O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa


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Doug Tods 12/05/2010

INCRIVELMENTE IDÊNTICO AO FILME
O conto magnífico de quatro irmãos que descobrem a passagem secreta para outro mundo, ao entrar em um guarda roupa, isso basta... Já é fantástico!
A aventura de Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia é repleta de magia do principio ao fim, não tem como não se apaixonar!
Se eu houvesse lido o livro para depois assistir o filme, eu acharia perfeito, pois veria com meus olhos tudo que minha mente imaginou... Mas como assisti o filme primeiro, enquanto eu lia, tinha a estranha sensação de já ter lido aquele livro, isso devido ao fato do filme ser tão fiel a história de C.S. Lewis. Se você não leu e nem assintiu o filme ainda, recomendo que leia primeiro, pois será mais gratificante.
Alê 31/08/2012minha estante
Eu li o livro primeiro e foi exatamente assim que me senti quando assisti o filme. IDENTICO.




Anderson Brito 21/08/2010

O que nos leva a ler “As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” e página após página a gente sentir aquele misticismo de fantasia ganhar forma e nos tele-transportar por completo para dentro da história? Eu ainda não descobri, pois este foi o segundo livro das crônicas que eu li. Independente disso é quase um vício ler a aventura narrada! Nárnia é um lugar onde você não tem aquela obrigação contra sua vontade de visitá-la mesmo sem disposição para saber o que vem por aí na história dela. Nárnia é livre, é familiar, é vida e uma deliciosa descoberta sem compromisso. É um convite irrecusável para explorar o sumo da fantasia e fazer sua história ali dentro.

Em “As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” Lúcia, Pedro, Edmundo e Susana, os quatro irmãos, são mandados para a mansão de um historiador (quem está lendo na ordem cronológica e já leu “As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago” entenderá melhor sobre o historiador) para se refugiarem da guerra que assombra a região onde moravam. Nesta mansão descobrem um guarda-roupa que dá acesso a um mundo, Nárnia, cheio de fantasia e que reserva uma profecia para os quatro irmãos. Profecia esta, que a maligna Rainha Branca fará de tudo para mudar o rumo da história e manter de título em Nárnia.

Uma das personagens mais queridas por mim é a caçula dos quatro irmãos, Lúcia. A menina é doce, meiga e hiper educada. Susana também tem seus méritos como irmã madura e valente. Pedro é corajoso e super protetor, faz de tudo pelos irmãos. Edmundo consegue ser detestável como criança, mas conquista nossa confiança até o fim desta história. Todos os quatro são apresentados com a maior riqueza de personalidade que C.S. Lewis consegue passar. E, que pode lhe levar as lágrimas de fato é o amor e o elo que unem estes irmãos.

O legal de ler “As Crônicas de Nárnia” na ordem cronológica é ler este segundo livro já sabendo quem é a rainha e por que dela ser tão maligna, entender o porquê de um guarda-roupa dá acesso a Nárnia, saber quem é o historiador e por que ele acredita nas crianças e acima de tudo matar a saudade de Aslan.

http://www.notamosque.blogspot.com
Thayze 01/01/2011minha estante
Ótima Resenha!




