A Viagem do Peregrino da Alvorada

A Viagem do Peregrino da Alvorada C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Narnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada


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PriAndrade 08/06/2011

Bem Chatinho!

De todos os livros das Crônicas de Nárnia que eu li até hoje, este é o mais chatinho... Ainda não li A Cadeira de Prata e A Última Batalha, mas de todos os outros, esse é o mais cansativo de se ler!

Tem uns personagens meio irritantes e o final da história é muito sem graça. Na verdade, parece que a história toda foi escrita sem um objetivo muito claro... Não sei explicar, as coisas vão simplesmente acontecendo, sabe? E, de repente, acaba... Sem cativar ou nos prender na história...
João 26/06/2014minha estante
Isso porque (só não entendi) você graduou quatro estrelas, hein...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Se bem chatinho é assim, imagine muito bom.. vai ultrapassar o limite em uma constelação inteira!kkkkkkkkkkkkk


PriAndrade 26/06/2014minha estante
Poxa João! Realmente... Não sei dizer... Acho que dei nota errado...rs Pois para os que mais gostei (O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, por exemplo) eu dei 4 estrelas. Serei obrigada a corrigir minha nota... :)




Enza 01/05/2017

Uma jornada inesquecível!
Nesta crônica, apenas Lúcia e Edmundo Pevensie retornam a Nárnia, acompanhados por seu detestável primo Eustáquio, em cuja residência estavam hospedados de férias. Passaram-se três anos "narnianos" desde que os caçulas dos Pevensie estiveram no mundo mágico pela última vez e, neste livro, eles empreendem uma busca juntamente com o amigo Caspian pelos fidalgos perdidos, banidos por Miraz à época de seu reinado.

A viagem é realizada no grande Peregrino da Alvorada, navio em que os narnianos embarcaram a fim de navegarem em direção às Ilhas Solitárias, a leste de Nárnia, e para onde os sete fidalgos foram enviados. Ao longo da jornada, Lúcia, Edmundo, Eustáquio, Caspian e o rato Ripchip enfrentam vários perigos e adversidades que acabam por testar a honestidade e a sinceridade da fé dos queridos protagonistas.

Esta é uma crônica que estimula bastante a imaginação, há vários perigos e ambientes que demandam isso do leitor. Lewis, como sempre, desempenha o papel do narrador de forma encantadora, leve e divertida, além de nos apresentar a personagens hilários como os tontópodes e nos emocionar com o destino de personagens leais e honrados como Ripchip.

Os famosos paralelos cristãos também estão presentes, porém de forma bem mais sutil. Os destaques da história ficam mesmo para a transformação de Eustáquio e para a firmeza de caráter que Ripchip, que roubou a cena inúmeras vezes, demonstrou. Emocionei-me sobremaneira ao acompanhar a trajetória desses dois personagens em particular, pois, por intermédio deles, Lewis nos mostrou o quão vulneráveis somos e que, se permanecermos firmes aos nossos princípios, o final que nos aguarda será muito mais do que sequer podemos imaginar.

"Onde o céu e o mar se encontram, Onde as ondas se adoçam, Não duvide, Ripchip! Que no Leste absoluto está. Tudo o que procura encontrar."

A pureza, o encanto e a magia nas quais fui imersa nessa viagem a Nárnia foram responsáveis por algumas lágrimas no final as quais não tenho vergonha nenhuma de mencionar. É incrível como, não importa quanto tempo passe, essas histórias continuam tendo o poder de tocar meu coração de um modo tão sublime e maravilhoso assim. Por isso, reitero as recomendações que fiz nas resenhas anteriores e acrescento que, talvez, esta possua um conteúdo ainda mais "aventuresco" do que as outras. Não há idade para ler Nárnia. É como um sopro de ar fresco, uma ode a tudo o que há de mais puro na infância e verdadeiro no ser humano, vale a pena enxugar o preconceito do olhar e dar uma chance a esta obra inesquecível.

