Morte e Vida Severina

Morte e Vida Severina João Cabral de Melo Neto




Resenhas - Morte e Vida Severina


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Sandy Leão 28/08/2020

Morte e vida severina
Li esse livro por causa da minha arte educadora, para fazer uma prova, e amei, bem rapidinho e gostosinho de ler, com uma mensagem forte, bonita e triste. recomendo, é um clássico.
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MelAnia.Rafaela 26/08/2020

Perfeito!
Já conhecia e amava o poema que dá nome ao livro (Morte e Vida Severina), mas estou encantada com todos os outros 3. De todos os 4 o melhor poema é o último do livro, o Auto do Frade.
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André Lisboa 16/08/2020

Um clássico da literatura pernambucana, nordestina e brasileira
João Cabral de Melo Neto foi um diplomata e consagrado literato pernambucano que teve papel muito importante no cenário da poesia nordestina em meados da década de 1950. Para João Cabral, este período se caracteriza a consolidação de uma linguagem marcaria o aprimoramento da sua poesia nas décadas seguintes. Com um estilo simples, porém marcado pelo concretismo, descrição de paisagens e abstração filosófica, as poesias e poemas de João Cabral tem marca registrada na literatura pernambucana, nordestina e brasileira. Este clássico da literatura pernambucana é composto por uma coletânea de poemas - O Rio (1953), Morte e Vida Severina (1954-55), Paisagens com Figuras (1955) e Uma Faca sem Lâmina (1955). Em “O Rio”, João Cabral aborda a perspectiva do rio Capibaribe e do povo pernambucano: uma visão narrativa de caráter documental e antropológica.

No seu poema mais consagrado “Morte e vida Severina”, publicado pela primeira vez em 1956, temos um caráter poético mais popular e social, retratando a vida do nordestino Severino, e a sua sina de retirante em fuga da seca agreste, onde mais uma vez segue curso do rio Capibaribe até o Recife. Em “Paisagens com Figuras”, temos uma miscelânea poética que aborda uma alternância entre as descrições das paisagens de Pernambuco e da Espanha, numa espécie de “ping-pong”. Por último temos “Uma Faca sem Lâmina”, poema de caráter filosófico, de uma densa abstração descritiva e alegórica.

Com excepcional e peculiar forma de escrita, João Cabral constrói toda uma extensa narrativa poética, uma carreira que marcou o seu nome na literatura brasileira. É um livro pra ser apreciado, – assim como qualquer poesia. Particularmente consegui compreender os referenciais do autor. Poemas tem um caráter muito peculiar. É uma forma literária que necessita uma compreensão mais abstrata da linguagem. É uma espécie de abordagem que nos serve como porta, como reflexo de sentimentos, de compreensões de mundo. É assim que compreendo narrativas poéticas, especialmente as que compreendem a concretude do mundo como as de João Cabral de Melo Neto.
01/12/2020minha estante
adorei sua resenha!


André Lisboa 01/12/2020minha estante
Muito obrigado ?




Eduardo.Mathias 15/08/2020

Um livro cheio de vida por anos
É impressionante o retrato da morte e vida severina continuar atual
Um livro rápido e de profunda leitura
Não sei como não elogia-lo
Um livro cheio de vida de fato, de presença por anos e anos.
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Moises Celestino 13/08/2020

Revisão deste clássico...
"Morte e Vida Severina", sem sombra de dúvida, é um clássico da nossa literatura. O autor merece os nossos sinceros aplausos pela elaboração desta obra. Inesquecível!
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Jéssica Silvestre 09/08/2020

Não e meu gênero favorito
Dos trabalhos apresentados nesta obra as que me chamam atenção e O Rio e Morte Vida Severina, por sua narrativa. Ambas trazem a saída do serão a caminho do mar, na primeira, sobre a ótica do rio, na segunda sobre a ótica do retirante.
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_maricobucci_ 04/08/2020

Descritivismo com coração e com propósito
João Cabral de Melo Neto consegue fazer das descrições uma verdadeira jornada afetiva, seja ela pelo Vale do Capibaribe, seja pela Catalunha.

A denúncia social e a discussão lúdica acerca do processo criativo apenas dão propósito a um projeto de texto que já tinha coração.
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anarontani 29/07/2020

poemas lindos e tocantes!
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Iago 18/07/2020

Lindo.
O poder do verso é totalmente explorado para desenhar Severino, desenhar sua vida e morte constante. A imagem do retirante é seca como a caatinga e forte como o sol e o fluxo de sua viagem é fantástica e ao mesmo tempo realista, com críticas sutis a realidade e desigualdade brasileira. É uma obra popular, escrita para o povo e para ele deve ser lida, pois ele se verá representado e compreenderá a si mesmo naqueles versos. Uma beleza triste.
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Manu 08/07/2020

Um poema romântico geográfico.
Apesar de ser um livro de poema, Morte e Vida Severina e outros poemas é um livro bem sóbrio. Ao contrário da maioria dos poetas, João Cabral usa palavras bem cotidianas para expressar uma vida sofrida em Pernambuco. Além disso, o livro também possui o poema O Rio, que é, literalmente, uma viagem muito boa para se acompanhar.
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Lis 06/07/2020

Para sempre João Cabral
Amo todos os escritos de João Cabral de Melo Neto, leitura necessária para quem quer entender mais do imaginário pernambucano, obras muito próximas de Josué de Castro e portanto o movimento mangue, tendo até um livro sobre um encontro imaginário dos dois. Belchior bebeu de João Cabral, seu "à palo seco" vem da obra Escola das facas. A única coisa que não gostei na edição foi o prefácio, duvido que vivo o autor o desejaria, no demais obra única para quem quer conhecer o autor. Quero muito ler "O cão sem plumas(1949)", que se aproxima muito do cinema espanhol de Buñel, um Cão andaluz(1929).
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Bhárbara 06/07/2020

Lembrar sempre da existência rara do álbum Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto e música de Chico Buarque cantado pelo Teatro da Universidade Católica de São Paulo. Coisa linda de viver

"...E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina."
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Natalia Cunha 03/07/2020

O clássico não é o melhor do livro
Dividido em 4 poemas para vozes, o livro inicia com ?O Rio?. Sem dúvidas, ?Morte e vida Severina? parece uma continuação do primeiro poema, que considero mais forte e politizado. ?Dois parlamentos? achei fraco, mas ?O auto do frade? me conquistou, realmente bem escrito e consigo imaginar sendo interpretado em um teatro.

A coletânea é excelente!
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Nay 22/06/2020

O livro pode ser ótimo pra outras pessoas, só não funcionou pra mim...
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Nah @vamoslerumahistoria 19/06/2020

Maravilhoso!
Que texto impactante!
Mesmo curto, a construção e o desenvolvimento em cada linha tornam 'Morte e Vida Soberana' escrita por João Cabral de Melo Neto que foi meu primeiro contato com a escrita do autor e mesmo sendo intelectualmente pobre para compreender tudo, ainda assim achei maravilhoso.
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Beatriz 19/06/2020minha estante
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