O Bosque das Ilusões Perdidas

O Bosque das Ilusões Perdidas Alain-Fournier




Resenhas - O Bosque das Ilusões perdidas


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mat 21/09/2020

Poético
Esse livro foi publicado em 1913, seu autor morreu no ano seguinte, durante o início da primeira Guerra Mundial, o livro é um dos grandes clássicos franceses do século XX. O enredo são as memórias de François sobre os anos da adolescência até o início da juventude, sobre a amizade dele com o jovem Augustín Meaulnes, trata-se de um romance de formação, de um adolescente que encontra um lugar em  estado de felicidade plena, e o inevitável fato de não conseguir sustentar essa realidade, e no seu descontentamento e inabilidade em lidar com a vida real, é fácil perceber como ele deixa suas possibilidades de felicidade (e nesse caso provocando sofrimento), nessa busca sem sentido. É um livro lindo, escrito de uma forma poética e um final muito triste.

Curiosidades: esse livro que o titulo original é "le grand Meaulnes" inspirou a criação de "O grande Gatsby", onde partilham várias características interessantes de técnica de escrita e enredo. Também o livro pode ser lido (como foi o meu caso) como uma metáfora do entendimento de Desejo e Falta da psicanálise e a busca pelo gozo.
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vanessamf 18/07/2020

Sofrimento exagerado
Esta é uma história melancólica, que fala sobre amizade e promessas, obsessões e lembranças. É bonito, mas fiquei o tempo todo pensando como os personagens criaram problemas desnecessários em cima de ilusões.
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Sofi 01/06/2020

Quase um Gatsby francês
Escrita um pouco complexa, um pouco pacato, não é rápido porque te deixa entediado, mas no final você gosta. Inexplicável como ele foi difícil e prazeroso na mesma intensidade.
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Kfuri 08/05/2020

Gente
Que livro foi esse
No início eu não dava nada
Levei um soco no estômago
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Cecília @febredelivro 26/04/2020

O Bosque das Ilusões Perdidas [Resenha Literária]
Oii gente, a resenha de hoje é sobre o livro O Bosque das Ilusões Perdidas esta obra que se tornou um clássico francês publicado em 1913, um ano antes da morte de Alain-Fournier escritor desta obra mais querida e lida pelos franceses.

François com seus quinze anos morava com a família em Sainte-Agathe onde monitorava a escola dirigida por seu pai. A chegada de Augustin Meaulnes, um novo pensionista da turma um rapaz jovem, valente e ousado, marcou um despertar de uma nova vida e uma verdadeira e fraterna amizade.

Em um dia Meaulnes se perde ao sair escondido para buscar os avós de François na estação. Na insistente procura do caminho correto ele se depara com um lugar misterioso, que o envolvia em um sonho cheio de música, festa, alegria, celebração e pessoas fantasiadas. Após todo esse mistério e com a retomada de Meaulnes todos podiam perceber seu aspecto viajante, exausto, faminto e maravilhado, que provocava um sentimento estranho de prazer e curiosidade, principalmente em François.

'' O reencontro com aquele mundo perdido passa a ser sua obsessão'' e é para François que Meaulnes conta a sua felicidade misteriosa. Agora François acreditava que havia um pacto entre eles, mais do que nunca, sentia um sentimento de profunda amizade, lealdade e uma descoberta a ser investigada. O que provocou e mudou tanto Meaulnes durante o caminho perdido será uma instigante descoberta.

O Bosque das Ilusões Perdidas é um trama bem elaborada, mesmo não trazendo críticas sociais, aborda a amizade na sua singularidade e fidelidade mostrando o mais puro e sincero sentimento entre dois jovens, revelando um confronto entre a vida escolar mediana e um romance em formação.