Júnior 25/02/2010

As Crônicas de Nárnia : O Leão, a Feiticeira e o Gauarda-roupa
Esse livro nos conta a história de quatro irmãos: Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia Pensive.
Entre uma guerra, e bombardeios aéreos onde moravam tiveram que se mudar para a casa de um professor cujo nome era Digory. Chegando a casa do professor, foram recebidos por Dona Marta, mas não era uma casa e sim uma enorme mansão que ficava muito afastada da cidade mais próxima
Em um dia de chuva, em que não poderiam sair para o jardim, resolveram brincar de esconde-esconde dentro da casa. Pedro, o mais velho, começou contando e os outros foram se esconder, Lúcia não sabia onde se esconder e achou numa sala vazia, um grande guarda-roupa, onde se escondeu. Quando entrou viu que estava cheio de casacos, foi para o fundo do guarda-roupa e de repente sentiu um friozinho Olhou melhor e encontrou um lugar mágico, muito branco, pois onde olhasse havia somente neve.
Logo que deu o primeiro passo na neve avistou um poste com uma luz brilhante e um fauno que se assustou e foi para trás de uma árvore derrubando tudo que havia em sua mão, Lucia falou para que ele não tivesse medo e foi conversar. Até que o fauno, Tummus, notou que ela era uma “filha de Eva” e a convidou para ir tomar chá em sua casa e contou a história daquele lugar, que era a seguinte:
“A terra de Nárnia foi criada por um leão, Aslam, que é o rei, e agora está em outro lugar bem distante. Quando foi embora dessa terra, a feiticeira branca tomou o poder e transformou esse lugar em um campo de neve gelado, onde sempre é natal, mas nunca tem papai Noel, e diz a profecia que quando dois “filhos de Adão” e “duas filhas de Eva”voltarem a Nárnia, o rei voltará também, então haveria uma guerra e o bem triunfaria”. Por isso a feiticeira quer que todas as criaturas quando vejam um humano os leve para ela, para poder matar, mas ele não queria fazer isso com Lúcia, continuaram conversando por horas e Lúcia resolveu voltar pois pensava que seus irmãos estavam preocupados.
Quando voltou saiu correndo e gritando o que havia acontecido a todos e eles se entreolharam e não entenderam nada, Lucia falou que havia horas que estava com um Fauno em um lugar mágico onde sempre era inverno, mas seus irmão pensaram que fosse a fértil imaginação de Lucia, pois, não havia passado nem um minuto desde que se esconderam, Edmundo que era muito chato falou para seus irmãos que só podia ser brincadeira de Lúcia.
Após alguns dias, enquanto todos (menos Edmundo) dormiam Lúcia voltou ao guarda-roupa e entrou para ver novamente o fauno. Edmundo viu e resolveu segui-la. Ele entra no guarda roupa fica impressionado, pois pensava que Lucia estava mentindo. Foi nesse momento que a feiticeira branca, Jadis, em uma carruagem puxada por três veados brancos, e dirigida por um anão, parou e o menino foi ver de perto. Jadis, uma mulher alta, de pele branca como a neve e muito bonita, o chamou para sentar-se ao seu lado e assim fez. A feiticeira que dizia ser rainha de Nárnia começou a conversar e perguntar se havia mais humanos naquele território, e a fazer milhares de perguntas como: de onde ele veio; se tinha irmão; como eram..., Edmundo falou que sim havia outras duas irmãs e um irmão, a grande mulher ficou furiosa, mas rapidamente se acalmou e falou para que Edmundo levasse o mais rápido possível seus irmão para lhe fazer uma visita no castelo dela que ficava logo após as montanhas. Então Edmundo desceu daquele transporte, encantado pela mulher, deixando a feiticeira seguir seu caminho, quando ia saindo daquele lugar pelo guarda roupa Lucia o viu e Edmundo falou admiradamente que não era mentira dela e o lugar existia mesmo! Saíram os dois e voltaram a dormir.
No dia seguinte quando estavam os quatros irmãos reunidos, Lucia falou para Edmundo contar aos outros, o que havia acontecido dentro do guarda roupa, mas ele respondeu que não tinha nada e que a imaginação de Lucia era muito fértil.
Susana e Pedro ficaram confusos e foram falar com o professor e ele perguntou quem os meninos achavam que dizia a verdade. Como Edmundo era muito mentiroso, deduziram que era a menorzinha e desconfiaram que o professor soubesse de mais alguma coisa, mas ficaram com medo de perguntar.
Às vezes vinham turistas para ver aquela esplendorosa casa, pois era bem famosa, Dona Marta já tinha falado que quando houvesse visita não queria nem ver as crianças por perto. E hoje era um desses dias, muitos turistas estavam lá e a governanta vinha em direção das crianças. Eles não tinham aonde ir então tiveram que entrar na sala onde havia o guarda roupa, foi quando ouviram vozes no corredor e resolveram entrar todos no armário e ficaram bem quietos lá dentro, Susana começou a achar que estava meio frio deu um passo para trás e sentiu uma coisa pontuda encostar-se a suas costa era um galho de árvore, quando olhou para trás viu que Lucia dizia a verdade e existia mesmo um lugar diferente e que Edmundo mentiu o tempo todo, então cada um pegou um casaco e Lucia sugeriu para que eles fossem até a casa de Tummus, o fauno, para tomarem chá e conversarem. Chegando lá estava uma bagunça, tudo jogado, e havia uma carta com a assinatura da rainha dizendo que ele foi preso por traição de não ter contado sobre ter visto uma humana em ‘seu’ território. Lucia ficou muito triste e resolveu ir procurar seu amigo, quando viram um passarinho muito bonito. O pequeno bichinho pulava de galho em galho e os quatros resolveram o seguir até encontrarem um castor, que era amigo de Tummus. O castor, escondido, os levou até um lugar onde as árvores que estavam do lado da feiticeira, não os pudessem ver conversando e então o animal peludo, começou a falar. As crianças acharam estranho, pois animal algum fala. Depois que o Sr. Castor (como gostava de ser chamado) conversou um pouco com eles, foram até sua casa onde preparou pães e biscoitos para eles comerem, o bichinho contou toda a história e a profecia para eles, como Tummus já havia contado, estavam gostando da história quando o castor lembrou que a feiticeira já devia saber deles e resolveram ir para longe, onde ela não poderia os encontrar, foi quando perceberam que Edmundo já não estava mais lá, então saíram da casa dos castores e começaram a chamá-lo mas não obtiveram respostas. Sr. Castor falou que Edmundo já havia estado em Nárnia e falado com a feiticeira e não adiantaria procurar Edmundo porque ele teria ido ver a aquela mulher.
