Minha Luta

Minha Luta Adolf Hitler




Resenhas - Minha Luta


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Chrystian 15/06/2019minha estante
Mas foi muito simples o modo que ele influenciou o povo alemão, não precisa se fingir de alarmada. Os judeus naquela época viviam de modo recluso entre os seus com um pé na política e outro na economia, influenciando o governo em detrimento ao povo germânico através de assistencialismo e desencorajamento na participação da primeira mundial, o que aos olhos da população (e de Hitler) foi o motivo de levarem eles a derrota e a crise posterior.




Ricardo 12/02/2019

"Acabei de ler o livro de Hitler com um entusiasmo cada vez maior. Quem é este homem? Um meio-plebeu, um semideus? Cristo ou apenas João [Baptista]? - Goebells, Ministro da Propaganda Nazista"

Escrito enquanto Adolf Hitler estava na prisão de Landsberg pelo seu fracassado golpe de estado, Mein Kampf é um livro que gera repulsa imediata em muitas pessoas e uma certa idolatria em algumas outras. Como o próprio führer admitiria mais tarde, era pouco provável que o livro fosse – e seja! – esse sucesso editorial. Nesta autobiografia, Hitler mescla passagens de sua vida com fatos históricos e destila um sem fim de corolários racistas, antissemitas e delírios de grandeza de uma raça superior. Se fosse só mais um livro, provavelmente, os poucos exemplares vendidos estariam jogados em poucas prateleiras empoeiradas. Porém, tal obra foi o modelo a ser seguido por um governo que aterrorizou o mundo sendo responsável por mais de 6 milhões de mortes...

Aí, você que leu o parágrafo acima se pergunta: se o livro traz, a primeira vista, somente aspectos negativos, porque lê-lo? Antes de entrarmos neste ponto vamos falar sobre o livro em si...

Podemos dividir o livro em duas partes. Na primeira, Adolf Hitler narra sua trajetória de vida até ali e vai nos informando como foi que se tornou, dentre outras coisas, um nacionalista ferrenho e um antissemita em tempo integral. Nascido na Áustria, o menino Adolf sonhava em ser pintor contrariando a vontade do pai que desejava ver o filho como funcionário público. Quando seu pai morre, Hitler da asas a imaginação e se joga de cabeça na ideia de ser artista. Não dá certo, infelizmente. Nesta primeira parte, o autor já vai deixando latente suas ideias de superioridade de raça e antissemitismo. Na segunda parte, Hitler discorre sobre como vê o mundo e elenca os passos para, segundo ele, a Alemanha voltar ao pódio do palco mundial. É principalmente nesta parte que Adolf diz, clara e objetivamente, tudo o que viria a fazer no futuro. Holocausto, tirania, guerra, raça superior.., estava tudo lá...

Confesso que tive imensa dificuldade para terminar este livro. E não foi pelo seu conteúdo em si. Já tive a oportunidade de ler e assistir bastante coisa sobre este período sombrio da humanidade, então, seu conteúdo, apesar de asqueroso, não me era estranho. O que tornaram as horas em frente ao livro verdadeiros exercícios de paciência foi sua escrita. O livro é confuso, por vezes contraditório, atolado de deduções pseudocientíficas a fatos pseudohistóricos. Apesar de não ser nenhum idiota, ou justamente por isso, Hitler sabia que o momento da Alemanha era frágil e por isso, receptivo a ideias malucas. E, para entendermos isso, precisamos voltar um pouco na história.

Ao final da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha saiu derrotada. Teve de pagar uma multa pesada aos países vencedores, perdera extensões territoriais, e ainda ficara praticamente impedida de recriar suas forças armadas. Somado a isso, a dificuldade de reconstrução deixou a Alemanha enterrada em uma inflação que passava dos 1000%. Pra muitos estudiosos, uma economia em frangalhos que ocasiona o sofrimento do povo é terreno fértil para que ideias insanas tomem forma e dominem as cabeças das pessoas. E se grande parte da culpa for atribuída a alguém - de preferência, a um inimigo imaginário - melhor ainda. Foi neste cenário que Hitler escrevia seus apontamentos...

(E Hitler soube como poucos explorar este conceito. Dono de uma retórica incrível, ele sabia que para convencer as massas, tinha que tocar o coração. Não precisava usar termos técnicos e números para justificar isso ou aquilo. Era preciso criar sensações. Trazer aquele sentimento de pertencimento a causa mostrando que só há um caminho correto...)

