O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa


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Khetelen 10/07/2019minha estante
Que linda a sua resenha. S2


Kelly Oliveira 10/07/2019minha estante
Obrigada Khetelen :)


Khetelen 10/07/2019minha estante
De nada :)




Enza Cerqueira 13/10/2016

O mal será bem quando Aslam chegar
Estou relendo aos poucos as crônicas de Nárnia (em ordem cronológica) e terminei recentemente de ler O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, considerada por muitos a "magnum opus" de Lewis. Não é por menos já que, por causa desta primeira crônica, outras seis vieram e foram traduzidas para dezenas de idiomas, colocando Lewis no rol dos maiores escritores de todos os tempos.

Foi graças à adaptação cinematográfica mais recente desta crônica que eu conheci o talentoso escritor e, como já disse na resenha de "O Sobrinho do Mago", foi amor à primeira vista.

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é um livro de fantasia infantil singular. Seus protagonistas são quatro irmãos - Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia Pevensie - que estão sendo levados à casa de campo do velho professor Kirke (Digory de "O Sobrinho do Mago") para escapar dos horrores da segunda guerra que aterrorizam Londres.

A enorme casa do professor Kirke esconde vários quartos e mistérios e, por acaso, a caçulinha dos irmãos descobre um deles: dentro de um guarda-roupa, numa sala vazia, há um mundo extraordinário, cujo tempo difere muito do do nosso mundo e cujas criaturas que lá habitam ela acreditava existir apenas nos livros de mitologia da escola.

O mundo é Nárnia, habitado por sátiros, ninfas, dríades, faunos, centauros e animais falantes. Outrora, Nárnia era um lugar que emanava alegria, agora jazia sob o encanto de um inverno eterno lançado por Jadis, uma feiticeira poderosa e má, usurpadora do trono de Nárnia, que matava qualquer humano que se aproximasse das terras narnianas, receosa de que uma antiga profecia que dizia que dois filhos de Adão e duas filhas de Eva haviam de ocupar os quatro tronos do castelo de Cair Paravel e colocar fim ao seu reinado..

"Quando a carne de Adão,
Quando o osso de Adão,
Em Cair Paravel,
No trono sentar,
Então há de chegar
Ao fim a aflição."

Quem informa Lúcia sobre tudo o que está acontecendo em Nárnia é o bondoso fauno Tumnus e a menina logo corre para contar as notícias para os irmãos, que não dão crédito ao que só podia ser invenção da cabeça da irmãzinha que sentia saudades de casa. Edmundo, apenas um ano mais velho que a menina, era o mais cruel com Lúcia, zombando da menina mesmo depois que ele próprio, após segui-la à noite, visitou Nárnia!

Os irmãos mais velhos só viriam a acreditar na caçula quando eles próprios se encontraram dentro do guarda-roupa mágico quando menos esperavam e deram de cara com os bosques narnianos. Mas sair de lá não seria tão fácil assim uma vez que, por ajudar Lúcia, o fauno Tumnus fora levado cativo pela feiticeira e, agora, cabia aos irmãos Pevensie ajudá-lo. Mas eles não fariam isso sozinhos, com a ajuda de dois castores falantes simpáticos, eles haviam de encontrar Aslam, o grande leão, filho do Imperador de Além-mar que criou Nárnia, e os ajudaria a derrotar a feiticeira.

Neste livro, os paralelos cristãos são quase palpáveis, desde a traição de Edmundo, até a sua expiação com o sacrifício de Aslam, Lewis nos conta de maneira sutil uma história que lembra muito àquela contada nos evangelhos e, assim, nos emociona e fortalece ainda mais a nossa fé. É incrível como, com uma história infantil, ele conseguiu pregar tudo sobre o que trata o evangelho de maneira tão simples e tocante. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa não peca nos elementos de fantasia e eu acredito que não há idade para o ler. Trata-se de um livro que nos ensina sobre ter coragem, fé, confiar e, sobretudo, perdoar.

Hoje, após tantos anos desde o meu primeiro contato com esta crônica, a releitura provocou em mim uma comoção sem medidas e um prazer indescritível, um sentimento de pertença, nostalgia, esperança e felicidade inigualáveis, por isso recomendo bastante a leitura independentemente de idade, sexo ou religião.

"O mal será bem quando Aslam chegar,
Ao seu rugido, a dor fugirá,
Nos seus dentes, o inverno morrerá,
Na sua juba, a flor há de voltar."
Rebeca 13/10/2016minha estante
O paralelo que ele traça entre a crucificação e ressurreição de Jesus e o sacrifício de Aslam é espetacularmente construído. Até mesmo o detalhe de ter sido Lúcia e Susana (as meninas) a estarem lá pra vê-lo morrer - ver o suplício e depois o corpo - e vê-lo voltar à vida: o paralelo das mulheres preparando o corpo de Cristo e de Maria Madalena sendo a primeira a vê-lo ressurreto.
Lewis era genial.