"Só Lúcia soube que ao revolutear em torno do mastro, o albatroz murmurara: “Coragem, querida!”. Era a voz de Aslam, e o seu hálito suave roçou-lhe a face."
Malu 04/05/2017minha estante
Ai que vontade de reler




Paulo 06/08/2016

Todos a bordo do Peregrino da Alvorada!
É incrível como existem livros que instigam nossa imaginação e nos transportam para outros lugares e nos envolvem tanto, que quando não somos algum personagem estamos ao seu lado dentro da estória. Foi essa sensação que tive quando li “A viagem do peregrino da alvorada”, me senti como se estive mesmo em um navio ao lado de uma tripulação descobrindo novas ilhas pelo oceano e desbravando mares desconhecidos. Embora se trate de um livro infantil, me diverti abundantemente com o relato, o autor é bem criativo e escreve super bem. A obra é o quinto volume da serie de acordo com a ordem cronológica que o autor escolheu.
Por ocasião de uma viagem Edmundo e Lucia vão passar uns dias com seus tios, o que não os agrada tanto, pois eles dois não se dão nada bem com seu primo Eustáquio. Um dia enquanto estavam no quarto de Lúcia, os três descobrem uma passagem para Nárnia através de um quadro pendurado em uma parede e são arremessados em um grande oceano.
O rei Caspin saiu em excursão pelos mares a bordo de um navio com sua tripulação em busca de saber o paradeiro dos setes fidalgos que eram amigos de seu pai que foram expulsos de Nárnia no tempo em que seu tio, o tirano Miraz assumiu o trono. Ao se deparar com Edmundo, Lúcia e um desconhecido ao mar, o jovem rei salta do barco rumo ao seus resgates com ajuda de sua tripulação. Abordo do grande navio, conhecido com peregrino da alvorada, os nossos jovens amigos vivem grandes aventuras e se deparam em situações bem inusitadas.
Os destaques do livro em minha opinião foram os personagens Eustáquio que é um garoto mimado e muito mal criado, que no começo inferniza todo mundo, mas que amadurece no decorrer da obra e acaba se aproximando mais de seus primos e se torna um menino melhor e Ripchip, o mais valente, obstinado, fiel e líder dos ratos guerreiros de Nárnia. É impossível não gostar dele. Ele vai ter um papel primordial nessa grande aventura.
Em suma é uma narrativa bem divertida, criativa é uma leitura bem leve e simples, não traz linguagem rebuscada e diferente dos livros anteriores esse não traz batalhas e derramamento de sangue, o exemplar em si é mais como se fosse uma jornada rumo a algum objetivo. Existem algumas alegorias cristãs, mas tudo na medida certa e de forma bem sutil. E quando chegamos ao final da crônica é inevitável não sentir saudades, pois nos despedimos de dois personagens muito queridos. É uma leitura bem gratificante e mais do que recomendada.
Cássio Costa 07/08/2016minha estante
Paulo, que resenha maravilhosa ! Parabéns. Já li e também goste muito, porém de todos os livros, o melhor é o último.




Vanessa.Barnes 03/06/2019

Ótimo livro.
Foi uma leitura bem rápida pra mim mas me divertiu bastante, eu tive um ataque de risos quando o Caspian fica abismado ao saber que o nosso mundo é redondo, não sei porque mas eu ri demais nesta parte, sem falar que achei esse livro melhor do que o principe Caspian.
Gabrielle 15/07/2019minha estante
Também achei bem melhor que Príncipe Caspian.
Até o momento é o meu livro preferido das Crônicas de Nárnia




Rafa 28/01/2012

AS CRÔNICAS DE NÁRNIA - A VIAGEM DO PEREGRINO DA ALVORADA (C.S.LEWIS)
Embarcamos em mais uma aventura em Nárnia. E desta vez, literalmente. A Bordo do navio narniano, Peregrino da Alvorada, os irmãos Pevensie participam de uma aventura além das terras conhecidas de Nárnia.
Como Pedro e Suzana não voltam mais para Nárnia desde O Príncipe Caspian, temos agora um substituto nem um pouco a altura deles. Desta vez é Eustáquio, primo de Edmundo e Lúcia que vai para Nárnia.
Eles são levados para lá para ajudar Caspian a achar os 7 lordes telmarinos, que foram "expulsos" de Nárnia após Miraz, tio de Caspian, tomar o seu posto de direito.
O livro é bom, e tem mais aventura do que o antecessor. Tem mais história, tem mais enredo, tem mais tudo.
Lewis explora ainda mais o seu mundo, e cada vez com mais eficiência. Criando mais personagens,mais aventuras, e outras coisas também.
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Ann 20/09/2010