Quando ele começa a restabelecer a economia e, principalmente o moral do povo alemão, muitos o viam como alguém quase divino. Um mito. Talvez até a reencarnação do próprio Otto Von Bismarck. Pra explicar o que Hitler conseguiu fazer com a nação alemã antes da guerra , deixo você com um comercial feito pelo publicitário brasileiro Washington Olivietto a pedido do jornal A Folha de São Paulo:

https://www.youtube.com/watch?v=IExrorJP3g8

Alguns pesquisadores retrocedem ainda mais para tentar explicar porque Hitler fez o que fez. Richard Evans, autor da "Trilogia História do Terceiro Reich", argumenta que esse nacionalismo assoberbado recheado com racismo vem desde a época posterior ao que seria conhecido como Segundo Reich. Termos famosos usados pelo nazismo como a Supremacia Ariana, a saudação Heil e Antissemitismo foram cunhados nesta época - aliás, a suástica também passa a ser usada como símbolo da supremacia da raça ariana por esses tempos...

No livro, Hitler usa deturpações das teorias de Darwin para justificar o extermínio dos que ele considera menos aptos através de um darwinismo racial evitando assim a "contaminação" do sangue alemão. Esta ideia, também vem de antes da Primeira Guerra. Vale ressaltar que a Alemanha não estava sozinha nesta ideologia. Muitos países como Estados Unidos, tiveram seus exemplos de defensores desta loucura. Até Winston Churcill defendia algo parecido. Claro, nenhum foi tão longe como O Terceiro Reich...

Hitler se mostra particularmente contra o socialismo marxista, liberalismo e democracia. Acreditava que uma nação que dependesse da imensa maioria para escolher os caminhos a serem seguidos sucumbiria. O ideal seria um líder corajoso e forte o suficiente para livrar o país do "câncer" da miscigenação fazendo o que fosse preciso. Incluindo aí expansão territorial que ele acreditava ser fundamental para a manutenção do império alemão. E como conseguiriam isso: através da "boa e velha guerra"...

E não pense que o ódio de Hitler era destinado somente aos Judeus - apesar de estes forem o que mais sofreram. Todo e qualquer povo que não fosse "ariano" era considerado inferior. Dando destaque para dois grupos específicos: os Eslavos, que compreende os países do leste europeu sobretudo a Russia; e os Franceses que Hitler odiava pela ideia de igualdade, liberdade e fraternidade. E lógico, ser controlada por judeus (na cabeça dele, claro). Apesar disso, o livro fez relativo sucesso na França. Como bem conta no livro Mein Kampf: A História do Livro, de Vitkine Antoine - que narra a trajetória de sucesso, ostracismo e sucesso novamente, bem como a repercussão que a autobiografia do fürher teve ao redor do mundo. Sabendo que os franceses não ficariam muito felizes com o conteúdo do livro, a editora que publicou a primeira versão da obra pelas terras de Napoleão omitiu as passagens que mencionavam o ódio que Hitler sentia da frança... (aliás, caso se aventure a ler Mein Kampf, sugiro que leia logo em seguida a obra de Vitkine Antoine...)

Ta ok! O livro é um aglomerado de bobagens cruéis/hediondas e seu autor promete, caso chegue ao poder, dobrar o mundo aos seus pés. Como as outras nações ficaram sentadas esperando que isso acontecesse? Pois bem, é complicado. O mundo havia saído de uma guerra que havia sido muito cruel e a maioria das nações não queria um novo conflito. Além disso, muitos (MUITOS) não acreditavam que Hitler faria mesmo o que fez. Acreditavam que quando chegasse ao poder isso ficaria só na conversa (ti lembra alguma coisa???). Um dos poucos a notar o verdadeiro perigo que Hitler representava era Winston Churchill (sim, ele mesmo). Mas quando realmente foram prestar atenção ao que ele falava/fazia, já era um pouco tarde e o resto, bem, você sabe no que deu: Auschwitz, Dachau, Treblinka...