Enza Cerqueira 14/10/2016minha estante
Era mesmo! Esta crônica é fenomenal! São tantos paralelos, eu não pude nem conter as lágrimas nesta releitura, de tão emocionada...


Enza Cerqueira 14/10/2016minha estante
Não há hora certa nem lugar mais apropriado para se pregar a mensagem do evangelho do que o agora. Lewis provou que até com um livro de fantasia infantil podemos evangelizar as pessoas e utilizou seu talento de forma brilhante ao criar esta história memorável.




Júnior 25/02/2010

As Crônicas de Nárnia : O Leão, a Feiticeira e o Gauarda-roupa
Esse livro nos conta a história de quatro irmãos: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia Pensive.
Entre uma guerra, e bombardeios aéreos onde moravam tiveram que se mudar para a casa de um professor cujo nome era Digory. Chegando a casa do professor, foram recebidos por Dona Marta, mas não era uma casa e sim uma enorme mansão que ficava muito afastada da cidade mais próxima
Em um dia de chuva, em que não poderiam sair para o jardim, resolveram brincar de esconde-esconde dentro da casa. Pedro, o mais velho, começou contando e os outros foram se esconder, Lúcia não sabia onde se esconder e achou numa sala vazia, um grande guarda-roupa, onde se escondeu. Quando entrou viu que estava cheio de casacos, foi para o fundo do guarda-roupa e de repente sentiu um friozinho Olhou melhor e encontrou um lugar mágico, muito branco, pois onde olhasse havia somente neve.
Logo que deu o primeiro passo na neve avistou um poste com uma luz brilhante e um fauno que se assustou e foi para trás de uma árvore derrubando tudo que havia em sua mão, Lucia falou para que ele não tivesse medo e foi conversar. Até que o fauno, Tummus, notou que ela era uma “filha de Eva” e a convidou para ir tomar chá em sua casa e contou a história daquele lugar, que era a seguinte:
“A terra de Nárnia foi criada por um leão, Aslam, que é o rei, e agora está em outro lugar bem distante. Quando foi embora dessa terra, a feiticeira branca tomou o poder e transformou esse lugar em um campo de neve gelado, onde sempre é natal, mas nunca tem papai Noel, e diz a profecia que quando dois “filhos de Adão” e “duas filhas de Eva”voltarem a Nárnia, o rei voltará também, então haveria uma guerra e o bem triunfaria”. Por isso a feiticeira quer que todas as criaturas quando vejam um humano os leve para ela, para poder matar, mas ele não queria fazer isso com Lúcia, continuaram conversando por horas e Lúcia resolveu voltar pois pensava que seus irmãos estavam preocupados.
Quando voltou saiu correndo e gritando o que havia acontecido a todos e eles se entreolharam e não entenderam nada, Lucia falou que havia horas que estava com um Fauno em um lugar mágico onde sempre era inverno, mas seus irmão pensaram que fosse a fértil imaginação de Lucia, pois, não havia passado nem um minuto desde que se esconderam, Edmundo que era muito chato falou para seus irmãos que só podia ser brincadeira de Lúcia.
Após alguns dias, enquanto todos (menos Edmundo) dormiam Lúcia voltou ao guarda-roupa e entrou para ver novamente o fauno. Edmundo viu e resolveu segui-la. Ele entra no guarda roupa fica impressionado, pois pensava que Lucia estava mentindo. Foi nesse momento que a feiticeira branca, Jadis, em uma carruagem puxada por três veados brancos, e dirigida por um anão, parou e o menino foi ver de perto. Jadis, uma mulher alta, de pele branca como a neve e muito bonita, o chamou para sentar-se ao seu lado e assim fez. A feiticeira que dizia ser rainha de Nárnia começou a conversar e perguntar se havia mais humanos naquele território, e a fazer milhares de perguntas como: de onde ele veio; se tinha irmão; como eram..., Edmundo falou que sim havia outras duas irmãs e um irmão, a grande mulher ficou furiosa, mas rapidamente se acalmou e falou para que Edmundo levasse o mais rápido possível seus irmão para lhe fazer uma visita no castelo dela que ficava logo após as montanhas. Então Edmundo desceu daquele transporte, encantado pela mulher, deixando a feiticeira seguir seu caminho, quando ia saindo daquele lugar pelo guarda roupa Lucia o viu e Edmundo falou admiradamente que não era mentira dela e o lugar existia mesmo! Saíram os dois e voltaram a dormir.
