O Cemitério

O Cemitério Stephen King




Resenhas - O Cemitério


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Amanda 14/09/2019

Excepcionalmente incrível
Essa história fez parte da minha infância, eu assistia ao filme no vídeo cassete do meu pai, nem existia DVD ou Blu-ray nessa época. Lembro que morria de medo quando o Pascow aparecia.

Fiz a leitura do livro recentemente e simplesmente achei fantástico, Stephen King descreve detalhadamente cada cena, fazendo você se sentir parte da história, além de nos fazer criar um certo vínculo com os personagens. Vou utilizar de um velho clichê que todo mundo que gosta de livros costumam dizer: O livro é bem melhor que o filme! Isso se dá justamente ao nível de detalhamento e construção da história, Stephen King também escreveu o roteiro do filme, mas logicamente no livro há mais espaço para se explorar maiores detalhes.

A história começa quando a família Creed se muda para uma cidade no Maine, a casa fica na beira de uma estrada, onde o trafego é bastante intenso.

Chegando lá eles conhecem os vizinhos, um casal de idosos prestativos que logo criam uma grande amizade com a família. Logo, os Creeds descobrem um caminho misterioso dentro de sua propriedade e questionam o vizinho sobre onde aquele caminho iria levar. Jud Crandall, o vizinho explica que o caminho leva a um cemitério de animais, onde estão enterrados diversos animais mortos na estrada, porém o grande mistério da história é o que há realmente além-cemitério.
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Edna @bagagem.literaria 08/09/2019

A dor do luto
"...E ninguém precisa saber disso, porque o solo do coração do homem é mais empedernido, Porque um homem planta o que pode...e cuida do que plantou." Pag.261
?
Essa é a história de Louis Creed, um médico de Chicago que conseguiu passar em um concurso eliminando 53 concorrentes para assumir o Hospital da Universidade da pequena cidade do Maine com a esposa Rachel e os filhos, Ellie e Gage e o gato Church, chegam à casa que fica afastada da cidade e aparenta
tranquilidade.

O vizinho Jud Crandall, e Norma um casal de idosos, convida Louis para visitar um estranho lugar um ?simitério? de animais, assim Jud pronuncia. A familia vai por uma trilha onde gerações de crianças passam para enterrar seus pets mortos

E coisas sinistras vão acontecendo desde o primeiro dia quando um terrível acontecimento já abala as estruturas de Louis pelas últimas frases pronunciadas pelo Jovem na enfermaria, a tal ponto de provocar um sonambulismo.

E ficam sabendo de outro cemitério indígena, famoso por possuir forças estranhas como ressuscitar os mortos.

Uma trama sinistra, um thriller psicológico que vai levar os Personagens à Loucura e vai deixar o Leitor com medo, e levando-o a diversas reflexões sobre a morte, sobre o que é a dor do luto e como ela se manifesta diferente em cada pessoa.

#Minhasimpressões
Este dos 3 Livros que tentei ler do King e realmente me segurou com uma trama sinistra mesmo achando alguns pontos massantes consegui terminar e agora já posso dizer que conheço a narrativa do Autor.

Considerado uma das melhores publicações do Autor, é um livro pesado, sinistro e com trechos
aterrorizantes, muita dor, mórbido e desencadeando aflições e desconforto e muitas reflexões sobre a morte, o luto e as aflições das perdas.

Leiam e conheçam o terror absoluto.


@Bagagemliteraria

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Felipe Miranda 06/09/2019

“O CEMITÉRIO”, DE STEPHEN KING, É DE FAZER QUALQUER UM TER PESADELOS. SAIBA MAIS!
Experiências literárias são moldadas a partir de bagagens. Primeiro existe a bagagem do autor, que reinterpreta acontecimentos pessoais em uma escala fantástica, e depois há a bagagem do leitor, que pode ser agraciado com gatilhos que farão de tal livro um momento único. Acredito que no meio disso tudo ainda existe espaço para se apaixonar, criar ranço ou passar incólume pelas páginas. Com O Cemitério, eu vivi um misto disso tudo, com exceção da parte que saí sem marcas. A verdade é que tive pesadelos durante toda a leitura e achei o desfecho de tudo “bom”. Como é maluco o conceito de imaginação, né?