"O novo alcorão do fanatismo e da guerra, enfático, palavroso, grosseiro, mas com uma mensagem pujante. - Winston Churchill"

Um livro difícil de ler, confuso, atolado de mentiras, meias verdades, racismo, xenofobia e toda sorte de crueldade que você lembrar ou puder imaginar. Mas também revela um homem inteligente que soube como poucos o valor da propaganda para dominar as massas, de como um inimigo comum juntamente com um sentimento de superioridade são o elixir pra deixar um povo embasbacado e cego para todo o resto.

Ler Mein Kampf hoje, mais de cem anos após sua publicação trouxe controvérsia. Em 2015 quando o livro cai em domínio público, muito se debateu se as editoras deveriam ou não publicá-lo. Para muitos seria um manual que poderia induzir muitos há um pensamento perigoso. Para outros, ler deveria ser um dever de todos pois não há melhor propaganda contra este tipo de ideia do que o próprio livro. Eu fico com o segundo grupo.

Este emaranhado de bobagens que não passa pelo crivo de uma mente mediana só convence quem já esta propenso a acreditar. Qualquer uma que raciocine um pouco percebe que os devaneios de um louco nunca serão um meio aceitável de conseguir qualquer coisa. Ao ter acesso a esta obra, você percebe que é preciso estar sempre vigilante. Não podemos nos deixar levar por um carisma fácil e respostas simples. Demonizar o outro não mostra que somos melhores, pelo contrário! Aí está MeinKampf como exemplo máximo disso...

site: http://ricardobernardo.blogspot.com/
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day 02/11/2018

tenebroso
"O psique de massa do povo não é nada receptiva em saborear medidas pelas metades e fraqueza. Como uma mulher cujas sensibilidades são menos influenciadas pelo raciocínio abstrato do que pelo desejo indefinível e um respeito pela força superior, e que preferem curvar-se ao homem forte do que dominar o fraco, as pessoas adoram um governante severo mais do que um suplicante e sentem-se mais interiormente satisfeitas por doutrinas que não sofram nenhum rival, do que uma admissão de liberdade liberal da qual eles têm muito pouca ideia de como usar."



Um livro polêmico e totalmente estranho .

Por me interessar bastante por personalidades controversas ,li o livro para tentar entender todo delírio de Hitler e do povo alemão que estava sedento por um salvador da pátria.

Um livro perturbador ,escrito por um homem histérico ,raso e cheio de ódio e ego inflado.

Seu ódio aos judeus,sempre em tempos de fascismo ,é comum se escolher um inimigo para colocar a culpa em tudo que acontece de ruim,e Hitler começou a usar o discurso contra os judeus para ganhar sua fama e confiança .



"Foi nessa época que a maior mudança que eu já havia experimentado ocorreu em mim. De um mero cidadão mundano, eu tornei-me um fanático antissemita."



Um livro antigo que me parece super atual em tempos de fascismo crescente no Brasil.

Um homem desequilibrado ,movido por ódio,ego e moralismo ,que destruiu a nação alemã assim como a vida de milhares de pessoas ,que o único crime ,era não concordar com o pensamento dele.

Além de tudo ainda achava que estava fazendo a vontade de DEUS.

Parece que o passado anda se repetindo...escolher inimigos,mentir sobre eles,pois uma mentira contada muitas vezes se torna real.

Um livro que não é agradável de ler,porém necessário para que as pessoas pensem e saibam que erros passados podem surgir novamente.



Sendo assim, agora eu acredito que devo agir de acordo com o Criador Todo-Poderoso. Defendendo-me contra os judeus, estou a lutar pelo trabalho do Senhor."

site: http://escreverdayse.blogspot.com.br
Ewerton.Moura 01/01/2019minha estante
Acho bom você ler biografia de Stálin, Mao....




Rod Serling 05/07/2018

Livro Fundamental Para entender os dias deHoje
Hitler chega ao poder em uma Alemanha completamente devastada. pelo permicioso tratado de versalhes. as pessoas acabam encontrando em hitler um alento pra sua grave situaçao financeira, moral e de indentidade.

Apos Hitler ver que os judeus eram os detentores de boa parte do capital nao só na Alemana, como em boa parte da europa ele vê no sionismo Judaico como uma praga a ser erradicada.

Ja que hitler os culpavam, Em parte pela situaçao terrivel que a Alemanha se encontrava. Entao hitler passou a elaborar o terrivel plano do holocausto. Que vitimou milhares de inocentes. outro culpado para Hitler era tratado de versalhes e desobedece lo seria uma questao moral e de honra para ele.

