O Conde de Monte Cristo - Parte 01

O Conde de Monte Cristo - Parte 01 Alexandre Dumas




Resenhas - O Conde de Monte Cristo - Volume 1


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VICKY 14/03/2013

O Conde de Monte Cristo é um romance longo, de muitas gerações, e talvez por esse motivo seja considerado tão complexo, no entanto, ele é emocionante, do início ao fim muito emocionante.

A estrela desse livro é Edmond Dantes que, em minha opinião, é um dos personagens mais completos que já li, totalmente humano. Toda sua transição é talentosamente retratada.

Dumas nos presenteia com um enredo rico em detalhes, não desperdiçou uma palavra sequer e no final tudo se encaixou perfeitamente.

Este é um livro rico em tudo: cenários, escrita, enredo, personagens. Apesar de ser longo, ele é tão envolvente que a leitura passa rapidamente. Recomendo muito!
Joy 16/04/2013minha estante
Não sou muito fã de clássicos, mas assisti ao filme e fiquei interessada. Fiquei agora mais curiosa pela sua resenha!


Fabiana Pessoa 24/03/2015minha estante
Joy, não leia o livro por causa do filme, é bem diferente, o filme pegou a ideia do livro e os personagens principais ,só isso. Concordo plenamente com sua resenha Vicky, o livro é perfeito e maravilhoso!!!




Rafael 29/06/2009

Fantástico! Inigualável. Li, pela primeira vez, aos 15 anos. Uma simples adaptação feita em cima da história original. Três anos depois, conseguiria o romance inteiro em um sebo nos arredores de minha cidade. Apaixonei-me. Alexandre Dumas é o autor da mais bela história de amor, ódio e vingança de todos os tempos.
Edmond Danté é um personagem único, que conquista o leitor tão logo é preso injustamente, depois de, ingenuamente, falar mais do que deveria. Mas sua vingança é praticamente perfeita! Deliciosa, maravilhosa e na medida certa.
Esta edição de bolso em dois volumes lançada recentemente pela Martin Claret é ótima para todos aqueles que desejam ter essa preciosidade na estante. Leitura obrigatória para todos aqueles que amam LER.
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Nanda Cris 27/01/2013

Simplesmente maravilhoso!
O livro retrata a transformação do personagem principal, Edmund Dantès, que deixa de ser um inocente imediato de um navio, que sempre tenta ver o lado bom das pessoas, e passa a ser um homem que busca uma vingança implacável contra aqueles que destruíram sua vida.

Dantès mal podia acreditar em sua sorte: era amado por Mercédès e já estavam com as bodas marcadas, o Sr. Morrel havia acabado de nomeá-lo capitão de um imponente navio, seu pai, o Sr. Louis Dantès, encontrava-se bem de saúde e teria uma vida melhor com o aumento de salário do então capitão do Faraó. Tudo corria a contento e Edmund apenas agradecia a Deus.

Mas então, a inveja de 2 homens e o medo de outros 2, transformaram toda a sua vida, e fizeram-no ser jogado à prisão, sem direito a julgamento, acusado de ser um bonapartista por ter em seu poder uma carta que o antigo capitão do Faraó o havia incumbido de entregar na Ilha de Elba.

* Danglars - Queria ser o capitão do navio, posição alcançada por Edmund.
* Fernand - Cobiçava Mercédès, a noiva de Dantès.
* Gaspard Caderousse - Ouviu todo o plano de Danglars e Fernand e julgou ser apenas um sonho pois estava bêbado demais para distinguir realidade e delírio. Quando a prisão se desenrolou, teve medo de intervir e se absteve.
* Gérard Villefort - Filho do destinatário da carta que Dantès tinha em seu poder. Para preservar sua posição no reino de Luís XVIII jogou-o na prisão sem direito a defesa.

Após ser preso, apenas seu antigo patrão, seu pai e sua noiva lutaram por sua liberdade. Mas até mesmo um influente comerciante como o Sr. Morrel estava com as mãos e os pés atados. O que poderiam fazer um velho sem recursos e uma catalã pobre?
Na prisão, quando estava quase enlouquecendo, Edmund conheceu Faria, um abade que todos consideravam louco por sempre falar de uma grande fortuna que o esperava fora das muralhas do Castelo de If. Mas de insano ele não tinha nada. Surgiu então uma forte amizade entre eles. Dantés aprendeu muitas coisas com Faria, e é graças à riqueza e ao conhecimento do abade, que surgiu o Conde de Monte Cristo.

