Ortodoxia

Ortodoxia G. K. Chersterton




Resenhas -


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Kamilli 12/05/2022

Essencial
Senhoras e senhores, que livro bom! Esse é um livro que todo mundo deveria ler, por aquele conselho já ouvido: ?Conhece-te?. Para quem é cristão, essencial para embasar sua fé. Para os agnósticos ou ateus, ouça o ponto de vista do autor, por favor. Aos que vivem na modernidade (todos nós), sair dessa bolha de pensamentos materialistas, céticos, ateístas, é imprescindível para decidir permanecer nela, ou ir para a luz, buscando o Caminho, a Verdade e a Vida. Só uma coisinha que Chesterton fala, para te instigar a lê-lo: a Igreja foi a única que sobreviveu à Idade das Trevas e trouxe luz para a sociedade, ela ressurgiu e a civilização se desenvolveu. Contrariando a normalidade de as terras serem tomadas por outros povos, a Europa, que levava o nome de Deus, sobreviveu, e o cristianismo se espalhou pelo Ocidente.
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Alexandre Nabhan 12/04/2022

Essa leitura foi p. mim um acolhimento, e o caminho revelado
Não foi fácil todas as frases todos os capítulos me fascinaram, muitas parte eu precisei revisitar. Mas não quis perder nada.

Ortodoxia foi para mim a confirmação de muitas coisas que eu já acreditava, e a explicação de muitas outras que eu desconhecia. Esse é apenas o segundo livro de chesterton do qual eu tenho acesso. E saio deste ainda mais impactado que o anterior.

É incrível a capacidade que Gilbert tem de nos prender. Ele escreve muito bem, e de forma simples ele passeia por temas muito complexos. É muito fácil ser levado por ele em muitas aulas sobre os diversos desses temas aqui abordados.

Ele coloca aqui sua resposta a uma questão que foi levada a ele, você vai encontrar ela na introdução do livro. E ele vai durante todo o livro tratar de responder essa questão. São diversos capítulos incríveis.

Sem dúvidas os mais importantes para mim foram "A ética da elfolandia" e "A autoridade e o aventureiro".

Enfim termino este livro com vontade de ir atrás do próximo livro de Chesterton, e como mais amor e vontade de conhecer ainda mais a linda e maravilhosa fé cristã.
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Robson.Vilar 22/11/2021

Ordodoxia
Muito interessante o paradoxo:
"Um soldado cercado por inimigos, se quiser escapar, precisa combinar um forte desejo de viver com uma estranha despreocupação com a morte. Ele não deve simplesmente se apegar a vida, pois assim será um covarde e não escapará. Ele não deve simplesmente esperar pela morte, pois assim será um suicida e não escapará. Ele deve buscar a vida em espírito de furioso indiferença em relação a ela; ele deve deseja a vida como a água e ainda beber a morte como vinho".
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daniel_ 07/10/2021

Paradoxos e mais paradoxos
Em seu Magnum opus, Ortodoxia, Chesterton explica, não sobre se é possível crer na fé cristã, mas sobre como ele veio a crer nela. O livro é uma resposta aos críticos de “Hereges”, outro livro do escritor, por ele detonar os pensamentos modernos daquela época sem apresentar “nenhuma filosofia alternativa”. É sobre esse pano de fundo que Chesterton explica porque a teologia cristã é a melhor raiz de energia e da ética sadia.

É importante explicar que o termo “ortodoxia” dá o nome do livro não por se basear na Igreja Católica Ortodoxa, comum no oriente, mas porque o autor tenta mostrar que nos últimos dois milênios, a Igreja Católica não se permitiu ser influenciar por crenças modais que poderiam desvirtuar a fé cristã, sendo então ortodoxa.

Chesterton critica as filosofias modernas por defenderem algo e que, ao mesmo tempo, estão sempre vazias daquilo que elas mesmas defendem (defendem a compaixão, mas estão vazias de compaixão, a verdade da verdade, etc.). Em outro ponto, critica a relativização de alguns termos, como o doente e o criminoso. O mal é uma questão de escolha ativa, enquanto a doença, não. Um homem pode ficar deitado e quieto para ser curado de uma enfermidade. Mas se um pecador quiser ser curado de um pecado, deve se levantar e se mover violentamente. “Paciente” está no modo passivo. “Pecador” no modo ativo.