No dia seguinte quando estavam os quatros irmãos reunidos, Lucia falou para Edmundo contar aos outros, o que havia acontecido dentro do guarda roupa, mas ele respondeu que não tinha nada e que a imaginação de Lucia era muito fértil.
Susana e Pedro ficaram confusos e foram falar com o professor e ele perguntou quem os meninos achavam que dizia a verdade. Como Edmundo era muito mentiroso, deduziram que era a menorzinha e desconfiaram que o professor soubesse de mais alguma coisa, mas ficaram com medo de perguntar.
Às vezes vinham turistas para ver aquela esplendorosa casa, pois era bem famosa, Dona Marta já tinha falado que quando houvesse visita não queria nem ver as crianças por perto. E hoje era um desses dias, muitos turistas estavam lá e a governanta vinha em direção das crianças. Eles não tinham aonde ir então tiveram que entrar na sala onde havia o guarda roupa, foi quando ouviram vozes no corredor e resolveram entrar todos no armário e ficaram bem quietos lá dentro, Susana começou a achar que estava meio frio deu um passo para trás e sentiu uma coisa pontuda encostar-se a suas costa era um galho de árvore, quando olhou para trás viu que Lucia dizia a verdade e existia mesmo um lugar diferente e que Edmundo mentiu o tempo todo, então cada um pegou um casaco e Lucia sugeriu para que eles fossem até a casa de Tummus, o fauno, para tomarem chá e conversarem. Chegando lá estava uma bagunça, tudo jogado, e havia uma carta com a assinatura da rainha dizendo que ele foi preso por traição de não ter contado sobre ter visto uma humana em ‘seu’ território. Lucia ficou muito triste e resolveu ir procurar seu amigo, quando viram um passarinho muito bonito. O pequeno bichinho pulava de galho em galho e os quatros resolveram o seguir até encontrarem um castor, que era amigo de Tummus. O castor, escondido, os levou até um lugar onde as árvores que estavam do lado da feiticeira, não os pudessem ver conversando e então o animal peludo, começou a falar. As crianças acharam estranho, pois animal algum fala. Depois que o Sr. Castor (como gostava de ser chamado) conversou um pouco com eles, foram até sua casa onde preparou pães e biscoitos para eles comerem, o bichinho contou toda a história e a profecia para eles, como Tummus já havia contado, estavam gostando da história quando o castor lembrou que a feiticeira já devia saber deles e resolveram ir para longe, onde ela não poderia os encontrar, foi quando perceberam que Edmundo já não estava mais lá, então saíram da casa dos castores e começaram a chamá-lo mas não obtiveram respostas. Sr. Castor falou que Edmundo já havia estado em Nárnia e falado com a feiticeira e não adiantaria procurar Edmundo porque ele teria ido ver a aquela mulher.
Quando o menino chegou ao castelo viu muitas estátuas no terraço, pareciam reais, a feiticeira o tratou muito mal e o prendeu no calabouço. Ele contou sobre Aslam, o único que conseguirá derrotá-la, que estava a caminho, ela ficou muita furiosa e o deixou trancado.
A quebra do encantamento já era notável, pois o gelo começava a derreter, os castores com as crianças foram andando até a mesa de pedra ao encontro do verdadeiro rei, quando escutam uma carruagem vindo atrás deles e começam a correr até acharem um esconderijo, depois de certo tempo o castor resolve ver o que esta acontecendo e viu que não era a feiticeira como haviam pensado e sim o bondoso velhinho, papai Noel, que deu um presente a cada uma das crianças, a Lucia um liquido que faz com que as pessoas se curem quando machucadas, a Susana um arco e flecha e a Pedro uma escudo e uma espada.
Enquanto isso a falsa rainha, Edmundo, anões e outros animais e seres que a rainha controlava iam à mesa de pedra para ver Aslam e pretendiam usar Edmundo, que estava amarrado à carruagem da rainha, para fazer o leão sofrer e por meio de um plano matá-lo. Como a carruagem já não deslizava muito bem por causa do derretimento da neve ela ordenou que os seres a carregassem em um tipo de tenda.