Mais, não posso contar, senão estragaria a surpresa. Dei apenas uma pincelada no início da estória, fazendo um resumo bem sucinto das primeiras 136 páginas. Perdoem essa que digita essas mal traçadas linhas. Não sei como resenhar sem colocar um belo pano de fundo por trás. Você ainda terá outras 490 páginas para se deliciar com a fuga cinematográfica de Dantes da prisão, o modo como ele parabeniza quem lhe estendeu a mão e, a melhor parte, que é cheia de reviravoltas: seu intrincado plano de vingança.

O que mais me interessou em toda essa estória até o momento (não podemos esquecer que ainda não li o volume 2!) é o modo como é escrita. Primeiro que não é o português mais descontraído que encontramos nos livros de hoje. Olhe esta frase, que me arrepiou toda quando eu li, vale ressaltar, e me diga se este é o nível da leitura a que estamos acostumados ultimamente?!

"- Muito bem - disse o desconhecido - adeus bondade, humanidade, gratidão!... Tomei o lugar da Providência para premiar os bons... agora me ceda Deus Vingador o seu lugar para castigar os maus!"

E olha que esta frase é até light em comparação com o resto do livro. É o tipo de literatura que se sua atenção se desviar por meio segundo para pensar na novela de ontem e seus olhos continuarem correndo o texto sem ver, quando você volta, está mais perdido que cego em tiroteio.
Outro efeito colateral da dificuldade da escrita: quando retomamos a leitura depois de um longo tempo, tipo dias, demoramos um pouco para entrar no ritmo. Eu sempre pensava assim: "Deus, como eu estava conseguindo entender isso?", mas nada que a persistência não resolva.

Mais uma coisa muito interessante: tudo nessa estória tem um porquê. Se o autor falou que uma borboleta veio e pousou na mão do protagonista no décimo segundo dia de janeiro, com a lua em virgem, pode contar que este fato vai ser usado mais para frente e terá uma explicação de ter sido narrado. Não há pontas soltas, todos os personagens e fatos se encaixam e a magia disso é absurdamente deslumbrante. Como o próprio Conde falou:

"- Ah! aí é que está a arte: para ser um grande químico, no Oriente, é preciso encaminhar o acaso, e isso se consegue."

E, seguindo esta premissa, Monte Cristo, com uma frequência assustadora, molda o destino ao seu querer. Todos os envolvidos achavam que o conheciam e que haviam ficado seus amigos por acaso, mas sempre havia um plano intrincado por trás que apenas alguém que aguardou durante 13 anos poderia tecer.

Este livro me fez ansiar pelo segundo volume de 600 páginas e me fez perder o preconceito contra clássicos. O único risco que corro é achar os livros contemporâneos mais rasos que uma poça de chuva.
Camila 26/02/2015minha estante
Fernanda adoreeei sua resenha. Você escreve muito bem! Concordo com tudo que você disse e assino embaixo, está para nascer o escritor que vai escrever algo tão bom quanto essa história!!




Nath Vitorio 19/05/2012

Ponto central
Considero que um paragráfo, resume a história do livro e da humanidade:

" [...] tudo é relativo [...], desde o rei que incomada o seu futuro sucessor até o empregado que incomoda o supranumerário. Se o rei morre, o sucessor herda uma coroa; se o empregado morre, o supranumerário herda mil e duzentas libras de rendimento. Essa mil e duzentas libras são a sua lista civil, são-lhe tão preciosas como os doze milhões de um rei. Cada indivíduo, desde o mais baixo até o mais alto degrau da escala social, reúne em redor de si um mundinho de interesses que têm os seus redemoinhos e os átomos curvos com os mundos de Descartes. A diferença é que estes mundo vão-se tornando maiores ao passo que sobem. [...]"

Ótimo livro!!
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Josias.Mello 10/12/2018

Meu Livro Preferido.
É uma história que ensina valores e princípios. Um livro para "homens de peito", um livro que nos ensina a ter paciência, sempre. Gira em torno de uma Vedetta, que você sofre junto com Edmond a cada página.