Para isso, Chesterton descarta o evolucionismo e o progresso, dando preferência às reformas. Toda reforma moral deve começar com uma vontade ativa, e não passiva. A reforma é uma metáfora para homens razoáveis e determinados. Significa que vemos determinada coisa fora de forma e queremos colocá-la em forma. E sabemos qual forma. O progressismo tem esse problema de não saber aonde exatamente quer ir. O ideal do que nós queremos deve ser fixo, e o cristianismo possui esse ideal fixo e sabe aonde quer chegar.

Ao longo do livro, Chesterton deixa claro que o cristianismo é a tal “filosofia alternativa” que os críticos estavam esperando do escritor, e ela já existe há cerca de dois milênios. Chesterton apresenta diversos paradoxos estranhos, mas verdadeiros, que o cristianismo possui como o do mártir e suicida, e rebate diversas acusações que fazem da Igreja a partir desses paradoxos. As energias que precisamos para renovar o Ocidente se encontram na velha teologia, não em novas teologias da moda que invadiram esta parte do mundo.

Finaliza dizendo que foi graças à ortodoxia que conheceu a emancipação mental. O cristianismo é algo que nunca conhecemos em nenhum sentido pleno e não apenas é melhor do que nós, mas até nos é mais natural do que nós mesmos.
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Bill 13/07/2021

Fé cristã
Perfeito para defender a fé cristã não como algo abstrato, mas concreto em nossas vidas; com pitadas de sarcasmo do bem.
Jess 13/07/2021minha estante
Estou lendo ele e também estou gostando do sarcasmo do Chesterton.




Lipe 09/06/2021

Ortodoxia
Nesse livro Chesterton descreve como ele, tentando trilhar seu próprio caminho, acabou trilhando um caminho já consolidado pela tradição: o caminho da ortodoxia.
Esse livro mostra como Chesterton, em cada questão que fez, achou uma resposta única. O autor, ao longo do livro, vai nos mostrar o absurdo que é um mundo que não tem a ortodoxia cristã como parâmetro. Segundo ele a ortodoxia é a guardiã da racionalidade, da liberdade, da felicidade e etc. Sem ela a vida fica vazia de sentido, a razão vira loucura e as virtudes viram vícios.
É uma leitura que é extremamente prazerosa e que nos apresenta muitos conceitos e ideias geniais que me fizeram adimirar ainda mais o cristianismo.
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Camila.Paulino 21/04/2021

Argumentação única
Chesterton me surpreendeu com uma argumentação simples, mas muitas vezes bem incisiva. Confesso que nem sempre os argumentos foram os mais claros e abrangentes, mas recebi vários insights interessantes.
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Duda 02/04/2021

Muito bom e interessante. Uma leitura um pouco complicada, por conta do estilo de escrita do autor, mas muito enriquecedora.
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Judah Figueiredo 27/12/2020

Emocionante e surpreendente
Este livro é essencial, como tudo que Chesterton escreveu, ele traz visões da realidade e de outros assuntos, como a religião, que muitos não se atem. É um livro emocionante que contribuiu para a minha conversão ao catolicismo.
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beatriz.libanio 06/05/2020

Surpreendente
O cristianismo é um equilíbrio de aparentes contradições. p. 32
A razão é, em si mesma, uma questão de fé. É um ato de fé afirmar que nossos pensamentos têm alguma relação com a realidade. p. 38
O sol nasce regularmente porque ele nunca cansa de nascer. Sua rotina pode se dever não a uma falta de vida, mas a um ímpeto de vida.p 72

Ortodoxia foi o primeiro livro sobre religião que li este ano, o assunto sempre me pareceu repetitivo e a busca pelo sentido da vida me parecia monótona pelo olhar do cristianismo. O livro foi indicado pelo Augusto Ollivieri (que indica ótimos livros sempre) e o encontrei em promoção e pensei "Porque não tentar algo novo?"
Foi uma decisão esperta eu percebo hoje, o livro é incrível de uma profundidade de ideias e argumentação que é raro de se ler hoje em dia, mudou muito do que eu acreditava e possui alguns trechos que me marcaram muito. Ele é denso de significado então demorei mais de um mês para terminá-lo.
Não é perfeito, em alguns pontos eu não concordo com o autor, pois considero sua opinião em alguns tópicos conflitantes com o penso, mas mesmo assim vale a pena ler só pela ampliação de sentidos que você adquire sobre o que é ser cristão.
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