Quando o menino chegou ao castelo viu muitas estátuas no terraço, pareciam reais, a feiticeira o tratou muito mal e o prendeu no calabouço. Ele contou sobre Aslam, o único que conseguirá derrotá-la, que estava a caminho, ela ficou muita furiosa e o deixou trancado.
A quebra do encantamento já era notável, pois o gelo começava a derreter, os castores com as crianças foram andando até a mesa de pedra ao encontro do verdadeiro rei, quando escutam uma carruagem vindo atrás deles e começam a correr até acharem um esconderijo, depois de certo tempo o castor resolve ver o que esta acontecendo e viu que não era a feiticeira como haviam pensado e sim o bondoso velhinho, papai Noel, que deu um presente a cada uma das crianças, a Lucia um liquido que faz com que as pessoas se curem quando machucadas, a Susana um arco e flecha e a Pedro uma escudo e uma espada.
Enquanto isso a falsa rainha, Edmundo, anões e outros animais e seres que a rainha controlava iam à mesa de pedra para ver Aslam e pretendiam usar Edmundo, que estava amarrado à carruagem da rainha, para fazer o leão sofrer e por meio de um plano matá-lo. Como a carruagem já não deslizava muito bem por causa do derretimento da neve ela ordenou que os seres a carregassem em um tipo de tenda.
Os castores e as três crianças já haviam chegado à mesa de pedra e Aslam também estava lá com muitas outras criaturas, como unicórnios, ratos, gambás, veados, leões, sagitários e muitos outros tipos de animais, alguns até misturados como leões com asas e boca de águias.
Tempo depois chega à feiticeira e alega que todos os traidores pertencem ao lado dela e Edmundo era um traidor, o leão queria que o menino ficasse com ele, então a feiticeira e o rei foram a uma tenda no acampamento, em volta da mesa de pedra, para conversarem. Depois de uma longa demora, quando saíram da tenda, o leão e a feiticeira, que estava muito feliz pela proposta. Aslam exclamou que Edmundo ficava e a rainha iria embora e assim foi feito.
Logo que ela se foi, o grande animal, que estava muito triste, falou para irem longe da mesa de pedra. Sem ninguém questionar, foram até um outro lugar para acampar, o leão falou para Pedro atacar a rainha depois dessa noite e vencer a luta libertando Nárnia. Quando chegou a noite o rei saiu do acampamento, Lucia e Susana viram e começaram a segui-lo, então o leão falou para as duas irem com ele, mas só até metade do caminho, o resto ele iria sozinho. Quando chegou a certo ponto, ele falou para elas voltarem que continuaria sozinho. Ele continuou andando sem olhar para trás, sempre de cabeça baixa. Elas o desobedeceram e o seguiu, ele estava indo a caminho da mesa de pedra, que ficava no alto, em cima de um monte com cerca de quatro metros de altura, era uma escadaria gigantesca até a mesa, onde havia muito barulhos e seres incrivelmente feio e nojentos, bruxas, anões, almas das árvore, vulpinos, sátiros, lobisomens, homens morcegos..., a feiticeira mandou cortarem sua juba e depois pegou um facão afiado e enfiou bem no coração do pobre leão. Susana e Lúcia que estavam vendo tudo isso se sentiram muito tristes. Depois que todos foram embora, elas subiram até onde o leão estava, as duas meninas choravam desesperadamente, quando Lúcia foi colocar algumas gotas do líquido que o bom velhinho tinha lhe dado, mas nada aconteceu, então se viraram de costas e quando iam embora, ouviram um grande estrondo, a mesa estava partida e o leão não estava mais lá. A feiticeira não sabia é que, se alguém se oferecesse para morrer no lugar de um traidor, a mesa iria partir ao meio e quem morresse iria voltar à vida, e aconteceu. O leão parecia estar com a juba mais brilhante e bonita.
Enquanto isso Pedro estava indo atacar a feiticeira e já tinha preparado uma armadilha, mas ela já estava pronta também e quando ficou sabendo, armou seus exércitos e foram até a briga. Foi uma grande luta em uma arena gigantesca. Enquanto isso, o leão e as meninas estavam indo ao castelo da rainha para fazer com que as estátuas ganhassem vida novamente. Chegando, Aslam, com um sopro, devolveu a vida às estátuas, que começaram a se mexer, mas não se lembravam de nada. Aslam contou com poucas palavras o acontecido e mandou todos irem até onde estava tendo a guerra para ajudarem Pedro, Edmundo e os outros seres daquele lugar encantado a acabarem com o mal que a feiticeira branca implantou sobre esse belo lugar,e assim foi feito. A luta foi emocionante. Os meninos ganharam. Susana também lutou com seu arco e flecha, e Lúcia deu umas gotas de seu precioso líquido a cada ser ferido, muitos morreram, mas a maioria sobreviveu.
A feiticeira foi morta por Aslam, e depois as “filhas de Eva” e “filhos de Adão” foram coroados como reis e rainhas de Nárnia, e assim eles cresceram nesse lugar e nunca mais voltaram a casa do professor. Certo dia, foram caçar, e Lúcia avistou um poste com uma luz muito brilhante. Eles se lembraram da sala grande com o guarda roupa. Entraram e quando saíram do guarda roupa voltaram a ser crianças, D. Marta e os convidados ainda estavam falando no corredor, mas não entraram na sala vazia. Para todos que estavam na casa do professor o tempo não havia passado.

