O céu que nos oprime

O céu que nos oprime Christine Leunens




Resenhas - O Céu Que Nos Oprime


18 encontrados | exibindo 1 a 15
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Adriano 05/07/2020

O céu que nos Oprime
No geral é um bom livro, boa narrativa, bons diálogos, mas confesso que não gostei muito do final
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Fernanda.Maia 29/06/2020

livro usado de inspiração pro filme ?jojo rabbit?, não tem nada da comedia e fofura do filme. livro denso e leitura pesada mas que vale muito a pena ler pelas reflexões que o livro traz. mostra o amor como forma de opressão em seus vários sentidos.
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Gil 22/06/2020

Típico filme Netflix
Primeiramente, queria dizer que respeito as pessoas que gostam dessas histórias com entendimentos complexos, etc.

Porém, convenhamos, a história no decorrer desse livro ficou parecida com alguns filmes da Netflix, Terminando sem pé e sem cabeça .
Enfim! Existem alguns pontos que te enchem de curiosidade .
vale a leitura ...
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Bart 04/06/2020

O Céu que nos Oprime
*Christine Leunensé*
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Editora Bertrand Brasil
252 pág, 2004.
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Se vc assistiu ao filmaço "Jojo Rabbit" (2 Oscars) e terminou o filme suspirando com a inocência cômica e satírica da obra!? Ótimo!! Agora esqueça tudo que vc assistiu antes de ler o livro que inspirou o filme... são praticamente 2 obras distintas.
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Não vou comentar as diferenças p/não dar spoiler de ambos, mas posso dizer que vc não conhece praticamente nada da trama somente asissntindo ao filme.
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A história se passa em Viena, durante a ocupação de Hitler, mostra como é feita toda a lavagem cerebral nas crianças (o futuro da nação ariana), e através dos olhos de Johannes ou Jojo Rabbit, uma criança assim como as outras, que tem incutida na mente, o fanatismo pelo reich alemão.
Até que ele descobre que seus pais escondem uma garota judia em casa, Elsa, por quem Jojo se apaixona colocando em cheque tudo em que foi obrigado a acreditar. A relação entre eles dura por anos, os desejos e as descobetas sexuais, e a partir de certo ponto passa a ser uma relação doentia... "????" Como assim?! Basta ler o livro kkkkkkkkk
Leia um trecho da conversa entre os dois na última foto, p/ter uma pequena ideia!
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Curiosidade - o livro foi lançado em Novembro de 2004, mas só chegou aqui, depois do filme (Jojo Rabbit, 2019), em Fevereiro deste ano.
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Um livro que se torna pesado, mas, um livrão, e que está pegando muita gnt de surpresa. ????????????
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??NÃO ESQUEÇA DE LAVAR AS MÃOS ??
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Junior 18/04/2020

Intenso e doloroso, comovente e engraçado, é bem diferente do filme, mas os dois são obras maravilhosas.
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Viviane 16/04/2020

Livro que inspirou o filme Jojo Rabbit, O Céu que nos Oprime nada tem da leveza e fofura do filme. Livro denso, pesado que me gerou mal estar por várias vezes.

Instagram: @bibliotecadepemberley
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Matheus 11/04/2020

Diferente do que imaginava
Comecei ler o livro sem saber os detalhes da história, só que se tratava de uma família ariana que escondia uma judia na sua casa. Como adoro temas relacionados à Segunda Guerra, li sem nem procurar mais nada. Também preferi não ver o filme, mesmo com diversas pessoas me falando que são completamente diferentes.
De certa forma gostei do livro. Acaba de surpreendo pois é algo completamente diferente do que imaginava. Só acho que a autora se perdeu um pouco no final e, falando nele, foi completamente abrupto. É criado um clima no livro todo para, quando se chega no clímax, é algo tão repentino que você acaba pensando que perdeu algo.
Mas parabéns à autora por criar um protagonista tão podre e escroto quanto esse
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Gabriel Dias - @Done.em 30/03/2020

