A Cadeira de Prata

A Cadeira de Prata C. S. Lewis




Resenhas - As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata


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Ana Paula 06/09/2019

Da escola para o precipício
Da escola para um mundo de fantasia. Jill e Eustáquio vão viver uma aventura incrível até encontrar a cadeira de prata.
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Guacira 20/01/2019

O sexto livro da série
A cadeira de prata conta a história de Eustáquio e Gil, numa aventura de resgate do filho de Caspian, em Nárnia, quando o rei já está idoso.
Mais uma vez, CS Lewis nos brindou com uma aventura numa terra de gigantes e outros seres do imaginário da fantasia.
Recomendo a leitura da série toda.

#ggmaffra
#resenha
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Marcos Antonio 25/07/2018

A Cadeira de Prata
Para mim é um dos melhores livros, como séria você ficar preso e adorar a sua perseguidora e o crescimento de Jill neste livro e a nova visão sobre Eustáquio. Vocês só desejaram vir, pois eu os chamei primeiro. Nárnia não era mais pura então o leão quase não era visto.
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Coruja 15/05/2018

Cronologicamente a sexta das crônicas de Nárnia, A Cadeira de Prata funciona, digamos, como o último volume da trilogia do reinado de Caspian X. Dessa vez, Eustace segue para o outro mundo sem os primos, levando consigo uma colega de escola, Jill Pole - ambos estão fugindo dos grandalhões que adoram fazer bullying - e acabam atravessando uma porta direto para o país do próprio Aslam.

Eustace cai de um precipício logo de cara, sendo soprado para longe pelo Grande Leão, deixando Jill, que não sabe o quê ou quem realmente é Aslam, sozinha com ele. O medo e a incompreensão quase paralisam a menina, até que ela consiga trocar palavras com Aslam, receber dele instruções para salvar um príncipe perdido e depois ser soprada como Eustace foi pouco antes, até Nárnia. Lá chega em meio a despedidas e grandes festejos, nobres e povo reunidos num cais, onde um navio se prepara para partir.

A primeira instrução de Jill seria avisar a Eustace que, quando ele chegasse em Nárnia, veria um velho amigo e deveria imediatamente se identificar para ele e falar de sua missão. O problema é que ela só faz isso quando o navio já se foi, e depois de Eustace descobrir que quem estava a bordo era justamente o Rei Caspian, um Caspian idoso, que ele foi incapaz de reconhecer.

O primeiro sinal perdido dá o tom do resto da aventura, toda narrada do ponto de vista da própria Jill, que, estando pela primeira vez em Nárnia, enxerga aquele mundo com admiração e espanto, algo que faz a saga se renovar aos olhos também do leitor. Com a ajuda das Corujas (!!!), eles encontram Brejeiro, um paulama (criaturas de braços e pernas longas, habitantes dos pântanos) pessimista, que lhe servirá como guia na jornada para encontrar o príncipe Rilian.

Posso dizer que o pessimismo crônico de Brejeiro é uma das coisas que mais me fez rir nesse livro? Ao menos, até o momento em que suas previsões cada vez mais catastróficas começam a acontecer… mas a despeito disso, ele é um personagem com a cabeça no lugar, capaz de agir no momento de pressão, ainda que isso signifique se machucar bastante. Brejeiro é leal, não desiste e não se dá por vencido e fazer tudo isso com uma natureza tão cética é tanto contraditório quanto fascinante. Seu discurso para a bruxa, sua defesa do ‘mundo de cima’, do sol, da liberdade, é, na minha opinião, uma das cenas mais marcantes de toda a série.


"- Uma palavrinha, dona – disse ele, mancando de dor –, uma palavrinha: tudo o que disse é verdade. Sou um sujeito que gosta logo de saber tudo para enfrentar o pior com a melhor cara possível. Não vou negar nada do que a senhora disse. Mas mesmo assim uma coisa ainda não foi falada. Vamos supor que nós sonhamos, ou inventamos, aquilo tudo – árvores, relva, sol, lua, estrelas e até Aslam. Vamos supor que sonhamos: ora, nesse caso, as coisas inventadas parecem um bocado mais importantes do que as coisas reais. Vamos supor então que esta fossa, este seu reino, seja o único mundo existente. Pois, para mim, o seu mundo não basta. E vale muito pouco. E o que estou dizendo é engraçado, se a gente pensar bem. Somos apenas uns bebezinhos brincando, se é que a senhora tem razão, dona. Mas quatro crianças brincando podem construir um mundo de brinquedo que dá de dez a zero no seu mundo real. Por isso é que prefiro o mundo de brinquedo. Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um narniano, mesmo que Nárnia não exista. Assim, agradecendo sensibilizado a sua ceia, se estes dois cavalheiros e a jovem dama estão prontos, estamos de saída para os caminhos da escuridão, onde passaremos nossas vidas procurando o Mundo de Cima. Não que as nossas vidas devam ser muito longas, certo; mas o prejuízo é pequeno se o mundo existente é um lugar tão chato como a senhora diz."


