As Crônicas de Narnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada

As Crônicas de Narnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Narnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada


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Gabrielle 15/07/2019

O livro todo nos incentiva a manter nossa imaginação ativa e criando novos cenários em nossa mente.
Cada ilha é uma novidade.

Amei conhecer os Tontos e o livro de magias da terra deles;

Ripchip sem dúvidas é pequeno,mas um grande guerreiro;

Meu momento favorito é quando Eustáquio encontra Aslam. Quanta simbologia útil!

Este livro se tornou um dos meus favoritos!
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Vanessa.Barnes 03/06/2019

Ótimo livro.
Foi uma leitura bem rápida pra mim mas me divertiu bastante, eu tive um ataque de risos quando o Caspian fica abismado ao saber que o nosso mundo é redondo, não sei porque mas eu ri demais nesta parte, sem falar que achei esse livro melhor do que o principe Caspian.
Gabrielle 15/07/2019minha estante
Também achei bem melhor que Príncipe Caspian.
Até o momento é o meu livro preferido das Crônicas de Nárnia




Bia 09/05/2019

A magia continua
Neste volume, C. S. Lewis constrói cenas mais místicas e sombrias. Ele desafia o leitor a usar a imaginação com mais afinco em cenas lúdicas em que somos convidados a amadurecer junto com a escrita. Os viajantes a bordo do Peregrino da Alvorada vão em busca de aventuras e respostas acerca daquilo que acreditam. Eles encontram um caminho desconhecido permeado de magia e surrealismo que instiga os leitores a construírem situações e cenários impossíveis em suas mentes. Lewis ousou ir um passo além dos primeiros volumes (em ordem de lançamento) ao compilar nesta aventura tantos momentos em que o personagem motivador, e principal, é a magia. A descrição esmiuçada é carregada de sentimento e contribui para fotografarmos as cenas muito bem em nossas mentes. Ah e que maravilha terminar os livros das crônicas ao som de "Can't take it in".
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Marcos Antonio 13/07/2018

O Peregrino da Alvorada
O livro começa já a caçoar de um garoto pelo seu estranho nome, as pessoas hoje chamaria de bullying em nossos dias, porém era muito normal no passado, ainda mais alguém chamado Eustáquio Clarêncio Mísero, como o nome não ajudava e ele um garoto chato o seus amigos o chamava de misero e seus pais de Clarêncio, mostra que ele tinham um relacionamento aberto onde seu filho fazia o que queria.
Porém nessa aventura que é a maior de todas no qual eles embarcam para procurar os 7 fidalgos de Narnia eu adoro todos os Livros. Leiam.
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Lorena.Vieira 15/06/2018

A Viagem do Peregrino da Alvorada
22. Suzana e Pedro precisam encarar novos desafios, aprendendo a encontrar Aslam em seu próprio mundo. Edmundo e Lúcia a contragosto são enviados para uma temporada de férias na casa do primo "mala" Eustáquio Mísero - o nome o representa muito bem. O garoto é um grande chato, egoísta e incrédulo, que vive zoando os primos por não acreditar que Nárnia exista de verdade. No entanto, ele acaba surpreendido quando os três são transportados para o meio do mar através de um quadro com um navio narniano. Eles são resgatados por um navio comandado pelo agora, rei Caspian, que está em missão de resgate a sete fidalgos narnianos deportados no governo do vil imperador Miraz. A partir daí as crianças embarcam em grandes aventuras envolvendo magia, coragem, dragões e seres enfeitiçados.
Um dos trechos mais lindos do livro é sobre a transformação de Eustáquio. A maneira como Aslam lida com ele, seu banho purificador é de arrepiar por sua semelhança com o processo cristão de abandonar o velho homem com sua velha natureza para abraçar a novidade da vida em Cristo, incluindo seus altos e baixos, acertos, erros e recomeços. A busca do valente Ripchip pelo País de Aslam, também é bastante inspiradora, lembrando o anseio do crente pela vida porvir.
O livro tem trechos um pouco monótonos, mas vale a pena supera-los e chegar ao final.
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Coruja 15/05/2018

Ripchip e Caspian retornam no volume seguinte da saga, A Viagem do Peregrino da Alvorada, assim como Lucy e Edmund, mais o primo não particularmente simpático dos irmãos Pevensie: Eustace. Mais alguns anos se passaram em Nárnia e Caspian, que agora é o rei Caspian X, conseguiu estabilizar o reino o suficiente para se lançar ao mar numa aventura: encontrar os sete lordes exilados por seu tio Miraz quando este tomou o trono. E, talvez, chegar até o extremo Oriente, a terra que se diz ser a morada de Aslam.