Hj temos os efeitos do que o Hitler fez. graças ao holocausto foi criado a ONU, Palestinos foram expulsos de Jerusalem. Ao mesmo tempo criamos uma anomalia, pois mesmo os judeus sendo os pilares do capitalismo mundial. e tendo ganho um estado só pra si.

A direita foi demonizada e taxaram o hitler de extrema direita o que é bem questionavel, Pois hitler nao era um defensor do capitalismo. Em suma uma contradiçao. Pois da se um estado aos maiores apoiadores do capitalismo internacional.

Alem disso hj enfrentamos a situaçao terrivel dos refugiados migrando para varios países. inclusive o Brasil, Medo do terrorismo provado pelos Xiitas.

Ou seja os Judeus e ao mesmo tempo se demoniza os capitalistas da direita. so nesse breve exemplo. o quanto le mein kempf é fundamental para ver o monte de lama e contradiçao que vivemos atualmente.

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Eli 11/03/2018

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Rafa 09/02/2018

Simplesmente perfeito!!! Agora entendo o porquê tanta gente simpatizou com a visão dele na época.
Eli 27/02/2018minha estante
No mercado livre tem para comprar..


Chrystian 15/06/2019minha estante
O mais interessante é que ele não estava distante da verdade, só utilizou o meio errado. Se incentivasse a reprodução do povo alemão invés de exterminar os judeus, a população de judeus desapareceria da Alemanha em comparação ao número de alemães.




Jonas 03/02/2018

Um bom livro para amantes da segunda guerra
É um excelente livro para quem se dedica a estudar a primeira e segunda guerra mundial em seus detalhes políticos, históricos e geográficos na visão do próprio Hitler. Muitas das visões de Hitler são completamente equivocadas com a realidade da época como, por exemplo, a relação entre o judaismo e marxismo. Entretanto, toda a política, principalmente externa, realizada pela Alemanha após o início da segunda guerra, está escrita no livro. Além disso, vários fatos políticos importantes, que nos passam despercebidos por estarmos tão longe territorialmente, são abordados por Hitler e podem então ser facilmente consultados na internet.
Finalmente, recomendo muito o livro para os amantes da história da primeira e segunda guerra.
Rebeca 17/10/2018minha estante
Realmente Jonas, ele ajuda mto a entender a Segunda Guerra, pois dá um "preview" do que ia acontecer...

Agora como que ninguém leu esse livro na época e pensou "vai dar ruim, temos que parar esse cara!"?


Jonas 18/10/2018minha estante
Oi Rebeca, vi que você gosta deste tema, pelas suas leituras ...aceito discutir bem mais com vc se concordar.
Sobre o ato de ninguém ter percebido.... o que eu penso é que para podermos entender isso devemos nos transladar para aquela época e também para aquela região, só assim conseguiremos entender como aquelas pessoas pensavam.
Como eu entendo as coisas, a segunda guerra foi o marco de que as guerras em geral não são boas. A partir do seu término, várias coisas foram discutidas e conceitos, como direitos humanos etc foram criados para evitar conflitos de grandes proporções. Mas até aquele momento, devemos ter em mente que guerras eram muito comuns na Europa, por exemplo, em 1870 teve a guerra franco-prussiana (de onde surgiu a Alemanha), 1914 a primeira guerra e em 1936 a segunda, entre inúmeras outras que ocorreram. Então guerra era algo bem comum, tanto que as pessoas ficavam felizes e animadas ao ir para a guerra(pelo menos no começo delas rs), Pessoas eu digo o europeu de forma geral. Outra coisa é o fato de a Alemanha ter perdido a primeira guerra sem sofrer invasão e as consequências da derrota, como hiperinflação, o que gerou um sentimento de humilhação e revanche (com isso eu concluo que a segunda guerra seria iniciada com ou sem Hitler, de uma forma bem diferente, claro). E por fim, era bem vivo na Alemanha, que herdou isso da Prússia, o sentimento de guerra e heroico. Acho que esses três fatores basicamente explicam o por que eles não pensaram que ia "dar ruim". Em resumo...simplesmente porque eles achavam que iam ganhar, e rápido.
Abraços.


Rebeca 19/10/2018minha estante
Oi Jonas! Gosto sim e gosto mto!! Vai ser um prazer conversar com vc!!