O céu que nos oprime - @grupoeditorialrecord ⠀
Johannes Betzler foi condicionado a abraçar a causa Nazista, a anexação da Áustria ao Reich Alemão é uma realidade e o fascínio pelo poder faz a admiração das crianças Austríaca crescer, Integrante da Juventude Hitlerista, Johannes descobrirá que seus pais escondem uma judia em casa, Elsa. Inicialmente tomado pela repulsa, ele se depara com conflitos de sentimentos, e quando menos espera precisará entender o limite do amor e a obsessão
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Quando recebi pela parceria com a Record, fui sedento ao livro, inicialmente ele apresenta diversas facetas importantes dos personagens, e uma contextualização necessária do nazismo, mas o foco é realmente nas crenças do personagem e como ele se contradiz, por esse ideal, implantado de forma natural, mas com diversificadas lacunas.
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Narrado em primeira pessoa, a autora deixa nítido o contraste de pensamento e conflitos que Johannes tem em relação a Elsa, onde a dualidade é intrínseca ao personagem, onde no processo ele precisa perder e se desconstruir, entrando em uma vida adulta antecipada, tendo a responsabilidade de vidas em mãos, e principalmente ser altruísta, aspecto que por sinal ele se mostra contrario na maior parte da narrativa.
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Confesso que no desenvolver da narrativa, a autora parece criar um romance que não existe, apenas por ser cômodo, mas também penso que seja uma forma de redenção/”recuperação” de Johannes. O que nos cativa, é a curiosidade de saber como será desenvolvida a Guerra em território Austríaco e qual será o destino dos personagens.
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Quanto ao filme, Jojo Rabbit fora um dos meus filmes favoritos na corrida do Oscar, logo ao ler a obra de Christine Leunens é impossível não notar uma nítida diferença na narrativa entre o livro e o filme, o que tornam eles completamente diferentes, justificando o Oscar de Roteiro Adaptado, ao qual, apenas apresentam uma estrutura similar mas um desenvolver e formas de cativar completamente oposta, onde no filme nós é apresentado quase que uma sátira, e o livro carrega o drama como essência principal.
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Obras complementares, importantes, onde nenhuma ofusca a outra.

site: https://www.instagram.com/p/B-QRDf4jVLh/
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Glizia 19/03/2020

Eu li o livro após ter visto o filme, e posso afirmar que não influenciou na leitura como algo positivo ou negativo. Eu consigo compreender Jojo Rabbit como uma maravilhosa adaptação e Caging Skies um ótimo livro. Mas não espere a mesma coisa das duas mídias.
O Céu Que Nos Oprime é um livro seco e que nos dilacera sem ter medo de como os leitores irão receber as informações. Acompanhamos o amadurecimento de Johannes, um garoto que acredita nos ideais nazistas até descobrir que seus pais escondem um segredo profundo em sua casa.
Ao contrário de vários livros sobre o tema, dessa vez acompanhamos como o pensamento nazista tornou Jojo quem ele é. Não consegui ter sentimentos profundos sobre ele, pois não é a ideia do livro te fazer ter compaixão desse personagem. Apenas dos outros ao seu redor.
Não posso dizer muito sobre o quão conflitante são meus sentimentos pelo final da obra. Por um lado, acredito que esse foi o melhor final que a história poderia ter, mas me deixou um sabor amargo na boca.
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Gaby 16/03/2020

Com a anexação da Áustria ao Reich alemão no fim da década de 1930, crianças são levadas e condicionadas a abraçar ideais nazistas, acreditando em cada palavra, inclusive sobre seu sangue ariano ser o mais puro, e o ódio pelos judeus propagado por Hitler e seus seguidores é o ódio com o qual alimentam a Juventude Hitlerista. Um dos integrantes é Johannes Betzler, que se agarra ao sonho nazista inocentemente, mas com o tempo e o correr da guerra fica cada vez mais obcecado com a raça pura que tanto almejam.


Percebendo atitudes estranhas de seus pais, que não compartilham de sua devoção, Johannes descobre que eles estão escondendo uma jovem mulher judia atrás de uma parede falsa em sua própria casa. Mutilado pela guerra, física e psicologicamente, o garoto não denuncia o crime de sua família, mas fica totalmente obcecado por Elsa Kor, a mulher que ele, passado o susto, ajuda a manter em cativeiro. Primeiro, escondida para não ser executada; depois, mantida refém por um cada vez mais insano Johannes.

“O céu que nos oprime” foi uma leitura densa, pouco fluída, pois sendo narrado em primeira pessoa por Johannes, só sua visão nos é revelada. Nem é preciso dizer se tratar de um narrador não confiável, não é? O personagem, que começa com uma inocência infantil que pode emocionar o leitor, cresce um homem inescrupuloso, incoerente, que acredita nas próprias ações, que é indiferente ao holocausto e que coloca suas fantasias e loucuras em frente a tudo.


Essa transformação poderia ter sido um ponto alto no livro, mas a forma como a autora escolheu desenvolver essa estória foi, para mim, totalmente não convincente e, por isso, a leitura se arrastou por essa trama sombria sem me envolver de fato. Para mim, foi um livro que tinha um potencial interessante (e foi tão bem aproveitado no cinema!) mas que se perde da metade para o final.

Portanto, não esperem uma história no livro como o que encontramos no trailer do filme, pois a carga sombria é muito maior e os alívios cômicos, inexistentes. É uma história de loucura e obsessão no meio da Áustria nazista. Todo o mais fica em terceiro plano ou não é desenvolvido de fato. Não foi um livro para mim, infelizmente.

site: https://www.instagram.com/p/B9UbjRkjxsg/
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Rodolfo_Domingos 13/03/2020

Necessário
Quem viu o filme Jojo Rabbit, baseado neste livro, pode ficar tranquilo que é um daqueles casos em que temos um livro muito diferente. A versão original é muito mais sombria e melancólica.
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Aliás, o ponto de vista de Johanes é o que torna essa história tão fascinante. Ele é teimoso, individualista e capaz de fazer coisas questionáveis em nome do amor. É um livro que, definitivamente, nos coloca diante de um protagonista com quem dá vontade de sentar e ter um papo muito sério.

