Cartas a um jovem terapeuta

Cartas a um jovem terapeuta Contardo Calligaris




Resenhas - Cartas a um jovem terapeuta


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Lara 15/05/2015

Cartas a um jovem terapeuta.
Esse livro deve ser lido e relido por estudantes de psicologia e também por profissionais psicologos e psiquiatras.O livro é realmente muito bom
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Ludy 23/10/2014

Cartas a um jovem terapeuta - Contardo Calligaris
Podemos ver que esse livro é uma serie de cartas escritas para Contardo Calligaris, baseado em sua experiência de vida e sua experiência como terapeuta. Formado inicialmente em filosofia e epistemologia em Genebra e logo depois fez doutorado em psicopatologia clínica.
Dentre as questões apresentadas como curiosidade por várias pessoas tem se a vocação profissional, o primeiro paciente, amores terapêuticos, formação, como é visto a demanda de curar ou não curar, sobre os conflitos que vamos enfrenta em um consultório terapêutico entre outras coisas que são do interesse dos jovens ou futuros terapeutas. Calligaris utiliza uma linguagem de fácil entendimento até para aqueles que não estão habituados podem entender, mas não consegue escapar de alguns temos técnicos. Sendo escrito para aqueles que pretendem iniciar ou estudantes recém - formado que iniciaram a carreira de terapeuta.
É explanado com grande preocupação que temos que ter sobre a idoneidade, pois vamos exercer tal função por muito tempo e sem falar sobre os investimentos tanto intelectuais como financeiros. É possível destaca alguns traços de caráter que dificilmente podem ser trabalhados, se não apresentarem antes da formação. Por exemplo, ter uma gratulação por meio das pessoas, pois quando o problema passa, é o terapeuta nem é lembrado ou até mesmo agradecido. Buscando desmitificar o estereotípico sobre os terapeutas, principalmente no contexto que os terapeutas têm o poder de resolver todos os problemas em curto prazo e não entendem que o terapeuta é apenas um agente que auxilia nesse processo.
E como é importante o terapeuta reconhecer seus limites, e até mesmo trabalhar esses limites por isso é interessante passar por terapia e quando necessário possa ter alguém que recorra quando necessita, pois não devemos buscar ser um modelo de normalidade, mas esse posicionamento pode prejudicar bem como ter ideias prontas e não está aberto para opiniões e praticas morais diferentes de seus pacientes assim impossibilitando que o terapeuta exerça uma escuta livre.
Entre os temas mais polêmicos do livro é o conceito de cura definido como o restabelecimento a normalidade funcional, ou seja, levando o cliente de volta a seu estado anterior á doença e já a psicanálise tem a noção de que essa cura seria a diminuição do sofrimento psico em si não falando em cura propriamente dita. Outro tema polêmico que o autor trás é o conflito que algumas áreas da psicologia como psicofarmacologia, psicanálise e neurociência que em sua opinião criado por interesse particular.
Uma pergunta que sempre nos perguntamos ou já nos perguntamos é que se vale a pena e se a psicologia ou psicoterapia dá retorno e isso é bem subjetivo, pois o que vale a pena para uma pessoa pode não fazer o mesmo efeito para outro. Seja qual for a área que queremos seguir temos que correr atrás, divulgar o trabalho, se capacitar tanto teoricamente, mas também no autoconhecimento e um dia podemos dizer que valeu a pena. Quem correr atrás de um sonho vai ter pelo menos uma história de sucesso para contar e nem que seja uma história de superação.
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Eli Coelho 17/09/2014

Relevante
Calligaris dispensa apresentações como psicanalista. Nesse livro responde a dúvidas comuns de (quase) todos os jovens terapeutas em inicio de profissão.

De forma breve, relembra seus primórdios dentro da psicanalise lacaniana e também traça um breve esboço histórico-politico-filosófico do desenvolvimento da psicanalise na França/Europa e dentro desse contexto dos libertários anos 60 e de sua consequente mudança nos paradigmas mundiais.

Recomendo para estudantes de psicologia e afins.


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Hugo 03/04/2014

Um livro agradável
Leitura agradável, um livro pra quem se interessa por psicoterapia, breve leitura em Psicanálise, gostei um pouco pois o autor trouxe diálogos, porém deixou a desejar no conteúdo que poderia ter sido mais cientifico do que apenas discursivo, salve lembrar que o autor trouxe questionamentos referentes a ciência, a se pensar sobre medicamentos. Trouxe também um pouco da sua experiência como aluno e como profissional.
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Mari 19/01/2014

Leitura essencial para todos os terapeutas iniciantes!
O livro é escrito na forma de cartas, sendo que cada carta trata de um tópico que trás dúvidas aos terapeutas que estão iniciando na profissão. As dúvidas vieram de terapeutas reais a quem o autor estava ajudando, e parece que eles conseguiram perguntar bem as coisas que mais preocupam os iniciantes, porque são exatamente as mesmas dúvidas que eu tenho!

