Pistas Submersas

Pistas Submersas Maria Adolfsson




Resenhas - Pistas Submersas


52 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4


Mi 22/06/2020

Amo thriller's nórdicos!
Esse tinha tudo pra ser incrível, mas se tornou uma narrativa bem arrastada, que apesar do plot twist muito bom no final, não salva.

Acho que um livro mais enxuto, traria um envolvimento maior com a trama, onde o suspense se mantivesse aceso e não se perdendo no meio de tanta informações paralelas.
Fabio.Paulino 24/06/2020minha estante
Parece muito bom amiga e muito diferente tbm parabéns pela resenha foi pra minha lista amiga


Mi 24/06/2020minha estante
Se gosta de narrativas mais lentas, vai curtir bastante!!!


Fabio.Paulino 24/06/2020minha estante
Eu vou colocar na minha lista obrigado amiga


Mi 24/06/2020minha estante
Magina :)


Fabio.Paulino 25/06/2020minha estante
????




Ket 28/03/2020

Enredo cativante e protagonista carismática!
Esse é o primeiro livro da sueca Maria Adolfsson e já me conquistou. A autora bebe das ótimas fontes nórdicas para fundamentar sua escrita e trazer no enredo algumas características que já são muito comuns - e eu gosto bastante - dos livros daquelas terras: um crime violento num lugar pacato, dramas pessoais sempre presentes, paisagens frias e nem sempre acolhedoras e personagens realistas.

Nesse livro vamos acompanhar a veterana Karen Hornby enquanto ela investiga o assassinato de uma mulher que todos pareciam odiar. Enquanto tenta desvendar quem teria sido Suzanne em vida, Karen vai se deparar com um mistério que remete à década de 70. Talvez só quando segredos do passado forem desvendados o assassinato de Suzanne poderá ser solucionado! E é esse caminho que vamos acompanhar enquanto nossa protagonista erra e acerta em busca da verdade.

A Karen é, com certeza, o ponto alto da história. Gostei muito de como ela se portou ao longo da narrativa, sempre ética e correta, mesmo sendo desacreditada por colegas de profissão (o machismo estrutural também é uma constante nas narrativas nórdicas). É
uma mulher segura de si, que comete erros e mesmo assim dá a volta por cima.

Se eu tivesse que apontar apenas um porém, foi o fato de a narrativa perder um pouco o fôlego em alguns momentos, mas não demora muito pra que a autora volte a angariar o leitor quando sua protagonista se depara com novos fatos!

Curti muito! Espero ansiosa por mais livros da autora e a volta de Karen Hornby!
comentários(0)comente



Jaque @blogmalucadoslivros 22/04/2020

PISTAS SUBMERSAS
Se você gosta de um bom suspense policial assim como eu, você não pode deixar de ler este livro!


A PREMISSA: 

Doggerland é um país que foi submerso, possivelmente por causa de um tsunami há alguns séculos atrás, mas nesta história ele ainda existe, e fica no norte da Escandinávia. 


Após acordar de ressaca em quarto de hotel, na manhã seguinte ao festival das ilhas, tudo que a detetive Karen quer é esquecer tudo que aconteceu, mas uma mulher foi encontrada morta e este crime fica bem conhecido na comunidade. O problema é que a vítima é a ex-esposa de seu chefe ? o homem com quem ela passou que gostaria de esquecer ?, porém agora ela é a única álibi de seu chefe. 


O caso é complexo, ela não quer revelar a ninguém que passou a noite com seu chefe, mas ao seguir as pistas deste caso, ela descobre segredos que fará com que ela tenha que voltar ao passado, para juntar as peças deste quebra cabeças e resolver o caso.


O QUE EU ACHEI:

Karen é uma personagem que me conquistou logo no início com sua determinação. Ela não abaixa a cabeça pra ninguém e nem para o machismo que sofre no trabalho, aliás, gostei muito da autora ter abordado este assunto. 


Pra mim, um dos pontos altos da trama é a ambientação. A autora nos deixa totalmente imersivos nesta história com descrições bem detalhista, por isso a leitura no começo é um pouco lenta, mas como É o primeiro livro de uma série, acredito que isso é fundamental. 


