A Viagem do Peregrino da Alvorada

A Viagem do Peregrino da Alvorada C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Narnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada


79 encontrados | exibindo 61 a 76
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


EllisaAraujo 17/07/2016

Peregrino da Alvorada.
Belíssimo.
comentários(0)comente



JV 19/12/2013

Uma verdadeira viagem.
comentários(0)comente



Coruja 15/05/2018

Ripchip e Caspian retornam no volume seguinte da saga, A Viagem do Peregrino da Alvorada, assim como Lucy e Edmund, mais o primo não particularmente simpático dos irmãos Pevensie: Eustace. Mais alguns anos se passaram em Nárnia e Caspian, que agora é o rei Caspian X, conseguiu estabilizar o reino o suficiente para se lançar ao mar numa aventura: encontrar os sete lordes exilados por seu tio Miraz quando este tomou o trono. E, talvez, chegar até o extremo Oriente, a terra que se diz ser a morada de Aslam.

Se eu quisesse resumir A Viagem do Peregrino da Alvorada numa comparação, bastaria dizer que este livro é a Odisséia de Lewis. Um grupo de marinheiros e aventureiros avançando por mares nunca dantes navegados, encontrando pelo caminho outros povos, outras culturas, criaturas monstruosas e estranhos efeitos climáticos. Desafiando muitas vezes a sorte, como um herói que se prende ao mastro para ouvir o canto das sereias. E, se não há Circe para transformar os companheiros de Ulisses em porcos, há tesouros para ensinar uma lição a Eustace, transformando-o num dragão.

Essa crônica conta a história de uma peregrinação (algo meio óbvio, está, afinal, no nome do barco…). Caspian está em busca do passado, de consertar as injustiças que se sucederam antes de poder assumir sua coroa (e, no processo, encontra também uma descendente de estrelas para tornar sua companheira). Edmund, Lucy, mas, sobretudo, Eustace, estão numa jornada de autoconhecimento e amadurecimento. Eustace, que começa como um menino mimado e francamente insuportável, torna-se - através da dor, da repentina situação que o coloca tão desesperadamente solitário, do reconhecimento de seu egoísmo, e de uma purificação que muito lembra um batismo - um herói, um digno visitante de Nárnia. Aliás, o fato de Edmund ter passado por essa jornada, ter tido uma segunda chance e ter feito o seu melhor depois disso, faz com que sua amizade com Eustace depois do episódio dracônico ainda mais significativa.

Esta é também uma jornada que busca respostas. Por qual motivo as crianças do nosso mundo atravessam o que quer que exista no limiar entre os mundos para viverem aventuras em Nárnia? A princípio, poderia parecer uma fuga, afinal, quando os Pevensie entram no guarda-roupa, estão fugindo de algo mais que a governanta do excêntrico professor que os acolheu: eles estão fugindo da guerra, dos bombardeios, dos sacrifícios que precisam ser feitos, da incerteza. Nárnia, porém, não é um mundo perfeito e ali eles também sofrem, mas aprendem com esse sofrimento, descobrem sua própria força e levam esse conhecimento consigo quando retornam para casa.

E aqui, quando Lucy, Edmund e Eustace chegam ao literal fim do mundo e encontram o Grande Leão, ele lhes diz com todas as letras: eles viajam até Nárnia para que possam conhecer Aslam e, conhecendo-o, levar esse saber para seu próprio mundo e ali encontrá-lo também. De certa maneira, a peregrinação das crianças por Nárnia é uma catequese. Interpretando a obra de Lewis como uma alegoria cristã, o mais próximo que posso pensar como comparativo são os apóstolos e, em especial, os evangelistas. Mesmo que o leitor de Nárnia não seja particularmente ligado a uma religião e prefira uma leitura que não se referencie a todo instante a dogmas e princípios cristãos, é possível compreender o que Aslam explica: as coisas que as crianças aprendem em Nárnia são lições comuns ao amadurecimento de qualquer pessoa, independente de credo: amizade, sacrifício, coragem, família, redenção. E é exatamente por isso que a história continua a ter tanto apelo mesmo após tantos anos de sua publicação.