Apesar do autor ser de orientação psicanalista, acredito que pessoas de qualquer orientação teórica vão aproveitar o livro, porque ele trata de tópicos que não dizem respeito à teoria, mas sim a prática da psicologia clínica: o que é necessário para ser um psicólogo clínico? Alguma vocação? Que tipo de formação? Como conseguir o primeiro paciente? E depois, como conseguir mais? Existe "normal"? Devemos curar nossos pacientes? Como cobrar?

As contribuições do autor nesses tópicos são muito interessantes e me acalmaram bastante, encontrei um pouco de conforto para várias dúvidas e medos que eu tenho como terapeuta no começo da carreira. Recomendo esse livro para todos os terapeutas iniciantes, e também para as pessoas que ainda estão na faculdade mas já escolheram o caminho da psicologia clínica, porque pra mim foi nessa época que as dúvidas tratadas no livro começaram, teria sido muito legal se eu tivesse lido antes!
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Marcela 14/07/2013

ótimo
Adorei este livro, ele fala da prática de um psicoterapeuta e também de vida. Li em uma viajem de ônibus que durou 3h30, ou seja, gostei tanto do livro que não consegui desgrudar dele. Enfim, no fim, e é o fim mesmo, o importante é seguir e sem preconceitos que atravanquem o caminhar.
Daniel Rocha 15/07/2013minha estante
Valeu a dica, futura colega..:) Vai para a lista de leituras. Já li o Cartas a um Jovem Poeta, do Rilke, e o Cartas a um Jovem Escritor, do Vargas Llosa.

Este é o próximo da lista. :)


Daniel Rocha 24/08/2013minha estante
Bom, nesse meio tempo já li o livro e também adorei. Foi bem importante eu ler (e ver que preencho os requisitos para ser terapeuta :) antes de começar a faculdade. Vamos que vamos.




Raquel 02/05/2012

Todos os aspirantes a psicólogos devem ler este livro. Cantardo utiliza uma linguagem simples e, de forma prática, elucida as maiores dúvidas do jovem terapeuta.
Fabuloso!
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Sergio 16/01/2012

Como descobrir se podemos ser um bom psicoterapeuta?
Uma das coisas que mais me chamou a atenção a ler esse livro do Calligaris foi uma pergunta bem específica: como saber se serei um bom psicoterapeuta? Ele responde de maneira clara. Comece conversando com alguém que ninguém dá voz, ninguém preste a atenção. Procure um morador de rua, um travesti, um doente terminal. Se você conseguir conversar com essas pessoas que ninguém dá voz durante uma hora sem se aborrecer, sem se entediar e sem querer ir embora, talvez seja esse um bom indício de que você será um bom psicoterapeuta. Ser psicoterapeuta, psicanalista ou analista, é um pouco disso: aprender a escutar o outro independente do que ele tem para lhe falar, sem se entediar. "Cartas a um jovem terepeuta" é uma boa oportunidade para se descobrir da profissão que você escolheu daqui pra frente. Boa leitura.
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Marlei 12/01/2012

Cartas a um jovem Terapeuta (Contardo Calligaris)
Um terapeuta mais velho e experiente envia cartas a dois terapeutas "iniciantes", esclarecendo suas dúvidas, e nos brindando com suas experiências de vida. Parece quase um romance não? Mas foi esta a forma utilizada por Contardo Calligaris para escrever este livro que fala sobre diversos temas relevantes aos que se iniciam neste campo.

Utilizando-se de uma linguagem clara, fácil e objetiva - que não deixa de ser técnica - aborda situações práticas do campo de atuação de jovens terapeutas, desde a escolha por tal profissão, até o manejo de questões emergentes em quem procura uma terapia hoje.

O método de perguntas e respostas é um grande artificio, que prende à leitura mas também faz questionar - já que as respostas são honestíssimas e diretas. O primeiro capítulo, por exemplo, é totalmente direcionado à questão da vocação pessoal para que se possa tornar um psicoterapeuta. A pergunta que surge neste momento é: o que espero de meu paciente enquanto terapeuta? Gratidão? Reconhecimento? Admiração? Responde-nos Calligaris:

Pois bem, se por alguma razão ... é importante para você se alimentar no reconhecimento e no agradecimento infinitos dos outros, então não escolha a profissão de psicoterapeuta (...) na vida social, o psicoterapeuta não encontra nada parecido com a espécie de gratidão que, em geral, é reservado ao médico (como um agradecimento preventivo, caso acabemos em suas mãos). O psicoterapeuta encontra uma atitude ... que é uma mistura de temor com escárnio.