Embora não tenha sido uma leitura tão surpreendente quanto eu esperava, ainda assim eu recomendo, pois gostei do plot twist da obra, que conseguiu me prender e me deixar ansiosa para acompanhar a detetive Karen nos próximos livros da série. 
comentários(0)comente



Malucas Por Romances 20/03/2020

RESENHA COMPLETA NO BLOG
Doggerland é uma área de terra, agora submersa no sul do norte que ligava a Grã Bretanhã até a Europa Continental, e é nesse ambiente fictício que a autora criou a série "Doggerland".

Pistas Submersas é o livro um da série Doggerland onde vamos conhecer a Karen Eiken Hornby, uma inspetora-detetive que após participar do Festival de Ostras, que é uma festa tradicional do local, acorda em um quarto de hotel com uma ressaca terrível, mas pior que a ressaca é acordar na mesma cama que seu chefe Jounas Smeed. E nesse momento eu imaginei o desespero dela, porque não basta acordar ao lado do seu chefe, pior ainda é acordar ao lado desse homem chato, para não falar outra coisa.




Após fugir do hotel Karen só tem em mente descansar e esquece dessa loucura que fez, mas nada é tão ruim que não possa piorar. Mais tarde no mesmo dia o chefe de polícia Viggo Haugen liga para ela informando da morte de nada mais, nada menos do que Susanne Smeed a ex esposa do "queridíssimo" Jounas, pois é o chato e chefe que ela dormiu na noite anterior.

Karen se torna responsável pelo caso, já que Jounas é o ex marido da vitima, e por mais que Karen queira evitar contato com ele, ela sabe que além de pegar o seu depoimento, ela também pode ser o álibi dele.




Em meio a investigação Karen acaba se deparando com fatos que aconteceram por volta de 1970 em uma comunidade hippie do local, e ela precisa encaixar o passado e o presente na mesma investigação.

Nesse enredo além da gente mergulhar na investigação também acompanhamos a vida pessoal de Karen, não só no presente, mas também descobrimos coisas do passado dela que a moldaram, e não vou mentir que uma das descobertas doeu muito, tanto que em alguns momentos não sabia se o que me interessava mais era a vida pessoal dela ou a investigação.

O livro foi todo escrito em terceira pessoa, alternando entre o presente e o passado onde viajamos na leitura para 1970. A capa e diagramação da Faro como sempre são impecáveis e durante a leitura não encontrei erros ortográficos.


.

Se tem uma coisa que me incomodou foram os personagens secundários homens (misericórdia que bando de homens chatos da porra), e é nesse ponto que preciso dar pontos para autora porque ela realmente mostrou as dificuldades de uma mulher em um trabalho onde a sua maioria são homens.

Sexismo no trabalho é algo ainda muito presente no mundo e acredito que muitas de nós já presenciamos algumas coisas, a autora abordando isso no meio policial deixou tudo em mais evidência. Os "colegas" de trabalho de Karen não acreditam em sua competência e sempre colocam em dúvida sua investigação, e ler muitas dessas cenas me incomodou de uma forma que eu queria colocar eles em um potinho e explodir.

site: https://malucaspor-romances.blogspot.com/2020/03/resenha-pistas-submersas-doggerland-1.html
comentários(0)comente



Elton 05/06/2021

Lento
Um pouco lento, com uma narrativa amarrada, mas uma história bem boa e um final incrível.
comentários(0)comente



Alan (@coracaodeleitor) 26/10/2020

Olá literárioooooos.

Hoje iremos conversar sobre um super lançamento da @faroeditorial
, o thriller "Pistas Submersas".
.
.
.
Após uma grande festa em Doggerland, Karen acorda nunca quarto de hotel com uma imensa ressaca, sem lembrar de muita coisa do dia anterior. Logo ela descobre que um crime ocorreu e uma mulher foi encontrada morta em sua própria casa. Mas não é qualquer pessoa, é a mulher do chefe de Karen e logo ela é colocada a frente do caso.

Mas o relacionamento de Karen com seu chefe é um tanto perigoso e até ela mesma pode ser colocada nas linhas de investigação. Ela sofre certa rejeição por seu chefe e colegas de trabalho e tenta a todo custo esquecer o passado. Mas aquele caso traz o risco de colocar tudo a tona.

Karen vai fazer o possível para descobrir quem foi o assassino da mulher e qual a motivação. Em determinado momento ela descobre que algo de 30 anos atrás pode ter a ver com o caso, então passado e presente finalmente se chocam.

Um livro de uma construção lenta e bem escrita. Que deixa o leitor tenso e se preocupa em ambientar cada situação.
O local fictício chamado Doggerland é quase um personagem também, pois a descrição desse lugar em vários momentos ajuda a dar o clima necessário para o momento.