O Peregrino da Alvorada
Lucia e Pedro teên a chance de voltar a Narnia denovo!
Dessa vez por um quadro mágico.
Lúcia e Pedro iriam passar as féria de verão junto com uns tios e um primo que não é dos melhores. Na verdade Eustáquio é um garoto mal criado e petulante.
Lúcia observa um quadro do seu novo apusento e nota que ele é como os navios de Narnia.
Eustáquio os vê conversando sobre Narnia e prontamente comessa a zonbar deles.
Mas eles notan que o quadro está maior, e logo estão dentro da pintura, indo encontrar Caspian e uma nova aventura.
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David 04/10/2013

Neste volume, retornamos ao tédio e ao desapego a série escrita por C.S Lewis. O livro não só é tedioso e totalmente improdutivo, como também, não cativa a leitura, deixando-nos com uma impressão bem negativa do universo Narnia.

Lucy e Edmundo estão passando uma temporada na casa de seu odioso primo Eustáquio Mísero, e apesar de estarem odiando isto, as coisas podem melhorar. Ou não. Quando um chamado repentino leva os três para Narnia, tanto Lucy quando Edmundo sabem que uma nova e perigosa aventura aguarda eles. Desta vez, juntamente ao rei Caspian, as crianças irão navegar pelos mares de Narnia, a bordo do Pelegrino da Alvorada, em busca dos sete fidalgos perdidos. Mas um novo e poderoso inimigo começa a se apresentar, e dependerá apenas deles restabelecer o equilíbrio outra vez.

“Acho que quase todos nós temos um país secreto, que, para a maioria, é apenas um país imaginário.” – (A Viagem do Pelegrino da Alvorada, pag: 404)

Esse livro eu só não achei chato, como também imaginei que o autor poderia ter o narrado diferentemente. Aqui, vemos um lado mais arcaico de Lewis, diferenciando sua escrita do último volume falado, Principe Caspian. Pessoalmente já imaginava que não fosse gostar. Mesmo o enredo de A Viagem do Pelegrino da Alvorada sendo muito bom (porque realmente é), já sabia que a leitura seria tediosa e cansativa. Não só porque alguns pontos da história são bem previsíveis (tipo a luta entre Caspian e Edmundo, ou a inveja de Lucy de sua irmã, Suzana), como também, trás novos personagens, que não encantam o leitor, como o primo Eustáquio. Sem contar que é o maior livro de Narnia. Já havia assisto ao filme e ambos não me agradaram. De tudo isso, salvo o pequeno rato Ripchip que não só foca as melhores cenas, como também trás um ar mais cômico para a história, dando ao livro algo para ser suportável.

Não vou dizer que me decepcionei, porque, como falei acima, já imaginava que fosse ser assim, mas me preocupo com o próximo volume, pois As Crônicas de Narnia é uma série forte que acaba apegando-se ao leitor, não deixando que ele desista, então, apesar de tudo, eu recomendo a leitura de A Viagem do Pelegrino da Alvorada, mesmo não tendo tido uma experiência muito positiva. Pode ser que você, leitor, tenha uma leitura mais suave e legal.

site: http://olimpicoliterario.blogspot.com.br/
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Alan Mota 05/08/2010

Peregrino de aventuras
São 16 capítulos de muita aventura e perigo. Após assumir o trono de Nárnia, Caspian sai a procura de 9 fidalgos, amigos de seu pai, o antigo rei. Nessa busca, encontra Edmundo, Lúcia e Eustáquio. Edmundo, Lúcia, Caspian, Eutáquio e Ripchip dão fôlego a história. O que dizer do leão Aslam? Magnífico. Consedero esse livro um dos mais infantis da série, porém, não menos interessante. No final, quem prestar bem atenção, verá a mudança e o amadurecimento de cada personagem (inclusive do leitor).
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Douglas Águia 19/12/2013