Se eu quisesse resumir A Viagem do Peregrino da Alvorada numa comparação, bastaria dizer que este livro é a Odisséia de Lewis. Um grupo de marinheiros e aventureiros avançando por mares nunca dantes navegados, encontrando pelo caminho outros povos, outras culturas, criaturas monstruosas e estranhos efeitos climáticos. Desafiando muitas vezes a sorte, como um herói que se prende ao mastro para ouvir o canto das sereias. E, se não há Circe para transformar os companheiros de Ulisses em porcos, há tesouros para ensinar uma lição a Eustace, transformando-o num dragão.

Essa crônica conta a história de uma peregrinação (algo meio óbvio, está, afinal, no nome do barco…). Caspian está em busca do passado, de consertar as injustiças que se sucederam antes de poder assumir sua coroa (e, no processo, encontra também uma descendente de estrelas para tornar sua companheira). Edmund, Lucy, mas, sobretudo, Eustace, estão numa jornada de autoconhecimento e amadurecimento. Eustace, que começa como um menino mimado e francamente insuportável, torna-se - através da dor, da repentina situação que o coloca tão desesperadamente solitário, do reconhecimento de seu egoísmo, e de uma purificação que muito lembra um batismo - um herói, um digno visitante de Nárnia. Aliás, o fato de Edmund ter passado por essa jornada, ter tido uma segunda chance e ter feito o seu melhor depois disso, faz com que sua amizade com Eustace depois do episódio dracônico ainda mais significativa.

Esta é também uma jornada que busca respostas. Por qual motivo as crianças do nosso mundo atravessam o que quer que exista no limiar entre os mundos para viverem aventuras em Nárnia? A princípio, poderia parecer uma fuga, afinal, quando os Pevensie entram no guarda-roupa, estão fugindo de algo mais que a governanta do excêntrico professor que os acolheu: eles estão fugindo da guerra, dos bombardeios, dos sacrifícios que precisam ser feitos, da incerteza. Nárnia, porém, não é um mundo perfeito e ali eles também sofrem, mas aprendem com esse sofrimento, descobrem sua própria força e levam esse conhecimento consigo quando retornam para casa.

E aqui, quando Lucy, Edmund e Eustace chegam ao literal fim do mundo e encontram o Grande Leão, ele lhes diz com todas as letras: eles viajam até Nárnia para que possam conhecer Aslam e, conhecendo-o, levar esse saber para seu próprio mundo e ali encontrá-lo também. De certa maneira, a peregrinação das crianças por Nárnia é uma catequese. Interpretando a obra de Lewis como uma alegoria cristã, o mais próximo que posso pensar como comparativo são os apóstolos e, em especial, os evangelistas. Mesmo que o leitor de Nárnia não seja particularmente ligado a uma religião e prefira uma leitura que não se referencie a todo instante a dogmas e princípios cristãos, é possível compreender o que Aslam explica: as coisas que as crianças aprendem em Nárnia são lições comuns ao amadurecimento de qualquer pessoa, independente de credo: amizade, sacrifício, coragem, família, redenção. E é exatamente por isso que a história continua a ter tanto apelo mesmo após tantos anos de sua publicação.

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2018/05/por-narnia-parte-iii-reis-e-rainhas-de.html
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Polly @blogmadrugadaliteraria 19/01/2018

Aventuras a bordo (#031)
Enquanto Suzana e Pedro cumprem os deveres da “vida adulta”, Edmundo e Lúcia estão encalhados na casa dos tios, passando uns dias de férias e desejando ardentemente estarem em Nárnia. Lá, eles se veem obrigados a suportar um primo "mala" chamado Eustáquio. O tal primo é um garoto arrogante, ambicioso e totalmente descrente, em resumo, ele é um completo de um chato. Para Eustáquio, Nárnia é apenas mera invenção da cabeça de Lúcia e Edmundo e, por isso, o garoto desdenha dos primos.