A partir da metade do livro esse desenvolvimento lento muda bruscamente. Fazendo o leitor querer devorar cada capítulo atrás da resposta e assim saber de vez o desfecho.

Com personagens bem escritos a autora consegue manter o suspense e o interesse do leitor do início ao fim. Assim trazendo uma conclusão muito satisfatória que me deixou boquiaberto.

Um livro realmente emocionante.
comentários(0)comente



Tícia 14/03/2021

Chocada, aqui.
Juro que eu nem cogitei esse final.

E ainda tô na dúvida se tal estupefação foi motivada pela minha obstinada leseira de deixar passar o óbvio ou se foi pela minha tradicional mania de perseguição a algum personagem quando garro birra. Sim, cismei com um lá e a pirraça evoluiu até eu quebrar minha cara no desfecho.

Mas o fato é que, embora a história tenha sido arrastada - troço típico nos livros ou filmes europeus -, o negócio teve bão.

Dá até pra recomendar, cridita?
;)
comentários(0)comente



Minha Velha Estante 12/04/2020

Resenha da Drica
O Festival da Ostra é o grande momento de comemoração das ilhas Doggerland... mas não para a inspetora-detetive Karen Eiken Hornby que bebeu demais e, ao acordar, percebeu que passou anoite com o seu chefe Jounas Smeed, um machista ridículo, mas nem lembra direito como foi parar lá... então, né?

Mas como miséria pouca é bobagem, Karen é surpreendida com a notícia de que a ex-esposa de Jounas foi encontrada morta na cozinha de sua casa, e ela terá que assumir o caso e o lugar do seu chefe, já que ele não poderá investigar o caso.

Bom, acho que já temos munição suficiente para uma boa história!

Karen acredita na inocência de Jounas e fará tudo para prová-la sem que seja necessário revelar que os dois passaram a noite juntos. Mas, ao longo da sua investigação, ela vai desencavar fatos terríveis que tiveram o pontapé inicial a cerca de 40 anos quando uma comunidade alternativa foi criada pelos pais de Susanne.


A partir daí o livro trará duas histórias paralelas com capítulos intercalados ora contando a investigação de Karen ora contando fatos do passado para que o leitor possa tirar suas próprias conclusões ao longo da investigação.

Mas Karen não é apenas investigadora, ela também tem um passado que, vira e mexe, retorna para desestabilizar a mulher forte que ela precisou se tornar depois das tragédias que assolaram sua vida e que ela tenta esconder a todo custo. Infelizmente essa investigação vai envolvê-la de tal forma que ela terá que reabrir as feridas que ela acreditava estarem cicatrizadas.

Como primeiro livro da série Doggerland, a autora Maria Adolfsson nos trouxe uma super história de investigação, cheia de personagens bem caracterizados e com vários motivos para cometer esse assassinato, o que prende mais ainda o leitor. Apenas lamento o ritmo um mais lento das investigações que deixou a história monótona em alguns poucos momentos. Mas nada que desmereça o livro! Se prepare para uma descoberta, uma surpresa ou uma revelação quando você estiver mais distraído!

Não posso deixar de elogiar a edição impecável que a Faro fez, com alto relevo na capa, papel de primeira qualidade e tradição impecável.

site: https://www.minhavelhaestante.com.br/2020/04/pistas-submersas-maria-adolfsson.html
comentários(0)comente



Camila | Book Obsession 04/03/2020

Pistas Submersas é o primeiro livro da série Doggerland. A Faro fez um trabalho impecável e belo em sua edição.
Seu começo é eletrizante, já nos deparamos com um crime, mas conforme os capítulos vão passando o ritmo normalmente vai tornando-se mais devagar, com alternância da narrativa entre passado e presente em alguns capítulos, mostrando parte do que ocorreu nos dando ainda mais teorias sobre o que poderia ter acontecido com a vítima. Os capítulos são curtos e isso ajudou bastante pela quantidade de informações e o foco em algumas histórias paralelas como a da detetive e a relação com possíveis suspeitos dão consistência ao enredo. A autora conseguiu dar um fôlego maior a partir da página 260, conduzindo seu desfecho de forma surpreendente conseguindo me agradar e querer ver Karen desvendando novos casos em breve.