"... a oração é um conjunto monótono e vazio de palavras sem sentido, até ao dia em que a dor venha explicar ao desgraçado essa linguagem sublime com a qual o homem fala com Deus".
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Lola 09/04/2012

O Conde de Monte Cristo - Vol. I
Uma ‘conspiração’ motivada pela inveja e sede de poder acaba por trancafiar em uma fortaleza-prisão o inocente Edmond Dantès, que passa anos recluso sem ao menos saber qual foi o seu “crime”.

" Só tinha um curto passado, um triste presente, e um futuro incerto; dezenove anos de luz a meditar numa noite talvez eterna!
Nenhuma distração o podia auxiliar; o seu espírito enérgico, e que tão pronto teria tomado vôo através dos séculos, era obrigado a estar preso como a águia dentro de uma gaiola. (...)" - Página 126/127

Durante esse tempo a escuridão é a sua única compania. Até que ele faz amizade com outro preso, e a partir das conversas com ele acaba por desvendar os fatos da sua vida que o fizeram chegar até a detestável situação em que se encontra.
Será que alguém pode encontrar forças na vingança? Até onde um homem vai guiado por esse sentimento?
Essa é a premissa do livro O Conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas, volume I, em publicação pela Editora Martin Claret.

Um emaranhado de situações, sentimentos e acontecimentos é exposto. Vidas que se tornam interligadas em função de um título: Conde de Monte Cristo.
Agora ele escapou da prisão, tem dinheiro, um novo rosto e uma ótima memória. E acima de tudo, ele quer vingança.
Sua missão?
Mover-se cuidadosamente por entre aqueles que roubaram sua maior preciosidade: a liberdade para realizar seus sonhos.
Sua determinação é tão abundante quanto sua fortuna, portanto sua missão somente estará completa quando aqueles que o traíram estiverem destruídos.

O clássico escrito entre 1844 - 1846 por Alexandre Dumas (pai) é um livro que desperta reações conflitantes.
Antes de tudo é importante ressaltar a habilidade que Dumas tem para criar personagens. Cada um é tão bem construído e dotado de veracidade, e têm personalidades tão distintas que te convencem. Todos são úteis e servem para algum propósito, mesmo que você não entenda onde este ou aquele se encaixa, mais para frente você entenderá.
Uma das características que diferenciam a narrativa em 3ª pessoa é que o narrador, em alguns momentos, se comunica com o leitor, característica essa que a mim não agradou.

" O leitor vai acompanhar-nos ao longo da única rua desta aldeia (...)" - Página 28.


Achei um tanto quanto incômodo que as citações em latim que aparecem no livro não estão acompanhadas de notas do tradutor com as respectivas traduções.
Não encontrei erros de grafia/tradução e se pudesse sugerir algo, creio que seria com relação à definição da imagem da capa que poderia ser melhorada. Sei que ela tem esse efeito de homem sombrio, que foi no que virou Dantès. Seu coração puro e sua personalidade foram perdendo o brilho e ele se tornou um homem quase sem humanidade. Ele deseja a ruína daqueles que o prejudicaram e isso impregnou sua alma de escuridão. Mas ainda assim acho que a resolução da imagem poderia ser melhorada.

A obra em si não é histórica, mas tem passagens entre o fim dos 100 dias de poder de Napoleão Bonaparte, e algo sobre a batalha de Waterloo, além de mencionar outras passagens da história francesa. Mas Dumas não peca por querer descrever os fatos minuciosamente.

O enredo é simples, porém a escrita muitas vezes torna-se cansativa e há no texto algumas palavras que você precisa ler quase um capítulo de história para entender o significado. E observei que a leitura tornava-se cansativa sempre que o foco era desviado do Conde e seus propósitos, passando a contar sobre as vidas de outros personagens. Mas em todo o momento que o foco era Dantès o texto parece ganhar uma nova vida tornando-se ágil e interessante.

Um dos pontos chaves do livro é a transformação que Edmond sofre no momento que decide fugir da prisão e começar uma nova vida. Assim o Conde de Monte Cristo, apesar de aparentar ser um homem muito sóbrio e excêntrico acaba por conquistar as amizades certas, e sua mente está sempre um passo a frente da situação, fazendo com que tudo esteja a favor dos seus interesses.

No todo é uma leitura recomendada, principalmente se você quer acompanhar um autor de sucesso que transformou sua obra em um clássico apenas retratando as relações humanas e a que ponto alguém é capaz de chegar movido por um sentimento nada nobre como a vingança.
Se ela compensa ou não, só há como descobrir lendo a continuação no volume II que carrega o mesmo nome.