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2018/05/por-narnia-parte-iii-reis-e-rainhas-de.html
comentários(0)comente



Nanda 10/01/2014

Ao passar as férias na casa dos tios,Edmundo e Lúcia retornam a Nárnia junto com o primo Eustáquio.Só que agora a bordo do Peregrino da Alvorada.Junto com Caspian,eles embarcam em uma série de aventuras e mistérios ao mar.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Adriana 11/10/2012

Fraquinho
De toda a série, esse foi o mais fraquinho, então comparado com os outros achei sem graça.
comentários(0)comente



Pedro Azevedo | @arquivos_pe 01/07/2017

As Crônicas de Nárnia #5 - A Viagem do Peregrino da Alvorada
Lúcia e Edmundo vão passar um período na casa de Eustáquio, seu insuportável primo. Lá, durante uma confusão os três são transportados magicamente para o alto-mar das terras narnianas e são resgatados pelo Peregrino da Alvorada, um navio que sob o comando do agora Rei Caspian está desbravando águas desconhecidas em busca de sete fidalgos desaparecidos durante o reinado tirano de seu tio.

“Para derrotar as trevas, precisam derrotar as trevas dentro de vocês!”

Eustáquio se torna mais insuportável do que já era durante a viagem que testa todos os seus limites e a cada ilha e desafio enfrentado o Peregrino da Alvorada se afasta mais do território conhecido. Talvez essa seja uma das Crônicas mais agitadas e mais legais, pois as ilhas e perigos que os personagem se deparam são muito legais e interessantes.

O livro é uma aventura perfeita e bem construída, talvez a mais completa até agora. A Viagem do Peregrino da Alvorada é sem dúvida a Crônica mais interessante e curiosa da série.

Ripchip é o melhor personagem do livro. Sua honra imaculada combinada com a falta de paciência fazem ele se destacar em todas as partes que aparece.

A transformação em Eustáquio é linda de se ver durante o livro, e sua parte com Aslam é muito emocionante.

O livro tem as melhores ambientações até agora e a parte do Fim do Mundo é linda de morrer.

Que venha A Cadeira de Prata!

site: https://www.conversaurbana.com/single-post/2017/06/30/As-Cr%C3%B4nicas-de-N%C3%A1rnia-5---A-Viagem-do-Peregrino-da-Alvorada
comentários(0)comente



Matheus 29/01/2010

Incrível
Em 2005 eu comecei ler esse livro. Tinha 10 anos naépoca e me apaixonei de primeira por Nárnia. Quando li esse livro pela primeira vez, não gostei e parei. Em 2010 voltei a ler com medo de não gostar novamente. Me surpreendi. É um dos melhores livros de todos, Aslam como sempre está incrivel. Com partes muito legais, como a história da estrela que caiu do ceu, do mago, dos tontos e tantos outros faz com que esse livro seja um dos melhores. E sem falar no final perfeito. Vale super a pena.
comentários(0)comente



Samara 09/06/2013

Lúcia e Edmundo estavam passando as férias na casa do primo Eustáquio(ele acaba indo junto a Nárnia), eles vão ao mundo de Nárnia enquanto através dum quadro que os pais de Eustáquio ganharam de presente de casamento, o qual estava pendurado no quarta onde Lúcia estava hospedada o quadro que lembrava muito Nárnia para Lucia.
Eustáquio, que inicia a viagem contra a sua vontade, acaba tendo sua vida transformada após ser vítima de um feitiço que o transformou em um dragão, pois ele pegou um tesouro amaldiçoado. Isso acaba transformando o caráter dele, transformando a pessoa chata No final,Aslam o livra do feitiço.
No final, Caspian, depois de cumprir a sua missão (ele queria descobrir o que aconteceu com alguns viajantes que foram em busca da terra de Aslam e nunca mais voltaram [essa e a melhor parte, pois cada ilha reserva uma grande aventura que sempre nos surpreende]) e de ter começado a navegar os mares do fim do mundo, teve que regressar a Nárnia e abandonar a viagem, devido às ordens de Aslam, Lúcia, Edmundo, Eustáquio, e o rato falante Ripchip. Estes quatro atingem finalmente o fim ou a borda do mundo, onde encontraram uma onda gigante que une o céu e o mar. Além desta onda, avistaram o começo do país de Aslam. Enquanto Ripchip entrou para o país de Aslam, os outros três viram regressaram à Inglaterra.
Lúcia e Edmundo não iriam mais voltar para Nárnia, pois estavam crescendo e precisariam encontrar Aslam em nosso próprio mundo, mas Eustáquio ainda voltaria.
Acho este livro surpreendente a cada nova ilha .Tem o filme, mas só vi uns pedaços pois ele estava passando em quanto eu lia o livro então quis deixar pra assistir outro dia e ate agora não retomei.
comentários(0)comente