Mari 24/03/2011minha estante
Isso não é uma resenha... o.O


C. Aguiar @coelhoobrancoo 26/03/2014minha estante
dica isso não é resenha e isso tem spoiler, favor marcar como spoiler para quem ainda não leu o livro não ficar sabendo das coisas ¬¬




milena 18/09/2012

Nessa Crônica o principal fator de leitura são as comparações entre livro e filme já que foi o filme que incentivou muitos a conhecer mais o mundo de Nárnia. É o nosso primeiro contato com Lucia, Suzana, Pedro e Edmundo e através do livro conhecemos um pouco mais a personalidade de cada um. Como ponto positivo, podemos dizer que o roteiro do filme seguiu bastante a crônica embora o filme traga uma conotação emocional um pouco exagerada com relação à guerra, o tratamento recebido pelas crianças na casa do Professor e a fragilidade de Lucia (Suzana é muito mais frágil que Lucia e podemos perceber isso até no desenvolver dos demais filmes) e ainda assim o filme não conseguiu passar o quanto Edmundo mudou após conhecer Nárnia (Edmundo era praticamente Eustaquio, por assim dizer) e essa mudança é algo que ficou gravado em sua personalidade pra sempre. Existe muita diferença na batalha de Nárnia. É uma crônica cativante, uma leitura prazerosa que nunca fica cansativa, pois a historia, assim como no filme tem um ritmo constante.Questões interessantes:
• O livro explica o motivo dos irmãos nunca mais retornarem a Nárnia pelo Guarda Roupa, que por sinal é feito na primeira crônica.
• O Temor da Feiticeira Branca sobre os filhos de Adão e Eva e sua verdadeira origem.
• A partida de Aslam no decorrer da comemoração final da Guerra e a questão do livre arbítrio.
• A questão também da raposa, que é sempre colocada como um personagem de má fé nas demais histórias infantis e Lewis teve a sensibilidade de colocar uma raposa boazinha que é a que a Feiticeira Branca transforma em pedra no decorrer do filme.
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Helena Menezes 08/04/2013

Publicado, pela primeira vez em 1950, este livro conta a história dos quatro irmãos Pevensie que, devido aos ataques aéreos à cidade de Londres durante a Segunda Guerra Mundial, vão viver no campo, em uma casa que pertence ao prof. Kirke, o Digory de O Sobrinho do Mago.