Os castores e as três crianças já haviam chegado à mesa de pedra e Aslam também estava lá com muitas outras criaturas, como unicórnios, ratos, gambás, veados, leões, sagitários e muitos outros tipos de animais, alguns até misturados como leões com asas e boca de águias.
Tempo depois chega à feiticeira e alega que todos os traidores pertencem ao lado dela e Edmundo era um traidor, o leão queria que o menino ficasse com ele, então a feiticeira e o rei foram a uma tenda no acampamento, em volta da mesa de pedra, para conversarem. Depois de uma longa demora, quando saíram da tenda, o leão e a feiticeira, que estava muito feliz pela proposta. Aslam exclamou que Edmundo ficava e a rainha iria embora e assim foi feito.
Logo que ela se foi, o grande animal, que estava muito triste, falou para irem longe da mesa de pedra. Sem ninguém questionar, foram até um outro lugar para acampar, o leão falou para Pedro atacar a rainha depois dessa noite e vencer a luta libertando Nárnia. Quando chegou a noite o rei saiu do acampamento, Lucia e Susana viram e começaram a segui-lo, então o leão falou para as duas irem com ele, mas só até metade do caminho, o resto ele iria sozinho. Quando chegou a certo ponto, ele falou para elas voltarem que continuaria sozinho. Ele continuou andando sem olhar para trás, sempre de cabeça baixa. Elas o desobedeceram e o seguiu, ele estava indo a caminho da mesa de pedra, que ficava no alto, em cima de um monte com cerca de quatro metros de altura, era uma escadaria gigantesca até a mesa, onde havia muito barulhos e seres incrivelmente feio e nojentos, bruxas, anões, almas das árvore, vulpinos, sátiros, lobisomens, homens morcegos..., a feiticeira mandou cortarem sua juba e depois pegou um facão afiado e enfiou bem no coração do pobre leão. Susana e Lúcia que estavam vendo tudo isso se sentiram muito tristes. Depois que todos foram embora, elas subiram até onde o leão estava, as duas meninas choravam desesperadamente, quando Lúcia foi colocar algumas gotas do líquido que o bom velhinho tinha lhe dado, mas nada aconteceu, então se viraram de costas e quando iam embora, ouviram um grande estrondo, a mesa estava partida e o leão não estava mais lá. A feiticeira não sabia é que, se alguém se oferecesse para morrer no lugar de um traidor, a mesa iria partir ao meio e quem morresse iria voltar à vida, e aconteceu. O leão parecia estar com a juba mais brilhante e bonita.
Enquanto isso Pedro estava indo atacar a feiticeira e já tinha preparado uma armadilha, mas ela já estava pronta também e quando ficou sabendo, armou seus exércitos e foram até a briga. Foi uma grande luta em uma arena gigantesca. Enquanto isso, o leão e as meninas estavam indo ao castelo da rainha para fazer com que as estátuas ganhassem vida novamente. Chegando, Aslam, com um sopro, devolveu a vida às estátuas, que começaram a se mexer, mas não se lembravam de nada. Aslam contou com poucas palavras o acontecido e mandou todos irem até onde estava tendo a guerra para ajudarem Pedro, Edmundo e os outros seres daquele lugar encantado a acabarem com o mal que a feiticeira branca implantou sobre esse belo lugar,e assim foi feito. A luta foi emocionante. Os meninos ganharam. Susana também lutou com seu arco e flecha, e Lúcia deu umas gotas de seu precioso líquido a cada ser ferido, muitos morreram, mas a maioria sobreviveu.
A feiticeira foi morta por Aslam, e depois as “filhas de Eva” e “filhos de Adão” foram coroados como reis e rainhas de Nárnia, e assim eles cresceram nesse lugar e nunca mais voltaram a casa do professor. Certo dia, foram caçar, e Lúcia avistou um poste com uma luz muito brilhante. Eles se lembraram da sala grande com o guarda roupa. Entraram e quando saíram do guarda roupa voltaram a ser crianças, D. Marta e os convidados ainda estavam falando no corredor, mas não entraram na sala vazia. Para todos que estavam na casa do professor o tempo não havia passado.