Então, vc tem razão mesmo! Acho que o Hitler ficou tão poderoso pq ele surgiu no momento certo em que a Alemanha clamava por alguém que se vingasse da "Europa" por causa do Tratado de Versailles e ele foi o cara pra isso!

Tudo isso eu entendo... Mas eu sempre vou me perguntar como o discurso de ódio e racista teve tantos seguidores...

Talvez fosse um pensamento geral do povo alemão, ele só liderou o movimento...


Jonas 20/10/2018minha estante
Olá!
Concordo com você que era uma pensamento geral alemão sim, mas acredito que era um pensamento geral no mundo naquela época, com cada região tendo sua versão. Por exemplo, nos EUA e aqui no Brasil existia o problema com os negros, na Europa central e no leste europeu o problema grande com os judeus, que vinha desde Napoleão. No leste da Europa o problema com os ucranianos, poloneses, e outros povos. Na Asia o tratamento sub humano dado aos chineses pelos japoneses, etc. Acredito que era algo, se possível dizer assim, da época. A questão judia sempre foi complexa na Europa e ainda o é, por exemplo, com um cartas colocado em um hotel de luxo suíço pedindo aos hóspedes judeus tomarem banho antes de entrarem na piscina. E isso aconteceu ha 1, 2 anos. Atrelado a isso, que pode ser uma outra discussão, eu tenho a impressão de que se não houvesse a política judaica por parte da Alemanha na segunda guerra, ela teria ganho a guerra. Posso tentar falar disso depois.
Ah.... e eu não sou um especialista, mas eu tenho a leve impressão de que conceitos como "racismo" e "ditadura" e "democracia" eram muito diferentes dos conceitos que temos hoje. Por exemplo, dizer que a miscigenação racial é algo ruim não necessariamente implica em dizer que uma raça é superior a outra. Mas esse é um outro ponto também rs.
Fico contente em encontrar alguém para discutir esses pontos.
Abraços.


Rebeca 22/10/2018minha estante
Sim, com certeza esse pensamento era presente no mundo todo, só mudava o alvo do preconceito... é como hj, que há mto preconceito contra árabes e muxil


Rebeca 22/10/2018minha estante
Muçulmanos... na verdade sempre vai existir isso, infelizmente...

Aah, então... com certeza se a Alemanha tivesse focado só na parte militar, eles iam ganhar "fácil" a guerra, eu acho... pq o exército deles era mto superior a de todos os outros..


Sim!! Totalmente diferentes os conceitos!! Tanto que o pessoal vê que o partido nazista era nacional socialista e já acha que o Nazismo era de esquerda! Às vezes falta conhecimento pra turma!! Hehehehe

É sempre um prazer! Abraços!




Gladston Mamede 06/01/2018

"
Li como parte dos estudos de doutoramento em Direito e, não vou negar, minha expectativa era compreender o que teria fascinado tanto os alemães ao ponto de abraçar o nazismo. Não encontrei nada. O livro é chato, um amontoado de bobagens "etinocêntricas". "A massa não está em condições de distinguir onde acaba a injustiça estranha e onde começa a sua justiça própria". E por aí vai. Ruim.
Cândida 01/03/2019minha estante
Verdadeiro. O livro é muito chato




Henrique 23/10/2017

Historicamente essencial
Apesar das ideias certamente reprováveis do autor, o livro tem imenso valor histórico.
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Agueda Faon 15/10/2017

SÓ POR CONHECIMENTO HISTÓRICO
Há somente um motivo que me fez ler este livro até o final: CONHECIMENTO HISTÓRICO. A menos que esta obra tenha sido distorcida, nos dá uma real dimensão de quem na verdade foi Hitler. Não fosse todo o horror que ele provocou, eu até teria vontade de bater um papo cabeça com esse sujeito. Ele apreciava a cultura, a ponto de passar fome (devido às dificuldades encontradas em Viena) para poder ler ou assistir espetáculos de ópera. Nos primórdios, convivendo com sua família grande, precisou enfrentar os mesmos problemas que muitos enfrentam por viverem numa sociedade com traços de desigualdade social.
Mas a mente dele era tomada por psicoses. Um misto de inteligência e loucura se revelam nas páginas (que em muitos trechos se torna maçante pela quantidade de vezes que ele repete idéias), e aí você entende porque esse pequeno austríaco fez tanto estrago.
Como eu disse e repito, para CONHECIMENTO HISTÓRICO, vale a leitura...
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claudio.louzd 26/08/2017

