Poemas completos de Alberto Caeiro

Poemas completos de Alberto Caeiro Fernando Pessoa




Resenhas - Poemas Completos de Alberto Caeiro


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Trovador 16/06/2016

Compre de outra editora
Os poemas são ótimos, afinal é Alberto Caeiro, para quem conhece o nome já diz tudo. Os belos poemas pastoris e panteístas de um guardador de rebanhos sem rebanho.

Mas essa edição que eu li é uma bosta. Compre de outra editora.

Já estudei e reestudei Alberto Caeiro, então sem problemas para mim, mas para um leitor novo em Alberto Caeiro as notas de rodapés são de inúteis para incompetentes. Raramente propõe notas que trazem informações que contribuem para a interpretação. Ou as notas vagueiam entre dizer o óbvio e viajar de mais, mas raramente falam sobre o que realmente concerne os poemas.
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Gabriel Leite 31/07/2014

Acho que a grandeza dos poemas do Caeiro está justamente na sua simplicidade. Pensar é estar doente dos olhos e, por mais impossível que essa missão (a de não pensar) nos pareça, ao ler o heterônimo de Pessoa fica claro que essa também é a nossa única chance de tentar entender o mundo, já que a filosofia não é nada perto dos sentidos.
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Carmem.Toledo 20/04/2016

Provocações poéticas
Esta coletânea traz um dos mais belos textos de Fernando Pessoa: "O guardador de rebanhos". Em sua poesia, o autor - por trás de um de seus heterônimos - provoca o leitor, através de um atrevimento que tem a beleza de uma resposta de criança. Não chamaria isso de inocência, mas de revelação do óbvio que não costuma ser questionado.
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Vitor Gomes 21/12/2018

Conheci Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, quando estava ainda no colégio e prontamente me apaixonei. É uma poesia limpa, sem rimas, sem métrica regular, que parece superficialmente simples. Conforme você mergulha em seus poemas, vai percebendo a complexidade de "acreditar apenas no que se vê". Este é um poeta da natureza, que faz de toda sua metafísica a simplicidade de ver nas coisas o que elas são e nada mais. Vale muito a pena para ter uma visão de mundo diferente do que costumamos ver. Não é sem razão que Fernando Pessoa é um dos maiores escritores em língua portuguesa. Belíssima obra!
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Thananda 04/01/2016

Simples e direto
Um dos heterônimos de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro considera-se um poeta da Natureza e escreve sobre sua forma real, sem enfeites, sem poetismo, sem sentimentalismo, sobre a realidade pura, sem símbolos, sobre ver e apenas ver, sobre sentir e ouvir sem pensar. Caeiro é um homem do campo, por ser o menos culto dos heterônimos, tem um estilo seco e simples de se expressar, simplicidade essa que faz seus poemas grandiosos. O autor é um poeta materialista, que duvida da existência da alma no ser humano. Ele nos convida a simplesmente viver. Não pense, não rotule, não teorize. De acordo com ele, quem garante que somos melhores do que as pedras e as flores? Somos diferentes, mas melhores? Difícil dizer...
Nada realmente importa.
"(...) Todo o mal do mundo vem de nos importarmos uns com os outros. Quer para fezer o bem, quer para fazer o mal. A nossa alma e o céu e a terra bastam-nos. Querer mais é perder isso, e ser infeliz..."

Recomendo.
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Fernando Puro 20/12/2012

Alberto Caeiro: O Mestre!
Alberto Caeiro é deveras o mestre. Ele transmite, numa linguagem demasiada simples, uma filosofia completa. Filosofia esta que se constitui na ausência do pensamento; na sensualidade, ou seja, no sentir, em vez do pensar.

Pessoa era um ótimo astrólogo, e Alberto Caeiro representa o elemento fogo no mapa astral feito para ele. Isto é, Caeiro é a intuição, o fogo que queima, o momento! Por isso ele tanto valoriza o instante, no maior estilo "Carpe Diem".

Embora o livro possua uma linguagem simples, não é certo dizer que o mesmo é de fácil entendimento, pois o jogo de ideias lançadas pelo Caeiro pode parecer complexo à primeira vista, de modo que é mister, em certas circunstâncias, dar uma pausa entre uma poesia e outra, para se digerir o que acabou de ser lido.