Mari 24/03/2011minha estante
Isso não é uma resenha... o.O


C. Aguiar @coelhoobrancoo 26/03/2014minha estante
dica isso não é resenha e isso tem spoiler, favor marcar como spoiler para quem ainda não leu o livro não ficar sabendo das coisas ¬¬




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Cíntia Costa 25/07/2019minha estante
Muito boa sua resenha. Sensacional!


Coruja 30/07/2019minha estante
Obrigada!




Anderson Brito 21/08/2010

O que nos leva a ler “As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” e página após página a gente sentir aquele misticismo de fantasia ganhar forma e nos tele-transportar por completo para dentro da história? Eu ainda não descobri, pois este foi o segundo livro das crônicas que eu li. Independente disso é quase um vício ler a aventura narrada! Nárnia é um lugar onde você não tem aquela obrigação contra sua vontade de visitá-la mesmo sem disposição para saber o que vem por aí na história dela. Nárnia é livre, é familiar, é vida e uma deliciosa descoberta sem compromisso. É um convite irrecusável para explorar o sumo da fantasia e fazer sua história ali dentro.

Em “As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” Lúcia, Pedro, Edmundo e Susana, os quatro irmãos, são mandados para a mansão de um historiador (quem está lendo na ordem cronológica e já leu “As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago” entenderá melhor sobre o historiador) para se refugiarem da guerra que assombra a região onde moravam. Nesta mansão descobrem um guarda-roupa que dá acesso a um mundo, Nárnia, cheio de fantasia e que reserva uma profecia para os quatro irmãos. Profecia esta, que a maligna Rainha Branca fará de tudo para mudar o rumo da história e manter de título em Nárnia.

Uma das personagens mais queridas por mim é a caçula dos quatro irmãos, Lúcia. A menina é doce, meiga e hiper educada. Susana também tem seus méritos como irmã madura e valente. Pedro é corajoso e super protetor, faz de tudo pelos irmãos. Edmundo consegue ser detestável como criança, mas conquista nossa confiança até o fim desta história. Todos os quatro são apresentados com a maior riqueza de personalidade que C.S. Lewis consegue passar. E, que pode lhe levar as lágrimas de fato é o amor e o elo que unem estes irmãos.

O legal de ler “As Crônicas de Nárnia” na ordem cronológica é ler este segundo livro já sabendo quem é a rainha e por que dela ser tão maligna, entender o porquê de um guarda-roupa dá acesso a Nárnia, saber quem é o historiador e por que ele acredita nas crianças e acima de tudo matar a saudade de Aslan.

http://www.notamosque.blogspot.com
Thayze 01/01/2011minha estante
Ótima Resenha!




Bela 06/10/2014

Um livro para ler pros filhos *--*
O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa. As Crônicas de Narnia #2 Autor: C. S. Lewis. Editora: Martins Fontes. Páginas: 180.

Esse é o segundo livro da série e o primeiro filme. A proposito, o filme tem pouquíssimas diferenças se comparando com o livro. Eu fiquei um pouco surpresa por terem feito um filme de mais de duas horas com um livro tão curtinho. Quando fui me aproximando no final da leitura até cheguei a me perguntar se a história terminaria nesse livro ou no próximo, uma vez que vi já vi o filme, e a sensação que eu tinha era de que ainda faltava muita coisa acontecer em tão poucas páginas.. O enredo acontece rápido, mas sem ser necessariamente corrido.

"[]Mas se você sabe o que é isso, se já passou a noite toda acordado e chorou até acabarem as lágrimas Então sabe que, no fim, desce sobre a gente uma grande calma. Chegamos até a ter a sensação de que nada mais nos poderá acontecer."

Lucia, Susana, Pedro e Edmundo são irmãos e foram enviados pela sua mãe para a casa de um velho professor porque estava acontecendo uma gerra em Londres onde eles moravam. A casa era uma verdadeira mansão, repleta de cômodos de diferentes tamanhos e utilidades, o professor mantinha até um pequeno museu de antiguidades e de vez em quando apareciam algumas pessoas para conhecer a casa e sua história. Assim eles passaram muitos dias se aventurando pelos quartos e corredores, até toparem com um quarto onde só havia um grande guarda roupa. Lucia é a única que se interessa pelo móvel e sem querer acaba descobrindo que na verdade, ele esconde um mundo magnifico repleto de seres mágicos e governado por uma feiticeira cruel.

De inicio seus irmãos não acreditam na sua história, mas no momento certo eles acabam descobrindo tudo por si mesmos e, aí sim, embarcam em uma grande aventura com direito a guerra, traição, sacrifício, arrependimento, tentação, etc. C.S. Lewis continua com seus paralelos bíblicos, nessa história, se no primeiro livro Asla representou o Deus criador, nesse ele representa Jesus Cristo que se entregou para pagar pelos pecados da humanidade. A linguagem é bem fluída e fácil, sem delongas. rs Taí um livro que pretendo ler para meu filhos, quando eu tiver, daqui a muitos anos! *-* hahahhaha

Gostei do livro porque ele retrata as características de cada personagem de forma bem clara, nem todos eram corajosos e curiosos, e se não me engano, no livro eles parecem ser mais novos do que no filme. São crianças que estão crescendo, formando seu caráter e entendendo que suas ações geram consequências com as quais eles terão de arcar. ;) #SuperRecomendo

site: http://coisasdebelaa.blogspot.com.br/
Hannah 08/07/2017minha estante
eu sou completamente apaixonada por esse livro ! também amo o filme, mas eu achei o livro mais completo e fascinante sabe?. Enfim eu já li todas as Crônicas de Nárnia e amei.
gostei bastante da sua resenha.