Não Leia
Li após ter relido Anne Frank, para tentar entender o ódio aos judeus na segunda grande guerra. O livro ajuda muito pouco. De interessante, ver o mindset de um lunático às vésperas de trazer o caos ao planeta.
Serve de alerta ao perigo de salvadores da pátria e do excesso de fé num sistema ou seita.
Cansativo, muito sem sentido, desinteressante.
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Clarisse 23/04/2017

Mein Kampf - Volume I
Início da vida

Hitler nasceu em Braunau, Aústria. Com desejo de torná-la novamente parte da Alemanha, aos quinze anos já se considerava um "fanático nacionalista".

Muitos de sua geração viam o império austríaco como responsável pelo desmantelamento da nação alemã. Órfão aos 15 anos, com o sonho de tornar-se pintor, apesar de ter talento mais para o desenho, vai para Viena. Lá ele se depara com as dificuldades da vida, trabalha pelo pão diário e muitas vezes opta por passar fome para poder ir a ópera ou comprar livros. Muito interessado pela História alemã e pela Sociedade, ele faz uma análise da sociedade proletária da época e da sociedade nacionalista ideal.

O exemplo exposto por Hitler da formação de um cidadão é ainda muito atual: uma criança crescendo numa "casa" pequena para cinco irmãos e pais que brigam todos os dias devido as dificuldades da vida é ensinada pelos pais a odiar o Estado (que não os ajuda); ao sair da Escola além de ter adquirido poucos conhecimentos, é irresponsável e "amoral". Assim, uma criança que só viu a "sujidade" e a "vileza" humana que vida alcançará? Nesse caso, o autor defende que a "nacionalização de um povo deve começar pela criação de condições sociais sadias como fundamento de uma possibilidade de educação do indivíduo". Do conhecimento, surge o orgulho pela Pátria. Só se luta pelo que se ama, só se ama o que se respeita e só se respeita aquilo que se conhece.

Em Viena

Em Viena, Hitler passou a "entender" melhor a sociedade em que vivia. Sempre lendo jornais diversos para conhecer as doutrinas/ideias que não dominava e poder ter argumento em suas discussões em grupos. Lia desde os jornais "vermelhos" até os antisemitas. Antes de tomar um partido quanto aos judeus, Hitler, afirma ter usado da razão para não fazer uma injustiça. Assim, após meses de estudos, ele conclui que os judeus seriam os líderes da social-democracia. Os responsáveis por incitar a classe trabalhadora, anular a cultura e o nacionalismo alemão . A expansão do "marxismo-judaico" ocasionaria o fim da raça humana. Por isso, Hitler via-se como um agente de Deus na luta contra o judaísmo.

"Eu só via no judeu o lado religioso. Por isso, por uma questão de tolerância, considerava injusta a sua condenação por motivos religiosos. O tom, sobretudo da imprensa anti-semítica de Viena, parecia me indigno das tradições de cultura de um grande povo, Causava-me mal-estar a lembrança de certos fatos da Idade Média, cuja reprodução não desejava ver."
Ataque a Democracia

Outro ataque de Hitler é à Democracia Parlamentarista, extensamente ele defende como essa Instituição é falha. Colocar as decisões de uma nação na mãos de cerca de 500 homens seria uma forma de "tirar" a responsabilidade pelas decisões das costas de um só homem. Logo, sem responsáveis não há culpados. Além disso, ele afirma que esses homens não teriam competência para a tarefa que lhes foi designada, pois haver um verdadeiro estadista em uma nação é uma exceção. Em contrapartida, defende a democracia gêrmanica que centraliza em um único líder toda responsabilidade. A autoridade pública só poderia exigir respeito e proteção caso defendesse os desejos da nação.

Preocupado com o crescimento populacional da Alemanha, cujo território seria "pequeno" para plantio e suprimento de toda essa população, Hitler defende que o país deveria expandir seus domínios. Àquela época muitos países ainda mantinham suas colônias pelo mundo, mas para Hitler o ideal seria que a Alemanha buscasse mais terras no próprio (sub)continente europeu. Conquistadas pela força e diligência do povo alemão. Segundo ele, o "Estado" judeu nunca teve fronteiras, era unido pela raça e se encobria pela religião. O Estado vai além da organização econômica, representa a união de uma raça para a autopreservação.