Indico a todos a leitura dessa magnífica obra!
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Julia.Marcondes 31/03/2020

a profundidade da simplicidade
É incrível como Fernando Pessoa consegue distinguir tão bem um heterônimo do outro. E Alberto Caeiro é o Mestre dos outros, da forma mais simplória e grandiosa que se pode ser.

Ele tem tanta sabedoria quanto infantilidade, tanta profundidade quanto singeleza. Amo Caeiro por ser e não almejar mais que isso.

Para quem entra no mundo da poesia com todo o ser, fica minha recomendação!
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Mary 21/04/2020

Neste livro temos a apresentação de Ricardo Reis e depois partindo para a parte poética, que é dividida em : O guardador de Rebanhos, O pastor amoroso e o Poemas Inconjuntos. Há também alguns fragmentos, variações poéticas e duas prosas.
Caeiro fala muito de natureza, eu senti que ele se comparava a natureza como um ser normal , que os seres humanos não são superiores a ela,ele diz a todo tempo que ele sabe que se ele morrer tudo continuará o mesmo e ele fica feliz por isso. Caeiro se mostra um homem inocente, cheio de dúvidas sobre religião, mas com muito caráter.
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Rau 22/12/2009

Fernando Pessoa
esse livro de poemas trás uma mensagem de vida, a simplicidade das palavras em um dos maiores autores da literatura portuguesa.
o guaradador de rebanhos e uma lição de vida e uma alegria ao mesmo tempo de seguir a vida de outra forma com outro olhar.
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joedson 15/12/2010

ALBERTO CAEIRO

mais alma que corpo do olho
pra dentro que só via fora
o brilhante sol de oiro
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Nanju 05/01/2014

Citação
"Vive, dizes, no presente, Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade; Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente? É uma cousa relativa ao passado e ao futuro. É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem. Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema. Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas como cousas. Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar. Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las; Vê-las até não poder pensar nelas, Vê-las sem tempo, nem espaço, Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê. É esta a ciência de ver, que não é nenhuma."
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Iza cristina 02/07/2013


Fernando pessoa é um dos grandes nomes da literatura portuguesa. Com vários heterônimos destacam-se: Alberto Caeiro, Álvares de campos e Ricardo reis, sem falar no próprio Fernando pessoa.

O livro “poemas completos de Alberto Caeiro” traz temas que tratam das sensações, do pensar, sentir, das flores, da natureza. Alberto Caeiro é considerado o mestre dos demais heterônimos. Sua poesia conta com uma simplicidade e é desprovida de métrica e rima.

A linguagem é simples e direta e busca o objetivismo absoluto, isto é, “as coisas são como são”. A obra compõe-se em três partes: o guardador de rebanhos, o pastor amoroso e poemas inconjuntos.

Particularmente acho Fernando pessoa um gênio da literatura, esse livro é ótimo e vale apena ser lido principalmente se você gosta do campo, da natureza, da realidade pura e principalmente de poemas. Creio eu que você refletira e viajará junto com os poemas.
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Israel 07/04/2013

Poesia é um gênero literário que exige dedicação e a busca da leitura deve ser nivelada com o grau de dificuldade da obra ou do autor. Talvez por isso meu relacionamento com Fernando Pessoa não seja dos melhores. Me considero imaturo para lê-lo e aproveitar, pois simplesmente não consigo. Foi assim com “Mensagem” e agora com esse “Poemas completos de Alberto Caeiro”.
Alberto Caeiro foi um dos pseudônimos do Pessoa. Essa faceta e considerada a faceta materialista e suas poesias são sobre a natureza das coisas que nos rodeiam. Mas não de um jeito poético como conhecemos e sim de um jeito realista e desapaixonado. Poesia é escapismo assim como várias artes. Se quiser contemplar uma pedra e dizer que esta é simplesmente uma pedra não seria preciso um livro de poesia pra isso. Bastaria procurar uma no quintal ou na rua.
De forma alguma consegui gostar desse livro. E pretendo passar bem longe do Pessoa por um bom tempo. Prefiro continuar lendo os simbolistas e tendo sensações agradáveis com um pouco de beleza na poesia.
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