A Viagem do Peregrino da Alvorada

A Viagem do Peregrino da Alvorada C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Narnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada


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Claire Scorzi 17/02/2009

Junto com "O leão, e feiticeira e o guarda-roupa" e "A última batalha", este livro está entre os meus top favoritos (porque todos são bons) da série Nárnia. O que me encanta neste: a imaginação rica de Lewis que nunca amordaça a fantasia e nunca abandona sua visão cristã do mundo, e essa mesma visão que é adorável por jamais irromper na história para 'pregar'. Se todos os escritores que se dizem cristãos tivessem o seu senso de medida...
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Lu 12/12/2009minha estante
Pra mim esse é o melhor livro de todas as crônicas.

Recomendo!




milena 18/09/2012

Muitas historias em uma.
De todas as crônicas essa, no meu ponto de vista foi a mais cansativa. Acredito que essa opinião é resultado da insistente mania de comparação ao filme que por sua vez é muito diferente do livro. Talvez possamos afirmar que o filme contém todos os elementos do livro, porém o filme organizou todos esses em um único contexto ao passo que no livro a sensação é que estamos lendo uma crônica a cada capitulo e não a mesma historia. Nesse livro Lucia e Edmundo voltam a Nárnia levando também seu primo Eustaquio, um garoto mimado e arrogante que,assim como Edmundo,vive sua quota de aventuras e conhecimentos em Nárnia para se tornar alguém melhor. Na idéia do livro, o objetivo da viagem do Pelegrino da alvorada é para encontrar os fidalgos, amigos de Caspian X que partiram de Nárnia após sua morte. Principie Caspian,agora rei,pretende reencontrar os amigos do pai e a cada parada do Navio uma nova aventura começa. Nesse livro o personagem Ripchip,que aparece pela primeira vez em Principie Caspian, tem um destaque maior,sendo a nobreza e a coragem da tripulação. Uma questão interessante sobre essa crônica é que, no decorrer da historia, Lucia não se parece tanto com a Rainha que fora outrora e sim como a criança que ela é em nosso mundo. Acredito que, como no filme, deveriam ter explorado mais esse lado da personagem e não somente sua personalidade doce e destemida de sempre. Principie Caspian, por outro lado se mostra um excelente Rei e sempre busca resolver as questões da tripulação assim como os problemas que encontra no caminho. A partir dessa Crônica Aslam avisa para Edmundo e Lucia que eles, devido a idade,também não retornarão mais a Nárnia,deixando essa oportunidade para Eustaquio.
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Julia 27/11/2013

Respira, Julia, respira.
A Viagem do Peregrino da Alvorada é a quinta crônica escrita por C. S. Lewis (e até agora é a minha favorita, junto com "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa"). Lucia e Edmundo estão na casa de seu primo chato, Eustáquio. Certo dia, em um quadro que se encontra no quarto que Lúcia estava ocupando, eles descobrem uma passagem para o Peregrino da Alvorada - navio cujo Caspian, Ripchip e toda a tripulação estavam indo em busca dos sete telmarinos que Miraz mandou para o Fim do Mundo - e os três acabam caindo lá dentro e acompanham seus amigos narnianos em busca dos rapazes.

Em um estilo Odisséia, C. S. Lewis cria um ambiente perfeito para uma história sobre navios e descobertas e nos mostra a importância de sempre ser amigável, prestativo e bom, e não apenas pensar em si mesmo.

Muitas pessoas reclamam muito da mensagem cristã que C. S. Lewis passa-nos, mas essa foi a primeira crônica que eu enxerguei nitidamente isso. E não me incomodou nem um pouco. Pelo o contrário, não é pregado religião em cada frase desse livro, mas é pregado apenas as virtudes que a religião tem a nos oferecer (coisas que todo e qualquer ser humano deveria praticar, religioso ou não). Então, se o seu medo de mergulhar nesse universo é esse, apenas pule e não irá arrepender-se!

O "Príncipe Caspian" foi um livro muito fraco em relação aos anteriores, e eu estava com medo de que esse mantivesse o mesmo padrão, mas, ao meu ver, é infinitamente melhor! Me fez ter uma nova visão dos personagens e me aproximar deles. Me fez perdoar Edmundo pela traição em "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa" (coisa que eu nunca tinha feito de verdade) e fez eu me apaixonar por Caspian, e ainda mais por Lúcia!