As crianças são: Pedro, de treze ou quatorze anos; Susana, de doze ou treze anos; Edmundo, de dez ou onze anos; e Lúcia, de oito ou nove anos.

Explorando a casa, Lúcia entra em um guarda-roupa e acaba por ser transportada a Nárnia, onde ela conhece um fauno chamado Sr. Tumnus. Nessa viagem, Lúcia descobre que há cem anos é inverno naquele mundo devido a um encanto feito pela Feiticeira Branca, que se proclama rainha de Nárnia.

Depois, ela retorna para casa e descobre que tempo algum se passara no seu mundo desde que entrara no guarda-roupa, ainda que em Nárnia tivessem se passado várias horas. Ela conta aos irmãos sua aventura, mas eles não acreditam.

Quando eles estão brincando de esconde-esconde dentro da casa, Lúcia entra novamente no guarda-roupa e Edmundo a segue, a fim de caçoar dela, mas eles se perdem um do outro e o menino acaba por se encontrar com a Feiticeira Branca, que lhe oferece doces e pede que trouxesse a ela seus irmãos, prometendo transformá-lo em príncipe de Nárnia.

Ele e Lúcia se encontram ainda em Nárnia, após Edmundo se despedir da Feiticeira, e ela fica empolgada com o fato de que, agora, o irmão poderia confirmar a sua história. Mas, ao retornarem par ao seu mundo, Edmundo nega que esteve em Nárnia.

Ainda depois, tentando sair do caminho da governanta da casa, que a mostrava para turistas interessados no aspecto histórico da construção, os quatro entram o guarda-roupa novamente e são enviados para Nárnia. Eles descobrem, então, que havia uma profecia que dizia que dois filhos de Adão e duas filhas de Eva seriam responsáveis pela queda da Feiticeira Branca e o fim do inverno em Nárnia, sendo, depois, coroados reis e rainhas de Nárnia.

Edmundo, entretanto, foge e vai ter com a Feiticeira Branca. Isso obriga os irmãos, antes relutantes em se envolver na guerra contra a Feiticeira, a ficarem para tentar resgatá-lo. Elas decidem se encontrar com Aslam, o verdadeiro senhor de Nárnia que acabara de retornar para a sua terra.

Esse livro faz, como O Sobrinho do Mago, referências bíblicas. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa reconta de modo um tanto criativo a história da morte e ressurreição do Cristo. Ainda assim, é uma história extremamente cativante, que ressalta os valores da coragem, da nobreza de coração e da amizade.
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Carlos 28/01/2010

Um bom recomeço
Não acho que foi uma história interessante, comparando-o com o primeiro livro da série, perdeu um pouco do encanto.
Mas foi um bom recomeço de história, no caso, para apresentar novos personagens e uma trama diferente. Recomendo a leitura apenas se quiser entender o que se passa nos próximos livros.
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Vanessa 27/02/2013