Mi 30/12/2016

"Quando os pés estão corretos, todo o resto nos acompanha."
O livro se trata da história dos quatro irmãos, que descobrem uma passagem secreta para outro mundo, no guarda roupa de sua casa. Nesse mundo se envolveram em várias aventuras, conhecerão a maquiavélica Feiticeira, e descobrirão o verdadeiro valor da amizade. O quao bom é ter amigos, a qual possam confiar. Amigos eles, que levarão para a vida toda.

Vamos a história. ...

Os quatro irmãos (Susana, Lúcia, Pedro e Edmundo ), tiveram que sair de onde estava morando em Londres, por causa dos rotineiros ataques aéros.
Com tamanho perigo em Londres, eles foram morar na casa de um Professor.
No dia seguinte, apos ja conhecer o Professor, entendiados,os irmãos decidiram explorar a casa.

A mais nova, Lúcia decidida ir mais a fundo na aventura, e então abriu um armário, o qual lhe havia chamado atenção. Logo se dar conta que não está mais na Casa do Professor, ela se ver em um lugar completamente desconhecido.
Ela se encontra em um bosque, cheio de ramos de árvores e flocos de neve que preenchiam o ar.
Em vez de assustada, Lúcia se sentira excitada com toda a aventura. E começou à avançar mais adentro do bosque, a caminho da luz.
E é durante sua expedição que ela, se esbarra com um Fauno (S2 S2 S2 ).
Tumnus o meu fauno favorito, se admira em encontrar Uma filha de Eva ( humana ), nas Terras de Nárnia, onde o inverno é predominantemente. Logo os dois se ver encantados um com o outro, e se tornam grandes amigos.
(A amizade deles é Tão fofinha, quando eu os vi no filme,fiquei tão encantada).

O segundo a descobrir Nárnia foi Edmundo, só que a Pessoa a qual ele conhecera não é nada amistosa como Tumnus. Nem bondosa com os moradores de Nárnia. A Feiticeira Branca.
Aos olhos de Edmundo, parece até ser simpática, mas ele nem imagina os pensamentos que rondam na mente da Branquela.
E ele, que tem a força de caráter um pouco "inferior ", se comparado aos outros irmãos, se deixa iludir com as promessas vazias da Rainha.
E se tornam "aliados ". (Edmundo nem imagina no que está se metendo )

Depois de um ocorrido envolvendo todos os irmãos, todos se encontram no fantástico mundo mágico de Nárnia. Os irmãos mais velhos contemplando toda a beleza do lugar, são obrigados a acreditar no que a pequena Lúcia falava.

Um acontecimento terrível faz com que os irmãos permaneçam em Nárnia, e vão em busca da Feiticeira Branca , para um acerto de contas, com a ajuda de Aslam, O Leão - Rei de Nárnia.
O que os irmãos não imaginavam era fazer parte de um profecia, alem disso , que iriam fazer parte de um Marco na história de Nárnia.

Ps: Mesmo o livro sendo bom, acho o filme mais legal. #NaoMeMatem kkkk

Bjss no core
Kelly 31/12/2016minha estante
Sou apaixonada por essa saga .. é muito amor !!!




Doug Tods 12/05/2010

INCRIVELMENTE IDÊNTICO AO FILME
O conto magnífico de quatro irmãos que descobrem a passagem secreta para outro mundo, ao entrar em um guarda roupa, isso basta... Já é fantástico!
A aventura de Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia é repleta de magia do principio ao fim, não tem como não se apaixonar!
Se eu houvesse lido o livro para depois assistir o filme, eu acharia perfeito, pois veria com meus olhos tudo que minha mente imaginou... Mas como assisti o filme primeiro, enquanto eu lia, tinha a estranha sensação de já ter lido aquele livro, isso devido ao fato do filme ser tão fiel a história de C.S. Lewis. Se você não leu e nem assintiu o filme ainda, recomendo que leia primeiro, pois será mais gratificante.
Alê 31/08/2012minha estante
Eu li o livro primeiro e foi exatamente assim que me senti quando assisti o filme. IDENTICO.