Esse foi o terceiro do Stephen King que li e, sim, ao mesmo tempo que eu amo como ele me faz sentir medo de um jeito diferente, às vezes sinto falta de artifícios mais comuns – que encontrei na mais recente adaptação do livro para o cinema, por exemplo. Se na escrita há diálogos e viagens às lembranças do passado, no audiovisual tudo acontece tão rápido que não consegui me importar com muita coisa.

O Cemitério é um livro sobre morte, mas a gente, leitor, passa muito tempo acompanhando apenas a rotina comum da família. Longe de ser algo chato, essa construção narrativa nos faz sentir empatia pelos personagens – que são poucos, mas bem aprofundados. Nos conectamos com todos. É como se fosse a nossa própria árvore genealógica, nossos parentes distantes. Eu tive sonhos ruins depois de algumas passagens específicas. O plot twist de Rachel, a esposa, é a segunda melhor coisa desse enredo. (A primeira é um gato).

Louis Creed se mudou para uma cidade pequena no Maine, longe da correria e barulho da grande metrópole. Sua esposa e dois filhos parecem animados para uma rotina pacata frente Rodovia 15. O que eles não sabem é que sua nova casa está dentro de uma propriedade amaldiçoada. Uma terra podre. Quando o gato da pequena Ellie morre atropelado, Louis descobre que é possível ressuscitá-lo o enterrando em um cemitério específico para bichos – uma tradição da região que atravessa anos e gerações. Ellie, sue adorada filha, não suportaria a vida sem o melhor amigo felino. Que pai pensaria duas vezes em visitar um cemitério na calada da noite para realizar uma espécie de ritual? Eu pensaria três vezes, mas Louis vai fundo.

A história fica mesmo assombrosa após isso. O gato que ressurge de sete palmos debaixo da terra não é o mesmo de antes. Há algo de maligno em seus olhos, no seu cheiro de enxofre e em sua aptidão para caçar tudo que aparece pela frente. Louis o criou. O gato agora é seu segredo sujo, seu pacto com sabe-se lá quem.

Jud Crandall, o vizinho da família é um dos pontos fortes da narrativa. Ele é responsável por trazer as explicações necessárias e todos os acontecimentos que ano após ano surgiram a partir dessa força que existe no cemitério e além dele. É Jud quem apresenta as possibilidades que Loius acaba abraçando. E tudo sai do controle de um jeito muito rápido. Os últimos capítulos me deixaram sem ar, mesmo que nas últimas páginas eu tenha achado tudo simples demais. Há tempos não sentia tamanha adrenalina lendo um livro. Torci por uma reviravolta.

E para além do sobrenatural, do que existe do outro lado da porta, esse livro é muito sobre decisões. Morrer faz parte de um ciclo natural, é uma certeza universal e ir contra ela pode ser terrível em muitos aspectos. Luto é uma palavra forte, doída, mas necessária. Ressignificar a vida é exigência em diversas situações. King fez isso ao escrever O Cemitério – ele também passou parte de sua vida em uma casa à beira de uma estrada barulhenta de caminhões. O tal do cemitério de bichos existiu de verdade.

Não dá para superar problemas, desafios, perdas, sem receber marcas. Os calejados são parte da trajetória de qualquer um. Eu refleti sobre seguir em frente, enquanto acompanhava um morto-vivo se vingar. Quem ousou atrapalhá-lo do descanso final?