Resenha completa no blog.

site: https://www.bookobsessionblog.com/2020/03/resenha-pistas-submersas-maria.html
comentários(0)comente



Veh 16/03/2021

Ok
O livro é bom, a história é interessante. Porém se perde nos detalhes e a história se arrasta, mas foi uma boa leitura.
comentários(0)comente



Lívia 12/07/2021

Muito lento!
Como a maioria dos thrillers nórdicos, esse livro é muito lento. São capítulos inteiros sem nada de interessante, somente divagações desnecessárias.
Já bem depois do meio do livro a história fica melhor e o ritmo melhora. O culpado (a) pra mim foi bem óbvio depois que temos certas informações da vida da vítima.
Umas 100 páginas a menos faria a história ser mais interessante!
comentários(0)comente



Simone de Cássia 13/08/2021

Nada de muito interessante. Tá, o assassino é bem difícil de ser identificado e a trama pra explicar a existência dele é bem complexa. Mas a história é... sem sal.... Nem o lance da "ficada" da policial consegue ser interessante. Aliás, o que foi aquilo? Que ficada mais sem química... O par dela continuou até o fim sendo isso, só um par...nunca conseguiu ser ímpar! Nada nesse livro é de mexer com a gente... tudo muito morno. Nem o título eu consegui entender... rs rs  Esse é do tipo de livro que daqui a dois meses não me lembro mais quem é quem. Afunda na memória... fica submerso... rs rs 
comentários(0)comente



Bárbara 16/04/2020

Incrível!
Doggerland é um lugar inóspito e palco da série de suspense estrelada pela inspetora-chefe Karen Eiken Hornby, uma mulher de fibra, cheia de segredos, que sofre com o machismo da corporação.

Após uma noite de bebedeira e de sexo com seu chefe, Jounnas Smeed, noite esta que ela se arrepende amargamente, Karen é chamada para conduzir as investigações da morte de Suzanne, ex-mulher do mesmo homem com quem passou a noite! Apenas ela sabe que ele tem um álibi, ao menos para parte da noite, mas isso não pode chegar aos ouvidos de mais ninguém no departamento. A morte foi brutal, não há pistas sobre suspeitos, e muitos que estão no caso conviveram com a vítima.

À medida que as investigações estão fluindo, Karen percebe que segredos envoltos pela névoa do tempo se fazem presentes. Há 40 anos, uma comunidade hippie morou nas redondezas, e seus integrantes eram relegados pelos demais moradores. Karen sente que há algum ponto de ligação entre Suzanne e essa comunidade, mas não consegue enxergá-lo. Ela não era uma mulher fácil de conviver, não tinha amigos pela vizinhança, ninguém interrogado tem algo de bom pra falar dela. Mesmo assim, o que teria acontecido para levar à morte? Alguém tinha tanta raiva dela assim?

Este é o primeiro livro da série #Doggerland e estou sem palavras de como gostei dessa estória! A autora soube conduzir o enredo de uma forma muito boa, enriquecendo-o com descrições incríveis. São tantas as camadas de mistério que não tem como adivinhar quem realmente matou a vítima, e qual a razão para isso. Karen é uma policial competente, mas que tem o entrave do preconceito por ser mulher entre seus pares. Mas, mulher forte que é, apesar de cheia de cicatrizes da vida, consegue enxergar uma linha de investigação que mais ninguém consegue ver, e que pode levar a sérias consequências.

Além de uma capa incrível, e de uma edição muito boa, o livro termina já fazendo gancho para o próximo da série. Aliás, o final é bem tenso, quase mortal! Se você curte thrillers policiais, ou se quer uma opção pra sair da zona de conforto, não deixe de conferir essa obra!