Dudu 26/03/2012


Nárnia é, sim, um livro para crianças. Encontra-se de tudo um pouco nas suas páginas: heróis, vilões, animais falantes (como nas antigas fábulas), feiticeiras, capa-e-espada, aventuras por mar e terra, contos de fadas. Não é, no entanto, um livro condescendente. Exige que as crianças imaginem, completando as lacunas que felizmente existem nas descrições; e impõe perdas, despedidas e mortes. Presume que o leitor-mirim tenha inteligência para aproveitar ao máximo suas páginas...

O pelegrino não foi o meu preferido, achei que tem pouca ação comparado aos anteriores, a magia vivida no primeiro livro da Serie ficou esquecida!
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Júlia A. 28/07/2010

O melhor da saga
foi o melhor livro das Crônicas de Nárnia, são várias aventuras que acontecem, como se cada capítulo tivesse uma história. Mas o livro tem um objetivo único também. Muito bom, recomendadíssimo!
comentários(0)comente



João 26/06/2014

A sinestesia de C. S. Lewis
Sei que o que vou escrever será apenas um comentário e não uma resenha, mas é que eu precisava dizer que o C. S. Lewis tem sinestesia. Que são fenômenos neurológicos em que a pessoa correlaciona diferente sentidos, como ver cor nos cheiros, ouvir um som pra cada tato, cheiros pra cada som, etc, etc. E é inegável que ele expressa essa sua peculiaridade em seu estilo de escrita, que é uma figura de linguagem homônima.
Tanto é que tem uma parte do livro (não me lembro onde) em que ele aborda levemente sua peculiaridade quando Lucia, eu acho, diz alguma coisa sinestésica, ao que Edmundo ou Estáquio diz que é uma bobagem e Caspian diz que não, que "vê" as coisas dessa mesma forma também.



site: Aqui pra quem não conhece a sinestesia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinestesia
comentários(0)comente



Alex 12/10/2012

Adorei esse livro, leitura muito empolgante!
comentários(0)comente



Viktorya Zalewski 17/09/2010

Ótimo
Na minha opinião, o 2º melhor livro das Crônicas de Nárnia, ficando atrás apenas para A Cadeira de Prata. Diferente das outras histórias, O Peregrino da Alvorada não tem uma missão completamente desafiadora, uma guerra ou uma fuga. A história é mais light e muito gostosa de ler. Mais uma vez me surpreendi com a criatividade de C.S. Lewis ao ler a história, ver os personagens que ele cria, e recomendo a todos. Como disse um amigo aqui, a única coisa que falta ao livro é um bom final, mas graças ao conteúdo e a estrutura dos capítulos, este não implicou no gosto que tem O Peregrino da Alvorada.

[CUIDADO, SPOILER DESTE LIVRO E DO "A ÚLTIMA BATALHA"]
A melhor parte, inclusive uma das que mais mexe comigo de todo o Livro Compacto, é quando Lúcia lê o livro do mago, e passa por aquele feitiço de COMO TORNAR A MAIS BONITA DOS MORTAIS AQUELE QUE O PRONUNCIAR. Não só pela descrição da biblioteca e do corredor, mas pelo feitiço também.
Nossa, eu fiquei pensando: "Lê, Lúcia, lê!" Só depois que Aslam aparece mostrando os dentes na página eu imagino o que teria acontecido se Lúcia tivesse lido. Guerras entrem toda a Calormânia, Arquelândia e reinos visinhos... Ela ia simplesmente estragar e bagunçar todo o mundo de Nárnia, sem falar do diferente modo que as pessoas iam tratá-la. Foi bom Aslam aparecer logo! Beleza não é tudo. Susana, que é tão bonita, acaba se importando demais com isso e não retorna na Última Batalha. C.S. Lewis supreende mais uma vez.

comentários(0)comente

Viktorya Zalewski 01/10/2010minha estante
*vizinhos




79 encontrados | exibindo 61 a 76
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6