Termino essa resenha chorando por causa do final desta crônica e esperando que você una-se a mim e faça o mesmo.
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P.H. 03/07/2010

Esse livro só não é perfeito por que falta-lhe final. A história na verdade não tem ápice, nem final, entramos de gaiatos na história, do mesmo jeito que Lúcia, Edmundo e Eustáquio entram no Peregrino. Esta é a mais diferente das crônicas. Mas, por outro lado, a história é tão gostosa de acompanhar que dá vontade de não parar de ler.
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Enza 01/05/2017

Uma jornada inesquecível!
Nesta crônica, apenas Lúcia e Edmundo Pevensie retornam a Nárnia, acompanhados por seu detestável primo Eustáquio, em cuja residência estavam hospedados de férias. Passaram-se três anos "narnianos" desde que os caçulas dos Pevensie estiveram no mundo mágico pela última vez e, neste livro, eles empreendem uma busca juntamente com o amigo Caspian pelos fidalgos perdidos, banidos por Miraz à época de seu reinado.

A viagem é realizada no grande Peregrino da Alvorada, navio em que os narnianos embarcaram a fim de navegarem em direção às Ilhas Solitárias, a leste de Nárnia, e para onde os sete fidalgos foram enviados. Ao longo da jornada, Lúcia, Edmundo, Eustáquio, Caspian e o rato Ripchip enfrentam vários perigos e adversidades que acabam por testar a honestidade e a sinceridade da fé dos queridos protagonistas.

Esta é uma crônica que estimula bastante a imaginação, há vários perigos e ambientes que demandam isso do leitor. Lewis, como sempre, desempenha o papel do narrador de forma encantadora, leve e divertida, além de nos apresentar a personagens hilários como os tontópodes e nos emocionar com o destino de personagens leais e honrados como Ripchip.

Os famosos paralelos cristãos também estão presentes, porém de forma bem mais sutil. Os destaques da história ficam mesmo para a transformação de Eustáquio e para a firmeza de caráter que Ripchip, que roubou a cena inúmeras vezes, demonstrou. Emocionei-me sobremaneira ao acompanhar a trajetória desses dois personagens em particular, pois, por intermédio deles, Lewis nos mostrou o quão vulneráveis somos e que, se permanecermos firmes aos nossos princípios, o final que nos aguarda será muito mais do que sequer podemos imaginar.

"Onde o céu e o mar se encontram, Onde as ondas se adoçam, Não duvide, Ripchip! Que no Leste absoluto está. Tudo o que procura encontrar."

A pureza, o encanto e a magia nas quais fui imersa nessa viagem a Nárnia foram responsáveis por algumas lágrimas no final as quais não tenho vergonha nenhuma de mencionar. É incrível como, não importa quanto tempo passe, essas histórias continuam tendo o poder de tocar meu coração de um modo tão sublime e maravilhoso assim. Por isso, reitero as recomendações que fiz nas resenhas anteriores e acrescento que, talvez, esta possua um conteúdo ainda mais "aventuresco" do que as outras. Não há idade para ler Nárnia. É como um sopro de ar fresco, uma ode a tudo o que há de mais puro na infância e verdadeiro no ser humano, vale a pena enxugar o preconceito do olhar e dar uma chance a esta obra inesquecível.

"Só Lúcia soube que ao revolutear em torno do mastro, o albatroz murmurara: “Coragem, querida!”. Era a voz de Aslam, e o seu hálito suave roçou-lhe a face."
Malu 04/05/2017minha estante
Ai que vontade de reler




PriAndrade 08/06/2011

Bem Chatinho!

De todos os livros das Crônicas de Nárnia que eu li até hoje, este é o mais chatinho... Ainda não li A Cadeira de Prata e A Última Batalha, mas de todos os outros, esse é o mais cansativo de se ler!