No entanto, vai acontecer o que Eustáquio menos espera. Através de um quadro pendurado na parede da casa, no qual se vê pintado um navio narniano em meio ao mar, as três crianças serão transportadas magicamente à Nárnia. Os garotos e Lúcia acabam caindo em águas narnianas e são salvos por uma embarcação chamada O Peregrino da Alvorada. Logo descobrem que o navio é conduzido pelo, agora rei, Caspian e que ele está em uma missão para resgatar sete cavaleiros, que nos tempos do rei Miraz haviam sido enviados em uma viagem praticamente sem volta.

A partir daí, vai ser uma aventura atrás da outra. Seres invisíveis, magia, dragões, perigos, feiticeiros e mistérios para resolver. Eustáquio vai ter que aprender a se tornar um bom garoto, mesmo que seja da maneira mais dolorosa possível, além de ter que acreditar em magia. Eustáquio vai ter que aprender a ter fé.

A leitura de A Viagem do Peregrino da Alvorada tem seus altos e baixos, mas tem uma mensagem muita linda de transformação na história de Eustáquio, além da velha analogia entre Aslam e o cristianismo. A história pode ficar cansativa em alguns momentos, mas garanto que vale a pena chegar até o final. Leitura recomendada!

site: https://madrugadaliterarialerevida.blogspot.com.br/2018/01/as-cronicas-de-narnia-viagem-do.html
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Mirelle.Silva 07/01/2018

A Viagem do Peregrino da Alvorada
A crônica começa quando Lúcia e Edmundo vão para a acasa do seu primo Eustáquio. Por um quadro, os três embarcam no Peregrino da Alvorada, navio esse que o Rei Caspian e sua tripulação navegam para encontrar sete amigos do pai de Caspian que haviam sido mandados para as Ilhas Solitárias. A partir daí, eles enfrentam várias aventuras pelas ilhas.
Até agora, as Crônicas de Nárnia não conseguiu me envolver do jeito que algumas pessoas tanto falam.
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Bruna 04/11/2017

Impressionantemente esse foi meu preferido de Nárnia até agora! E olha que no quesito filme A Viagem do Peregrino da Alvorada foi o que menos gostei dos 3!

As aventuras de Lúcia, Edmundo e Estáquio pelos mares foram de tirar o fôlego (apesar de que, posso ter gostado muito mais desse por conta de que Aslan aparece com mais frequência do que nos anteriores! Rsrs ué! Adoro o Aslan! É o mais perfeito dos personagens! Rsrs)

Favoritado e com 5 estrelas!
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Pedro Azevedo | @arquivos_pe 01/07/2017

As Crônicas de Nárnia #5 - A Viagem do Peregrino da Alvorada
Lúcia e Edmundo vão passar um período na casa de Eustáquio, seu insuportável primo. Lá, durante uma confusão os três são transportados magicamente para o alto-mar das terras narnianas e são resgatados pelo Peregrino da Alvorada, um navio que sob o comando do agora Rei Caspian está desbravando águas desconhecidas em busca de sete fidalgos desaparecidos durante o reinado tirano de seu tio.

“Para derrotar as trevas, precisam derrotar as trevas dentro de vocês!”

Eustáquio se torna mais insuportável do que já era durante a viagem que testa todos os seus limites e a cada ilha e desafio enfrentado o Peregrino da Alvorada se afasta mais do território conhecido. Talvez essa seja uma das Crônicas mais agitadas e mais legais, pois as ilhas e perigos que os personagem se deparam são muito legais e interessantes.

O livro é uma aventura perfeita e bem construída, talvez a mais completa até agora. A Viagem do Peregrino da Alvorada é sem dúvida a Crônica mais interessante e curiosa da série.

Ripchip é o melhor personagem do livro. Sua honra imaculada combinada com a falta de paciência fazem ele se destacar em todas as partes que aparece.

A transformação em Eustáquio é linda de se ver durante o livro, e sua parte com Aslam é muito emocionante.

O livro tem as melhores ambientações até agora e a parte do Fim do Mundo é linda de morrer.