Resenha Postada Originalmente em: http://adventurerpenelope.blogspot.com.br/2012/04/o-conde-de-monte-cristo-vol-i-alexandre.html
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Albuquerque 26/04/2011

"Old School"
Esse é um livro clássico. Uma história cheia de reviravoltas e algumas surpresas, que divertiu gerações de leitores! Porém, a linguagem é bastante rebuscada e os diálogos vão ficando cada vez mais enfadonhos a medida que as páginas vão se virando... até meados do livro a trama é excelente! Mas no fim ficou apenas boa. Mas apesar da "enrolação" não há como não gostar do Conde de Monte Cristo!
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Maria Inês 26/09/2014

Não consegui continuar a leitura, o livro possui muitas páginas , folhas finas e letras pequenas se assemelha a uma bíblia. Futuramente pretendo voltar a lê-lo, não sei quando, mas vou reler. Pelo pouco que li gostei muito e só o adquiri por causa do livro "O PRISIONEIRO DO CÉU" de Carlos Ruiz Zafón, que relata a história de um personagem que trabalha na livraria Sempere e Filho. Esse personagem conseguiu fugir da cadeia de uma forma inusitada e o preso que ficou com ele, após muitos anos o reencontra e lhe presenteia com esse livro. Como eu já relatei em outras obras do autor, ele relata suas histórias de forma engraçada e especial.
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hermesXIII 03/06/2010

O Conde de Monte Cristo
Amo a literatura francesa, Alexandre Dumas ( Dímas como se pronuncia, por favor) nós mostra o quanto as palavras "Aguardar e Confiar" podem mudar a vida de um homem, nós mostram que tudo na vida tem um proposito e que no final de tudo, a única coisa que pode nós impedir de termos o que queremos é nós mesmo
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Cris Paiva 20/04/2016

Sempre tive vontade de ler O Conde de Monte Cristo. Me lembro de ver o filme quando criança, lá nos anos 80 e revi o filme mais recentemente na tv. Em ambas as vezes fiquei impressionada e morrendo de vontade de conhecer os detalhes, mas infelizmente só achava livrinhos adaptados para o colégio. E vamos combinar que um livro de mais mil páginas não tem como caber dentro de 120 e ainda manter o conteúdo. Então, esperei.

Agora, finalmente eu criei coragem e procurei uma versão daquelas bem porretas para ler. Comecei por uma da Martin Claret dividida em dois volumes, comprei só o primeiro e comecei a ler. A história foi ótima, mas a leitura cansou, por ser excessivamente descritiva e a linguagem usada tinha cara de português de Portugal, o que cansou ainda mais. Terminando o volume 1, eu comprei a versão de bolso em capa dura da Zahar, e aí sim, eu ví vantagem. Toda aquela estranheza que eu senti com a linguagem acabou. Não senti diferença na historia mas sim no ritmo, deu para perceber que foi feita uma revisão muito boa que deixou o texto mais leve, apesar de ainda se manter integro e sem modernismos.

A história acho que já é conhecida; Edmont Dantès é acusado de traição por amigos e mantido prisioneiro por 14 anos na Fortaleza de If, onde conhece o abade Farias, que o ajuda a manter a lucidez e o educa durante aqueles anos. Ao conseguir sair da prisão, graças a um plano quase desastroso, Edmont toma posse do tesouro do abade e começa o seu plano de vingança. Ele espera e planeja por anos e finalmente quando o coloca em prática é implacável!
Nada acontece por acaso. Ele vai punir os culpados e premiar os inocentes, e tudo o que for feito durante o livro irá se encaminhar nessa direção. Todas as pessoas afetadas por seu plano tiveram participação na sua prisão ou são cúmplices de seus autores. Mas é claro que nenhum plano é infalível, e o Conde vai descobrir isso de um modo muito doloroso.

Se você estiver esperando que o livro seja um repeteco do filme, já adianto que muitas coisas do filme foram inventadas. O livro praticamente não tem romance, o Alexandre Dumas só colocou umas pitadinhas aqui e ali, e muito pouco a ver com o herói principal. Então, esqueça o filme se quiser aproveitar inteiramente o livro. Mas não deixe de ver o filme, que também é ótimo!
Monica 20/04/2016minha estante
Oi Cris, mas então o livro não tem nenhum interesse romântico do protagonista?