A leitura deste livro é leve, sensacional e quase poética que nos deixa intrigados na história. Os personagens são distintos e com características singulares ''onde um é prudência, o outro é ousadia.'' Recomendo muito para vocês esta obra!

site: http://febredelivro.blogspot.com/ e http://febredelivro.blogspot.com/2020/04/o-bosque-das-ilusoes-perdidas-resenha.html
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Brunno 05/02/2020

Tristeza e paixões dilacerantes
É um clássico com uma leitura pesada tanto como literatura quanto a cerca dos acontecimentos.
No entanto, não consegui pegar apego com nenhum dos personagens principalmente pelo fato de achar demasiadamente infantil essa ideia de paixão a primeira vista, em que você encontra o amor da sua vida, capaz de decidir se vive ou morre de amores com um simples vislumbre.
Em resumo é um bom livro com cenas que realmente te fazem parar e pensar na vida com certa tristeza, mas incapaz de te fazer se apaixonar pelos personagens
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Vinicius Lima 11/11/2019

Livro bacana!
Uma história complexa, cheia de altos e baixos, com um final triste. Do começo da história até a metade, o autor consegue prender o leitor, pois sabe aguçar a curiosidade. No entanto, com o desenrolar da trama, confesso que em alguns momentos fui ficando entediado com tanto mistério, mas curioso que sou, persisti na leitura. O tal ?segredo? também não achei lá essas coisas. Entendo que tais impressões tenham sido causadas, talvez, por causa da época em que o livro foi escrito, onde os costumes, ou seja, o modo de viver era outro. Enfim, é um bom livro, mas não achei excepcional.
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Gleydson 29/10/2019

Falar sobre um clássico é complicado. Esses livros são envoltos em uma áurea de paixão e estudos sobre os mesmos, fazendo com que a expectativa da leitura seja muito alta. Romance único do autor, O bosque das ilusões perdidas trata sobre amizade, devoção e comprometimento com seus ideais e objetivos. Lindamente escrito, o livro possui uma linguagem quase poética ao falar sobre a vida de François e sua amizade com Augustin. Em certo momento, Augustin faz uma viagem e depara-se com uma festa estranha em um local desconhecido, onde encontra Yvonne de Galais, aquela que permeará sua busca pelo amor perdido nos anos seguintes e François tenta, de todas as maneiras, ajudar o amigo em sua procura. Apesar de ser muito bem escrito e de ter alguns personagens cativantes, não consegui me conectar com a história em um primeiro momento. O livro é curto, mas demorei dias para lê-lo, pois alguns trechos se mostraram desinteressantes, uma vez que certas passagens me chamavam mais a atenção e gostaria que voltasse para elas. Definitivamente é um livro que pede uma releitura no futuro.

site: https://www.instagram.com/p/BxLECQXgI58/
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Biblioteca Álvaro Guerra 25/10/2019

François Seurel e Augustin Meaulnes são dois garotos que, mesmo com comportamentos muito diferentes, desenvolvem uma amizade leal e fraterna, influenciando-se mutualmente. Augustin cai de encontro com um mundo dos sonhos e conta sua estranha aventura para o amigo, o que o modificaria para sempre.

Empreste esse livro na biblioteca pública.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788561578749
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Guilherme 23/10/2019

A história é contada através de memórias, de um tempo em que as coisas eram mais simples, e a amizade era algo essencial. A felicidade do próximo parece mais importante do que a sua própria, então os amigos tentam concretizar os sonhos dos outros esquecendo-se dos seus, vem então uma realização de que a obtenção dos desejos do seu amigo são a perda das suas ilusões de felicidade.
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Aline Teodosio @leituras.da.aline 09/05/2019

Uma melancolia sem fim...
Originalmente intitulado como O Grande Meaulnes, esse romance de formação transcorre sobre o período de transição da adolescência e do início da fase adulta de Augustin Meaulnes e François Seurel, que se conheceram na escola rural e juntos viveram aventuras que levarão para o resto de suas vidas.

O encanto do livro, no entanto, está na prosa poética que o autor emprega à narrativa. Os cenários são ricamente construídos, levando o leitor a uma atmosfera mágica, que se enlaça com o real. Dá quase para sentir o cheiro da primavera, vislumbrar os bosques com suas folhagens exuberantes, ouvir o gorjear dos pássaros num fim de tarde outonal ou sentir os gélidos ventos dos dias mais tristes.

Por falar em tristeza, a história é um drama sem fim, permeada de melancolia, encontros e desencontros, amores correspondidos e outros interrompidos, amizades e sacrifícios. O leitor mais sensível há de sair desse livro com um amargor na alma e um peso no coração.