A propaganda de guerra

De certa forma o autor também dá uma lição de marketing, ao analisar a propaganda na Primeira Guerra. De um lado a Alemanha teria errado ao ridicularizar o inimigo. De outro, este tiraram vantagem ao retratar os alemães como monstros e bárbaros. Assim, os soldados da Entente (França, Reino Unido e Rússia) estavam preparados para algo muito pior do que encontraram de fato no front. Enquanto que os soldados alemães sentiam-se enganados por receberem notícias falsas. Além do que, a propaganda alemã falhou ao tentar minimizar sua "culpa" pelo desencadeamento da Guerra, em vez de atribuí-la toda ao inimigo. Surgiu então a dúvida entre o povo: "se os inimigos tem razão de nos atacar por que continuamos em guerra?" Na Inglaterra, a propaganda era considerada uma arma de Guerra, mas na Alemanha era algo de segundo plano atribuído aos mais incompetentes

Após a Guerra, Hitler decide-se por entrar para a carreira política. Sua habilidade em oratória rende-lhe um convite para um partido pequeno. Pequeno mesmo, só tinha seis membros. Depois de refletir sobre o assunto, conclui que era de um partido pequeno que poderia surgir o reerguimento da nação. E não dos partidos corruptos com lugar no parlamento. Mesmo contando com superioridade numérica e constante suprimento de armas a Entente levou mais de quatro anos para vencer. E a causa da vitória foi a fraqueza de caráter e descrença do povo , devido a propaganda doutrinária que minava o espírito nacionalista. A crise pós-guerra não teria como causa principal a economia abalada. Mas na verdade surgido de fatores éticos e raciais.

Sífilis

Em um capítulo Hitler faz um extenso ataque a prostituição e apresenta a sífilis como um grave problema de saúde pública na Alemanha. Eu, curiosa, pesquisei, pois desconhecia essa doença como epidemia. Encontrei esse site legal, que traz alguns cartazes orientado os soldados a tomarem os coquetéis para DSTs. Noutro site, explicava que essa preocupação do Fuher, se devia a ele ter contraído Sífilis enquanto estava em Viena. Indica inclusive, que suas obsessões seriam um sintoma da doença.

No mesmo capítulo, Hitler aborda a instituição do casamento, a qual ele considera como meio para a conservação e multiplicação da raça. Ele também considera a arte contemporânea como a decadência da cultura alemã. Em parte pelo crescimento das grandes cidades que deixaram de ser centros culturais para tornarem-se "aglomerações" urbanas, com a industrialização.

A questão da "raça"

Hitler defende a pureza de sangue do povo ariano. Ele acreditava que a proteção e evolução da raça estaria relacionada ao mecanismo de seleção natural, na qual somente as espécies mais fortes sobrevivem. Para tanto os arianos deveriam reproduzirem-se entre si. Ele cita como exemplo histórico, que a América do Norte, por ter sido colonizada mais por arianos, manteve uma grandeza humana e cultural. Enquanto que a América do Sul, colonizada por latinos que se misturaram aos indígenas, seria menos civilizada. A lógica do autor parte para o seguinte: sendo os arianos a raça superior, o pacifismo dependeria de ser dada aos alemães a "posse" do mundo.

"Talvez o conceito pacifista humanitário chegue a ser de fato aceitável, quando o homem que for superior a todos, tiver previamente conquistado e subjugado o mundo, ao ponto de tornar-se o senhor exclusivo desta terra. A tal ideia torna-se impossível produzir conseqüências nocivas, desde que a sua aplicação na realidade se torna cada vez mais difícil, e por fim, impraticável. Portanto, primeiro, a luta, depois talvez o pacifismo."
As características principais de cada raça seriam intrínsecas. Isso explicaria porque, enquanto uma situação levaria certo povo a passar fome, servia a outro como estímulo para trabalhar com mais afinco. Como na fábula da cigarra e das formigas. Os arianos seriam os responsáveis pela origem da civilização humana, toda a arte, toda a ciência (mesmo as do Oriente) teriam surgido de ideias nascidas nesse povo. Essa superioridade justificaria a escravidão dos povos inferiores. Escravidão que seria uma "benevolência", pois os explorados, empregados em um trabalho útil estariam em condição melhor do que quando estavam livres.