Sakaniwa 02/09/2013

Decepção.
Quando fui começar a ler As Crônicas de Nárnia já tinha assistido O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa e Príncipe Caspian, e o primeiro livro (admitam) é fantástico.
Logo corri atrás do segundo, mas O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa me decepcionou, juro que sim. A Disney fez uma produção maravilhosa baseada no livro, acrescentou coisas diferentes, mas o mais importante: deu vida à batalha do ponto com mais ação (a batalha em si), enquanto o livro narra Aslan e as garotas, e algumas coisas diferentes acontecem.
Se você, amigo, vai ler este livro, eis uma dica: se você espera um livro superprodução como o filme, espere sentado perto da cova de C. S. Lewis, pois é um livro bem tranquilo. Se você ler com expectativas muito baixas talvez se surpreenda um pouquinho.
Não é que eu não goste da série, muito pelo contrário, eu gosto até demais, mas o filme nos dá expectativas falsas de como o livro é. Leia outros, esse não vai ser o mais emocionante dos 7 livros (apesar de a história nele ser muito importante).
Alan 19/11/2013minha estante
Também assisti o filme primeiro e as batalhas foram fantásticas, esperava o mesmo do livro e realmente deixou a desejar nesse quesito.




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Haulisson Radynny | @meninolivros 14/03/2018minha estante
Tive a mesma impressão que a sua sobre o final do livro. Acho que tudo aconteceu muito rápido, e não se aprofundou nos personagens.




Helena Menezes 08/04/2013

Publicado, pela primeira vez em 1950, este livro conta a história dos quatro irmãos Pevensie que, devido aos ataques aéreos à cidade de Londres durante a Segunda Guerra Mundial, vão viver no campo, em uma casa que pertence ao prof. Kirke, o Digory de O Sobrinho do Mago.

As crianças são: Pedro, de treze ou quatorze anos; Susana, de doze ou treze anos; Edmundo, de dez ou onze anos; e Lúcia, de oito ou nove anos.

Explorando a casa, Lúcia entra em um guarda-roupa e acaba por ser transportada a Nárnia, onde ela conhece um fauno chamado Sr. Tumnus. Nessa viagem, Lúcia descobre que há cem anos é inverno naquele mundo devido a um encanto feito pela Feiticeira Branca, que se proclama rainha de Nárnia.

Depois, ela retorna para casa e descobre que tempo algum se passara no seu mundo desde que entrara no guarda-roupa, ainda que em Nárnia tivessem se passado várias horas. Ela conta aos irmãos sua aventura, mas eles não acreditam.

Quando eles estão brincando de esconde-esconde dentro da casa, Lúcia entra novamente no guarda-roupa e Edmundo a segue, a fim de caçoar dela, mas eles se perdem um do outro e o menino acaba por se encontrar com a Feiticeira Branca, que lhe oferece doces e pede que trouxesse a ela seus irmãos, prometendo transformá-lo em príncipe de Nárnia.

Ele e Lúcia se encontram ainda em Nárnia, após Edmundo se despedir da Feiticeira, e ela fica empolgada com o fato de que, agora, o irmão poderia confirmar a sua história. Mas, ao retornarem par ao seu mundo, Edmundo nega que esteve em Nárnia.

Ainda depois, tentando sair do caminho da governanta da casa, que a mostrava para turistas interessados no aspecto histórico da construção, os quatro entram o guarda-roupa novamente e são enviados para Nárnia. Eles descobrem, então, que havia uma profecia que dizia que dois filhos de Adão e duas filhas de Eva seriam responsáveis pela queda da Feiticeira Branca e o fim do inverno em Nárnia, sendo, depois, coroados reis e rainhas de Nárnia.

Edmundo, entretanto, foge e vai ter com a Feiticeira Branca. Isso obriga os irmãos, antes relutantes em se envolver na guerra contra a Feiticeira, a ficarem para tentar resgatá-lo. Elas decidem se encontrar com Aslam, o verdadeiro senhor de Nárnia que acabara de retornar para a sua terra.

Esse livro faz, como O Sobrinho do Mago, referências bíblicas. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa reconta de modo um tanto criativo a história da morte e ressurreição do Cristo. Ainda assim, é uma história extremamente cativante, que ressalta os valores da coragem, da nobreza de coração e da amizade.
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Carlos 28/01/2010

Um bom recomeço
Não acho que foi uma história interessante, comparando-o com o primeiro livro da série, perdeu um pouco do encanto.
Mas foi um bom recomeço de história, no caso, para apresentar novos personagens e uma trama diferente. Recomendo a leitura apenas se quiser entender o que se passa nos próximos livros.
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Cecília @febredelivro 10/03/2018

Resenha: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa ( The Chronicles of Narnia )
Oii gente! a partir de um projeto estou finalmente lendo As Crônicas de Nárnia, conhecida por ser uma série considerada clássica da literatura, romance de altas fantasias. E hoje vim trazer para vocês a resenha da segunda crônica, comentem aí embaixo qual a próxima resenha das 7 crônicas vocês querem que eu faça, ou querem todas?