O leão, a feiticeira e o guarda-roupa
Quatro irmãos, Pedro, Edmundo, Susana e Lúcia, tiveram que deixar suas casas e foram morar em uma casa afastada de Londres, por causa da guerra. Vão morar na casa de um professor solteiro.
A casa era muito grande e eles resolveram explorar o local, quando entraram em um quarto só havia nele um guarda-roupa, então todos saíram menos Lúcia que resolveu abri-lo. Dentro do guarda-roupa havia vários casacos de pele. Resolveu entrar nele, foi andando até encontrar ramos de árvores, viu uma luz e quando deu por si estava no meio de um bosque, com neve aos pés e caindo em seu rosto.
Lúcia encontrou com um fauno, metade homem e metade bode. O fauno, Sr. Tumnus a levou para casa, aonde lhe ofereceu chá e guloseimas. O Sr. Tumnus contou que Lúcia estava em Nárnia, aonde era sempre inverno e uma rainha malvada governava.
Quando Lúcia voltou para o guarda-roupa e chegou a casa resolveu contar logo o que lhe aconteceu, para seus irmãos. Mas eles não acreditaram em Lúcia acharam que ela estava imaginando demais, que tinha levado a brincadeira muito a sério. Edmundo era o que mais perturbava Lúcia, dizia que ela era uma mentirosa, até que um dia resolveu entrar no guarda-roupa para ter certeza.
Mas quando Edmundo chegou a Nárnia ele encontrou logo com a rainha, que quis saber logo quem ele era, quando ela descobre que ele é um Filho de Adão (é assim que eles chamam as pessoas do nosso mundo) ela quer logo mata-lo, mas ela acaba descobrindo que ele tem mais irmãos e pede que ele os leve até ela, para isso ela oferece a ele um manjar turco, que deixa a pessoa que o come sempre querendo mais, querendo comer até estourar.
Lúcia encontra com Edmundo lá, pois ela foi atrás dele ele pede desculpas a ela por não ter acreditado, mas quando chegam em casa ele diz que não sabe de nada do que Lúcia está falando, ele pensa em um plano para levar os irmãos a Nárnia para que possa comer quantos manjares turco quiser.
Um dia a governanta da casa estava mostrando a casa a uns visitantes e disse que não queria ver nenhuma criança em seu caminho. Quando eles ouviram a voz dela correram todos para o quarto e entraram no guarda-roupa. Assim quando todos chegaram a Nárnia pediram desculpas a Lúcia. Lúcia resolveu levá-los até a casa do Sr. Tumnus, mas chegando lá não havia ninguém.
Eles acabaram descobrindo através de castores que o Sr. Tumnus foi preso por deixar Lúcia ir embora, então os quatro resolvem salvar o Sr. Tumnus e acabam descobrindo outras coisas, coisas que eles nunca imaginariam. Mas há um problema Edmundo é um traidor, que logo irá entrega-los a rainha.
Claro que há mais coisas na história que eu não posso falar, mas a história se passa em torno de uma profecia.
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Gustavo 25/11/2017

Deve ter sido bom na época
Se a intenção foi de escrever um conto, ele até que conseguiu. Os personagens não têm desenvolvimento nenhum, mil coisas acontecem dentro de 5 páginas e nada tem muita lógica. Mesmo numa história de fantasia, as coisas precisam de lógica. É um livro para criança, tudo bem, mas Harry Potter também foi e nem por isso sofreu do mesmo mal. Talvez eu que não tenha entendido o conceito da coisa.
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Bela 06/10/2014

Um livro para ler pros filhos *--*
O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa. As Crônicas de Narnia #2 Autor: C. S. Lewis. Editora: Martins Fontes. Páginas: 180.

Esse é o segundo livro da série e o primeiro filme. A proposito, o filme tem pouquíssimas diferenças se comparando com o livro. Eu fiquei um pouco surpresa por terem feito um filme de mais de duas horas com um livro tão curtinho. Quando fui me aproximando no final da leitura até cheguei a me perguntar se a história terminaria nesse livro ou no próximo, uma vez que vi já vi o filme, e a sensação que eu tinha era de que ainda faltava muita coisa acontecer em tão poucas páginas.. O enredo acontece rápido, mas sem ser necessariamente corrido.

"[]Mas se você sabe o que é isso, se já passou a noite toda acordado e chorou até acabarem as lágrimas Então sabe que, no fim, desce sobre a gente uma grande calma. Chegamos até a ter a sensação de que nada mais nos poderá acontecer."

Lucia, Susana, Pedro e Edmundo são irmãos e foram enviados pela sua mãe para a casa de um velho professor porque estava acontecendo uma gerra em Londres onde eles moravam. A casa era uma verdadeira mansão, repleta de cômodos de diferentes tamanhos e utilidades, o professor mantinha até um pequeno museu de antiguidades e de vez em quando apareciam algumas pessoas para conhecer a casa e sua história. Assim eles passaram muitos dias se aventurando pelos quartos e corredores, até toparem com um quarto onde só havia um grande guarda roupa. Lucia é a única que se interessa pelo móvel e sem querer acaba descobrindo que na verdade, ele esconde um mundo magnifico repleto de seres mágicos e governado por uma feiticeira cruel.