A segunda metade do livro ? que o filme nem se dá ao trabalho ? traz aquele sentimento que as consequências da guerra e das ideias deturpadas de autoridade impostas por Hitler vão muito além de destroços e mortes.

É a história de amor de um anti-herói, uma belíssima aula de história. Um livro para guardar para sempre.
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Thathá Turta 11/03/2020

O Céu que nos oprime
O livro nos trás logo na abertura um texto do protagonista Johannes (o Jojo do filme Jojo Rabbit), sobre mentiras, e que é fundamental a leitura antes e quando finalizar o livro: "o grande perigo de mentir não é que as mentiras sejam inverdades e, portanto, irreais, e sim elas se tornam reais na cabeça de outras pessoas. Elas escapam do controle do mentiroso como sementes arremessadas ao vento, germinando uma vida própria nos lugares me os esperados (...)". "Muitos anos se passaram desde que semeei as mentiras, portanto as vidas, de que estou falando (...)".
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E então o livro nos trás o protagonista no início da Segunda Guerra Mundial, quando seu país, a Áustria, se anexa ao Reich alemão para ambos lutarem juntos na eliminação dos judeus.
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É nesta primeira parte que senti os horrores que eram ensinados principalmente nas escolas já ocupadas pelos alemães, de que a raça deles era a mais pura, e de que os judeus deveriam ser eliminados:.
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"Não confiem em judeus mais do que uma raposa no campo. Satã é o pai dos judeus. Os judeus sacrificam crianças cristãs (...). Se não dominarmos o mundo, eles o dominarão. É por isso que querem misturar seu sangue ao nosso, para se fortalecer e nos enfraquecer." "Comecei a temer os judeus de uma maneira clínica. Eram como o vírus que eu nunca via, mais sabia que estava por trás da minha gripe e do meu sofrimento.".
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É realmente chocante essa teoria criada por Hitler...
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Porém, entretanto e todavia, apesar desses trechos, o livro não nos trás muito mais sobre a visão do menino não judeu durante o holocausto... e isso acho que me decepcionou um pouco... achei que seria esse o foco, mas não...
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Mas vamos lá: então ao longo de toda a segunda guerra Johanes faz o possível pra que uma judia sobreviva escondida em seu sótão, principalmente após ter perdido seus familiares, quando ele se vê sozinho. Ele desenvolve um amor, ou obsessão, difícil definir e digerir, por essa judia. Então nessa segunda parte retrata com mais ênfase um rapaz egoísta, ingrato, egocêntrico, infantil e mentiroso!.
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A fim de manter sua protegida e "amada", ele mente sobre o fato de a guerra ter sido vencida por Hitler e a torna sua prisioneira, então começa um jogo sentimental dos dois lados, e passamos a acompanhar o dia a dia de ambos praticamente confinados dentro da casa. Me arrastei um pouco na leitura dessa segunda parte, que é bem longa, com um sentimento de que a autora se perdeu um pouco, tornando meio exaustiva, pelo menos pra mim, a leitura... volto a dizer que jurava que o livro seria sobre a visão do menino não judeu sobre o holocausto!.
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Aí então vem a reflexão final, que trouxe de volta o esplendor da escrita da autora do início! De qualquer forma, vale a leitura e a reflexão!.
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Um livro sensível, denso, superficial às vezes, irritante muitas vezes, mas vale a leitura por trazer, mesmo que bem pouco, um lado sobre o holocausto que não tinha lido ainda em outro livro, por me ensinar mais um pouco sobre a Segunda Guerra, e sobre a reflexão de o que somos capazes para sobreviver e por amor! Sinceramente, difícil julgar se é certa ou errada a decisão do Johannes nessa época difícil!.
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Indico sim!


site: Instagran @meuslivros.meumundo
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oimrno 04/03/2020

Leiam mas sem pensar no filme Jojo Rabbit
Decidi ler esse livro antes de assistir o filme que por sinal muitos falam bem, e meu deus as histórias não podiam ser mais diferentes. No livro Johannes cresce e você acompanha toda a guerra através dos olhos de um nazista, ao contrário de todos os outros romances desse tema. Christine narra muito bem, prende a atenção e tu simplesmente quer saber o destino da Áustria e também de Elsa, uma judia protegida pelos pais de Johannes, pois no meio do livro existe um romance distorcido que sinceramente eu não esperava, e se esperava não foi o que imaginei, resultando num final que me desapontou tanto, até porque até o capítulo 23 eu simplesmente amei o livro, a escrita e a construção das personagens
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