Era um vez duas meninas e dois meninos, Susana, Lúcia, Pedro e Edmundo. Em época de guerra em Londres. Foram para casa de um professor, o Digory Kirk, que era um homem velho de cabelo desgrenhado, branco, solteiro que morava em uma casa muito grande.
Com tédio de ficarem parados em um lugar onde tinham tantos cômodos, resolveram conhecer melhor o lugar onde iriam ficar, e foi aí que começaram as aventuras.

-Há um plano ainda não sugerido por ninguém, e que talvez valha a pena experimentar.
-Qual?
-Cada um cuide de sua própria vida.


Após lhes adentrarem e olhar tudo oque tinha naquela casa enorme, encontraram um cômodo com apenas um velho guarda-roupa, todos não acharam interesse, menos Lúcia, a mocinha com sua grande curiosidade adentrou naquele estranho móvel e fora parar no meio de um bosque, não sabia onde estava e por que lá estava fazendo tanto frio, até que encontrou uma coisa, era um pouco mais alto que ela, da cintura para cima parecia um homem, mas as pernas eram de bode tinha também cauda e uma cara estranha era um fauno, Lúcia vira um fauno!. Tumnus era o seu nome.


Lúcia voltou para casa com pensamento que estava por fora á horas, porém não estava, ela contou tudo o que viveu naquele tempinho, mas seus irmãos não acreditaram e duvidaram, acharam que estava inventando mais um coisa boba de menininha, mas o que eles não sabiam é que tudo aquilo era verdade, Lúcia entrou em outro mundo pela porta de um guarda-roupa mágico e ficou fora por horas.


E tudo passou, Lúcia desistiu de insistir para os irmãos. Em uma brincadeira de esconde-esconde Edmundo se esconde no famoso guarda-roupa mágico dito por Lúcia, e para a surpresa dele realmente existia um novo mundo após o guarda roupa, sem saber onde estava, dá de cara com a Jadis, a Feiticeira Branca.

Como todas as pessoas de juízo sabia muito bem que nunca devemos nos fechar dentro de um guarda-roupa.

A feiticeira branca faz a cabeça do pobre menino, dava-lhe a coisa que mais gostava, manjar turco em troca de informações. Após Edmundo voltar para casa do professor, certo de que iria mesmo assim debochar da sua irmã, fala que tudo o que Lúcia dizia era realmente coisa da cabeça dela, que ela era uma completa mentirosa. Mas acabaram todos no tal lugar, que era chamado de Nárnia. Agora todos daquele lugar e os próprios acreditam que são realmente filhos de Adão e Eva que foram para lá, para salva-los da temida Feiticeira Branca. Porém Aslam, estava chegando, o leão não tomaria conta sozinho de todo aquele mal, mas ajudaria as crianças, ele guiaria a batalha conta a Feiticeira.

As aventuras de Nárnia estava apenas começando, temos mortes e muita magia ainda por vir, aquele velho guarda-roupa mágico ainda trará grandes histórias e aventuras nesse mundo onde todos falam, faunos, castores, minotauros, resumindo, animais. E ocorrem batalhas entre o bem e o mal. Temos como pano de fundo uma história prazerosa e cheia de surpresa. Tenho certeza que você não irá encontrar nada parecido com Nárnia ou até encontrar Nárnia, mas se encontrar, me avise.

Se alguém chegar na frente de Aslam sem sentir medo, ou é o mais valente de todos ou então é um completo tolo

Para quem ainda não leu ou não assistiu o filme, por favor! está esperando o que! mas, acredito que todo mundo aqui já aproveitou um pouco de Nárnia, né? ou não?

Não se deve acusar de mentirosa uma pessoa que sempre falou a verdade.

site: Blog Febre de Livro: http://febredelivro.blogspot.com.br/
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Thalles.Haydan 12/08/2018

O leão, a feiticeira e o guarda roupa
Simplesmente muito bom!!! Quase a mesma coisa do filme, sem tirar nem pôr... Igualmente incrível!!! Valeu a pena cada frase lida!!! Super recomendo!!!
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Emanuelle 18/03/2012

2º da obra lido !
Eu crie um pouco de expectativa para esse livro, achei que contaria detalhes adicionais que não foram mostrados no filmes, mas o filme foi bem leal ao livro.
Não deixa de ser uma boa história, mas como é o primeiro da obra a ser escrito, não te faz pensar em uma continuação do volume um.
É uma aventura dos 4 irmãos Pevensie, que encontram o mundo de Nárnia através do guarda-roupa, e descobrem que lá tem um inverno eterno decretado pela feiticeira Branca Jadis. E Existe uma profecia de que 4 filhos de Adão irão recompor toda a paz com ajuda do Leão Aslam e outros animais falantes.
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