De inicio seus irmãos não acreditam na sua história, mas no momento certo eles acabam descobrindo tudo por si mesmos e, aí sim, embarcam em uma grande aventura com direito a guerra, traição, sacrifício, arrependimento, tentação, etc. C.S. Lewis continua com seus paralelos bíblicos, nessa história, se no primeiro livro Asla representou o Deus criador, nesse ele representa Jesus Cristo que se entregou para pagar pelos pecados da humanidade. A linguagem é bem fluída e fácil, sem delongas. rs Taí um livro que pretendo ler para meu filhos, quando eu tiver, daqui a muitos anos! *-* hahahhaha

Gostei do livro porque ele retrata as características de cada personagem de forma bem clara, nem todos eram corajosos e curiosos, e se não me engano, no livro eles parecem ser mais novos do que no filme. São crianças que estão crescendo, formando seu caráter e entendendo que suas ações geram consequências com as quais eles terão de arcar. ;) #SuperRecomendo

site: http://coisasdebelaa.blogspot.com.br/
Hannah 08/07/2017minha estante
eu sou completamente apaixonada por esse livro ! também amo o filme, mas eu achei o livro mais completo e fascinante sabe?. Enfim eu já li todas as Crônicas de Nárnia e amei.
gostei bastante da sua resenha.




Cherry 19/02/2015

Aslam
A história nos mostra Susana, Lucia, Pedro e Edmundo que viviam na época da guerra e tiveram que sair de Londres durante um ataque aéreo. Foram para a casa de um professor muito engraçado, que morava em uma casa enorme, com lugares escondidos.

Um belo dia decidiram conhecer a casa, e foi quando acharam a Sala Precisa, onde havia apenas um guarda-roupa.

Lucia, a mais curiosa, resolveu entrar no guarda-roupa. Agradava-lhe os casacos de pele. Entretanto, começou a sentir frio e percebeu que estava em um bosque e que nevando muito. Ela começou a andar e conheceu Tumnus, um fauno, que lhe apresentou o mundo de Narnia. Lucia conheceu os mistérios de Narnia e passou um bom tempo com Tumnus até a hora que viu que teria que voltar para casa, pois todos já deveriam estar preocupados com sua ausência. Sua surpresa ao chegar em casa foi que ninguém havia notado que sumira por um tempo.

Ninguém acreditava no que Lucia dissera sobre Narnia. Até o dia que Edmundo resolveu segui-la e acabou entrando no guarda-roupa e descobrindo que ela falava a verdade.

Edmundo acabou conhecendo a Feiticeira Branca, que lhe prometera muitas coisas, mas mal sabia ele onde estava realmente se metendo.

Demorou um tempo para que Susana e Pedro também descobrissem o mundo de Nárnia e para que os quatro pudessem se aventurar nesse mundo mágico.

Lúcia se deparou com uma terrível notícia ao chegar em Nárnia, o que fizeram os quatro saírem atrás de um pintarroxo e conhecer um castor falante que estava disposto a lhes ajudar. O que não esperavam, no entanto, era a traição de um dos irmãos.

Em minha opinião, gostei mais desse conto do que o primeiro. Nesse também veremos Aslam e suas aventuras. Mas o que mais me agradou foi que teve muito mais ação e fantasia do que o primeiro conto.

Me prendeu tanto que em duas horas já havia terminado sem ter percebido o tempo passar.

As aventuras são ricas em detalhes e realmente faz com que você se sinta no mundo mágico de Narnia e se emocionar junto com Susana, Lucia, Pedro e Edmundo.

Ah, e não se esqueça, as aparências enganam.

site: http://escritarelativa.com.br
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marcelgianni 09/12/2014

Muito bom.
Não se trata de um resumo ou sinopse do livro (para isso basta pesquisar na web ou ver algumas outras resenhas postadas aqui), mas sim de um relato do que me chamou a atenção no livro, e que pode influenciar outras pessoas na sua decisão de lê-lo ou não. Sem o uso de spoilers, faço uma análise sucinta da obra, justificando minha nota atribuída.

Livro de fantasia muito envolvente, indicado para todas as idades. Como nos demais, leitura muito envolvente, que flui em grande velocidade. Provavelmente o mais conhecido da série.
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Mi 30/12/2016

"Quando os pés estão corretos, todo o resto nos acompanha."
O livro se trata da história dos quatro irmãos, que descobrem uma passagem secreta para outro mundo, no guarda roupa de sua casa. Nesse mundo se envolveram em várias aventuras, conhecerão a maquiavélica Feiticeira, e descobrirão o verdadeiro valor da amizade. O quao bom é ter amigos, a qual possam confiar. Amigos eles, que levarão para a vida toda.

