As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian

As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian


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J R Corrêa 10/02/2019

O Príncipe Caspian
O Príncipe Caspian é o quarto de sete volumes que compõem a série «As Crónicas de Nárnia», um dos grandes clássicos da literatura infanto-juvenil Peter, Susan, Edmund e Lucy, os heróis e heroínas do segundo volume estão de volta para nos contar mais uma fantástica aventura.
A história começa quando estas quatro crianças são inesperadamente impelidas, por artes mágicas, de uma estação de caminhos-de-ferro em Londres para o maravilhoso mundo de Nárnia, onde o príncipe Caspian se encontra em apuros. O feliz reino de Nárnia, terra onde os animais falavam e havia pessoas simpáticas que viviam nos rios e nas árvores, chamadas Naíades e Dríades, e onde ressoavam os martelos dos Anões, estava agora ameaçada pelo controlo do perigoso e perverso rei Miraz.
Estes quatro jovens, conduzidos pelo magnífico leão Aslan, têm agora a importante missão de ajudar o príncipe Cáspian a recuperar o glorioso passado de Nárnia.
Será que vão conseguir?
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Marcos Antonio 10/07/2018

Caspian o Príncipe
Narnia não estava mais em sua antiga glória, as histórias contadas só eram feitas as escondidas, pois os novos líderes de Narnias eram agora usurpadores do poder.
Os animais falantes estavam escondidos e as arvores não andavam ou falavam mais, os deuses estavam a dormir, a crença em Aslan havia desaparecido e tudo virou lenda distante.
Foi neste mundo que o jovem Caspian descobre que ele é o verdadeiro Rei de Narnia e começa a fuga de seu tio o usurpador e encontra os habitantes perdidos de Narnia e resolve tocar o chifre a tromba magica que traz de volta a Narnia os 4 reis do passado e com eles Aslan volta.
Como crença em Aslan diminuiu, pois as crianças cresceram só Lucia mantinha acessa a chama viva dentro de si e assim só ela era capaz de ver.
A história é muito boa, amo livros que falam sobre dimensões diferentes e que não estamos só neste mundo em paralelos.
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Coruja 15/05/2018

Ao final de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, os irmãos Pevensie - que cresceram e passaram anos como reis e rainhas - retornam para casa, para o mundo mundano; mas retornam do ponto em que começaram a jornada, como crianças, ainda que com memórias de uma outra vida inteira passada. Um ano mais tarde, esperando na estação de trem para seguirem para o colégio em que estudam, são repentinamente chamados de volta para Nárnia. E, para seu choque, descobrem que mais de mil anos se passaram desde que sentaram nos tronos de Cair Paravel.

Os Pevensie foram chamados pelo príncipe Caspian, da casa real dos telmarinos, povo que invadiu Nárnia anos antes e ali assumiu o trono. O tio de Caspian, o rei Miraz, é um monarca cruel e traiçoeiro que persegue os verdadeiros narnianos; ao passo que o príncipe, que cresceu ouvindo histórias de um passado mágico, anseia pelo dia em que nobres centauros e alegres sátiros reapareçam, em que as árvores cantem com suas vozes de dríades e o Grande Leão apareça uma vez mais.

Publicado um ano após a primeira das crônicas lançadas, Príncipe Caspian introduz uma série de conceitos novos e expande seu mundo maravilhoso. Os Pevensie retornam para dar legitimidade a uma nova casa real e trazer outra era de ouro àquele mundo. O enredo gira em torno da guerra que se está travando, de ambição e cobiça, mas também de um modo de pensar e viver que muito se assemelha àquele das lendas arturianas. Cavalheirismo, coragem, mentores mágicos, jornadas heróicas, chamados à aventura… há de tudo um pouco nesse título da série.

Reler Príncipe Caspian esse ano rendeu-me algumas reflexões interessantes. A primeira, mais óbvia, é a comparação com a adaptação para as telas. Eu lembrava que no filme houvera uma intensa troca de olhares entre Susan e Caspian, bem como a tensão entre Peter e o novo príncipe. Estava meio que esperando essas situações se repetirem no livro e fui pega de surpresa ao perceber que estivera completamente esquecida do que realmente acontecia.


