Karenina 01/04/2020minha estante
Falou tufo


Lady Kader 01/04/2020minha estante
Odieiiiiiiiiiiiiiiiiiiii demais.




Camila Robyn 19/04/2020

Nunca trema. Nunca tema. E nunca, jamais, esqueça.
INCRÍVEL.
É... Chegamos ao final dessa crônica maravilhosa, porém estou feliz com esse final, foi muito bom. Nesse último livro é esclarecido muitas coisas importantes, coisas que estavam pendentes nos livros anteriores. Eu simplesmente não sei expressar em palavras o quanto essa trilogia me surpreendeu, foi uma leitura muito gostosa.

"Melhor lamentar o que poderia ter sido do que aquilo que você sabe que vai acontecer."

"Culpar a si mesma pelas ações dos outros é como culpar a si mesma pelo tempo."

"Só se dá valor à alegria até alguém te fazer chorar. E não faz sentido se culpar pelos chutes que a vida dá em você. Só pense no quanto doeu e no quanto você não quer mais sentir essa dor, e isso vai te ajudar a fazer o necessário para vencer na próxima."
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Ianca 30/07/2020

Um bom final
Confesso que não sou muito fã da escrita do Jay, mas eu amei conhecer a história da Mia e ver o quanto ela cresceu nesses 3 livros. A trilogia tem um ótimo final, porém, esse livro não foi tão envolvente quanto os outros, demorei para terminar a leitura. Uma mistura de sofrimento, ódio e amor pelos personagens.
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Diogo 10/08/2020

Excelente Trilogia.
Bons momentos passados nessa trilogia.

"Viver no coração de quem deixamos é nunca morrer".
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Jhully 31/07/2020minha estante
Velhoooo. É isso. Vc falou e disse tudo.




Roberta Maruki 08/07/2020

O que falar desse livro nobre amigo?
Um jornada fantástica, com tudo e um pouco mais.
Uma trilogia completa, começo, meio e um fim digno. Não vejo outro final, se não esse que o autor nos deu.
Seria hipocrisia a minha dizer que tudo foi perfeito, no começo não me sentia presa na história (isso desde o primeiro livro), não gostei do par romântico da Mia, isso e algumas outras coisas que me incomodaram. Mais nada disso tirou a glória que for ler esse livro. Da sensação de uma boa leitura.
O mundo que Jay escreveu é incrível.
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