Diferente de Revival e A Hora do Lobisomem, também resenhados aqui no OMD, eu senti algo pairando no ar enquanto lia O Cemitério. Os laços familiares e a conexão surreal existente entre todos os membros da casa me arrepiou diversas vezes. Ellie tem sonhos proféticos, repletos de sangue e desgraça, Rachel é atormentada pelo próprio passado e a incompreensão que vem dele, Louis guia todos para um buraco escuro e Gage parece ser o equilíbrio de tudo. Só parece mesmo.

O livro ganhou uma jacket inspirada na adaptação lançada este ano para os cinemas. Narrado em terceira pessoa, a obra tem mais de 424 páginas – metade delas li no app do Kindle no celular. Pois é, King conseguiu me instigar a esse ponto. Terminei a leitura com o exemplar físico em mãos, o achando pesado – como se um espírito maligno o puxasse para debaixo da terra.

O filme versão 2019 tem um final completamente diferente do livro.

site: http://www.ohmydogestolcombigods.com.br/2019/06/o-cemiterio-de-stephen-king-e-de-fazer-qualquer-um-ter-pesadelos-saiba-mais.html
Pedro 10/09/2019minha estante
Cara... Show!!! Parabéns!!!
Que resenha!
Já li o livro várias vezes, é um dos meus favoritos e ainda não tinha lido uma resenha que desnudasse tão claramente esta obra!

Muito bom!!! Já quero ler o livro novamente... Rsrsrs...


Felipe Miranda 11/09/2019minha estante
Que massa ler isso, Pedro! King está me conquistando a cada livro dele que conheço hahahaha


Pedro 12/09/2019minha estante
Que bom... Isso tbem aconteceu comigo... Obras como It, Duma Key, Carrie e Joyland conquistaram meu coração... Rsrsrs...




Ju 03/09/2019

Primeiro livro do King que eu li e eu amei! Que venham muitos outros!!!
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Alex L.S. 25/08/2019

Melhor que o filme
A possibilidade de voltar a viver, é um tema explorado nesse livro.
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Naty 22/08/2019

A proposta de ler Cemitério maldito veio da editora, em que os parceiros foram convidados para realizar uma leitura coletiva antes de o filme ser estreado. Até aí tudo bem, adoro Stephen King e estava bem curiosa para conhecer a história desde muito antes disso. Porém, acabou que o livro chegou atrasado e o filme já tinha saído de cartaz. Ou seja, perdi a oportunidade de assistir ao filme após o livro e ainda perdi a leitura coletiva, pois, quando a obra chegou, eles já estavam no último dia. Um desastre total. Mas… vamos falar do livro.

Cemitério maldito é o nome do livro e da jacket, o título original mesmo é O cemitério.

Conhecendo o local:
Louis Creed, um jovem médico de Chicago, acredita que encontrou seu lugar naquela pequena cidade do Maine. A boa casa, o trabalho na universidade, a felicidade da esposa e dos filhos lhe trazem a certeza de que fez a melhor escolha. Num dos primeiros passeios familiares para explorar a região, conhecem um "simitério" no bosque próximo a sua casa. Ali, gerações e gerações de crianças enterraram seus animais de estimação.

Para além dos pequenos túmulos, onde letras infantis registram seu primeiro contato com a morte, há, no entanto, um outro cemitério. Uma terra maligna que atrai pessoas com promessas sedutoras e onde forças estranhas são capazes de tornar real o que sempre pareceu impossível.
“Às vezes estar morto é melhor”
Cemitério maldito tratará de assuntos que SK sabe fazer muito bem, o lado sobrenatural é bem latente, e ainda podemos ver terror ― o que não poderia ser diferente. Além disso, a morte é o assunto que predomina e assusta os personagens, mostra como cada um lida com isso. Acredito que esse lado tenha mexido muito comigo. Não por receio, medo ou algo do tipo, mas por admiração pela coragem e ousadia em tratar de um tema tão pesado e com crianças na trama.