Embora pareça natural explorar não apenas um interesse romântico, como também o potencial confronto entre dois heróis pelo mesmo poder, Lewis não se interessou por trabalhar tais clichês. Os Pevensie são jovens de almas antigas; com memórias de uma vida anterior e também da vida de seu próprio mundo - uma existência que não foi fácil, considerando morarem na Europa dos tempos da Segunda Guerra Mundial. Caspian é provavelmente muito jovem e imaturo para a Rainha Susan e Peter tem seus próprios interesses e responsabilidades, e nenhum receio quanto a sua posição. Ele sabe exatamente quem é e o que realmente importa naquela nova campanha. Sabe que seu tempo passou e que o melhor para Nárnia, para o reino que um dia foi seu, é Caspian.

Caspian, por outro lado, é uma criança que apenas começou a compreender todas as perdas e traições que sofreu, ou mesmo qual seja o verdadeiro peso da coroa que lhe caberá ao final da história. Ele é extremamente corajoso, um puro de coração, como Galahad. E isso é extremamente interessante porque, pelos próximos dois livros da série, reencontraremos o príncipe, feito rei, tão seguro de seu poder e posição quanto fora Peter.

Príncipe Caspian não é, exatamente, uma alegoria religiosa nos moldes de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. Mas é uma história sobre princípios, sobre ética, e, claro, sobre fé. Numa carta escrita a uma leitora em março de 1961, Lewis explicou que o grande tema desse romance era ‘a restauração da verdadeira religião após a corrupção’. Sem se ater à linha religiosa, eu diria mais que se trata de uma história sobre reencontrar seu caminho.

Quando as crianças primeiro chegam a Nárnia, elas se descobrem inicialmente sozinhas, em meio a ruínas que só depois perceberão ser Cair Paravel. Quando estão a caminho do acampamento de Nárnia, Lucy vê Aslam, mas não tem certeza de ter realmente enxergado-o; ele lhe mostra o caminho que devem seguir, mas ela é incapaz de convencer os irmãos a seguirem-na… exceto por Edmund, que aprendeu sua lição no passado. Um a um, sua fé é medida, testada, até que todos possam enxergar Aslam e encontrar o caminho correto.

Enquanto isso, no acampamento dos narnianos, com o exército muito superior dos telmarinos à sua frente, Caspian também é colocado à prova, confrontado com a possibilidade de receber poder suficiente para derrotar o tio e se colocar no trono… mas ao preço de aliar-se a forças malignas e reviver ninguém menos que a Feiticeira Branca.

Príncipe Caspian é também uma jornada melancólica. Para Peter e Susan, que são avisados por Aslam que aquela será sua última visita a Nárnia por um bom tempo, toda aquela grande aventura é também um adeus. Mas dizer adeus é algo que eles estão fazendo desde o início, ao ter de lidar com o fato de que seu passado é apenas isso: memória. Eles são lendas em Nárnia, mas não têm mais um lugar real naquele existência.

Com tudo isso acontecendo, gostaria de chamar a atenção para um personagem em especial, meu favorito de toda a saga (ainda que meu livro favorito seja O Cavalo e seu Menino): Ripchip, o líder dos ratos falantes de Nárnia. A despeito do tamanho diminuto e de ser, bem, um rato, Ripchip é o personagem que melhor encarna o ideal do cavaleiro andante: retidão, respeito, compaixão, valentia e lealdade, tudo isso Ripchip tem de sobra. Toda vez que ele aparece, rouba a cena; o primeiro a se voluntariar para uma missão perigosa e o último a sair de uma boa briga.

Ripchip e Caspian retornarão no próximo volume, mas antes disso é bom lembrar que está rolando lá no blog o sorteio de três bloquinhos narnianos! Enquanto isso... vamos seguir em frente, que vem peregrinação por aí!