Tem uns personagens meio irritantes e o final da história é muito sem graça. Na verdade, parece que a história toda foi escrita sem um objetivo muito claro... Não sei explicar, as coisas vão simplesmente acontecendo, sabe? E, de repente, acaba... Sem cativar ou nos prender na história...
João 26/06/2014minha estante
Isso porque (só não entendi) você graduou quatro estrelas, hein...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Se bem chatinho é assim, imagine muito bom.. vai ultrapassar o limite em uma constelação inteira!kkkkkkkkkkkkk


PriAndrade 26/06/2014minha estante
Poxa João! Realmente... Não sei dizer... Acho que dei nota errado...rs Pois para os que mais gostei (O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, por exemplo) eu dei 4 estrelas. Serei obrigada a corrigir minha nota... :)




Douglas Águia 19/12/2013

Eustáquio
O Livro a Viagem do Peregrino da Alvorada, foi sensacional, uma leitura gostosa, divertida, que vale a pena ler.
Eustáquio é o novo personagens que é primo de Lúcia e Edmundo, já pelo nome podemos identificar um menino chato, mas novamente Edmundo e Lúcia foram transportados para Nárnia, juntamente com Eustáquio que estranha tudo com olhar de novidade e crítica, mas essa aventura tem muita coisa para acontecer, e Eustáquio vai vivenciar as maiores aventuras aqui, Aslam surge algumas vezes, o que falar de um leão liberto, ele não é domesticado e aparece quando bem entender, sempre nos momentos propícios. Essa viagem no barco peregrino da Alvorada eles viajaram para muitas terras, encontrarão criaturas incríveis, conhecerão pessoas legais, engraçadas, irão a lugares estranhos, e também maravilhosos, me senti no paraíso quando li o livro.
Em fim creio viagei parado sem sair do lugar, gostei muito do livro e o desfecho nas páginas finais foi muito bom.
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Alex Alan 20/03/2017

Um dos melhores.
Perfeito do começo ao fim. Eustáquio, assim como Edmundo, são os personagens que mais evoluíram nos livros. E já estou ansioso pra ler a nova aventura de Eustáquio em "A cadeira de prata". Que em breve, se tornará o quarto filme da franquia! C.S. Lewis maravilhoso!!
Ah hj, e não posso esquecer de um personagem, que com certeza, torna-se um dos favoritos de todos que leem, não podia está falando de ninguém mais, que ele, o Rato rei, o Rato corajoso, cavaleiro, RIPCHIP.
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Paulo 06/08/2016

Todos a bordo do Peregrino da Alvorada!
É incrível como existem livros que instigam nossa imaginação e nos transportam para outros lugares e nos envolvem tanto, que quando não somos algum personagem estamos ao seu lado dentro da estória. Foi essa sensação que tive quando li “A viagem do peregrino da alvorada”, me senti como se estive mesmo em um navio ao lado de uma tripulação descobrindo novas ilhas pelo oceano e desbravando mares desconhecidos. Embora se trate de um livro infantil, me diverti abundantemente com o relato, o autor é bem criativo e escreve super bem. A obra é o quinto volume da serie de acordo com a ordem cronológica que o autor escolheu.
Por ocasião de uma viagem Edmundo e Lucia vão passar uns dias com seus tios, o que não os agrada tanto, pois eles dois não se dão nada bem com seu primo Eustáquio. Um dia enquanto estavam no quarto de Lúcia, os três descobrem uma passagem para Nárnia através de um quadro pendurado em uma parede e são arremessados em um grande oceano.
O rei Caspin saiu em excursão pelos mares a bordo de um navio com sua tripulação em busca de saber o paradeiro dos setes fidalgos que eram amigos de seu pai que foram expulsos de Nárnia no tempo em que seu tio, o tirano Miraz assumiu o trono. Ao se deparar com Edmundo, Lúcia e um desconhecido ao mar, o jovem rei salta do barco rumo ao seus resgates com ajuda de sua tripulação. Abordo do grande navio, conhecido com peregrino da alvorada, os nossos jovens amigos vivem grandes aventuras e se deparam em situações bem inusitadas.
Os destaques do livro em minha opinião foram os personagens Eustáquio que é um garoto mimado e muito mal criado, que no começo inferniza todo mundo, mas que amadurece no decorrer da obra e acaba se aproximando mais de seus primos e se torna um menino melhor e Ripchip, o mais valente, obstinado, fiel e líder dos ratos guerreiros de Nárnia. É impossível não gostar dele. Ele vai ter um papel primordial nessa grande aventura.
Em suma é uma narrativa bem divertida, criativa é uma leitura bem leve e simples, não traz linguagem rebuscada e diferente dos livros anteriores esse não traz batalhas e derramamento de sangue, o exemplar em si é mais como se fosse uma jornada rumo a algum objetivo. Existem algumas alegorias cristãs, mas tudo na medida certa e de forma bem sutil. E quando chegamos ao final da crônica é inevitável não sentir saudades, pois nos despedimos de dois personagens muito queridos. É uma leitura bem gratificante e mais do que recomendada.
Cássio Costa 07/08/2016minha estante
Paulo, que resenha maravilhosa ! Parabéns. Já li e também goste muito, porém de todos os livros, o melhor é o último.