site: http://www.instagram.com/leiturasdebarbara
comentários(0)comente



Isabela | @readingwithbells 10/06/2020

Pistas Submersas é o primeiro livro da trilogia Doggerland.
A detetive Karen Hornby é chamada para investigar o assassinato de Susanne Smeed. Tudo se complica quando Karen descobre que Susanne é ex mulher de seu chefe.
Karen e seu chefe não se dão bem. Mesmo assim, Karen investiga e o interroga. Ela está empenhada a resolver esse mistério.
Karen é uma mulher determinada e forte, pois apesar de enfrentar muito machismo em seu ambiente de trabalho, (Karen tem um currículo incrível), ela nunca abaixa a cabeça.
O interessante desse livro é que temos duas histórias intercaladas: uma parte conta sobre a investigação de Karen e a outra sobre os fatos do passado.
-
Na mesma manhã, uma mulher foi encontrada morta, quase desfigurada, em outra parte da ilha. As notícias daquele crime abalam a comunidade. Karen é encarregada do caso, algo complexo pelo fato de a vítima ser ex-esposa de seu chefe. O homem com quem Karen acordou no quarto de hotel… Ela era o seu álibi. Mas não podia contar a ninguém.
Karen começa a seguir as pistas, que vão desenrolando um novelo de segredos há muito tempo enterrados. Talvez aquele evento tenha origem na década de 1970… Talvez o seu desfecho esteja relacionado a um telefonema estranho, naquela primavera. Ainda assim, Karen não encontra um motivo para o assassinato. Mas, enquanto investiga a história das ilhas, descobre que as camadas de mistérios daquelas terras submersas são mais profundas do que se imagina.
Leitura e . 10/06/2020minha estante
Oii... Boa noitee... Tudo bem?... Desculpa por interromper sua leitura, mas gostaria de te convidar a me seguir no Instagram para acompanhar minhas leituras... te espero lá...?
Obrigado.
@leituraeponto




Michelly 23/05/2020

[RESENHA] PISTAS SUBMERSAS, DE MARIA ADOLFSSON
Karen é uma personagem bastante complexa. Sua vida, apesar de ter sido feliz e completa por um momento, havia sido arrancada dela e ela carrega um fardo maior do que podia suportava. A culpa a consumia diariamente, mas em algum momento ela teve que seguir da melhor forma que conseguia e se permitia. O segredo do seu passado vai sendo explicado aos poucos ao leitor. É algo que justifica muito das atitudes que ela toma durante a história, mas que o leitor pode ir juntando as peças, conforme tudo vai se desenrolando.

O que também fica bem claro durante a leitura é o pensamento um tanto quanto preconceituoso dos seus colegas de trabalho. Muitos homens preenchem as vagas da polícia em Doggerland, e as poucas mulheres que conseguem um cargo são diariamente questionadas e hostilizadas. É necessário mais do que paciência para aguentar as constantes piadas e Karen vinha suportando muita coisa. Os seus colegas de trabalho não sabiam sobre o seu passado, do contrário, seria mais um motivo para Karen se preocupar.

Karen é a nossa personagem principal, todos os que vão compondo a história ganham destaque, mas não conquistam tanto espaço na história. Pelo menos, não até os últimos capítulos. O livro dá início a uma série, portanto trata de apresentar todos os personagens, que eu imagino, estarão nas próximas histórias.

O assassinato acaba ficando em segundo plano durante boa parte da história. Acho que houve uma demora um tanto desnecessária para apresentar as pistas e chegar a uma conclusão. Não sei se por eu ter começado a ler em meio a uma ressaca literária, mas isso acabou atrapalhando um pouco a minha leitura. Eu acredito que se tirarmos alguns pontos que deixaram a leitura mais lenta, poderia ter fluído de uma forma melhor. Mas também pode ter sido apenas um problema comigo e não dá história. Neste ponto, acho que você terá que se aventurar por Doggerland para saber se eu estou certa ou não.

Fiquei com um pezinho atrás com o Smeed, um cara bastante arrogante, diga-se de passagem. Sua família é incrivelmente poderosa e dona de muitas terras na cidade. Desde seu avô ganancioso até o sei pai, que não aceitou o destino do filho e fez o que pode para impedir que o filho envergonhasse o nome da família. Uma família sem escrúpulos. Mas em um determinado momento eu fui obrigada a sentir um pouco de empatia por ele. Foi um personagem que me deu um pouco de trabalho para entender qual seria o papel dele na história.

Os demais personagens, apesar de não parecerem tão importantes para o desenrolar da narrativa, mostram que serão importantes para o que estiver por vir depois deste livro. Afinal, o final da história deixa bem claro que haverá uma continuação, que podemos esperar mais deles.

É isso! Acho que no geral, sem dar spoiler, é isso o que posso dizer a vocês. E um livro completo e que vai conquistando o leitor sem nenhuma pressa, a cada capítulo. Ao final da história, é impossível não imaginar qual será o próximo mistério e os segredos que virão além dele. Uma ótima dica de leitura!

RESENHA COMPLETA NO BLOG

site: https://www.ventodoleste.com.br/2020/03/resenha-pistas-submersas-de-maria.html
comentários(0)comente



52 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com a Política de Privacidade. ACEITAR