É fácil reconhecer o mito da caverna de Platão nessas palavras. É uma das inspirações que parece mais óbvia ao longo do texto. Há uma defesa, aqui, da fé cristã de Lewis, mas é também uma defesa para a fantasia, para nos perdermos (e também nos encontrarmos) em histórias, pois o mundo ‘real’ da feiticeira não basta, pois ‘as coisas inventadas parecem um bocado mais importantes do que as coisas reais’. Não é a primeira vez que Lewis faz uma defesa como essa em suas histórias, especialmente quando se leva em consideração que ele muitas vezes iguala praticidade e pragmatismo com falta de imaginação e crueldade.

Ao mesmo tempo - junto com O Cavalo e seu Menino - A Cadeira de Prata é, das crônicas, a que tem uma estrutura mais próxima de um conto de fadas. Há instruções a serem seguidas, e a cada sinal perdido, existem consequências, por vezes terríveis. Há gigantes e feiticeiras, serpentes e príncipes enfeitiçados. Muito da história também me faz pensar no mito de Orfeu e Eurídice - como Eurídice, a rainha morre picada por uma serpente. Rilian, procurando vingança, acaba desaparecendo para o que vamos descobrir mais tarde, é um mundo subterrâneo que não fica muito a dever ao Inferno mitológico. A própria jornada de Eustace, Jill e Brejeiro especialmente em seus momentos finais desesperados, parece ecoar a proibição ao músico no mito: ‘não olhe para trás’.

Há algo agridoce em A Cadeira de Prata. Parece que sentimos que os grandes dias de Nárnia já passaram, o renascimento trazido pela coroação de Caspian em Príncipe Caspian apenas uma breve lembrança da Era de Ouro, quando os Pevensie primeiro foram reis e rainhas em Cair Paravel. Voltando aos temas bíblicos, é bem relevante o fato de a grande vilã da história ser uma feiticeira de beleza sedutora que se transforma em serpente: é impossível não pensar ‘Jardim do Éden’. A serpente aprisiona Rilian por dez anos no subterrâneo; e ele, que a procurou inicialmente por vingança, acaba seduzido por sua beleza e cai em seu encantamento.

Não temos tempo de ver as consequências desse trauma. Vamos embora com Jill e Eustace pouco depois de Rilian ser resgatado e encontrar o pai pela última vez. Mas podemos imaginar: um rapaz que não teve tempo de lamentar a morte da mãe antes de ser levado pela assassina dela; que passou uma década escravo da vontade da serpente com breves momentos de lucidez, suficientes apenas para amaldiçoar sua própria existência e não encontrar qualquer esperança; e que ao voltar, tem tempo apenas de receber a benção do pai uma última vez, antes de também perdê-lo e, depois disso tudo, assumir o trono e suas responsabilidades. Por melhor governante que Rilian venha a ser nos ano seguintes, como negar que a escuridão, uma vez mais, conseguiu avançar sorrateiramente para dentro de Nárnia?

Lewis nos leva por uma curva nesses três livros: começando por um reino em decadência que nega suas origens e se convulsiona numa guerra civil, atingindo o clímax numa era de paz e prosperidade suficientes para que seu rei possa se lançar em aventuras ao mar, e então a perda de Caspian e as incertezas que daí derivam.

O que esperar então, do que virá a seguir? Especialmente quando sabemos que o último livro é também A Última Batalha? Bem, preparem as trombetas, companheiros narnianos, porque o apocalipse vem por aí…


site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2018/05/por-narnia-parte-iii-reis-e-rainhas-de.html
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Bruna 29/11/2017

Foi divertido, deu uma certa tristeza pelo Rei Caspian X! Mas o final dele... Até que foi bem legal.
As aventuras de Jill e Estáquio Misero (que amadureceu bem desde A Viagem do Peregrino da Alvorada) foram repletas de obstáculos, a começar com seguir missão com o Paulama Brejeiro que vê tudo pelo negativo (pessoalmente achei ele o mais engraçado da história toda!)

Nessa aventura temos gigantes bobos e gigantes espertos devoradores de gente! Uma feiticeira chata do mal. Uma viagem ao fundo da terra com criaturas chamadas terrícolas de descrições... Um tanto peculiares e variadas.
E óbvio que temos Aslan e suas instruções, que dessas vez, ficaram bem difíceis de serem seguidas! Rsrs mas no fim... Deu tudo certo!