Jéssica 12/02/2015

Muito Bom!!!
Na viagem do peregrino da alvorada, quinto livro da série (em ordem cronológica), temos mais uma aventura onde o personagem Príncipe Caspian aparece.
Nesse livro, apenas os personagens Edmundo e Lúcia retornam à Nárnia. A história começa quando eles vão passar as férias na casa de um primo, o Eustáquio. Esse personagem, logo no começo se mostra ser um menino muito mimado e mal criado, mas que acaba evoluindo junto com a história.
Edmundo, Lúcia e Eustáquio estão juntos em um dos quartos da casa, e, nesse quarto, há um quadro de um navio majestoso, com a proa toda em dourado e no formato de uma cabeça de dragão. Edmundo e Lúcia logo reconhecem o navio como sendo de Nárnia, e ficam extremamente saudosos e com vontade de retornar à Narnia, e é exatamente o que acontece. De repente, os três se vêem dentro do navio, o grande Peregrino da Alvorada.
No navio eles encontram o Príncipe Caspian, Ripchip (o rato), Lorde Drinian (capitão do navio), dentre outros. Caspian explica aos garotos que partiu em uma aventura em busca dos sete Lordes que eram amigos de seu pai, e que haviam sido expulsos quando o trono foi usurpado pelo seu Tio Miraz.
Os personagens ao longo dessa viagem acabam enfrentando vários perigos para encontras o paradeiro desses lordes. É interessante ver algumas coisas, como a evolução do personagem do Eustáquio, a simbologia por trás do personagem do Aslam e a resolução da história com um final ao mesmo tempo triste, mas também muito bonito. Gostei muito!! Essa história e O Sobrinho do Mago são minhas favoritas até agora!!
RESENHA PRO DESAFIO LITERÁRIO SKOOB 2015
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Júlia 07/05/2010

Amei, acho que depois do primeiro é o melhor :)
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Rafa 28/01/2012

AS CRÔNICAS DE NÁRNIA - A VIAGEM DO PEREGRINO DA ALVORADA (C.S.LEWIS)
Embarcamos em mais uma aventura em Nárnia. E desta vez, literalmente. A Bordo do navio narniano, Peregrino da Alvorada, os irmãos Pevensie participam de uma aventura além das terras conhecidas de Nárnia.
Como Pedro e Suzana não voltam mais para Nárnia desde O Príncipe Caspian, temos agora um substituto nem um pouco a altura deles. Desta vez é Eustáquio, primo de Edmundo e Lúcia que vai para Nárnia.
Eles são levados para lá para ajudar Caspian a achar os 7 lordes telmarinos, que foram "expulsos" de Nárnia após Miraz, tio de Caspian, tomar o seu posto de direito.
O livro é bom, e tem mais aventura do que o antecessor. Tem mais história, tem mais enredo, tem mais tudo.
Lewis explora ainda mais o seu mundo, e cada vez com mais eficiência. Criando mais personagens,mais aventuras, e outras coisas também.
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Ann 20/09/2010

O Peregrino da Alvorada
Lucia e Pedro teên a chance de voltar a Narnia denovo!
Dessa vez por um quadro mágico.
Lúcia e Pedro iriam passar as féria de verão junto com uns tios e um primo que não é dos melhores. Na verdade Eustáquio é um garoto mal criado e petulante.
Lúcia observa um quadro do seu novo apusento e nota que ele é como os navios de Narnia.
Eustáquio os vê conversando sobre Narnia e prontamente comessa a zonbar deles.
Mas eles notan que o quadro está maior, e logo estão dentro da pintura, indo encontrar Caspian e uma nova aventura.
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