O aspecto principal da raça ariana seria a capacidade de autossacrifício pelo coletivo. Enquanto o povo judeu só seria capaz de unir-se mediante o perigo. Passado este, voltaria ao seu estado natural de egoísmo. A inexistência de um Estado Judaico representaria a falta de cultura do povo que se apropria daquela presente nos povos que "corrompe."

Na Alemanha, os judeus seriam os responsáveis pela revolta da burguesia contra a monarquia e depois do proletariado contra a burguesia. Para isso, utilizaria da Maçonaria, entre as classes superiores e da imprensa para os operários. Pregando a igualdade e humanidade eles alcançariam o controle da nação.

O crescimento do Partido

De apenas sete membros o movimento logo chegou a centenas de adeptos, graças a capacidade de Hitler na oratória. Nos discursos ele defendia as ideias que descrevi anteriormente. Com mais de dois mil seguidores, passou a chamar atenção dos comunistas, que começaram a assistir aos comícios, alguns como críticos, outros para provocar a desordem. Apesar de não gostarem de considerar o movimento como um Partido, nomearam a associação como "Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães".
Resenha sobre o volume II, no blog.

site: https://asvantagensdeterumblog.wordpress.com/
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Gean 02/03/2017

Instigador.
Deixando de lado todo o sofrimento que ele causou às pessoas e o que ele representou como sendo a antítese da lógica humana, ele, inegavelmente foi um dos maiores líderes da história. Depois de ler este livro tu tens uma outra visão de Hitler, diferente daquele estereótipo do psicopata maluco irracional. O considero, após a leitura, um monstro, mas um monstro metódico e racional, pelo menos até o início da Segunda Guerra Mundial. Vale a leitura para confirmar ou desfazer conceitos.
L. 20/04/2017minha estante
onde dá pra achar esse livro??


Gean 11/05/2017minha estante
Cara leitora "L.", consegui este livro pela Estante Virtual, pois de outra maneira acho difícil conseguir. Abraços.


Julio.Coelho 18/12/2017minha estante
Gean, leia o livro Hight Hitler que você vai entender o motivo pelo qual o Hitler ficou ainda mais maluco durante a segunda guerra.




Christine 27/11/2016

Político
Sou uma leitora curiosa envolta de guerras e incidentes históricos, obviamente, desde meus 16 anos buscava por ter este volume em mãos e esmiuçar todas as idéias do considerado maior gênio do mal de todos tempos até a atualidade.
Iniciei a leitura desejando compreender as maiores idealizações, planos e conturbações que ele possuía. Aspirando a compreender seu anti-semitismo tão ferrenho, e seu extremo nacionalismo aflorado.
Erro meu.
Poucas respostas obtive e pouco se extrai do livro que seja exatamente pessoal. O homem do qual estamos falando, é um político nato. Pensamentos filosóficos nacionalistas, seus credos e crenças sempre exaltados acima de outras pessoas, uma estima própria muito validada a ponto de diminuir outras pessoas.
É possível entender muito de sua visão como o futuro fuher, e o que ele causou com este poder.
O livro se torna maçante ao longo da leitura, pelas ideías extremas do autor e suas repetidas investidas nos mesmos assuntos - algumas vezes se tornando até mesmo contraditório.
"Minha luta" não é uma biografia nem um diário, é uma biblia aos partidários Sociais Nacionalistas Alemães.
Vale a leitura.
Erick Duarte 28/11/2016minha estante
Ufa! Fico feliz de saber não fui o único a achar a leitura cansativa Rss


Josynha 11/08/2017minha estante
Eu ainda estou no início e já estou me cansando. Kkkkkkkk porém vou ler até o fim. Tenho curiosidade em conhecer a mente desse líder que fez muita gente sofrer.




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Elenai 25/04/2017minha estante
Erick, ainda não li o livro mas penso como vc. Vejo o nazismo como um filho que ninguém quer ser pai. O nazismo foi um movimento novo com características dos dois lados....


Erick Duarte 10/05/2017minha estante
Exatamente Elienai, em muitos momentos, durante a leitura, percebi que ele atacava tanto o socialismo/comunismo em todas as suas facetas e correntes internas, como também o capitalismo e liberalismo. Para ele só existia o nazi-facismo. Isso é um indício claro de que ele se enxergava como uma terceira via.




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