Só não ganhou as 5 estrelas por não ter dado um final aos gigantes... Principalmente ao Pai Tempo. Mas tá nos favoritos.
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Enza Cerqueira 25/11/2017

Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um narniano, mesmo que Nárnia não exista.
Esta crônica é a primeira escrita por Lewis sem a presença de algum dos irmãos Pevensie. Desta vez, o primo Eustáquio, que estivera em Nárnia uma vez, e sua amiga Jill protagonizam diversas aventuras em uma jornada até as terras agrestes do Norte em busca do filho perdido de Caspian, o príncipe Rillian, que havia desaparecido há anos após empreender inúmeras expedições com o objetivo de capturar a assassina de sua mãe e vingar a sua morte.

Aliás, muitas décadas passaram desde os eventos relatados em A Viagem do Peregrino da Alvorada e agora Caspian tinha a idade avançada e embarcara numa viagem às ilhas solitárias como um último desejo de sua vida.

Antes disso, porém, Aslam convocara Eustáquio e Jill para a missão de salvar o filho do príncipe narniano, já que as missões realizadas pelos guerreiros e amigos de Caspian haviam sido infrutíferas e ninguém jamais voltara.

Então, sob a instrução de Aslam e com o auxílio de um Paulama narniano bem pessimista chamado Brejeiro, Eustáquio e Jill embarcaram na viagem que guardava incontáveis adversidades, além de provas de lealdade, obediência e respeito aos sinais que o Grande Leão lhes indicara.

Esta foi uma das minhas crônicas favoritas quando li todas as sete pela primeira vez e, com esta terceira leitura, conservei um afeto ainda maior por ela. Amo histórias nas quais os protagonistas empreendem viagens assim, enfrentam perigos e perseguições, uma que se passa em Nárnia e com personagens tão carismáticos como o Brejeiro então nem se fala... Aliás, o Brejeiro é um dos personagens mais queridos, apesar de pessimista, ele abriga uma fé enorme e uma lealdade admirável. O paulama também profere um dos discursos mais marcantes das crônicas e, particularmente, um dos meus trechos literários prediletos:

"Somos apenas uns bebezinhos brincando, se é que você tem razão. Mas quatro crianças brincando podem construir um mundo de brinquedo que dá de dez a zero no seu mundo real. Por isso é que prefiro o mundo de brinquedo. Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um narniano, mesmo que Nárnia não exista. Assim, estamos de saída para os caminhos da escuridão, onde passaremos nossas vidas procurando o Mundo de Cima. Não que as nossas vidas devam ser muito longas,certo; mas o prejuízo é pequeno se o mundo existente é um lugar tão chato como esse aqui."

O discurso é um pouco maior, mas este momento em especial me emociona de uma forma que eu nem posso descrever. Por isso apenas recomendo que aproveitem que em breve o filme deve ser lançado nos cinemas (finalmente!) e leiam, divirtam-se e emocionem-se com esta crônica formidável para todas as idades!
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Gabriel 14/07/2017minha estante
"Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um narniano, mesmo que Nárnia não exista." :)




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Pedro Azevedo | @arquivos_pe 30/07/2017

As Crônicas de Nárnia #6 - A Cadeira de Prata
Um ano após sua aventura no Peregrino da Alvorada, Eustáquio sonha em voltar a Nárnia e no meio de uma fuga dos valentões da escola, ele e sua amiga Jill se concentram em pedir para Aslam pra voltar a Nárnia, então uma porta surge e ele e a menina são transportados para o país de Aslam, onde Eustáquio cai de um precipício e é soprado pra longe pelo Leão. Ele explica a Jill que eles vieram a Nárnia não porque pediram, mas pois foram chamados. O Rei Caspian está a beira da morte e seu filho, o príncipe desapareceu a muitos anos.

Aslam explica a Jill que ela e Eustáquio devem seguir determinadas pistas para achar o príncipe e restituí-lo ao trono após a morte do pai.

A Cadeira de Prata é o livro mais sombrio de todos, as crianças passam por desventuras e lugares sinistros em busca do príncipe. A maldade e a magia negra estão presentes em todo canto. O livro é sensacional e é muito interessante ver o quão Nárnia pode ser perigosa, salvagem e cheia de segredos.

Diário de Leitura

Eustáquio sem dúvida consquistou seu lugar como um herói narniano. Ele e a menina passam por poucas de boas e sua evolução é muito bem descrita.
Brejeiro é o companheiro dos dois durante a aventura e é um personagem daqueles que você ama e odeia durante o livro.
A sequência da cadeira de prata e o final do livro são surpreendentes, e valeram o livro todo.
Deu pra sentir bastante do clima de maldade da Feiticeira Branca nesse livro e eu amei isso.
A Última Batalha está chegando e eu não sei se tenho estrutura pra isso!

site: https://www.conversaurbana.com/single-post/2017/07/30/As-Cr%C3%B4nicas-de-N%C3%A1rnia-6---A-Cadeira-de-Prata
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Noronha 02/03/2017

Obvio de mais
Mais uma vez somos jogados no maravilhoso mundo de Narnia. Mas pareceu que a história se repetiu, mas de maneira diferente. Parece que o autor pegou a história basica (tipo a do Leão, a feiticeira e o guarda-roupa) e só mudou algumas coisas. O livro tem um personagem que segue aquele caminho do herói (Jill), um feiticiera, um principe (que da lugar a princesa) perdido e uma missão que é salva-lo. Tem algumas ações, uma ou outra tretinha, mas é bem leve, até os combates são bobos e de certa forma mal descritos.
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Isadora 11/10/2016

Procurando o príncipe
Penúltima história das Crônicas de Nárnia. Para mim, igualmente interessante.