Vamos a história. ...

Os quatro irmãos (Susana, Lúcia, Pedro e Edmundo ), tiveram que sair de onde estava morando em Londres, por causa dos rotineiros ataques aéros.
Com tamanho perigo em Londres, eles foram morar na casa de um Professor.
No dia seguinte, apos ja conhecer o Professor, entendiados,os irmãos decidiram explorar a casa.

A mais nova, Lúcia decidida ir mais a fundo na aventura, e então abriu um armário, o qual lhe havia chamado atenção. Logo se dar conta que não está mais na Casa do Professor, ela se ver em um lugar completamente desconhecido.
Ela se encontra em um bosque, cheio de ramos de árvores e flocos de neve que preenchiam o ar.
Em vez de assustada, Lúcia se sentira excitada com toda a aventura. E começou à avançar mais adentro do bosque, a caminho da luz.
E é durante sua expedição que ela, se esbarra com um Fauno (S2 S2 S2 ).
Tumnus o meu fauno favorito, se admira em encontrar Uma filha de Eva ( humana ), nas Terras de Nárnia, onde o inverno é predominantemente. Logo os dois se ver encantados um com o outro, e se tornam grandes amigos.
(A amizade deles é Tão fofinha, quando eu os vi no filme,fiquei tão encantada).

O segundo a descobrir Nárnia foi Edmundo, só que a Pessoa a qual ele conhecera não é nada amistosa como Tumnus. Nem bondosa com os moradores de Nárnia. A Feiticeira Branca.
Aos olhos de Edmundo, parece até ser simpática, mas ele nem imagina os pensamentos que rondam na mente da Branquela.
E ele, que tem a força de caráter um pouco "inferior ", se comparado aos outros irmãos, se deixa iludir com as promessas vazias da Rainha.
E se tornam "aliados ". (Edmundo nem imagina no que está se metendo )

Depois de um ocorrido envolvendo todos os irmãos, todos se encontram no fantástico mundo mágico de Nárnia. Os irmãos mais velhos contemplando toda a beleza do lugar, são obrigados a acreditar no que a pequena Lúcia falava.

Um acontecimento terrível faz com que os irmãos permaneçam em Nárnia, e vão em busca da Feiticeira Branca , para um acerto de contas, com a ajuda de Aslam, O Leão - Rei de Nárnia.
O que os irmãos não imaginavam era fazer parte de um profecia, alem disso , que iriam fazer parte de um Marco na história de Nárnia.

Ps: Mesmo o livro sendo bom, acho o filme mais legal. #NaoMeMatem kkkk

Bjss no core
Kelly 31/12/2016minha estante
Sou apaixonada por essa saga .. é muito amor !!!




Nícolas 19/12/2009

O mundo de Lewis
Um livro simples, com enredo empolgante e de fácil compreensão. As crônicas de nárnia, com enfoque em "O leão, a feiticeira e o guarda-roupa" é um livro que tem feito sucesso ultimamente.

Na fantasia de Lewis, quatro crianças entram por um guarda-roupas mágico e vão parar em um mundo diferente e coberto de neve, no qual descobrirão sua causa e lutarão ao lado do Grande Leão Aslan.

Lewis, amigo de Tolkien, é semelhante ao último no que diz respeito à histórias envolventes. Tratando de situações comuns de forma figurativa e clara.

O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, levam a criança ou o jovem, a refletir sobre atitudes e sentimentos, apresentando-lhes as consequências. Assim como quando Edmundo, uma das crianças, se redime de seu erro perante Aslan.

Um livro muito bonito que compõe as crônicas do mundo de Nárnia e indiscutivelmente está entre os indispensáveis para um bom entendimento da série e para um bom momento de lazer.
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Manuel 31/05/2012

Leitura leve, do tema infantil que cativa marmanjos.

É uma história muito bonita, com uma mensagem linda como plano de fundo.
Apesar das claras mensagens católicas durante a narrativa, ainda é possível ler e ignorar esse fato, caso a gente não seja ou simpatize com o catolicismo.

A narrativa simples, destinadas a adolescentes deixa um tom de inocência nos personagens, isso chama muita atenção na escrita de Lewis, afinal quem não sente vontade de voltar a ser criança?

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