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2018/05/por-narnia-parte-iii-reis-e-rainhas-de.html
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Felipe 06/05/2018

Esse é o último livro de Nárnia que leio, ou, ao menos, tento ler. Não consigo mais avançar na história, e vou desistir da série. Esse livro em especial foi bem decepcionante, porque acabou fugindo de tudo que eu admirava nos outros (principalmente no Sobrinho do Mago). A história segue por um rumo amarrado de forma muito fraca e previsível, e o personagem de Caspian é o ápice disso. As relações entre os personagens são idiotas até para o padrão infantil, e eu já desisti de procurar pelo elemento que fez essa série ficar tão conhecida. C. S. Lewis não se mostrou nenhum grande escritor pra mim até agora. Talvez o maior diferencial dele que tornou Nárnia universal foi ter adicionado tantas criaturas "mágicas", lições de moral (mal feitas, na minha opinião) e envolver todas as soluções de trama com Aslam/Deus.

Não consigo mais avançar, e meu objetivo com a leitura desses livros nem era mais o mesmo de quando eu comecei.
Michelle 06/05/2018minha estante
Ganhei o volume único e fui lendo aos poucos intercalando com outros livros e assim consegui terminar a série. Realmente achei esse o livro mais fraco. Não achei os livros ruins mas também não são nada que justifique o estrondoso sucesso, pelo menos na minha opinião. Ainda assim, recomendo para crianças pequenas. Acho que pra elas é um prato cheio.


Michelle 06/05/2018minha estante
Ganhei o volume único e fui lendo aos poucos intercalando com outras leituras e assim consegui terminar a série. Realmente esse é o livro mais fraco. Pra mim não é uma série ruim mas também não é nada que justifique o sucesso estrondoso. Acredito que pra crianças pequenas é um prato cheio.


Felipe 06/05/2018minha estante
pois é, mas pra mim o problema é que eu já não tenho nenhum motivo pra continuar lendo esses livros, e como perdi a vontade fica complicado achar razão pra continuar :/




Polly @blogmadrugadaliteraria 19/01/2018

Um príncipe em apuros (#030)
Um ano se passou desde que Lúcia, Suzana, Pedro e Edmundo voltaram de Nárnia. De lá, eles só têm lembranças, mas nenhuma notícia. Certo dia, enquanto estão numa estação de trem, são transportados magicamente para as terras do país de Aslam, onde um dia já foram reis e rainhas. Quando lá chegam, é difícil de reconhecer o lugar. Seu castelo em Cair Paravel está em ruínas. Aparentemente, passaram-se séculos em Nárnia no um ano terrestre que estiveram ausentes.

E por falar em Nárnia, ela foi invadida e dominada por telmarinos. Os narnianos foram expulsos e tudo o que é mágico foi banido. Pra sobreviver, os narnianos precisam fingir que estão extintos. Entre os telmarinos, o rei de verdade é o jovem príncipe Caspian, mas quem governa mesmo é seu perverso tio Miraz. Depois que seu tio Miraz ganha um herdeiro para o trono usurpado, Caspian corre perigo de vida. Mas, ele contará com a ajuda inesperada do doutor Cornelius, um anão narniano disfarçado, para fugir. Doutor Cornelius o guiará até o esconderijo dos narnianos, onde ele irá se tornar o líder da resistência de Nárnia contra os telmarinos.

E é aí que a história dos antigos reis e rainhas se cruza com a do príncipe Caspian. Quando a luta contra os telmarinos ficar dura para os narnianos, Caspian tocará a concha de Suzana e é nesse ponto da história que os quatro meninos são transportados de volta pra Nárnia. Suzana, Lúcia, Edmundo e Pedro terão novamente a missão de salvar Nárnia da mão de um tirano usurpador de tronos.

O Príncipe Caspian, assim como os livros anteriores, traz a questão do relacionamento dos seres humanos com Deus, representado por Aslam, e a fé, sem faltar muita aventura e lutas de espadas, é claro! Recomendado!

site: https://madrugadaliterarialerevida.blogspot.com.br/2018/01/as-cronicas-de-narnia-o-principe.html
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Pedro Azevedo | @arquivos_pe 04/06/2017

As Crônicas de Nárnia #4 - Príncipe Caspian
Um ano se passou desde que Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia retornaram para nosso mundo após uma vida como governantes de Nárnia e sem esperar, através de magia eles retornam a terra que um dia reinaram mas em Nárnia se passaram cerca de 1300 anos e a terra tão conhecida dos irmãos foi invadida e conquistada pelos Telmarinos.