Logo no início eu fiquei bem animada com a história, Louis Creed, ainda que cético, se mostrava um pai bastante preocupado e protetor. Ele se muda de Chicago para Maine com intuito de recomeçar a sua vida ao lado da esposa, Rachel, e seus filhos, Ellie e Gage. Assim como muitos pensam, acredito eu, mudança é sinônimo de esperança, de perspectivas de um futuro melhor, principalmente para a esposa, que carrega consigo medo e trauma. E este é o intuito daquele pai de família: buscar, incessantemente, a paz.

Tudo desmorona quando a sua filha pede para ele tomar conta do gatinho de estimação e o animal morre atropelado. Jud, vizinha da família, leva o bichano para ser enterrado num cemitério amaldiçoado. Não vou falar mais para não tirar a graça da história, mas já é possível entender o que vai acontecer, não é? Coisas estranhas vão surgir e você ficará meio encafifado.

Entendo que a história tem elementos bem convincentes para atrair a atenção de qualquer leitor. Sim, eu disse QUALQUER leitor. Porém, acredito que o rumo tenha se perdido um pouco. E até acredito mais ainda que a culpa não tenha sido do autor, mas, minha. Como estava lendo com um compromisso totalmente desorganizado, fora do que me foi proposto, penso que isso tenha me travado. Sou muito organizada em tudo, alinho canetas até para trabalhar/estudar. Não sou a louca psicopata/obcecada, isso eu deixo para o SK. Apenas gosto de ler cumprindo o cronograma que foi proposto.

Pode ser que seja isso, pode não ser. Já me comprometi com o Marcos que faria uma segunda leitura, juntos, pois ele considerou um dos melhores livros do autor. Não considero o livro ruim, mas a primeira até a segunda parte foi tudo muito bem, no entanto, o que veio adiante acabou não agradando tanto. Gostei muito do autor tratar de coisas sensíveis numa história tão pesada. Os personagens precisam lidar com o sentimento de perda.

Sobre a edição:
O livro tem uma capa bonita e bem feita, a jacket, com a capa do livro, é muito mais chamativa e sombria. Na obra, é possível encontrar falhas na revisão, mas nada grave.

Em suma, é um livro que pretendo reler, tanto por ser King quanto por sair da pressão e ver se as coisas melhoram.

Resenha para: http://www.revelandosentimentos.com.br/

site: http://www.revelandosentimentos.com.br/2019/07/resenha-cemiterio-maldito.html
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André 22/08/2019

Esperava mais
Não vi nada assustador nem aterrorizante nesse livro, acho que poderia ter ido por outro caminho que teria sido muito legal. A decisãodo protagonista de resolver um problema para logo em seguida criar outro foi meio ridícula. Se esse for o livro mais aterrorizante do King então fiquei decepcionado e olha que achei It muito bom.
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Diegão 21/08/2019

Mediano
Esperava mais desse livro, por um autor tão bem conceituado ...
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Rosa Cristina 13/08/2019

Fantástico...
Para mim o melhor livro de King. O cemitério faz arrepiar os cabelinhos da nuca.
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spoiler visualizar
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Amanda.Bauer 01/08/2019

Mas um homem planta o que pode.. e cuida do que plantou.
Os livros do Stephen não me assustam, não acho de terror.. mas são pesados!
Eu amei o livro.
Uma leitura rápida e gostosa.
Gabriel 01/08/2019minha estante
Boa mozaaaao?????? Rápida? vc ficou mais de 1 mês. Finalmente terminou amo muitooo vc????


Gabriel 01/08/2019minha estante
Boa mozaaaao??Depois de 1 mês conseguiu terminar. Amo muito vc?????? O prox do King vamos ler juntos hein!


Gabriel 01/08/2019minha estante
Boa Mozaaao s2 s2 s2 Depois de 1 mês conseguiu terminar. O próximo livro do King vamos ler juntos hein! Amo muito vc s2s2s2


Amanda.Bauer 02/08/2019minha estante
Ahh, amo demais vc.