Eustáquio
O Livro a Viagem do Peregrino da Alvorada, foi sensacional, uma leitura gostosa, divertida, que vale a pena ler.
Eustáquio é o novo personagens que é primo de Lúcia e Edmundo, já pelo nome podemos identificar um menino chato, mas novamente Edmundo e Lúcia foram transportados para Nárnia, juntamente com Eustáquio que estranha tudo com olhar de novidade e crítica, mas essa aventura tem muita coisa para acontecer, e Eustáquio vai vivenciar as maiores aventuras aqui, Aslam surge algumas vezes, o que falar de um leão liberto, ele não é domesticado e aparece quando bem entender, sempre nos momentos propícios. Essa viagem no barco peregrino da Alvorada eles viajaram para muitas terras, encontrarão criaturas incríveis, conhecerão pessoas legais, engraçadas, irão a lugares estranhos, e também maravilhosos, me senti no paraíso quando li o livro.
Em fim creio viagei parado sem sair do lugar, gostei muito do livro e o desfecho nas páginas finais foi muito bom.
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Miguel 05/11/2013

A Viagem do Peregrino da Alvorada
Odeio histórias narradas em alto mar, serio, acho muito limitado, más em fim gostei muito da historia da terra de Aslam, que futuramente descobri que era a Verdadeira Nárnia.
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Mirelle.Silva 07/01/2018

A Viagem do Peregrino da Alvorada
A crônica começa quando Lúcia e Edmundo vão para a acasa do seu primo Eustáquio. Por um quadro, os três embarcam no Peregrino da Alvorada, navio esse que o Rei Caspian e sua tripulação navegam para encontrar sete amigos do pai de Caspian que haviam sido mandados para as Ilhas Solitárias. A partir daí, eles enfrentam várias aventuras pelas ilhas.
Até agora, as Crônicas de Nárnia não conseguiu me envolver do jeito que algumas pessoas tanto falam.
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Sr.Lohan 10/12/2010

Dos Narnia que eu já li não é o pior, mas dentre os da saga principal até agora é o mais fraquinho. Eu sei que Narnia sempre foi uma versão infantil de Senhor dos Anéis, mas era TÃO infantil assim? Ou será que eu que estou ficando com a mente velha? rsrsrsrsrs.
Achei tudo muito bobinho, até mesmo a maneira como Lúcia, Edmundo e Eustáquio chegam a Narnia desta vez, através de um quadro que sem mais nem menos ganha vida. Aliás eu achei tudo meio sem próposito. Quer dizer, da até pra entender que em Principe Caspian eles voltaram para Narnia pois todos queriam muito (depois de uma primeira aventura), além de que a própria Narnia precisava deles. Mas neste eles já chegam no meio de uma expedição à terras desconhecidas de Narnia que no fim não deu em nada.
Ainda por cima há todo um clima de aventura estilo One Piece que não me agrada.
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Anderson Brito 29/12/2011

Muita água, muita ilha, muita água, muita ilha e a fantasia impecável de sempre! “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” é de todos os livros da série, o mais cansativo. Mas ainda assim, fabuloso a cada vez que o navio atraca. Os conflitos são minimos e ainda bem que o autor não aposta nisso para segurar o leitor. Sentimos falta de um grande vilão, como nos outros volumes, mas a gente entende o objetivo desta obra quando vai chegando ao fim. Brincar com a chegada ao fim do mundo e a fantasia que envolve é pura religião... Fica mais claro que o autor dá entender que Aslam, o leão, é Deus em sua metáfora.

E no final, parafraseando o paraíso, o fim do mundo, o país de Aslam, a gente se encanta e encherga puresa nos parágrafos finais. Assim como tudo começa do nada em Nárnia, tudo termina do nada e a gente, os leitores, em estado de pura satisfação com a aventura.
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