Os antigos reis se veêm no meio de uma conspiração para colocar no trono o jovem Príncipe Caspian, que é por direito atual rei de Nárnia mas que teve seu direito ao trono roubado por seu tio. Ele fugiu do castelo e encontrou com os verdadeiros habitantes de Nárnia, os animais e criaturas mágicas. Os telmarinos tem medo da floresta e dos narnianos e temem mais do que tudo um antigo mito sobre uma criatura poderosa, Aslam, o Leão. Caspian e os irmão começam um campanha para a retomar Nárnia e expulsar os invasores. O livro foi adaptado para o cinema logo após ‘’O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa’’ em um filme muito bom, mas que não supera o antecessor.

Recheado de aventura e chocantes mudanças nos personagens e na magia de Nárnia fazem o livro me parecer um divisor de águas entre uma as histórias, isso se dá devido a uma fala de Aslam no final do livro. Príncipe Caspian supera facilmente O Cavalo e Seu Menino em todos os aspectos, e só de ver os Pevensie voltarem a Nárnia já vale o livro todo. Estou bastante curioso com relação aos próximos volumes e toda vez que termino uma crônica eu tenho mais certeza de que um pouquinho mais de magia foi acrescentada a minha vida.

Diário de Leitura
Acho que o que eu mais gostei nesse livro foi ver a transformação de Nárnia em todos os aspectos, sociais, culturais, físicos. Em 1300 anos tanta coisa aconteceu e a própria terra parece contar isso.
Caspian é um personagem maravilhoso e quando o livro acabou eu praticamente considerava ele um dos Pevensie.
O plot de Lúcia ser a única que acredita que Aslam pode e vai voltar é lindo, a fé e a pureza da personagem continuam a surpreender e se elevar sob todos os personagens.

E que venha A Viagem do Peregrino da Alvorada!

site: https://www.conversaurbana.com/single-post/2017/05/31/As-Cr%C3%B4nicas-de-N%C3%A1rnia-4---Pr%C3%ADncipe-Caspian
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Noronha 02/03/2017

Mais uma viagem maravilhosa a Narnia.
Foi maravilhoso viajar a Narnia novamente. Uma aventura cheia de detalhes e magia, histórias tristes, confusões e ação, muita ação. Os personagens são magicos e muito bem construidos, Cada capitulo te prende e te deixa com mais vontade de ler. Eu gostei muito do que li, a história (embora seja infantil) é muito bem construida e pode alegrar a qualquer idade. A unica coisa que estraga nessas Crônicas é a velociade com que as coisas acontecem, mas dai lembro que são historias voltadas para ciranças e relevo. Enfim Principe Caspian me agradou e muito.
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Enza 15/12/2016

O Retorno dos Irmãos Pevensie
O quarto livro na ordem cronológica de leitura d'As Crônicas de Nárnia traz de volta à terra dos animais falantes e figuras mitológicas os protagonistas da crônica de O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa.

Um ano se passou, em nosso mundo, desde que Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia Pevensie passaram pelo Guarda-Roupa, na casa de campo do professor Digory Kirke, e libertaram Nárnia do jugo da cruel Feiticeira Branca.

Desta vez, os irmãos Pevensie são invocados para ajudar o Príncipe Caspian, um humano de origem telmarina a quem o governo de Nárnia, de fato, pertencia naquele momento. Mas é importante destacar, antes de mais nada, que mais de mil anos haviam se passado desde que os irmãos tinham pisado em Nárnia pela última vez. Desde então, os telmarinos, humanos de origem desconhecida vindos do norte, haviam conquistado o país que outrora fora governado pelos irmãos Pevensie e "banido", de certa forma, todas as criaturas que tornavam Nárnia o que ela era, quais sejam, faunos, centauros, animais falantes, dríades, náiades e muitos outros seres fantásticos que ali habitavam.