Neste livro, o já conhecido primo Eustáquio juntamente com sua amiga de escola Jill, ganham uma missão de Aislam. Eles precisam resgatar um príncipe perdido, trilhando caminhos desconhecidos e cheios de surpresas.

Muitas aventuras, perigos e novas amizades narram essa bela história.
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Lucas 01/09/2016

Muito bom
Acho que apesar de estar em terceiro lugar na minha lista dos que menos gostei da série, é um livro muito bom e vale a pena ser lido. Recomendo.
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Paulo 19/08/2016

De volta a Nárnia em outra grande aventura!
Duas crianças em uma terra mágica, um príncipe desaparecido, um Paulama pessimista e uma viagem ao submundo da terra.Todos esses ingredientes acrescidos de uma narrativa envolvente e toda a habilidade de um exímio contador de estórias, nos garante horas de diversão. Faltam-me palavras para dizer o quanto gostei da crônica A cadeira de prata, a escrita de Lewis é bem fluida e simples, o que nos faz desbravar várias páginas sem muito esforço e se encantar com cada capítulo do livro. A obra é o sexto volume da serie de acordo com a ordem cronológica que o autor escolheu. Diverti-me abundantemente com os personagens e toda a trama do enredo. Uma característica interessante que notei é que embora o autor tenha escrito uma estória infantil, aborda questões bem instigantes,senti certo um amadurecimento na escrita do autor comparado com as outras crônicas, o que é em minha opinião é algo bom porque ao escrever para crianças, ele não traz apenas algo bobinho e sem consistência, mas um texto bem elaborado e sólido.
Em Nárnia se passaram 70 anos desde que os irmãos Edmundo e Lúcia e seu primo Eustáquio voltaram para a Inglaterra. O rei Caspian já não é um garoto, mas sim um senhor de idade bem avançada que sofreu amargamente com a morte de sua esposa e o desaparecimento de seu único filho. O velho rei não mede esforços e a apesar de sua idade avançada ele vai a bordo de seu navio pelos mares nas ilhas ocidentais na esperança de encontrar seu filho. Na ausência do monarca Trumpkin, que já está tão velho quanto ele é o regente no trono de Cair Paravel.
Eustáquio acompanhado de sua amiga Jill encontram uma passagem para Nárnia enquanto fugiam de alguns valentões na escola através de um portão misterioso no muro do colégio. Ao chegarem em Nárnia eles descobrem que Aslam os chamou até ali e os reservou uma missão, que seria encontrar o filho do rei, para isso o leão deu a eles quatro passos a serem seguidos que os ajudariam a encontrar o príncipe perdido. E para concluir essa incumbência nossas crianças viveram grandes aventuras e enfrentaram perigos inimagináveis.
Confesso que fiquei meio temeroso enquanto lia a estória, porque os irmãos Pevensie não estão presentes nela, ao invés deles estamos de volta com Eustáquio e conhecemos dois personagens novos que são Jill, uma garota meio chorona e birrenta, mas que a despeito disso é bem legal e Brejeiro, o que posso dizer sobre ele? O personagem é incrível! É de longe o meu favorito em toda a crônica, ele é um Paulama, isto é, um ser humanoide bem alto e esguio com membranas nos dedos das mãos e dos pés semelhantes aos sapos, a característica mais atraente nele com certeza é o seu pessimismo irônico. Ele é aquele tipo de pessoa que mesmo vendo as coisas por uma perspectiva negativa, tenta ver o lado bom delas, ele consegue ser cômico, mas não de uma maneira idiota e engraçada. Mesmo sem Edmundo, Lúcia e os outros irmãos a obra é incrível, e com certeza alcançou seu lugar dentro da serie. Em síntese o enredo é bem simples, possui uma narrativa cativante e nos proporciona uma leitura agradável e gratificante. Traz ainda uma sutil alegoria cristã muito bonita e possui um final bem marcante.
Cássio Costa 20/08/2016minha estante
Este foi, e é, um dos melhores livros de Nárnia. Bem fluido e maduro. Gostei muito. Tô ansioso pra ver o filme que vai sair. Parabéns pela RESENHA, cada vez melhor.




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