Eu, tive vontade de entrar na história, sacudir o Meaulnes, mandar ele acordar pra vida, se aquietar e dizer que ele estava fazendo tudo errado. Mas quem sou eu para definir os passos de outrem. E é aqui que entra a nossa formação pessoal, com os erros e os acertos percorridos ao longo da caminhada da vida. E, embora tenhamos a oportunidade de escolher um caminho para trilhar, sempre fica a sensação de que poderíamos ter feito tudo diferente.
Flávia 09/05/2019minha estante
gosto de prosa poética e de livros melancólicos. acho q vou ler no kindle. espero q quem pegou o meu ao menos faça o favor de ler.


Aline Teodosio @leituras.da.aline 09/05/2019minha estante
Achei as descrições lindíssimas. Só acho que o Meaulnes deve ser canceriano. Os dramas dele ultrapassam os limites da sensatez.


Flávia 09/05/2019minha estante
mudando de livro. to em estado de choque. meu deus! como que... vitor hugo... que carrasco!


Luize 09/05/2019minha estante
Ei, Aline, qualé? Pára de falar que os cancerianos são assim! Rum! Isso é coisa de pisciano.


Flávia 10/05/2019minha estante
mel é canceriana. chora até com comercial do itaú.


Aline Teodosio @leituras.da.aline 10/05/2019minha estante
Eles são mesmo. Exageraaaaaados.. kkkkkkk




Rayearthking 19/01/2019

Para mim, esse livro fala sobre momentos mágicos da juventude que não voltam mais e quando tentamos replicá-los, eles não são mais da mesma forma. Muito bom!
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Josi 15/09/2018

Doloroso e lindo drama
Romance de formação que traz uma emocionante história de como passos do passado moldam a vida das pessoas e as transformam em quem são. Claro, a imaturidade gritante tanto de Meaulnes quanto de Frantz chega a dar nos nervos em certos momentos, mas que maturidade é possível no coração adolescente? Muito pouca, quiça, nenhuma, rs. Apesar de algumas descrições um tanto arrastadas, a leitura segue fluida e não tem como não se emocionar com algumas passagens, relatadas com aquela saudade de "tudo que poderia ter sido e não foi", já diria Drummond. Rocambolesco e com tintas fortes, entrega uma história tão apaixonante quanto os dramas vividos pelos personagens. Com certeza não agradará a todo mundo, mas é leitura que vale muito à pena.
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Olana - @aleituradehoje 14/09/2018

Uma Leitura Nostálgica
Mais uma #leitura em conjunto com minhas queridas do grupo #MuitoLivroparaPoucaVida e dessa vez fomos de O Bosque das Ilusões Perdidas de Alain Fournier.
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Com o título original Le Grand Meaulnes, o livro conta a história dos amigos #Meaulnes e François, e sua passagem da infância para a idade adulta.
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Narrado em primeira pessoa, numa espécie de memórias (acho que por isso), me deixou a sensação de faltar alguma coisa.
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O esqueleto do livro é magnifico. Maravilhoso. Mesmo. Mas confesso que ao terminar a leitura, ele me pareceu um resumo de um livro gigantesco. Era tanto o material possível em tão poucas páginas... Sabe aqueles resumos de Walcyr Carrasco para Os Miseráveis? Pareceu assim. Era uma história gigantesca, com muita coisa a ser trabalhada. Muito acontecimento para ser amarrado...
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Não desgostei do livro. É de uma escrita poética linda, com sentimentos palpáveis e uma história magnífica para se contar. A nostalgia com que o autor recheia o livro é como se fossemos nós a sentir toda aquela saudade. O coração fica apertado. Dá vontade de voltar a páginas para tentar ajudar François a lidar com a saudade de alguma forma.
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Sabe saudade dos tempos de infância, da adolescência, quando tudo era tão mais simples? Sabe aquele aperto no peito em saber que essas coisas não vão voltar mais? Fornier colocou no papel.
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E por ser assim, tão melancólico, tão profundo, tinha que ter mais. Tinha que nos permitir viver mais tempo com François, entender mais o coração de Meaulnes, conhecer melhor Yvone. É uma história triste, com pensamentos delicadas e sensíveis. Vale muito a pena ler. Mas prepare-se para o gostinho de quero mais.
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