Além deste, aborda como temas, as ansiedades diante dos primeiros pacientes, as dificuldades no início da carreira, a responsabilidade ética de bem atender a pessoa que o busca, além de discussões acerca das diferenças entre psicoterapia e psicanálise e a crescente busca na farmacologia pela "cura" aos males que afligem atualmente a sociedade - aliás, discute-se inclusive se alguma cura é possível, dependendo em que acepção se entende esta curta palavra.

Lembro de tê-lo lido bem no início de minha formação e achado simplesmente maravilhoso. As dúvidas expressas em suas páginas pareciam ser as minhas e não dos terapeutas anônimos por trás deste discurso. No meu caso, fez aumentar a certeza do que já acreditava desejar.

Enfim, para quem não é da área da psi, é uma leitura envolvente e elucidativa deste campo do conhecimento. já para quem se inicia neste campo, é leitura obrigatória, já que consegue em suas 155 páginas e 11 capítulos abordar de forma abrangente os aspectos positivos e outros nem tanto assim da profissão. Recomendo.

Disponível em http://psicologias2011.blogspot.com/2012/01/cartas-um-jovem-terapeuta-contardo.html
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Erika 18/01/2011

Muito bom!
Livro indispensável para quem deseja começar a faculdade de Psicologia e entender o que é ser um psicólogo clínico. O autor fala sobre os traços de caráter que procuraria em quem quisesse se tornar psicoterapeuta, as dificuldades da profissão e tira dúvidas comuns aos iniciantes.
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Bruna 03/01/2011

Ótimo
Mais um livro que adorei e que pretendo ter em minha estante!

Procurando por um livro introdutório à Psicologia, tive esse como recomendação e decidi lê-lo, mesmo não tendo a psicoterapia como minha carreira de desejo.

Tive uma ótima surpresa! Contardo Calligaris me conquistou em cada página: o livro é muito interessante, esclarecedor, norteador - sem contar a linguagem, que é super fácil e envolvente! É um livro delicioso de se ler!

Calligaris não apenas orienta futuros profissionais, mas também traz informações sobre a Psicologia, seu contexto etc. Uma das partes de que mais gostei foi a em que ele nos mostra a origem da "rivalidade" entre psicanalistas e psicoterapia.

Gostei muito, mesmo. Recomendo esse livro a todos que se interessam pela Psicologia em geral, e principalmente (mas não só) a quem tem ganas de se tornar um terapeuta.

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Rinah 07/09/2010

Calligares conta em sua apresentação que escreveu suas cartas a dois terapeutas e as intercalou no livro. As cartas poderiam mesmo ser para qualquer um de nós que tenha interesse por psicoterapia, ou como eu que esteja iniciando a vida de terapeuta.
As perguntas que ele responde são as as dúvidas que povoam a cabeça de um jovem terapeuta realmente e suas respostas são honestas demais. Mais do que você ouvirá em anos de curso (acredite, eu estive por quatro anos na academia de psicologia e ainda terei mais um).
Todos os grandes fantasmas estão ali (o primeiro paciente, como ter outros, como ser um terapeuta) e um a um são desmistificados de uma forma simples e bonita que apenas alguns poucos professores me ensinaram.
"Seja você", "seja autêntico", nada de máscaras, nada de fórmulas, apenas você e o que der para ser.
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Sabrina 23/06/2010

Cartas a um jovem terapeuta
Incrivel como as perguntas realmente são as que despertam em comum em nós estudantes de psicologia. Muitas das perguntas do livro eu me identifiquei com elas e a resposta que o Calligaris deu, agumas me surpreenderam bastante e com outras eu fiquei pensando e pensando sobre o assunto e indagando comigo mesma " E o que fazer agora?" Esse livro é essencial é um daqueles livros que você meio que sempre vai ficar voltando a leitura pra ver se teve progresso, ou se era necessário ou até se " não, putzz no que é que eu fui me meter.."
O Calligaris soube muito bem se mostrar um ótimo orientador e um cara bastante persistente em algumas ocasiões dependendo do tema.
Eu recomendo o cartas, tenho certeza que quem ler vai rabiscar e marcar muitas páginas nele.
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