Quando Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia retornam a Nárnia, no entanto, há um caos instalado, uma guerra entre o irmão do falecido rei, que desejava tomar o reino para si, e o herdeiro legítimo do trono: o Príncipe Caspian, que aprendera sobre os antigos e verdadeiros habitantes de Nárnia e tinha o desejo de restaurar a antiga ordem, trazendo de volta todos os seres que haviam fugido e/ou se escondido, sobrepujados pelo governo telmarino.

Nesse sentido, os quatro irmãos são chamados, por intermédio da trompa mágica da Rainha Suzana, para auxiliar Caspian e o seu exército de antigas criaturas narnianas a fim de derrotar seu tio Miraz, usurpador do trono. Mas esta aventura iria se revelar muito mais como uma jornada de fé e confiança acima de qualquer outra coisa, e os irmãos Pevensie aprenderiam que não basta acreditar, é preciso haver entrega, uma confiança pura e despida de qualquer dúvida naquele que se provara muito mais fiel do que qualquer outro a eles. É claro que estou falando de Aslam.

Nas primeiras vezes que li este livro, lá atrás quando ainda era menina, ele não me impactou tanto quanto as outras crônicas, confesso. Mas esta releitura, já na idade adulta, me ajudou a compreender muito mais acerca dos propósitos de Lewis e da minha própria espiritualidade. Mais uma vez, cada irmão Pevensie teve que lidar com algum conflito que representa as batalhas de um cristão: seja pela incredulidade de Suzana, pela falta de confiança do Pedro, por ser desacreditado, como Lúcia foi contrariada por aqueles que mais amava, ou mesmo por ter que deixar tudo e todos em busca de algo muito maior do que podemos compreender, como Caspian fez.

A leitura do Príncipe Caspian propõe uma série de reflexões e, desta vez, tornou-se muito querido para mim, tanto quanto os outros. É a última vez que temos os quatro irmãos Pevensie juntos em solo narniano e, com ele, revivemos muitas aventuras, revisitamos locais especiais e conhecemos personagens um tanto carismáticos, que conquistam nossos corações. Por isso, recomendo muitíssimo. Vale a pena ler, é um livro com o qual podemos aprender bastante.

"[...] mas as coisas nunca acontecem duas vezes da mesma maneira."
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Lucas 01/09/2016

Bom
Muito bom, embora, assim como o O Sobrinho do Mago, não seja um dos meus favoritos, ele continua sendo muito melhor que o filme e também nos mostra uma sociedade humana egoísta e uma bela metáfora para a forma como exploramos a natureza.
Luana 19/10/2016minha estante
Você leu essa edição mesmo?




Kallyssa 29/08/2016

Magico
Esse livro como todos da serie é mágico e encantador!
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Paulo 07/07/2016

As crônicas de Nárnia - Livro IV
O príncipe Caspim
Quando uma terra é dominada e subjugada por um povo, eles têm de impor sua cultura, seu idioma e suas normas de conduta aos habitantes daquela terra e eliminar todos os seus ídolos, costumes e hábitos do povo subjugado e assim impor os deles. A situação de Nárnia não foi diferente. Dominada por um povo conhecido como Telmarinos que é governado por um rei ganancioso e cruel, tem sua identidade enterrada pelos costumes e poder Telmar e com o passar dos anos Nárnia e seus habitantes se tornaram uma lembrança de um passado esquecido.
O rei dos Telmarinos possui um sobrinho que não tem má índole com o tio. O garoto era meigo, inteligente e bondoso se encantava com as histórias sobre Nárnia e seus animais falantes e criaturas fantásticas que sua ama lhe contava. Ele sonhava e queria que as coisas fossem como eram antes quando havia paz entre os homens e as criaturas de Nárnia.
O jovem príncipe até então é o único herdeiro do trono, pois o rei não possuía nenhum filho com a rainha. Quando se descobre que a rainha estava grávida e que o rei ia ter um filho o jovem príncipe é avisado para fugir do castelo, pois o rei arquitetava matar-lo para tirar-lhe o direito ao trono e passar ao seu próprio filho. Órfão de por parte de pais o jovem garoto não tem alternativa se não fugir do castelo em direção a floresta.
Essa é premissa do livro, que em minha opinião começa super bem (não tão original mais bem). Diferente do livro anterior “O cavalo e seu menino” esse tem um ritmo mais rápido e consequentemente uma leitura mais fluida, não contêm muita linguagem rebuscada e nos apegamos aos novos personagens da estória com facilidade (já que nos acostumamos tanto com os personagens mais antigos) a alegoria cristã é mais brada e bem sutil nesse livro, o que não me agradou tanto junto com final que achei meio forçado. Em suma é um bom livro, o enredo é bem simples, mas ele contém vários ingredientes de uma boa fantasia tais como: Aventura, amizade, companheiro e como não podiam faltar muitas batalhas e criaturas fantásticas. Uma ótima escolha para quem busca um bom livro de fantasia com uma temática mais simples.
EllisaAraujo 17/07/2016minha estante
Um livro maravilhoso