Cris Paiva 20/04/2016minha estante
Ele tem uma noiva no inicio da historia, alias, o noivado com ela é uma das causas da prisão dele. mas o foco da historia não é no romance.


Janaina 20/04/2016minha estante
Para mim, foi uma das melhores leituras que fiz em 2015. Perfeito!


Cris Paiva 20/04/2016minha estante
Com certeza Janaina! Para mim, foi uma das melhores leituras da vida!




Gabriel 17/02/2014

O conde de monte cristo
O livro é digno do mesmo autor que escreveu "Os três mosqueteiros".
Conta a mais desenvolvida vingança que eu já li, e eu tenho bom gosto :) . O livro começa em 1815, na época de Napoleão. O mocinho é um marinheiro e vive com pouco dinheiro. Mas, possui coisas que outros homens ambicionam.
Demora pra que a parte principal do livro (que, aliás, é BEM grande)chegue. Mas, quando ela chega, o livro parece pequeno. A gente tá lendo, quando vê, percebe que leu 150 páginas! Enfim, a parte principal é magnífica :) .
Não que eu apoie a vingança, porque eu não apoio. Mas... ler o plano do Conde de Monte Cristo não deixa de ser legal. Tem vezes que o plano é tão engenhoso, tem vezes que coisas, aparentemente simples, são parte do plano, e nessas vezes a gente sorri e acha graça.
Às vezes dá um trabalhinho pra entender alguma coisa, mas é porque o Dumas (o escritor)quis deixar um tom misterioso.
Acho que (pelo menos na edição que eu li) tem 1200 páginas, no total, mas é dividido em 2 volumes. Portanto, não pegue a versão de 360, porque deve ser muito mais simples, e simplicidade estragaria a sua leitura!
Boa leitura, afinal. É um livro muito bom pra se apreciar.
Gabriel 17/02/2014minha estante
Escreveu bem Gabriel.




Inlectus 27/08/2009

Boa leitura.
Tanto este como o outro volume, mostram o quanto é verdade, que nós mesmos plantamos o que colhemos.
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catarina 13/06/2012

Cada segundo da historia de Dantes é um segundo em que você nem respirar não consegue.
A historia de um homem que após ser traído por supostos e preso injustamente, decide voltar e se vingar sob o disfarce de Conde de monte Cristo, é um livro cheio de ação e muito inteligente ao mesmo tempo tudo que eu procurava.
Ele não é um clássico a toa. É o tipo de livro que te entretêm e faz parecer que você esta lá vivendo tudo aquilo ao lado dele.
Vale muito a pena.
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Bell 02/02/2013

O Conde de Monte Cristo (Volume I e Volume II)

Confesso que mal acabei de ler o livro e já quero relê-lo!
Alexandre Dumas conseguiu criar uma estória magnifica e completamente envolvente.

Eu, que geralmente não me interesso por história, ao ler o livro senti a necessidade de conhecer e pesquisar sobre a Fortaleza de If, o Bonapartismo e a Guerra dos 100 Anos.

O crescimento do personagem Edmond Dantès é incrível. Sua vingança esplendidamente executada. Seu remorso completamente compreensível. O livro, em si, é extremamente sublime! Sem contar a agonia que o leitor passa nos últimos capítulos para o desvendar da estória.

Recomendo esse livro com o mais puro prazer!

É realmente uma "impressionante história de sofrimento, vingança e amor".
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Douglas Guilher 12/02/2011

Um excelente livro.
Apaixonei pela história após ter visto sua adaptação ao cinema, e desde então a muito cultivava a imensa inquietação em ler esse livro. E ao fim desde primeiro volume não posso esconder que a espera e a curiosidade que me foi cada vez mais estimulada me foram supridas com a excelência de Dumas como escritor.

O Livro é realmente mágico e instigante, você se torna parte da historia e junto a Edmond começa a arquitetar a vingança que vem abrasadora e surpreendente através do misterioso e admirável Conde de Monte Cristo.

Eis ai uma livro onde se analisa a qualidade expressa na literatura francesa do Século XIX, expressa por obras de Alexandre Dumas,Júlio Verne, Victor Hugo entre tantos outros.

Ai se tem uma obra encantadora.
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