Que venha A Cadeira de Prata!

site: https://www.conversaurbana.com/single-post/2017/06/30/As-Cr%C3%B4nicas-de-N%C3%A1rnia-5---A-Viagem-do-Peregrino-da-Alvorada
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Enza 01/05/2017

Uma jornada inesquecível!
Nesta crônica, apenas Lúcia e Edmundo Pevensie retornam a Nárnia, acompanhados por seu detestável primo Eustáquio, em cuja residência estavam hospedados de férias. Passaram-se três anos "narnianos" desde que os caçulas dos Pevensie estiveram no mundo mágico pela última vez e, neste livro, eles empreendem uma busca juntamente com o amigo Caspian pelos fidalgos perdidos, banidos por Miraz à época de seu reinado.

A viagem é realizada no grande Peregrino da Alvorada, navio em que os narnianos embarcaram a fim de navegarem em direção às Ilhas Solitárias, a leste de Nárnia, e para onde os sete fidalgos foram enviados. Ao longo da jornada, Lúcia, Edmundo, Eustáquio, Caspian e o rato Ripchip enfrentam vários perigos e adversidades que acabam por testar a honestidade e a sinceridade da fé dos queridos protagonistas.

Esta é uma crônica que estimula bastante a imaginação, há vários perigos e ambientes que demandam isso do leitor. Lewis, como sempre, desempenha o papel do narrador de forma encantadora, leve e divertida, além de nos apresentar a personagens hilários como os tontópodes e nos emocionar com o destino de personagens leais e honrados como Ripchip.

Os famosos paralelos cristãos também estão presentes, porém de forma bem mais sutil. Os destaques da história ficam mesmo para a transformação de Eustáquio e para a firmeza de caráter que Ripchip, que roubou a cena inúmeras vezes, demonstrou. Emocionei-me sobremaneira ao acompanhar a trajetória desses dois personagens em particular, pois, por intermédio deles, Lewis nos mostrou o quão vulneráveis somos e que, se permanecermos firmes aos nossos princípios, o final que nos aguarda será muito mais do que sequer podemos imaginar.

"Onde o céu e o mar se encontram, Onde as ondas se adoçam, Não duvide, Ripchip! Que no Leste absoluto está. Tudo o que procura encontrar."

A pureza, o encanto e a magia nas quais fui imersa nessa viagem a Nárnia foram responsáveis por algumas lágrimas no final as quais não tenho vergonha nenhuma de mencionar. É incrível como, não importa quanto tempo passe, essas histórias continuam tendo o poder de tocar meu coração de um modo tão sublime e maravilhoso assim. Por isso, reitero as recomendações que fiz nas resenhas anteriores e acrescento que, talvez, esta possua um conteúdo ainda mais "aventuresco" do que as outras. Não há idade para ler Nárnia. É como um sopro de ar fresco, uma ode a tudo o que há de mais puro na infância e verdadeiro no ser humano, vale a pena enxugar o preconceito do olhar e dar uma chance a esta obra inesquecível.

"Só Lúcia soube que ao revolutear em torno do mastro, o albatroz murmurara: “Coragem, querida!”. Era a voz de Aslam, e o seu hálito suave roçou-lhe a face."
Malu 04/05/2017minha estante
Ai que vontade de reler




Alex Alan 20/03/2017

Um dos melhores.
Perfeito do começo ao fim. Eustáquio, assim como Edmundo, são os personagens que mais evoluíram nos livros. E já estou ansioso pra ler a nova aventura de Eustáquio em "A cadeira de prata". Que em breve, se tornará o quarto filme da franquia! C.S. Lewis maravilhoso!!
Ah hj, e não posso esquecer de um personagem, que com certeza, torna-se um dos favoritos de todos que leem, não podia está falando de ninguém mais, que ele, o Rato rei, o Rato corajoso, cavaleiro, RIPCHIP.
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Noronha 02/03/2017

Águas selvagens e personagens incriveis
Eustáquio, é o maior exemplo de criança mimada (das quais temos muito hoje). Chato, bobalhão, mimado, metido, mas não aguenta um tapa. Ripchip, um exemplo de classe e honra, pra mim o melhor personagem do livro. A história como sempre é muito boa, a cada capitulo temos um momento de tensão diferente, seja com ação corporal ou com algum perigo real ou suspense. Lewis escreve e cria uma atmosfera de maneira excelente. Aqui onde ele ''prendeu'' vários personagens em um navio, ficou nitido o quão talentoso ele é em escrever e criar personagens marcantes. A cada pagina que eu lia sentia uma emoção mais gostosa. parecia que eu estava lá embarcado com eles e vivendo cada aventura.
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