Isadora 15/04/2016

De volta à Nárnia
Por ser uma fantasia, há situações realmente inacreditáveis. Pensar que as crianças viveram por anos em Nárnia, até virarem adultas, é realmente espetacular.

Nessa nova aventura, as crianças voltam para esta terra tão fantástica, mas descobrem que muitos anos se passaram desde o dia em que voltaram para casa. Nárnia está devastada, sendo governada por homens que não acreditam no Leão, nos animais falantes e oprimem todo ser mágico. As nossas crianças e um novo personagem, príncipe Caspian, precisarão unir forças para vencer os inimigos.

Ótima leitura... e a história continua...
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Su 28/01/2016

Esse é o quarto livro da série As Crônicas de Nárnia.
Os quatro irmãos, Pedro, Susana, Lúcia e Edmundo, estão de volta a Londres. Com isso eles tem que voltar também a frequentar a escola. Eles estão em uma estação de trem indo justamente para a escola, quando são puxados por uma força mágica.
Logo depois disso, eles se veem em uma praia. Após brincarem um pouco na água, eles ficam com sede. Por isso, tiveram que entrar na floresta para procurar uma fonte de água doce.
Ao saciarem a sede, eles quiseram saciar também a fome. Para isso, dividiram dois sanduiches que tinham vindo com eles de Londres. Os sanduiches só os deixaram com mais fome e eles foram procurar algo na floresta para comer. Acharam várias macieiras e um castelo em ruínas que os lembrou muito o castelo de Cair Paravel.
Gostei muito de ver como Nárnia ficou depois que os quatro irmãos foram embora. A aparição de Aslam nesse livro foi cativante e me fez pensar em muitas coisas.
“– Estamos em Cair Paravel! – exclamou Lúcia. – Eram exatamente dezesseis degraus. – E ninguém mais falou, até que todos se juntaram no fundo da escada. Foi então que Edmundo começou, lentamente, a descrever um círculo com a lanterna.
– O-o-o-oh! – disseram as crianças ao mesmo tempo.
Pois todos se convenceram de que era na verdade a velha sala de Cair Paravel, onde tinham reinado como reis e rainhas de Nárnia. Ao centro havia uma espécie de corredor e, de cada um dos lados, a pequena distância umas das outras, erguiam-se ricas armaduras, como cavaleiros guardando um tesouro. Entre as armaduras havia prateleiras cheias de coisas preciosas: colares, pulseiras, anéis, vasos de ouro, grandes dentes de marfim, diademas e correntes de ouro, e muitas pedras preciosas amontoadas ao acaso, como se fossem batatas – diamantes, rubis, esmeraldas, topázios e ametistas. Debaixo das prateleiras enfileiravam-se grandes arcas de carvalho, reforçadas com barras de ferro, muito bem acolchoadas por dentro. Fazia um frio horrível, e o silêncio era tal que podiam ouvir a própria respiração. Os tesouros estavam cobertos de poeira. A sala, abandonada havia tanto tempo, entristecia-os e assustava-os um pouco. Foi por isso que, nos primeiros instantes, ninguém conseguiu falar.”

site: http://detudoumpouquino.blogspot.com
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