Mari 31/07/2019

Gostei demais
Ótimo livro,cheio de emoção. Muito bem ambientado e essa ambientaçao fortalece a conexão com os personagens e o cenário fica bem nítido na nossa cabeça.
Personagens bem desenvolvidos e a atmosfera do livro pode ser sentida pelo leitor (eu senti). Digno de reflexão e releitura.
O final total inesperado mas que não gera surpresa ao mesmo tempo.
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Lari 30/07/2019

Perdas
É um livro sobre perdas. Não achei pesado, não tem muito terror, mas a perda que os personagens tem é muito bem trabalhada. Novamente, esse livro não é sobre o cemitério em si, mas em como as pessoas lidam com os acontecimentos que aquilo traz.
Em alguns momentos eu senti a leitura parada e no começo achei bem enrolado. O movimento do livro so chega no final mesmo. Mas recomendo aos fãs de drama que quer se aventurar em king, e à todos aqueles que buscam um terror que não de medo ou que pertuba haha.
.......
Filme x livro
Livro ganha, com certeza!
Sidmar 30/07/2019minha estante
Achei que teria zumbis rs


Lari 31/07/2019minha estante
Bom, zumbi é quem está morto e volta a "vida", certo? Então, sim, tem zumbis


Sidmar 01/08/2019minha estante
Bacana...tô interessado em ler




Rafael.Nagao 30/07/2019

Algumas coisas não ficam enterradas para sempre
Já tinha ouvido falar desse livro faz muito tempo, e apesar do interesse nunca parei para lê-lo... Deixei a ideia de ler esse livro enterrada na minha cabeça, porém se tem alguma coisa que esse livro me ensinou é que certas coisas não ficam enterradas para sempre. Desse modo, depois de finalmente concluir a minha leitura posso falar que esse livro é brutal, mostrando o sentimento puro de sofrimento que a morte deixa nas pessoas.
Além disso o aspecto sobrenatural está presente no livro,mas o forte mesmo é o caráter humano exalado por todos os personagens...
Recomendo a leitura.
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Aline Marques 28/07/2019

O pior ainda irá acontecer! [IG @ousejalivros]
Sonhos podem se transformar em pesadelos, afinal.

E em "O Cemitério" o leitor irá descobrir que o mal pode ser encontrado, mesmo quando se tem as melhores das intenções, pois há certos limites que não devem ser ultrapassados. A morte é um deles.

Agora que o terror já teve o seu (pequeno) destaque, que tal descobrir alguns dos motivos que fazem dessa história um clássico?

1. PESSOAS COMO VOCÊ E EU
As relações entre os personagens são bem construídas, simples e completamente verossímeis, o que aproxima o leitor ainda mais da trama. Claro que algumas atitudes e falas são pontuadas com mistério, mas todos nós temos um ou outro segredo, não é mesmo?
Com a família Creed e seus bondosos vizinhos não poderia ser diferente! E, após acompanhá-los em sua rotina diária, ficará difícil não tê-los como velhos conhecidos.

2. O LUTO COMO GATILHO
Em algum momento, todos temos que sobreviver a dor imensurável do luto, lidando com todas as emoções que ela impele. A vida se torna um enorme gatilho e a lógica não parece fazer parte do cardápio.
Até onde você iria para evitar tudo isso? No amor, realmente, vale tudo?

3. A MORTE NÃO É O INIMIGO
Não, o livro não irá responder a todas as perguntas que se propõe a fazer, mesmo porque cada experiência de leitura é única. Todavia vale ressaltar a importância de explorar a nossa mortalidade e humanidade de forma tão crua e empática, sem romantizar momentos capazes de transformar vidas inteiras. A morte é uma consequência, e lidar com coisas piores podem ajudar a compreender (um pouco) melhor isso, mesmo que apenas no campo da ficção.

E se fosse pulou o texto todo e lerá apenas a conclusão dos meus devaneios, permita-me afirmar que a trama é sobre muito mais do que o horror da morte, já que ela nos lembra de quão humanos somos.

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P.S.: Você encontra minhas considerações na edição da Objetiva.
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